Animais tratados por ONG esperam por adoção em SC




Fundada em março desse ano, a ONG Associação Içarense de Proteção Animal (Aipa) Amigo Bicho, que atua em SC, já resgatou de maus-tratos e abandono cerca de 100 animais, a maioria cachorros, além de gatos e cavalos. Atualmente são cerca de 70 animais em um abrigo provisório no bairro Demboski e na casa de voluntários, esperando ser adotados.
Todo mês, os animais são encaminhados para adoção em feiras realizadas na Praça São Donato, em Içara. “São situações tristes e chocantes, que nos comovem e nos fazem questionar como alguém que se diz humano, é capaz de tantas crueldades contra animais indefesos”, reflete Max Amaral, secretário da ONG.
A solidariedade e o empenho da entidade esbarram nas inúmeras dificuldades. “São poucos voluntários, é difícil alguém se comprometer em ajudar, mas a maior dificuldade é financeira. 
Gastamos cerca de R$ 1.500 mensais, somente com veterinário, fora os demais gastos com alimentação e remédios. Contamos com a colaboração da população e promoções, mas é insuficiente”, explica Max.
Segundo a presidente da ONG, Juliana Cavalcanti, foi solicitada à Prefeitura de Içara uma parceria para a assistência veterinária, centro de castração e um carro para condução dos animais recolhidos. “Somos uma organização independente, que atua somente com os voluntários e, se recebermos essa ajuda do poder público, teremos mais estrutura para recolher os animas de rua, castrar e encaminhar para adoção”, explica Juliana.
Para arrecadar fundos, a ONG vai realizar um café colonial no próximo dia 16, no Restaurante Nono Tchilo, em Içara.
Quem quiser adquirir ingressos ou fazer doações à entidade deve entrar em contato com a ONG pelo e-mail ongamigobicho@hotmail.com ou pelos telefones (48) 9660-8233 e 9129-6100. Uma outra forma de colaboração é a adoção e posse responsável.
Fonte: Clica Tribuna

Dia dos animais: nada a comemorar

Dia 4 de outubro é lembrado como o Dia de São Francisco de Assis, grande personalidade além do seu tempo, que pregava a compaixão perante todas as criaturas, sendo por isso eleito o Padroeiro dos Animais e da Natureza. Por isso, neste dia, também se “comemora” o Dia dos Animais. 


Escrevemos entre aspas esta palavra, pois os animais não-humanos (lembrando que também somos animais, ditos “racionais”), ao meu ver, só tinham algo a comemorar antes da civilização humana.


Tom Regan, importante filósofo da área dos Direitos Animais, enfatiza em seu livro “Jaulas Vazias” (2006) que a civilização humana tem descaracterizado estes seres sencientes, convertendo-os em objetos de consumo, sejam eles vivos, mortos, inteiros, ou aos pedaços. Ocorre, na visão do autor, a conversão de animais não-humanos em: comida, roupas, artistas, competidores, instrumentos, e, complementando o autor, em brinquedos de luxo, os “pets”, e também em veículos, puxando carroças e carregando humanos em suas costas.
Na região dos Campos Gerais, interior do Paraná, podemos traçar um triste panorama, na prática, de como os animais nada tem a comemorar no dia de seu padroeiro. Creio não ser muito diferente em outras localidades.
Com relação à conversão dos animais em comida, se, de um lado, uma boa parcela da população procura saber mais sobre a cadeia de violência impregnada nos alimentos de origem animal, buscando o vegetarianismo como opção de dieta ética, por outro lado temos o incentivo à produção de carne de vitela na região (bezerros apartados de suas mães ainda recém nascidos para a extração do seu leite materno), o aumento da produção de frangos e porcos e o incentivo ao consumo de leite e derivados por parte do agronegócio, o que tem gerado até mesmo palestras com escolas da região.
Propagandas na TV, de animais “felizes” na forma de desenhos animados, ao serem convertidos em pedaços de carne, salsichas e derivados, ou ainda nos rótulos “fofinhos”, algo comum nos supermercados e fast foods.
Animais convertidos em roupas é uma metamorfose quase despercebida em nossa sociedade de consumo, que parece associar isso somente o uso de casacos de pele, e esquece que o couro dos calçados e das roupas também faz parte desta realidade, em grande escala em nosso país. 
Como se não bastasse o que já temos de exploração, o Brasil tem investido em criação de chinchilas no estado de São Paulo, e sabemos que muito do que está exposto por aí de “peludinho”, como detalhes em roupas, brinquedos e calçados, é pele de coelhos, ou de gatos, oriundos da China.


