Curiosidade Pet: Que cores os cães enxergam?

Uma curiosidade que muitas pessoas têm é sobre a maneira como os cães enxergam. Para tirar algumas dúvidas, a consultora de comportamento da Cão Cidadão, Priscila Felberg, gravou um vídeo especial falando um pouco sobre este assunto super interessante. Confiram:




fonte:dr.pet

Animais apreendidos recebem tratamento para reabilitação no Ibama

A apreensão de animais pela Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipam) é apenas uma parte do trabalho feito de preservação do meio ambiente. Isso, porque depois de apreendido, o animal é encaminhado para o  Ibama, onde passa por quarentena e reabilitação até chegar o dia de voltar para a natureza. “Se eles forem devolvidos do jeito que chegam, podem não resistir no meio natural. Muitos chegam doentes ou desidratados e precisam passar por um período de recuperação para serem devolvidos”, explica a analista ambiental do Ibama, Fabíola Rufino.
Vale lembrar que não é só através de apreensão que muitos animais chegam ao Ibama.  Em alguns casos, animais silvestres que eram criados como domésticos, são simplesmente entregues pelos tutores, que desistem de criá-lo ou são “tocados” pelo sentimento ambiental. Em alguns casos, também, o tutor vai ao Ibama tentando regularizar seu animal no órgão, mas frustado pela impossibilidade, acaba convencido de  devolvê-lo.
“São vários os casos desse tipo. A pessoa tenta regularizá-lo, mas o Ibama não legaliza um animal que  não conhece a procedência. Então, o tutor acaba convencido a deixá-lo, porque assim também não precisará responder a um processo ambiental”, explica Fabíola. Sobre a desistência de criar o animal silvestre, a analisa ambiental explica que isso, muitas vezes, se deve à falta de conhecimento antes de adquirir um exemplar selvagem.
“Isso ocorre muito. O animal começa a dar trabalho demais, fica muito grande ou agressivo, então o tutor entrega para o Ibama. Casos desse tipo são mais frequentes, sobretudo, tratando-se de macacos-prego. São animais muito ‘bonitinhos’ quando pequenos, mas crescem e alguns se tornam bastante agressivos”, afirma Fabíola Rufino.
Só de macacos-prego, o Ibama tem aproximadamente 30 exemplares em seus viveiros. Eles, junto aos papagaios (100 exemplares), os periquitos (50) e as araras (30) são os mais numerosos e que ocupam os viveiros por mais tempo no Ibama. “São animais que precisam de um tempo maior de recuperação”, explica Fabíola Rufino.
Com esses animais e mais a centena de pássaros canoros, como o Azulão, Galo de Campina e Golinho – que são as principais vítimas da comercialização de animais silvestres no RN – representam um investimento mensal com alimentação, de aproximadamente R$ 4 mil do Ibama. “Isso, sem contar com funcionário, biólogo, veterinário e tudo mais que o animal precisa para se recuperar e poder voltar para a natureza”, explica Rufino.
Além dos animais apreendidos em situação irregular e vítimas de crimes ambientais, o Ibama e a Cipam também fazem um importante trabalho na reabilitação daqueles que são encontrados feridos na natureza. “Tartarugas, gaviões, corujas são os principais animais que encontramos feridos e levamos para o Ibama para se recuperarem”, afirma o comandante da Cipam, major Correia Lima.
O  major afirma que “o trabalho de combate ao tráfico de animais tem que ser feito em três frentes: ostensividade, conscientização e punição, que seja, realmente, eficaz. Baseado nisso, é possível perceber que o trabalho está, pelo menos, encaminhado em dois pontos. “Estamos nos empenhando em trabalhos ostensivos, fazendo apreensões regulares em operações ou após denúncias e pretendemos expandir isso para todo o Estado. Também pretendemos melhorar nosso trabalho de educação ambiental”.
No entanto, em outros aspectos, que não fazem parte do trabalho da Cipam e do Ibama, ainda há falhas, segundo o comandante. “Falta, para mim, uma punição mais restritiva de direitos. É preciso uma punição mais firme”, afirmou o comandante.
Atualmente, a pessoa presa em flagrante por venda de animais silvestres em uma feira livre, por exemplo, é levada para a delegacia, onde assina um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) e, em seguida, é liberada para responder o processo em liberdade. Em alguns casos, há também a cobrança de uma multa pelo crime. “A Lei de Crimes Ambientais é moderna, mas a punição ainda é pouca. E isso contribuiu para a reincidência. Tem vendedor que já prendi três vezes e ainda está cometendo crimes”, revela o major.
Legalidade
Ter um animal silvestre em casa, não é um crime em todos os casos. De acordo com o Ibama, é possível criar uma arara em casa, por exemplo, sem estar cometendo um crime ambiental. Para isso, contudo, é preciso adquirir um animal registrado em criadores autorizados pelo próprio Instituto.
“Os preços variam muito, mas é possível adquirir uma arara vermelha por R$ 5 mil em criadores registrados pelo Ibama”, garante Fabíola Rufino.
Além da dificuldade em encontrar criadouros credenciados e pagar um valor considerável pela compra, é preciso ainda seguir uma série de exigências, como, ter um local apropriado para mantê-lo e não fazer a reprodução da espécie em cativeiro.
“Um papagaio em feiras livres pode custar R$ 500, mas a possibilidade de se perdê-lo é muito maior. Isso porque muitos chegam já doentes ou desidratados. Além disso, se for pego pela fiscalização, o tutor ilegal terá que pagar multa e responder a um processo judicial, além de ter o animal apreendido”, explica Fabíola Rufino.
Se o prejuízo financeiro não é o suficiente para barrar a tutela ilegal, outro aspecto pode fazê-lo: o risco de doenças contagiosas. “É importante que a população saiba da possibilidade de se contrair doenças sérias no contato com animais silvestres. No caso do papagaio, por exemplo, podemos citar a psitacose (doença infecciosa transmitida pelo ar)”, explica Rufino.
Rinha de galo tem a proteção de  poderosos
O galo se enquadra na lista de animais domésticos do Ibama. No entanto, é crime e ainda muito frequente no Rio Grande do Norte, a colocação dessas aves nas chamadas rinhas de galo de briga. Algo ainda mais complicado de se combater que o tráfico de animais silvestres, visto que se encontra muito enraizado na sociedade local e recebe o incentivo de “poderosos”, viciados em apostas.
“É complicado mesmo. É algo ainda muito popular em algumas regiões do Estado e conta com a presença e o patrocínio de pessoas influentes”, afirma o comandante da Cipam, major Correia Lima. Neste ano, a Companhia já apreendeu aproximadamente 500 galos  em rinhas, no Estado.
As zonas rurais de Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante e de Extremoz, além da praia da Redinha, são os principais locais onde esse crime acontece com mais frequencia. Em junho, inclusive, em uma só apreensão feita em Ceará-Mirim, a Cipam encontrou 72 galos de briga. Aproximadamente 30 pessoas estavam no local, mas apenas três foram encaminhadas para a Delegacia de Plantão da Zona Norte. “Encontramos até um juiz estadual participando das apostas”, afirmou um dos policiais ambientais que fizeram a apreensão.
A briga de galo é uma prática considerada crime ambiental e se enquadra no artigo 32 da Legislação Ambiental. O artigo condena “o ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” e prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.
Os galos de rinha são criados com muitos anabolizantes, a fim de ganharem músculos e, dessa forma, terem melhor resultado nas brigas.
Os galos apreendidos, que não são sacrificados, são encaminhados para centros de reabilitação de usuários de drogas. “São levados para lá para serem criados. Isso é uma das formas de tratamento de dependentes químicos”, explica o comandante.

