Resgatado da miséria e vítima de tumor genital, filhote precisa de abrigo

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Esse filhotão era mais um entre tantos outros cães que vagavam por uma praça e que a protetora Andréia visita, para tentar amenizar um dia na vida sofrida dos animais sem lar.

Em uma de suas visitas, a protetora Andréia teve que socorrer Branco, pois havia sangue espirrando de suas narinas e ele estava com enorme dificuldade em respirar. Sem ter para onde levá-lo, pois já está com o apartamento lotado com outros animais em tratamento e sem condições financeiras para hospedá-lo em algum lugar, o jeito foi improvisar uma casinha de papelão na praça mesmo, com paninhos para que ficasse aquecido. Com alguns medicamentos colocados na comida ele pareceu estar melhor no dia seguinte.

Mas no dia 8 de junho, quando a protetora estava indo trabalhar, às 6h30 da manhã, viu o filhotão Branco deitado em um monte de lixo, tremendo de frio, novamente com a respiração ofegante. Ela tentou novamente ajeitá-lo e confortá-lo na rua mesmo e foi trabalhar, mas passou o dia inteiro pensando em como fazer para ajudá-lo.

Voltando à noite para casa, a protetora foi buscá-lo e o levou ao veterinário que, após alguns exames, diagnosticou tumor venéreo transmissível genital (TVT), frequente em países quentes, que acomete principalmente cães jovens. O TVT é considerado uma neoplasia da mucosa da genitália externa de cães machos e fêmeas, transmitido pelo coito ou arranhaduras, lambeduras e até pelo ato de cheirar um animal infectado.

Este tumor apresenta-se como uma massa com aspecto de couve-flor e acomete, além das genitálias, a cavidade oral, o pavilhão auditivo, baço, rim, fígado, pulmão, globo ocular, região anal, pele, faringe, encéfalo, ovários e prepúcio – no caso do Branco, passou do pênis para o nariz. Ele teve que passar por uma sessão de quimioterapia e ficar internado, mas na segunda sessão já estava curado.


Como somente algumas pessoas se solidarizaram com o resgate do Branco e o custo da diária de hospedagem da clínica seria dificilmente quitado, Branco precisou ser hospedado em outra clínica – em que o local é pequeno, mas pode acolhê-lo. Ele está bem melhor e se alimentando normalmente.

O Branco tem apenas 1 aninho, é um filhotão, SRD, simplesmente um amor de cão. Muito carente, convive muito bem com outros cães e adora crianças. Só após a recuperação definitiva será castrado e vacinado, para que sua imunidade não fique comprometida nesse período.

É um cão forte pois pelo que já sofreu nas ruas merece agora conhecer o verdadeiro amor de um ser humano, um lar para latir que é seu.

Enquanto o Branco não for adotado nem estiver totalmente recuperado, ele terá que permanecer hospedado e com diárias e alimentação a pagar. Se você não pode adotar o Branco, será que pode pelo menos ajudar a mantê-lo hospedado? O lugar é apertadinho, mas quentinho e limpo, com água potável e alimentação diária.

Sei que os pedidos de protetores são muitos, mas acredito que todos sabem que o número de animais vagando em nossas ruas, esfomeados, moribundos, e à mercê da maldade humana, sujeitos a atropelamentos e doenças, é infinitamente maior do que todos os pedidos de ajuda que nos chegam diariamente. Se você, que está lendo estas linhas, contribuir financeiramente com a causa animal e contribuir moralmente.

repassando a seus amigos e familiares a importância da castração e da responsabilidade com os animais e cobrando das respectivas autoridades e da população, o respeito e a dignidade que os animais merecem, em breve os protetores de animais não terão mais que mendigar para que outras pessoas ajudem os animais necessitados.

Contato:

Andréia
(11) 7358-5558
andreiapere@gmail.com

Poodle de cinco meses que foi resgatado agora espera por adoção

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Amigos, graças a nossa união esse menino foi resgatado. Vejam como ele é lindo! A Audrei será a protetora responsável por esse pequeno, então toda ajuda deverá ser repassada a ela.

Obrigada a todos que divulgaram e que ajudaram esse pequeno de alguma forma. Vou pensar em um nome para ele, talvez KAKÁ .

Ele está trocando os dentes, está quase sem dentes, enquanto os dentes da frente estão apenas nascendo nós vemos mais a gengiva do que dentes.

Ele está bem gordinho, mas será um poodle de porte médio, pois pesa 8,5 kg  e realmente deve ter no máximo cinco meses.