Vivemos numa cidade em que o avanço, no que se refere à conversão dos animais como artistas é a lei que proíbe apresentação de animais em circos, reafirmada por lei estadual. 
Já por parte dos animais convertidos em competidores, temos os rodeios, nossas arenas do século XXI. 
Sejam os rodeios norte-americanos ou brasileiros, há a falta de evolução cultural a ponto de encarar este tipo de tortura e repudiá-la, como tem ocorrido com as touradas na Espanha. 
Se realmente os animais não sofrem nestes eventos, não seriam necessários instrumentos como os laços, sedéns, choques, esporas e freios, usados em adultos e filhotes de animais herbívoros, eqüinos, bovinos e até mesmo os ovinos, nos “rodeios mirins”.
A realidade dos animais convertidos em instrumentos, seja no ensino ou na pesquisa, é algo escancarado cada vez mais pelos ativistas pelos Direitos Animais. 
Muitas pessoas sequer pararam para pensar na infinidade de produtos postos à venda graças à tortura de coelhos, ratos, macacos, cães, dentre outros animais.
Produtos de limpeza, cosméticos, medicamentos, alimentos, até veículos, tudo testado em animais para que as empresas ganhem o aval do governo para que sejam comercializados livremente. Estes testes não excluem o risco dos produtos gerarem sérias conseqüências à saúde humana (“em caso de irritação, interrompa o uso e procure um médico”, dizem os rótulos).
Além dos laboratórios contratados pelas empresas destes produtos, temos uma grave mazela, cartesiana, em nossas universidades, faculdades e cursos técnicos: o uso de animais vivos em atividades de ensino e pesquisa. 
Mesmo com a gama de possibilidades de métodos substitutivos ao uso de animais, seja o uso de softwares, simulações computadorizadas, vídeos, modelos artificiais, culturas de tecidos, dentre outros, muitos professores e pesquisadores não querem mudar o rumo dessa barbárie, por puro dogmatismo oriundo da repetição de protocolos criados há décadas.
Os animais convertidos em “pets” é uma metamorfose muito discutida nos grupos de proteção animal, mas raramente debatida pela sua origem: o comércio de vidas. 
Enquanto se reclama do grande número de vira-latas nas ruas, temos o comércio escancarado de animais de raça em pet shops, feiras de filhotes ou fundos de quintal. O abandono é uma realidade crescente.
Passa a moda do poodle, entra a moda do yorkshire. Vai para a rua o poodle, ou para uma corrente curta na periferia da cidade. 
E quando um grupo de defensores dos direitos animais tenta protestar contra este comércio cruel e pela adoção dos milhares de animais carentes, ele é barrado pelo poder público, sendo coagido e posto como baderneiro, ou gente que não tem o que fazer. Enquanto isso, o poder público é inoperante no controle ético destes animais.
Por fim, os animais convertidos em veículos, cavalos, burros, mulas, que, após anos de escravidão, seja em corridas, saltos, trabalho junto ao poder público ou na zona rural, são vendidos a preço de banana para pessoas de classes populares, que convertem o final de suas vidas em servidão sem descanso, sem alimentação e cuidados, em submissão à violência, puxando pesadas carroças e carregando pessoas nas costas. 
Quando adoecem, envelhecem ou sofrem acidentes, são destinados ao abandono ou ao abate para a produção de embutidos ou carne seca.
Se os animais têm algo a comemorar, creio que seria ao menos o despertar das pessoas para essa realidade. A busca constante e resignada por não compactuar com essas metamorfoses. 
Sem fraquezas, pois a cada recaída, um inocente sucumbe. Se existe uma forma de praticar a compaixão no dia a dia, e de ser a mudança que se quer no mundo, esta forma começa com o veganismo.
fonte:anda