Urso é resgatado após ficar preso em árvore a 18 metros de altura

Um urso foi resgatado na última terça-feira em Bend, no estado do Oregon (EUA), depois que ficou preso em uma árvore a cerca de 18 metros de altura. Com o animal pesava mais de 130 quilos, os bombeiros tiveram que usar tranquilizantes para conseguir retirá-lo com segurança, segundo reportagem da emissora de TV “NBC News”.


 



O morador Philip Poh foi quem ligou para o serviço de emergência para avisar que um urso estava preso no alto de uma árvore. De acordo com a polícia, o animal estava derrubando latas de lixo atrás de comida.
“Eles estão à procura de comida e acasalamento”, disse Corey Heath, do departamento de vida selvagem do estado do Oregon.
Fonte: G1

Gêmeos e raros, micos-leões-pretos nascem no Zoo de SP

Dois micos-leões-pretos nasceram no dia 17 no Zoológico de São Paulo, zona sul da capital. A espécie é considerada uma das mais ameaçadas do mundo – na natureza e em cativeiro, restam apenas 1,1 mil animais.

 


Proteção. Por enquanto, bichinhos ficarão isolados
Ainda sem sexo definido – por serem muito novos -, os filhotes da fêmea Kinha, de cerca de 3 anos, e do macho Calixto, de 2, ainda não estão expostos ao público nem foram batizados. É a primeira cria dos dois.
Nativa de um tipo de floresta da Mata Atlântica, essa espécie é encontrada principalmente nas regiões Oeste e Sudoeste do Estado de São Paulo. A principal reserva, com 800 animais, fica no Morro do Diabo, no Pontal do Paranapanema. “O risco de a maioria deles ficar na região é que, se houver um grande incêndio, por exemplo, todos podem desaparecer”, afirma Roberto Vilela, biólogo do Setor de Mamíferos do Zoológico. A raridade desses micos-leões se explica pela destruição de seu hábitat, o desmatamento e o tráfico de animais. “Eles são muito valorizados no exterior”, conta Vilela.
Fases. Após o nascimento, a amamentação foi feita por Kinha, sem interferência dos biólogos. “Queremos que tudo seja feito da forma mais natural possível”, afirma Vilela. Nessa fase, o macho sempre acompanha a fêmea. Agora, já com cerca de duas semanas, os filhotes também passaram a ser carregados pelo pai. De três em três horas, o macho devolve os filhotes para a amamentação.
Uma das preocupações dos biólogos nesse momento é que não haja rejeição de Kinha aos filhotes. Por enquanto, isso não tem acontecido.
Como são muito novos, os animais não serão expostos ao público – não há previsão para que isso aconteça. Eles ficarão numa área denominada “micário”, onde a espécie se reproduz.