Como todo bebê, quer brincar e não quis dormir no banheiro nem comer ração. Dei um comprimido e meio de Panacur 500 mg .

 

Ele se enfiou embaixo da minha cama e não quis sair, mas tentarei colocá-lo para dormir no quarto com a empregada pois uma de minhas cachorras está ficando louca e não para de latir quando o vê. Daqui a pouco o prédio vai reclamar.

Ele é bonzinho, mas acho que só comia porcaria, pois quando dei o remédio, com um pedaço de pão, ele pegou o restante do pão da minha mão e saiu correndo. Comeu o pão inteiro, mas ração. nem pensar! Bebeu bastante água.

Amanhã irei mandá-lo para um banho com xampu cheiroso pois acho que deram um banho nele com sabonete  e o cheiro é realmente desagradável.

Ah, nesse tempo que estou escrevendo ele já deitou na cama da Crystal e se esparramou . Acho que será de fácil doação. Vou primeiro divulgá-lo para ver se alguém não perdeu.

O pelo é de bebê, acho que nunca foi tosado, cai nos olhos. O bumbum tem bastante pelo também e, quando vou limpar - com lenço umedecido – ele chora, não gosta nem um pouquinho.

Cães e gatos rejeitados e doentes são acolhidos por abrigo de Brasília

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A recepção é calorosa para quem chega à casa da taxidermista Eliane Zanetti, 47 anos, e do escultor Rafael Estevão de Oliveira, 32 anos, no Jardim Ingá, em Luziânia. Quando o visitante se aproxima do portão logo vê os 235 cachorros que vivem ali em liberdade. Os cães — a maioria é vira-lata — saem correndo ao menor sinal da presença humana e se aproximam do portão verde que os separa da rua. Eles vêm todos de uma vez e entoam um coro de latidos poderoso.

Segundos depois, em meio aos caninos, surge a tutora de todos os animais, Eliane. Sem medo, ela caminha entre os bichos agitados para abrir a porta. Conhece cada um pelo nome e cria ainda 67 gatos, em um ambiente separado, é claro.
 
Eliane e o marido, Rafael, transformaram a própria casa em um abrigo para animais em situação de risco, o Augusto Abrigo. O local respeita um padrão e não recolhe qualquer bicho abandonado. Ali, as cadelas grávidas, cachorros atropelados ou que sofreram tortura, por exemplo, têm preferência. O local conta com ambulatório, dormitórios, berçário e, em breve, terá uma maternidade. Quando recebem uma denúncia de abandono, eles recolhem as vítimas das ruas.

Doações ajudam a sustentar o projeto. Porém, o custo de reabilitar bichos com saúde tão debilitada é alto. Todo domingo, os donos do local organizam um bazar. Mas a maior parte dos 12 mil investidos a cada mês em ração, remédios e outras dezenas de cuidados vem do bolso do casal. Eles mantêm ainda uma parceria com uma clínica veterinária da Asa Sul, a Pet Health, que atende os animais do Augusto Abrigo a preço de custo. Uma cirugia de grande porte pode custar até R$ 1,8 mil.

A paixão pelos animais começou quando Eliane ainda era criança, em Votorantim (SP). O pai dela, Augusto Zanetti, era mecânico de profissão, mas veterinário de coração. Havia cursado até a 4ª série primária, mas era capaz de socorrer qualquer animal com seus remédios feitos de ervas, benzeção e muito carinho.

“Nunca vou me esquecer de quando vi meu pai costurando o pescoço de uma galinha. Ficou perfeito e depois a galinha andava atrás dele o tempo todo, como se fosse um cachorro. Ele amava os animais e tinha um dom. Eu aprendi isso com ele”, explicou Eliane. “Eu trabalhava em um zoológico em São Paulo e quando o veterinário dizia que ia sacrificar um bicho eu levava o doente para o meu pai e o animal saía de lá curado.”

Em 2004, Eliane se mudou para Brasília, para trabalhar no zoológico. Aqui conheceu o marido. Ela era professora, Rafael o aluno. No começo, era só o casal sem nenhum cachorro ou gato por perto. Mas Eliane começou a recolher cachorros de outras instituições protetoras dos animais.

Seria temporário, garantiu ela ao marido. Mas pouco depois o vasto quintal da chácara estava cheio de cachorros e gatos. Nessa época, Eliane recebeu uma proposta de trabalho em São Paulo. Teria de devolver os animais para outra instituição.