Movimento “Occupy Wall Street” critica exploração de animais para o consumo




O mais novo movimento social organizado através da mídias sociais é Occupy Wall Street, que usa a hashtag #occupywallstreet para se comunicar pelo Twitter.
O movimento é um grito contra a exploração dos mercados financeiros que vivem em um sistema de impunidade, concentrando a riqueza do mundo nos bolsos de 1% da população.
O movimento começou no dia 17 de setembro e consiste de um cerco na área de bolsa de valores de Nova Iorque (Wall Street), o centro e símbolo financeiro do mundo.
Os manifestantes já contam com o apoio de nomes ilustres como o professor de economia da Columbia University, que recebeu o prêmio Nobel em economia em 2011. Ele criticou o governo americano por não monitorar os mercados financeiros durante a crise global de 2008.
De um ponto de vista vegano, qualquer movimento que repense o a exploração de humanos e da natureza é muito bem-vindo. Mas nesse caso, uma referência explícita a exploração animal foi feita na Declaração de Ocupação de Nova Iorque:
“Eles lucraram com a tortura, confinamento e tratamento cruel de inúmeros animais não-humanos, e ativamente escondem essas práticas.”
O fato desses ativistas terem incluído a agricultura animal em seu manifesto demonstra o quanto o movimento já permeia os movimentos de justiça social. Hoje em dia está cada vez mais claro para todos que exploração é exploração, independente da vítima, e que todos fazemos parte de seu ciclo.
fonte:anda

Cão velhinho encontra lar após três anos em centro




O SRD Fred tem bons motivos para comemorar o Dia Mundial do Animal, data celebrada esta semana: após passar quase três anos morando no Centro de Controle de Zoonoses, em São Paulo, ele finalmente encontrou um lar.
Com idade estimada entre sete e dez anos, Fred era o cachorro mais velho vivendo no CCZ. Ele chegou em dezembro 2008, após ser encontrado nas ruas Zona Leste em São Paulo.
Dócil, meigo e tranquilo, Fred logo se tornou o mascote do CCZ. Mas apesar das suas qualidades, foi adotado e rejeitado duas vezes antes de encontrar uma família que realmente o amasse, o que ocorreu cerca de dois meses atrás.
Fred até chamava a atenção das famílias que passavam pelo centro porém, por ser grande e mais velho, sua adoção nunca vingou. Em um dos casos, segundo a assessoria do CCZ, uma família chegou até a levá-lo para casa, mas não se adaptou.
Foi em 13 de agosto que Sérgio Sarayedine e sua família foram ao CCZ com o objetivo de adotar um cachorro e adotaram Fred.
“Eles deram várias opções, mas nos apaixonamos pelo Fred. Me disseram que a idade dele era avançada, mas não nos importamos”, contou Sarayedine.
Segundo ele, a vontade de adotar um cachorro surgiu uma semana antes, quando uma cadela com quatro filhotes apareceu perto de sua casa.
“Nós servimos comida para ela, mas ela deixou um filhote comendo e saiu com os outros três, deixando um para trás.”
Foi aí que sua mulher, que até então não era muito ligada a cachorros, resolveu cuidar dos filhotes. Dois dias depois, a cadela voltou para buscar o filhote, deixando a família com vontade de ter um cachorro.
Apesar do pouco tempo de convivência com Fred, Sérgio disse que o vira-lata já faz parte da família e já está adaptado.
Já os funcionários do CCZ sentem tanta falta de seu antigo mascote que Sérgio resolveu criar uma página no Facebook para mantê-los informados da vida de Fred.
“Eles pediram para a gente manter contato, manter fotos e a gente resolveu fazer o Facebook. Mas depois de descobrirmos a história dele resolvemos usar a página para mostrar que é legal adotar um cachorro mais velho.”
A Adoção
Existem 370 cães e 80 gatos que esperam ter a mesma sorte de Fred, segundo dados do CCZ.
O processo para adoção é simples: é preciso apenas levar uma coleira para os cães e uma caixa de transporte para os gatos, RG, CPF, comprovante de residência e pagar uma taxa de R$ 15,25.
Fonte: Folha