FICHA TÉCNICA:
A espécie se alimenta de frutas, insetos, ovos, lagartos e pequenos pássaros.
Nome científico: Leontopithecus chrysopygus
Ordem: Primata
De onde é: Mata Atlântica, especialmente oeste do Estado
Longevidade: 15 anos
Peso adulto: 360 a 710 gramas
Reprodução: 1 a 3 filhotes

Dois primatas brasileiros entram na lista de ameaçados de extinção no mundo




O macaco-prego-galego e o guigó-da-Caatinga estão na lista dos 25 primatas mais ameaçados de extinção no mundo. A inclusão ocorreu durante o 23º Congresso Internacional de Primatologia, realizado na Universidade de Kyoto, no Japão, no mês passado.

A lista passa por revisões a cada dois anos, sob a coordenação do Grupo Especialista em Primatas da União Internacional para a Conservação da Natureza (PSG/IUCN), e tem como objetivo ampliar as ações de conservação das espécies listadas.
A candidatura das espécies brasileiras foi apresentada pela delegação formada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CPB/ICMBio), universidades e ONGs.
Segundo Leandro Jerusalinsky, do CPB, as duas espécies foram incluídas porque suas populações estão sendo reduzidas continuamente. “A maioria dos primatas no Brasil sofre com a destruição e a fragmentação de seus habitats, as florestas, o que leva à diminuição e ao isolamento de suas populações, além de sua extinção em várias áreas.”
O macaco-prego-galego (Cebus flavius), listado como criticamente em perigo, foi redescoberto apenas em 2006, após 300 anos desaparecido para a ciência. Há cerca de dez áreas com ocorrência confirmada da espécie em pequenos fragmentos de Mata Atlântica nos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Já o guigó-da-Caatinga ( Callicebus barbarabrownae) foi descoberto há 20 anos e é o único primata endêmico da Caatinga, bioma em grave estado de degradação. A espécie está criticamente em perigo.

