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Tutores entregam seus animais como abandonados para não pagar tratamento




Quando a oficial de Controle Animal, Kathleen Ross, encontrou a pit bull Jazzi no verão passado, a cadelinha tinha 11 meses de idade, estava quase sem pelos e os dedos da pata traseira pareciam balões, tamanho o inchaço. A pele dela estava tão sensível e rachada que quando Ross a tocou, sangrou.
Ao contrário de reportagens que dizem que os cachorros mordem as pessoas com mais frequência quando a temperatura aumenta, a crueldade com animais é um problema para o ano todo.
Segundo informações do Kennebec Journal, Amy Crommett, a mulher que chamou Ross em julho do ano passado, disse que Jazzi vagava pela floresta que ficava atrás de sua casa. Então, a oficial levou a cadela a um veterinário para que recebesse tratamento.
Depois de algum tempo, no entanto, Ross começou a suspeitar que Jazzi não era tão desgarrada quanto Crommett havia dito. Mesmo porque a mulher demonstrou muita preocupação com a cadela.
O que de fato aconteceu é que Jazzi era de Crommett, que mais tarde foi acusada de crueldade contra os animais e, em 25 de maio, foi condenada a um ano de prisão e um ano de período probatório. 
Ela está proibida de tutelar novos animais dentro do período de um ano, mas foi permitido manter aqueles que ela tutela atualmente, que incluem três gatos e outro cão. 
Crommett foi multada também em US$ 500 e deverá restituir o Estado em US$ 2.000.
O maior número de queixas apresentadas ao Programa de Bem-Estar Animal, que é parte do Departamento da Agricultura, Alimentação e Recursos Rurais de Maine, é referente a cães, disse Christine Fraser, veterinária do programa. Em segundo lugar estão os cavalos, e em terceiro lugar, os gatos.
O número total de casos de bem-estar animal foi muito maior, no entanto, desde que agentes municipais de controle animal, departamentos de polícia do Estado e xerife também passaram a cuidar dessas reclamações.
O número de casos de crueldade relatados ao programa em 2010 foi de 657, disse Fraser, o que representa uma redução, pois em 2009 foram 797 casos. Em 2010, foram 322 pedidos para cães, 228 para cavalos e 94 para gatos.
De qualquer maneira, Fraser disse que não é incomum as pessoas denunciarem seus próprios animais doentes como errantes. 
Às vezes os tutores alegam que é porque algum membro da família foi demitido ou está doente e não é possível arcar com os cuidados do animal.
Essa é a mesma opinião de Ross. Ela disse que é mais comum do que as pessoas possam imaginar que os tutores de animais denunciem seus próprios animais. 
Acontece principalmente com cães, disse ela, mas ela já foi chamada por causa de gatos e até de porquinhos da Índia, que realmente foram negligenciados pelos seus tutores.
“As pessoas percebem que não podem pagar para levar o animal ao veterinário e nos ludibriam para receber o tratamento”, disse Ross.
Os tutores têm que saber que “é possível planejar uma conta médica de seu animal,” disse Ross. “Se você assumir a responsabilidade por um animal, esteja preparado. Eles se machucam como nós. E deixá-los sentindo dor é horrível.”

Quanto à Jazzi, ela agora tem uma nova casa, e seu pelo cresceu de novo. “Ela foi tão doce, mesmo depois de tudo que passou, e continua adorável”, disse Ross.
fonte:anda
Nota do autor:uma irresponsabilidade e crueldade com esses pobres cães que não tem culpa,se não tem condição pra que compra ou adotar são não vai pagar algum tratamento que os animais precisão,donos mentirosos que não sentem nada pelos cães,uma maldade tremenda.

Irã pode proibir cães de estimação no país



O governo iraniano pode proibir a população de ter cachorros como animais de estimação. Segundo a revista Time, um projeto de lei em tramitação no país prevê multa de quase R$1.000 aos infratores, além de apreensão do animal.

O motivo é que o governo de Mahmoud Ahmadinejad teme a aproximação excessiva do país com o Ocidente, o que já vem acontecendo há alguns anos.

Na cultura islâmica, os cães são considerados impuros e devem ser utilizados apenas para auxiliar atividades no campo. No entanto, com o acesso a filmes e programas de televisão americanos e europeus, os iranianos passaram a adotar os pets e tratá-los com os mesmos mimos dos ocidentais.

O projeto de lei alerta que, além de constituir um problema para a saúde pública, os cães são uma “imitação cega da cultura vulgar ocidental”. Se for aprovado, os cachorros podem ter o mesmo destino de vários outros capturados nas ruas de Teerã, capital do país. “Muitos, aqui e em outras grandes cidades, são mortos numa ofensiva cruel”, disse o jornalista iraniano Omid Memarian, especialista em direitos humanos.

A medida tem gerado protestos por parte de ativistas ligados aos direitos dos animais, que consideram ilegais as ações contra a posse de cães.

fonte:planeta bicho