Frente parlamentar pede votação da proibição de animais em circos




A Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, instalada na semana passada, pediu nesta terça-feira (Dia Mundial dos Animais) ao presidente da Câmara, Marco Maia, a votação do Projeto de Lei 7291/06, que proíbe o uso de animais em circos – tanto os nativos quanto os exóticos (importados).
A proposta foi aprovada em novembro de 2009 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e desde então aguarda inclusão na pauta do Plenário – mas, para isso, depende de acordo entre os líderes.
O presidente da frente, deputado Ricardo Izar (PV-SP), disse que Marco Maia sugeriu a discussão desse assunto na reunião do Colégio de Líderes marcada para hoje, às 16 horas. Na reunião, será discutida a pauta do Plenário para esta semana.
Conforme o texto aprovado na CCJ, os circos terão oito anos para se desfazer dos animais que possuem, enviando-os para parques registrados no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Criada com o apoio de 212 parlamentares, a frente vai debater e sugerir medidas relacionadas ao controle populacional de animais, ao combate da caça e do tráfico de animais silvestres, às condições de transporte e sacrifícios, ao aperfeiçoamento da legislação vigente e à proteção do habitat natural.
Participaram da audiência com Marco Maia parlamentares que integram a frente e representantes de organizações não governamentais que defendem os direitos dos animais.
O presidente da ONG Veddas – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Diretos Animais e Sociedade, Jorge Guimarães, pediu que não seja votado o Projeto de Lei 4548/98, que descriminaliza os maus-tratos a animais domésticos. 
O projeto, que exclui esse item da Lei dos Crimes Ambientais (9.605/98), já passou pelas comissões permanentes e está pronto para a pauta do Plenário. Guimarães argumentou que a Constituição garante a proteção a todos os animais, sem diferenciação.

Cão idoso com dificuldade para se levantar sofre abandonado em ponto de ônibus na zona sul de SP



Recebi um pedido de ajuda a respeito de um cão abandonado aqui perto de casa e ao averiguar encontrei este peludo idoso e muito debilitado vivendo em um ponto de ônibus na Estrada de Itapecerica, zona sul de São Paulo. 
Quem conhece a região sabe que é um lugar pobre e há muitos cães pelas ruas, mas neste caso não pude deixar de compartilhar.
Ele parece já ter uma idade avançada e está muito mal. Fica a maior parte do tempo prostrado, tem dificuldade para se levantar ou se sentar e, quando fica nas quatro patas, treme muito. 
Tem muitas cicatrizes pelo corpo, um tumor de pele no peito e marcas pretas em várias partes que acredito ser piche dos trabalhos de recapeamento da via que ocorreram recentemente. 
Ele está muito magro, mas não quer comer (tentei com tudo, de ração seca à carne moída, passando pela ração molhada e petiscos), no máximo um pouco de água após muita insistência. Também está muito ofegante, mesmo quando deitado.