Fonte: Estadão






Todos os anos, Bill e vários voluntários resgatam centenas de animais abandonados, indesejados e vítimas de maus-tratos, cuidam e arrumam novas famílias para eles. Muitos dos animais que ele resgata vêm das fábricas de filhotes, que ele descreve como “lugares onde maus criadores se importam muito mais com os lucros do que com a saúde ou o bem-estar dos animais”. Segundo ele, um animal em uma fábrica de filhotes se depara com condições deploráveis de vida, incluindo cruzamento consanguíneo; mínimo ou nenhum cuidado veterinário , abrigo limitado e gaiolas superpovoadas.
“Nós estávamos tão frustrados… E ninguém parecia estar ajudando os animais”, diz Bill . “Eu sei que a Oprah é amante dos animais. Eu pensei que ela poderia nos ajudar a contar esta história ao mundo e educar muitas pessoas.” O outdoor realmente adiantou, e um programa sobre as fábricas de filhotes foi gravado. Antes de continuar com o programa, Oprah diz: “Acredito que, quando vocês virem, com seus próprios olhos, vocês não irão apoiar isto .”
Para ver o que acontece nas fábricas de filhotes, a repórter do programa da Oprah, Lisa Ling levou uma câmera escondida e, na companhia de Bill , fez um tour pela Pensilvânia. De acordo com a Humane Society dos Estados Unidos, existem cerca de 10 mil fábricas de filhotes operando naquele país.
Eles também visitaram dois pet shops, pois muitos dos cães que nascem nas fábricas de filhotes acabam em pet shops ou vendidos pela internet. Enquanto o proprietário da loja geralmente nega que seus animais venham de fábricas de filhotes, Bill diz que a maioria efetivamente vem destes locais.
“O fato é que o que eles estão fazendo não é ilegal” , diz Lisa. “Mas o objetivo, acredito, aqui, é fazer surgir a consciência. As pessoas vão aos pet shops e veem esses filhotinhos pequenos e fofos , e não fazem a menor ideia de onde eles vem e o que eles têm que suportar.”.
Lisa e Bill passam dois dias rastreando filhotes dos  pet shops até seus criadores. Geralmente Bill pede aos criadores para dar a ele os cães que eles não querem mais, ou que planejam  matar. Segundo ele, os criadores geralmente querem se livrar de fêmeas mais velhas e machos novos, pois eles precisam de apenas um ou dois cães machos para procriar com 20 fêmeas férteis. Fêmeas jovens são muito valorizadas nas fábricas de filhotes.
Em uma das fábricas de filhotes, Lisa e Bill encontraram um filhote de cockapoo ( mistura de coker com poodle) e perguntaram pela mãe dele. O criador diz que a mãe é um dos cães nas gaiolas que se encontram fora da casa. Eles seguem o criador para uma construção cheia de pequenos engradados de madeira, lotados de cães. “O espaço é tão pequeno, as mães estão pisoteando seus bebês”,  diz Lisa. Muitos desses cães nunca andaram na grama durante sua vida inteira, mesmo morando em uma propriedade de 60 acres.
Procurando pela mãe dos filhotes de um labrador, eles a  encontram em um pequeno curral cheio de lama . “Suas mamas foram engolidas”, mostra Bill , uma evidência de que ela teve muitas e muitas ninhadas durante sua vida.
Lisa e Bill continuam a visitar fábricas de filhotes aos arredores. Em uma delas, eles encontram cerca de 40 cães presos em gaiolas de coelhos, suspensas em um teto de um quarto que exalava cheiro de urina e fezes.
Antes de visitar outra fábrica de filhotes, Bill avisa Lisa sobre o que eles podem encontrar: “este é provavelmente o pior lugar em que já estive em toda a minha vida. Este criador tem cães correndo e girando em rodas dentro de jaulas. O criador diz que é bom para eles, pois assim eles se exercitam.” O criador não os deixou entrar na propriedade para ver os animais , mas Bill e Lisa encontraram 2 animais mortos ao lado da propriedade.
No terceiro criador, Lisa e Bill veem gaiolas ao relento, com cães da raça spitz alemão. Bill diz que os cães provavelmente nunca saíram daquelas pequenas gaiolas, e é provável que eles não saiam dali nem mesmo com o mau tempo, e podem morrer apenas pela exposição ao frio .
Durante as visitas aos criadores, Bill resgatou dezenas de animais. Para Lisa, o modo como os animais vivem é assustador. “Enquanto eu fico aliviada pelos 39 que conseguimos salvar, existem centenas que vimos ali e que continuarão nas gaiolas pelo resto de suas vidas”, diz Lisa.
Segundo Bill, muitos criadores ligam para ele para saber se ele quer buscar cães indesejados. “Nós desenvolvemos um relacionamento com algumas dessas pessoas, e na verdade esses são os criadores de bem, porque eles nos dão os animais. Muitas vezes eles nos ligam e nos dão de 45 minutos a 1 hora para a gente vir e pegar os animais antes de atirarem naqueles que eles não querem mais .É sempre impressionante para mim quando vou buscar um animal, o criador o tinha por 8 ou 9 anos e o animal não tem nem nome. Ele nunca saiu de sua jaula. Ele não sabe andar, eu tenho que carregar o animal até o carro. É de partir o coração.”
A repórter Lisa diz que uma razão para que os donos das fábricas de filhotes mantenham os animais nessas condições é cultural. “Eles não veem os animais do mesmo jeito que outros veem.E les acreditam que os homens devem dominar os animais.  Muitos não parecem perceber que o que eles estão fazendo é desumano, por causa de sua educação… Como se essa fosse a maneira como as coisas devem ser. E o fato é: existe um mercado para filhotes na América.”
Bill conta que ele pergunta aos criadores  por que tratam os cães tão mal . “Eles pensam que somos bobos quando viemos buscar os cães que não querem mais. Uma vez me perguntaram sobre um cocker que eu havia levado para casa, e eu disse: “ele está bem , está andando pela casa e tudo mais”. E ele disse: “você deixa este animal andar pela casa onde sua família vive?”. Eu respondi: “sim, eu deixo” . Ele não conseguia entender isso . É  uma mentalidade diferente . Cães são considerados produtos agrícolas, são como uma espiga de milho.
Fomos contactados (o programa da Oprah) pelo American Kennel Club, que disse: “Os membros da AKC são pessoas que dedicam sua vida – emocional e financeiramente – para melhorar suas crias e produzir animais saudáveis e felizes. Nós incentivamos seus telespectadores a encontrar criadores responsáveis.”