Conversando com o porteiro de um prédio e um vendedor de doces, descobri que ele está ali já há alguns dias, sempre sem comer direito e sendo agredito constantemente pelas pessoas que ficam no ponto, que o afastam à ponta-pés quando ele está no meio do caminho ou tenta se aproximar. Enquanto estive lá já arrumei confusão com uma senhora que o chutou sem motivo algum, pois ele estava trás do ponto, fora do caminho. Sinceramente, existem pessoas que trazem o que eu tenho de pior à tona.
Infelizmente, tudo o que eu posso fazer no momento é oferecer comida e água e repassar o caso adiante na esperança de que alguém possa fazer o que é certo. Quem me conhece de outros casos sabe que eu normalmente faria o resgate, mas acabei de passar por um revés financeiro muito grande e apadrinho integralmente outros 3 cães resgatados.
Ele se encontra no ponto de ônibus na altura do número 3600 da Estrada de Itapecerica, Zona Sul de São Paulo. Veja aqui a visão do local pelo Google Maps.
Peço desculpas por trazer mais um pedido de ajuda, sei que as condições de todos os envolvidos nesse tipo de rotina não é das melhores, da condição dos abrigos e ongs, mas não teria paz se não fizesse ao menos isso.
Contato: mateus.andrade@gmail.com
fonte:anda

Cão resgatado do abandono em SP precisa de um lar temporário para não voltar às ruas




O protetor Guilherme pediu  ajuda pra divulgarmos um caso que chegou para ele de uma senhora do bem e humilde que retirou um au au da rua, ela cuidou dele, contudo teve que se mudar muito de repente e no lugar pra onde foi não há condições de espaço para  o grandão viver bem, além do que a vizinhança não é lá muito amistosa e a D.Edilene  teme algo ruim.
Ele tem cerca de 4 anos, já está castrado e também vacinado.
Mais informações podem ser solicitadas no e-mail do Guilherme: guipires@uol.com.br ou fone (11) Dona Elienefone: 8367-3382  quem sabe alguém não se apaixona pelo Grandão ou um lar provisório para que nada de mal  aconteça a ele e que não fique preso e confinado a este espacinho aí das fotos.
fonte:anda

Procura-se tutor de labrador encontrado com coleira, em SP




Um labrador retriever foi encontrado andando pelas ruas da Vila Carrão, Zona Leste de São Paulo. Há uns 4 dias perdido, adulto, bem cuidado, com coleira no pescoço, porém está assustado, até agora não apareceu ninguém dizendo ser o tutor. Ajudem a encontrar o tutor ou um novo lar, ele é dócil, deixar fazer carinho, está triste, parece procurar a casa.
Não tenho condições de levá-lo para minha casa, tenho 3 cachorros adultos e não posso abrigá-lo. Deixo um número de telefone para quem quiser entrar em contato, não sei por quanto tempo ele ficará por aqui.
Contato: (11) 62764678 – Anderson.
fonte:anda

Pastor branco e golden retriver encontrados em praça procuram sua família, em SP







O Luis acaba de encontrar e resgatar esses dois lindos peludos que estavam juntos na Praça Vinícius de Moraes (em frente ao Palácio do Governo), no Morumbi, em SP. A Golden, uma linda fêmea está limpinha, ou seja, deve ter se perdido, ou abandonada. Já está bem cuidada, pêlo cuidado e limpo. Está triste, é bem dócil e carente.

Já o Pastor branco está muito magro, mas também está limpo e parece bem cuidado. É dócil – este será colocado para adoção caso não seja encontrado o seu tutor, pois o Luis já possui 3 cães e não consegue ficar com 5 cães em seu apartamento.
Contatos:
Luis – lupio77@gmail.com
Tel.: (11) 8324 2985
 Marcia -  (11) 3567 1510


fonte:anda

Circuito animal é realizado em comemoração ao Dia dos Animais, em SP




“Circuito Animal Matilha Cultural”: Uma celebração pela vida
Toda renda revertida no evento, será para obras em apoio à causa animal.
Em Comemoração ao Dia Mundial dos Animais
09 de Outubro de 2011 / 10:00 às 20:00
Ingresso Colaborativo de acesso à casa e todos seus eventos no valor de R$3,00 dando direito a um adesivo e/ou boton
Externo
Caminhada “Prá Cachorro” (10:00 – 12:00): Realizar uma parceria com a “Associação Viva o Centro” e a empresa “Turismo 4 Patas” em uma caminhada a fins de “Resgatar” o Centro de São Paulo e nossos pontos históricos/turísticos, apresentando aos adeptos da caminhada uma forma de conhecer a cidade em que vive por outro prisma, estimular a saúde e o exercício físico e criar um selo “Prá Cachorro” de estabelecimentos simpatizantes da caminhada além de reverberar o evento da Matilha Cultural bem como sua logomarca “Prá Cachorro”, com monitores uniformizados;
Galeria
Adoção (12:00 – 20:00 ): Cães soltos na galeria para adoção, com bandanas com logotipo Matilha Cultural e logotipo Centro de Adoção de Cães e Gatos + Frase de Efeito/Slogan “NÃO COMPRE! ME ADOTE!”.
Restaurante Massa Amiga Vegana (12:00 – 20:00): Voluntariamente a chefe de cozinha Valéria Teles proprietária do restaurante “BardoBatata” na rua Bela Cintra, irá preparar pratos com massas e molhos saborosos, variados e com preço acessível, a serem servidos em sistema de restaurante, mesas decoradas e serviço de qualidade, utilizando a parte do “jardim” e “cozinha” para a realização dos pratos “na hora”, além de oferta de doces e salgados no “bar” bem como bebidas habituais da casa e café.
Som Ambiente (12:00 – 20:00): Em parceria com DJs e músicos Veganos, receberemos um setlist de 8 horas, criado especialmente para o evento, que será reproduzido durante o dia todo no espaço.
ONGs Parceiras (12:00 – 20:00): Disponibilização de espaço e estrutura para as ONGs “Quintal de São Francisco, Fórum de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais, Instituto Nina Rosa, PEA (Projeto Esperança Animal) e SOS Florestas (consultar) a fins de promover outras vozes pela Fauna e Flora com a disponibilização de material educativo/informativo e venda de produtos institucionais de cada ONG.
Arena
Cocktail “Prá Cachorro” (12:00 – 13:00): Como forma de recepção da caminhada e abertura oficial dos eventos do dia, os cães são recepcionados com um almoço canino, dando continuidade à uma ação do evento “Prá Cachorro”. Caso o dono queira almoçar, ele terá opção de fazer com seu cão ou deixa-lo com um monitor voluntário.
Bingo Beneficente (14:00 – 17:00 ): Oferecendo brindes sociais além dos brindes atrativos, diferenciando e dando sentido para esta ação. Farão parte dos prêmios Vacinação para Cães e Gatos, Identificação por Microchip, Consulta Veterinária, Banho & Tosa, Castrações além de brindes convencionais como cestas de produtos de beleza, aparelho de DVD, estadia em Hotéis e Jantares em Restaurantes, sendo os serviços realizados na Clínica da Loja de Adoção através de profissionais parceiros/voluntários e utilizando os voluntários, parceiros e apoiadores para a captação de brindes convencionais.
Haverá musica ambiente durante o Bingo e apresentações informativas e educacionais nos interva-los, como por exemplo: a importância da Castração – Apresentado pela Luli Sarraf – Calendário Celebridade Vira Lata.
Shows ao vivo (18:00 ás 20:00 hs): Banda Vegana “Mersey Beggars” no estilo Rock + Banda apoiadora da causa animal no estilo “Rock a Billy” em apresentações voluntárias.
Cinema
Apresentação de Filmes Institucionais (12:00 ás 20:00 hs): Com curadoria Matilha Cultural, “pacotes” de vídeos institucionais de parceiros e filmes de conscientização a serem criados por “OllDog Filmes”, o público tem a opção de se informar e entreter de uma forma agradável e artística além de promover os animais.
Loja de adoção
Serviços de Saúde Animal e Identificação Animal (10:00 – 20:00):
“SAÚDE ANIMAL” Através da Parceria da Dra. Fernanda Conde, médica veterinária dedicada à causa animal, um programa de SAÚDE ANIMAL “atendimento popular” e campanha de vacinação a preço popular será oferecido. 
Consultas veterinárias aos animais SRD por R$20,00 e animais com raça definida a R$40,00 (atendendo se preciso gratuitamente animais de pessoas sem condições financeiras).
“IDENTIFICAÇÃO ANIMAL” utilizando o RGA (Registro Geral Animal – Prefeitura de São Paulo) ítem obrigatório por Lei no Município de São Paulo, identificação por “Microchip” a preço popular e gravação de plaquetas de identificação. Com isso fazendo com que o animal seja localizado.
Produtos pets para atender em segurança os animais adotados como: cx transporte, guia, coleira, roupas, e produtos pets em geral;
PRODUTOS INSTITUCIONAIS, parceria com 3 ongs de proteção animal, com o fim de abrir espaço para ter visibilidade e venda de produtos.
Matilha Cultural: acesso a deficientes físicos, elevador, wi-fi, cartão debito/credito.
Realização: Matilha Cultural e Associação Natureza em Forma.
fonte:anda