Na manhã seguinte aos resgates, Lisa voltou a Main Line Animal Rescue para ver o que o grupo de voluntários estava fazendo com os cães recém-chegados, resgatados por ela e Bill, e as outras dezenas de cães, gatos e coelhos negligenciados que estavam sob os cuidados da organização.
“Cada animal resgatado tem uma consulta com o veterinário, que geralmente é a primeira consulta que eles têm em toda sua vida. Eles geralmente vivenciam mais duas primeiras vezes: seu primeiro banho e primeira tosa. Tentamos mantê-los limpos, porque eles cheiram muito, muito mal”, afirma Bill.
Para alguns cães, os cuidados médicos são urgentes. Algumas cadelas têm tumor mamário devido a anos e anos de crias e excesso de ninhadas. Segundo Bill, uma cocker pode dar à luz até 140 filhotes.
Antes de serem resgatados, muitos desses animais passaram sua vida inteira dentro de gaiolas de arame , e eles têm dificuldade em andar no chão, quando são libertados. Alguns têm as cordas vocais danificadas, para fazê-los parar de latir. Outros estão completamente sujos, com sua pelagem muito grande e imersa em urina.
Apesar das condições desumanas em que os animais vivem antes do resgate, Bill diz que geralmente eles começam a apresentar sinais de melhora em cerca de 2 semanas. “O primeiro sinal de que eles estão melhorando é quando seu rabinho começa a abanar”, diz.
De acordo com Bill, a Main Line Rescue resgatou cerca de 7 a 8 mil animais, sendo que 5 mil vieram das fábricas de filhotes. Sua missão é recolocar cada animal resgatado em uma familia amorosa, e eles são bem-sucedidos nisso. “Nós temos uma das maiores taxas de recolocação no país. Nós recolocamos cerca de 99% dos animais que resgatamos, porque temos um treinador muito bom que trabalha conosco. Temos algo que chamamos  “a aula do cão tímido”, na qual fazemos terapia com eles e muitas outras coisas. É muito bom.”
Algumas semanas depois, os cães resgatados estão fazendo progressos consideráveis. Mesmo que tenham morado no mesmo lugar por anos, cães de fábricas de filhotes dificilmente têm um nome. Essa é a primeira coisa que Bill e os voluntários fazem quando chegam novos animais.
Ao longo dos anos, Bill afirma que já levou trabalho para casa : ele tem 10 cães. Segundo ele, geralmente fica com aqueles cães que a maioria das pessoas considerariam “inadotáveis” . “Eu tenho três cães cegos , dois com problemas na coluna e um que era antissocial e vivia  em um ferro-velho”, diz.
Em janeiro de 2007, Bill resgatou um mestiço de maltês e poodle de um criador. O filhote cadavérico não tinha quase nenhum pelo e estava perto da morte. Bill não podia deixa-lo para trás e adotou o pequeno rapaz, que ganhou o nome de Shrimp. Hoje Shrimp é um saudável e feliz membro da matilha de Bill .
“Se você esta pensando em adotar um novo animal, faça sua primeira parada em um abrigo local . Você vai encontrar todo tipo de animal, de todas as idades, em um abrigo”, diz Oprah.
Considere estes fatos quando adotar um cão:
Quando se trata de um cão em uma vitrine de pet shop, às vezes, o que você vê não é o que você leva .Você pode ser enganado quando vê esses filhotes fofinhos nas vitrines das lojas. Se você procura por uma raça específica , Bill lembra  que provavelmente você vai encontrar algum em um abrigo. De um terço a 50% dos animais nos abrigos, dependendo da localização, são animais de raça.
Para pessoas que ainda querem procurar um criador, Bill sugere que procure um que seja responsável. Criadores de qualidade se importam com a qualidade de vida que seus animais terão em suas novas casas e irão te entrevistar a respeito de sua casa. Uma das coisas que os fazem criadores responsáveis é que, se necessário, eles irão pegar o animal de volta mesmo 6, 7 anos depois.
Um dos presentes favoritos que a Oprah já recebeu foi um cartão de um vizinho que fez uma doação em nome dela  a um abrigo de animais chamado  The Lange  Foundation. Ao abrir o cartão, ela viu uma mensagem “ escrita”  pela cachorra que foi salva por essa doação específica.
A cachorra se chamava Salina, uma cocker cega, que estava perto de sofrer eutanásia em um abrigo superpopuloso de Los Angeles. Salina “dizia”:
“Uma manhã, nesta semana, houve uma grande euforia… Um dos cães ouviu de um funcionário que alguém da Lange Foundation viria buscar um de nós. Eu também fiquei eufórica, apesar de que eu sabia que o cachorro escolhido não seria eu. Eu era cega e velha. Eu vivi por muitos anos no jardim da casa do meu dono. Ele nunca prestou muita atenção em mim. Eu tinha minha própria casinha , e era ali que eu ficava boa parte da minha vida, especialmente quando eu não conseguia mais enxergar.  Quando a moça que ia escolher o animal chegou, eu tentei parecer o melhor possível, pois eu sabia que era meu 50º dia no abrigo; meu último dia e minha última chance. A moça andou vagarosamente de uma área  a outra, eu podia sentir que ela estava triste. Eu a ouvi dizer ao homem do canil ‘eu gostaria de poder levar todos eles’ . Ela passou pela minha área lotada de cachorros pela terceira vez, então ela parou e disse:  ‘eu acho que vou levar aquele. O cãozinho cego’ .”
Assim a Salina foi resgatada , e imediatamente, a Oprah fez uma doação de U$ 10.000,00 para a organização.
A Lange Foundation foi criada em 1993 por Jillian Lange, uma mulher que transformou sua paixão pelos animais em seu trabalho de vida. Pelo menos duas vezes por semana, Jillian visita os abrigos de animais em Los Angeles para resgatar cães e gatos que não têm muitas chances de serem adotados. Sua missão é salvar o máximo possível de animais, antes que seja tarde demais. “Eu sei que salvar apenas um animal não é salvar o mundo, mas com certeza faz uma enorme diferença na vida deste cão”, ela diz.
Em um dia típico, Jillian vai até os abrigos e leva o máximo possível de animais que ela pode – incluindo cães que foram desfigurados ou possuem despesas médicas elevadas. “Quando eu entro no carro e deixo o local, tudo que consigo pensar são nos animais que tive que deixar para trás.”