Análise comprova que vacina antirrábica que matou cães e gatos continha excesso de proteína


A análise feita pela USP na vacina antirrábica distribuída pelo Ministério da Saúde na campanha de imunização de cães e gatos de 2010 tinha excesso de proteínas. A dose desencadeou reações em alguns animais, sendo que parte deles acabou morrendo.
De acordo com o texto, com base nessa constatação, o Ministério da Saúde exigiu alterações na fabricação da vacina para aceitá-la na campanha deste ano. Feita geralmente em agosto, a campanha ainda não aconteceu na maioria dos Estados em 2011.
O ministério reconhece que 283 reações graves podem ser relacionadas à vacina –210 mortes de cães e gatos. Na ocasião das mortes, no entanto, só o governo de São Paulo anunciou o registro de 2.627 casos de reação. As reações levaram o governo a suspender a campanha e atrasá-la neste ano.
Os cães tiveram vômito, diarreia sanguinolenta, dificuldade respiratória e hemorragia gastrointestinal. Os gatos, alterações respiratórias que levaram à apatia e à inanição.

Animais são abençoados no dia de São Francisco de Assis


O Dia de São Francisco de Assis, comemorado nesta terça-feira (4), está sendo celebrado com a tradicional benção dos animais, em Ipanema, RJ. Padre Jorjão está reunindo com fiéis na Praça Nossa Senhora da Paz, nesta manhã, para rezar pelos animais dos cariocas.
Considerado o padroeiro dos animais, São Francisco de Assis nasceu em Úmbria, Itália, em 1182. Filho de um rico comerciante de tecidos, teve uma adolescência boêmia e, aos 20 anos, foi aprisionado. Depois de libertado, voltou à boêmia, porém gradativamente foi sentindo desinteresse pela vida mundana. Ele foi canonizado em 1228.
Em 1979, o Papa João Paulo II proclamou São Francisco de Assis como o santo patrono dos ecologistas.
Fonte: O Globo