Após resgatar os animais, Jillian os leva para seu abrigo, que já recolocou cerca de 18 mil animais em lares amorosos ao longo dos anos.
Quando Jillian recebeu uma doação em nome da Oprah, ela disse que a decisão de resgatar Salina foi fácil . “Eu Vi Salina no fundo da jaula, e no seu cartão dizia ‘ cega’ . Eu sabia que sairia dali com aquele cão. As pessoas estão sempre à procura de filhotes, cães jovens, cães de guarda. Ninguém está à procura de um cão velho e cego.
Ao mesmo tempo, um homem local chamado Jack havia perdido seu amado cocker, JoeRobbie. “Quando JoeRobbie morreu, eu nem pensava em ter outro cão tão cedo. Mas eu vi o artigo da Lange Foundation, entrei no site e apareceu Salina. Ela parecia tão indefesa.” Salina encontrou um novo lar . “Nos encontramos  por algum motivo”, diz.
Infelizmente, 5 semanas depois de Jack adotar Salina, ela morreu de parada cardíaca . Jack ainda queria ajudar outro animal e recentemente adotou outro cocker chamado Juno.
Abrigos para animais por todo o país estão geralmente acima da sua capacidade , deixando pouco espaço para novos cães.  Infelizmente, os cães que não são adotados sofrem eutanásia. São decisões difíceis de serem tomadas todos os dias no país, e o abrigo Fort Whort Animal passa pela dificuldade do procedimento cerca de 17 mil vezes por ano.
O gerente do abrigo, Keane Menefee, diz que o local acolheu 23 mil cães e gatos em 2007 – o que dá cerca de 50 cães por dia. Infelizmente, apenas 4 desses 50 cães são adotados diariamente. “ É triste, mas parece que há uma fila infinita de animais chegando, mas não há uma fila infinita de pessoas querendo adotá-los” .
O abrigo pratica eutanásia em mais de 40 animais por dia, e Keane tem a dificil tarefa de decidir quais animais serão sacrificados. “A decisão da eutanásia é geralmente mais difícil do que o processo em si”, diz. “Você está decidindo sobre vida e morte diariamente”.
Os animais podem ser escolhidos por várias razões, incluindo questões médicas, comportamentais ou apenas capacidade do abrigo em acolher tantos animais. Quando um animal é escolhido, um “E” na cor vermelha é marcado em sua jaula, e isto significa que ele tem apenas mais um dia para ser adotado antes de ser sacrificado.
Keane diz que colocar um animal para dormir nunca fica mais fácil para ele. “Eu tenho três cães e dois gatos, e um grande amor pelos animais. Eu sinto que quando estou colocando um deles para dormir, eu tento usar a mesma compaixão que eu teria se eu estivesse colocando um dos meus”, afirma.
Quando chega a hora, os cães são levados um a um ao laboratório de eutanásia. Depois de amordaçá-lo por questões de segurança, Keane injeta no cão uma dose letal de pentobarbital sódico, com base em seu peso. O processo leva cerca de 3 a 5 minutos. O corpo do cão é colocado em um saco plástico dentro de um freezer até a manhã seguinte, quando ele é recolhido por um serviço especializado.
No dia em que o programa da Oprah fez as gravações no abrigo dirigido por Keane, 18 cães estavam na lista para serem sacrificados, mas 3 cães foram salvos, adotados pela equipe da Harpo que estava trabalhando no programa. “Eles disseram que mudaram de ideia sobre querer filhotes novinhos  em folha”, diz Oprah.
Wayne Pacelle, presidente da CEO da Humane Society dos Estados Unidos, diz que há uma maneira fácil pela qualvocê pode transformar sua paixão em ação e ajudar salvar vidas de animais. “Todos podem castrar seus cães e gatos. É melhor para eles e previne a necessidade de se matar milhões de animais . Por que estamos produzindo em massa milhões de cães para a indústria pet quando essas mortes estão acontecendo nos abrigos de todo o país? Não faz sentido.”
Segundo Oprah,  “muitas pessoas entendem errado o sentido da castração dos animais. A razão pela qual tantos animais têm que passar pelo processo da eutanásia é porque nós – as pessoas que supostamente têm o cérebro pensante – não estamos utilizando nosso cérebro para fazer o que é necessário para protegê-los.”
A veterinária  Shelley Rubin – que trata os animais de Oprah – diz que castrar o animal é uma das melhores coisas que você pode fazer pela saúde dele.Para os machos, a castração pode mudar o comportamento do cão para melhor. “Não há duvidas de que, se você castra um macho, você irá eliminar as chances de câncer de próstata e testículo. Mais importante, ele será um bom cão caseiro, pois não irá sair procurando fêmeas pela vizinhança. Ele vai ouvir quando você falar com ele e não vai demarcar território com urina por onde passa, incluindo sua casa.
Para fêmeas, Dr. Rubin diz que o ideal é fazer o procedimento antes do primeiro cio, quando se  reduz em até 90% a chance de câncer de mama quando forem mais velhas. “Então, por que não castraríamos nossos animais?”.
Castrar é um procedimento simples . Após um rápido exame para nos certificarmos de que o animal esta saudável para a cirurgia, é dado um sedativo e anestesia . O procedimento leva de 10 a 15 minutos, e o animal pode ir pra casa no mesmo dia . Custa algum dinheiro em clínicas particulares, mas há muitos locais onde se pode fazer isso a baixo custo ouo até gratuitamente. Dinheiro não pode ser uma desculpa para não castrar seu animal.
Cuidar dos animais é uma tarefa que toda pessoa deve assumir. “É exatamente porque somos inteligentes e poderosos, que temos responsabilidade para com esses animais. Eles são indefesos sem nós e dependem de nossa boa consciência. A pior coisa é o tratamento desumano que os animais recebem nas fabricas de filhotes. É horrível. Está contribuindo para a maior crise de superpopulação de animais já vista, resultando em mais de 4 milhões de animais sacrificados todos os anos, só nos EUA.
Então, o que podemos fazer para realmente fazer a diferença ? “O que podemos  fazer é recomendar fortemente que as pessoas não comprem animais em pet shops . Vá a um abrigo . Esta tem que ser sua primeira opção e sua parada. Um terço dos animais dos abrigos são de raça pura. E se você insiste em procurar um criador, visite seu local de trabalho , converse com ele . Veja as condições em que se encontram os animais, especialmente as fêmeas”, afirma Bill.