Japão vai voltar à Antártida para caçar baleias, agora com escolta




O Japão anunciou que vai voltar à Antártida, a partir de Dezembro, para caçar baleias. Mas desta vez, a frota baleeira terá uma escolta para como proteção contra os navios ecologistas da Sea Shepherd.
A notícia foi dada em conferência de imprensa pelo ministro japonês das Pescas, Michihiko Kano, segundo o qual um navio patrulha da Agência de Pescas vai acompanhar a frota baleeira. Desta vez, a caça à baleia “será realizada com maior proteção contra obstruções”, citou a estação de televisão japonesa, NHK.
Nos últimos anos, a caça à baleia tem se tornado mais tensa por causa dos confrontos entre caçadores e ecologistas. No ano passado, em Fevereiro, as atividades da ONG nas águas da Antártida levaram, pela primeira vez, Tóquio a suspender a sua campanha na Antártida. A Sea Shepherd mobilizou várias embarcações para seguir a frota japonesa, utilizando cordas para bloquear as hélices dos navios e colocando-se entre estes e as baleias. A organização garante ter conseguido evitar a morte de 800 animais.
Pouco depois, o Japão anunciou que iria ponderar o fim da caça “científica” à baleia, uma prática tolerada pela Comissão Baleeira Internacional, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos. Os países defensores das baleias e ambientalistas denunciam esta prática como uma caça comercial disfarçada.
Porém, ministro japonês acabou com as dúvidas e afirmou que o seu objetivo é conseguir retomar da caça comercial e que, por isso, precisa continuar a investigação científica na Antártida.
A Sea Shepherd criticou a decisão do Governo japonês e disse que este ano vai reforçar os meios para travar a frota japonesa, com a operação “Operation Divine Wind”. No âmbito desta operação, serão mobilizados cem ativistas voluntários para a Antártida.
Paul Watson, o responsável da Sea Shepherd, acusa o Japão de “estar, simplesmente, obcecado por matar baleias não por necessidade, mas por lucro, porque acredita que tem o direito de fazer aquilo que quer num santuário para baleias, reconhecido internacionalmente, apenas para defender a sua honra”.
Fonte: Ecosfera

Exposição em Fortaleza (CE) orienta sobre cuidados com animais

 Uma exposição realizada em shopping de Fortaleza traz orientações sobre os cuidados necessários com animais. Segundo organização do evento, a iniciativa é para evitar casos de maus-tratos como abusos e mutilações a animais, crimes que podem levar à pena de três meses a um ano de prisão, além de multa.

A programação inclui palestras e mostras de fotografias de projetos, como o Grupo de Apoio ao Bem Estar Animal (GABA) e a União Protetora de Animais Carentes (UPAC). Na quarta-feira (5), a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), Geuza Leitão, dará uma palestra sobre legislação animal. Confira a programação completa:
1 a 6 de outubro (sábado a quinta-feira)
Exposição de Fotografias do GABA “O Bem Estar Animal: uma lição de solidariedade. Aprenda você também!”
Exposição de Fotografias da UPAC “União Protetora dos Animais”
5 de outubro (quarta-feira)
Palestra “Legislação Animal” da Dra. Geuza Leitão, presidente da UIPA
Serviço:
Expo Animal
Shopping Benfica (Avenida Carapinima, 2200, Bairro Benfica)
1 a 6 de outubro
10h às 22h
Ingressos: grátis (inscrições para palestra serão realizadas na administração do shopping)
Classificação indicativa: livre.
Fonte: G1

ANDA inaugura exposição “Informar para Transformar”, no Aeroporto de Porto Alegre/RS


A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais), inaugurou a exposição itinerante “Informar para Transformar”, no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. A exposição (que já esteve presente em Recife/PE) ficará no aeroporto até o dia 31/10. Depois, ela seguirá para Curitiba/PR.
São 13 paineis (frente e verso) de 1,10 x 1,85m que mostram a história e ações da ANDA em defesa dos direitos animais, com depoimentos e fotos de Danilo Gentili, Zélia Duncan, Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), Lúcia Veríssimo, Ricardo Japinha (CPM22), Marcelo Médici, Cynthia Howlett (apresentadora e jornalista) e Patrícia Marx.
Para a montagem dos painéis no local, a ANDA contou com a ajuda de integrantes da Vanguarda Abolicionista e amigos.
A exposição é aberta ao público e está localizada no piso térreo do aeroporto, ao lado da pista de autorama.
Para visualização das fotos em tamanho maior, clique sobre elas.
fonte:anda