Fonte: O pequeno grande cão

Como escolher o filhote de seu gosto?

Escolha seu filhote ideal

“A aquisição de um cão pode ser a única oportunidade que os humanos têm de escolher um parente.” Mordeckai Siegal

A escolha do filhote é um momento importante para a vida do dono e da sua família, assim como de todos que vão conviver com aquele cachorro futuramente. É importante saber que a aquisição de um filhote para ser bem feita deve ser consciente e responsável.

Muitas pessoas compram filhotes por impulso, sem saberem de fato o que estão levando para casa, e enfrentam muitos problemas futuros por causa de sua escolha. Muitos acabam desistindo do cachorro, dando para outras pessoas ou até mesmo abandonando o filhote ou o cão já adulto. Antes de se pensar em comprar ou adotar um cachorro deve-se pensar primeiramente:


Que tipo de cão eu quero?


É importante que se tenha em mente, antes de se comprar o filhote o que se espera dele. Algumas pessoas querem um cão de guarda, outras uma companhia para dentro de casa, outros gostam de cães esportistas e outros não têm tempo nem disposição para exercitar seus cães. Alguns querem um filhote bem treinado e bem comportado e outros ainda querem um cachorro para brincar com seus filhos. Neste caso é válido lembrar que deve-se avaliar a tolerância da raça escolhida às brincadeiras das crianças. Alguns cães como o Terra nova e o São Bernardo, entre outros, costumam ser muito pacientes com crianças e são algumas das raças mais recomendadas para conviver com crianças pequenas, ao contrário de outras raças, especialmente cães muito pequenos que, por serem mais frágeis, não são muito tolerantes com as crianças já que as brincadeiras das mesmas podem vir a machucá-los.

Uma vez escolhida a raça de acordo com o que o futuro dono espera dela, é hora de escolher qual filhote. Existem no Brasil casos de “pastores alemães” que nao fazem a guarda direito, “labradores” que são agressivos demais e de “akita” que são mais latidores do que deveriam. Isso acontece porque muitos donos acham que se o cachorro tiver a aparência da raça, entao ele vai se comportar exatamente como o normal daquela raça. O que não corresponde a verdade. A raça de um cachorro envolve mais que apenas a aparência, envolve temperamento. Um bom exemplar em uma determinada raça será aquele que tiver a aparência correta e o temperamento correto. Então, além de escolher a raça o futuro dono deve escolher um filhote daquela raça que tenha o temperamento adequado.



Como fazer isso?


É sempre difícil, ao ver o filhotinho com 2 meses de idade e saber se ele vai ser agressivo ou calmo, latidor ou não. Por isso deve-se sempre olhar os pais da ninhada e ver o temperamento deles, o temperamento de um cão também é algo genético, então se os pais forem bons guardas, maiores a chance dos filhotes também se tornarem bons guardas ao crescer.

Procurar um filhote de um canil confiável é maneira mais correta e mais segura de se adquirir um filhote saudável e sem traumas. Mas, infelizmente, algumas pessoas ainda acham que comprar cães em um canil é caro demais e preferem filhotes de pet shops. Lembre-se que, se o seu filhote acabar desenvolvendo uma doença congênita, não há cura para ela e que o tratamento é bem mais caro que o preço do filhote, isso sem falar no sofrimento do animal e da família.

Mesmo dentro de uma ninhada saudável e de temperamento típico ainda existem algumas diferenças de comportamento. Alguns filhotes são mais dominantes e irão precisar de uma educação mais firme, outros mais submissos entre outras variantes que influenciam na personalidade do cão. Em alguns casos o próprio criador por experiência pode indicar quais filhotes são mais indicados às pretenções do futuro dono, se isso não ocorrer, o próprio dono pode aplicar um teste de temperamento, ou pedir para que o criador realize um, para determinar quais filhotes são mais adequados a seu estilo de vida. O teste mais utilizado para isso é o teste de temperamento de Volhard ou teste Volhard mas existem outros testes de temperamento.

Se o dono estiver decidido que raça deve comprar, onde deve comprar e qual filhote da ninhada é mis adequado para ele, então é hora de preparar achegada do cãozinho em casa. Alguns acessórios serão necessários e se informar sobre a cuidados com a saúde também. Qualquer um que queira um cachorro para si deve saber que ter um cachorro em casa não é barato, mas com toda a certeza vale muito pena!

Ao escolher um filhote, é importante verficar:



Um comportamento ativo e brincalhão;


Um corpo firme, pele íntegra, ausência de dor quando é tomado no colo;


Olhos, nariz e orelhas secos, sem apresentar sinal de secreção,uma gota de água limpa saindo das narinas não apresenta preocupação;


As gengivas devem estar rosadas, assim como a língua e a região das pálebras;


Nenhum sinal de diarréia - verifique as fezes, se possível, e certifique-se de que a área próxima ao ânus bem como os pêlos próximos às pernas não estão sujos de fezes;


Não poderá haver manchas, feridas, crostas ou descamações na pelagem ou na região do abdômen onde não há pêlos;


Não poderá apresentar tosse. Se o vendedor der uma desculpa como por exemplo: "ele está se recuperando de um pequeno resfriado, mas não é nada" ou "não se preocupe com essas pequenas erupções ou brotoejas na pele da barriga, essas pequenas bobagens acontecem" -Fique atento! Não importa o quão importante seja o criador, vá ao veterinário e verifique de uma vez por todas o "pequeno resfriado" ou as "brotoejas". Melhor ainda, diante dessas dúvidas, adie a compra do filhote até que esses problemas, alegados como sendo triviais pelo vendedor, sejam resolvidos.


Se o cão foi vendido com as doses de vacinas aplicadas, exija a carteira de vacinação asinada pelo veterinário. Se houver alguma dúvida quanto à efetivação da vacinação, leve-o ao veterinário para que ela seja feita, de modo a esclarecer essa dúvida. Os cães podem ser vacinados contra cinomose, parvovirose, leptospirose, hepatite, raiva, entre outras doenças.


É evidente que se você está levando um animal abandonado as circunstâncias são um pouco diferentes porque terá de lidar com um animal já enfermo e entrará em uma relação com os olhos bem abertos. O veterinário lhe dirá exatamente qual a realidade dos fatos, orientando-lhe quanto aos cuidados e aos problemas que terá pela frente.


Lembre-se:


Comprar ou adotar um filhote é um ato de responsabilidade! Muitos cães são abandonados quando os donos descobrem que eles são mais caros ou dão mais trabalho do que imaginaram a princípio, é preciso estar consciente que um cachorro significa mais um membro na sua família, mais despesas e mais trabalho, mas também mais companhia e mais carinho.


fonte: Royal Canin

Qual o cachorro ideal para apartamento?

Cachorro ideal para apartamento

Segundo a diretora técnica do Kennel Club Brasil, Maria Lucia Rodrigues Pereira, os cães que têm menos problemas para se adaptar em espaços menores são os de pequeno porte. “Os grandes sofrem muito, principalmente se já moraram em lugares maiores. Eles podem ficar muito estressados e precisam passear de seis a sete vezes por dia”, disse.

Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele pode ainda apresentar comportamento rebelde e sofrer queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido. Por isso, o veterinário não recomenda criar raças muito grandes, tipo São bernardo e Fila, em um apartamento de até 100 m2. Cães de companhia, até de porte médio, como o Spitz Alemão, podem ser criados sem problemas em apartamentos pequenos, desde hajam caminhadas diárias e disciplina para a saúde mental dos animais. 

O Kennel Club Brasil elaborou uma lista com as raças que se adaptam melhor dentro de apartamentos. Contando que, além de serem pequenas, podem ficar com a tosa curta e não têm o hábito de latir:


Bulldog Francês
Chihuahua
Jack Russell Terrier
Lhasa Apso
Pastor de Shetland
Poodle Toy
Shi Tzu
Spitz Alemão Anão
Spitz Japonês
West Highland Terrier
Yorkshire Terrier


fonte:cachorro ideal