Mas ninguém apareceu para buscá-los. Eram menos de 10. Mesmo assim, ela jamais poderia abandoná-los. “Recusei a oferta de emprego por conta deles e fiquei aqui”, lembrou. Depois disso, os bichos não pararam de chegar.

Casamento ameaçado 

Não demorou muito e a família estava completa: 235 cães, 67 gatos e duas pessoas. Rafael, que até então estudava para ser mecânico de aviões, não estava tão satisfeito. “Eu sempre gostei de cachorro. Mas não desse tanto, é uma quantidade absurda. Era muito difícil no começo. Mas a gente acaba se envolvendo”, relatou Rafael.

Eliane quase perdeu o marido por conta desse amor animal. “Ele chegou a sair de casa, mas depois voltou. Se conformou que não tem como.” Hoje, Rafael estuda veterinária e é o principal incentivador do projeto da mulher. “Quando eu conheci minha mulher, ela usava salto alto e roupas de marca. Abrimos mão de todos os luxos para cuidar deles”, contou Rafael.

A rotina não é fácil. É preciso alimentar os bichos, dar banho, remédio e muito amor àqueles que entram pela porta do abrigo com comportamento arredio por terem sido torturados. Dias depois de ganhar um lar caloroso e comida da melhor qualidade, todos estão mais calmos. Os latidos não incomodam o tempo todo.

“Eles só fazem muito barulho 6h, quando o sol fica mais forte, e 18h, que começa a escurecer”, garante Eliane. Às vezes, porém, ela precisa acordar várias vezes no meio da noite para dar mamadeira aos filhotes órfãos. São 18 pequenos sem pais, atualmente.

Sob terapia do carinho

 

Sabugo
Basset hound
Idade: Pela dentição, aparenta ter 16 anos.

Dócil e de patas curtas, é um dos mais velhos do abrigo. Foi abandonado na porta de um clube no Lago Sul, com uma placa pendurada ao pescoço, na qual estava escrito: “Adote-me”. Ele tem um tumor testicular e precisa de cirurgia. mil.

 

Antonela
Vira-lata.
Idade: Faz 1 ano em setembro.

Ficou vários dias dentro de uma lata de lixo, recém-nascida, na Asa Norte. Quando foi encontrada e levada para o abrigo, estava quase morta. Recebeu Pet milk, um leite especial que custa R$ 36 a lata. Ela estava acompanhada de mais dois irmãos, que não resistiram.

  

Apolo
Fila brasileiro.
Idade: 5 anos.

Foi encontrado no Recanto das Emas com duas patas quebradas. Passou meses com pinos nos membros inferiores para conseguir voltar a andar. Provavelmente foi atropelado depois de ser abandonado pelo dono. É aparentemente um cão reprodutor que envelheceu, perdeu a serventia e foi descartado.


Adoção com responsabilidade

Todos os animais do Augusto Abrigo podem ser adotados. O candidato a “pai ou mãe” deve preencher um cadastro completo e apresentar vários documentos. No contrato de adoção, o novo tutor se responsabiliza, inclusive judicialmente, a responder por possíveis maus-tratos e abandono. O problema é a matemática da entrada e saída dos animais do abrigo. Por volta de 15 ganham um novo lar todo mês, mas outros 30 chegam. “As pessoas querem filhotes saudáveis. Temos 18 cães cegos que talvez nunca sairão daqui. Sabemos que não vamos resolver o problema dos animais abandonados. Só no DF são mais de 40 mil. Mas vamos salvar algumas vidas”, afirmou Eliane.

Entrar no abrigo significa ter uma vida nova. As histórias de maus-tratos são assustadoras. Alguns cachorros sofreram até mesmo abusos sexuais. Há os que têm os olhos queimados por cigarro e outros a pele ferida com água quente. Um dos cachorros teve a metade da cabeça esmagada por espancamento, mas sobreviveu graças aos cuidados de Eliane.

O basset Sabugo foi largado na rua por ter um tumor no testículo. “Ele estava com uma placa no pescoço escrito: adote-me. Um outro, o Barão, da raça bernese, foi jogado na rua pelos filhos do tutor dele, depois que o tutor morreu.”

Os bichos sentem ciúmes de Eliane e Rafael. Os dois conversam com os animais como se eles fossem seus filhos pequenos. O mais incrível: eles parecem entender e obedecem a cada ordem. Eliane tem lúpus, doença na qual o sistema imunológico se volta contra o próprio organismo e pode afetar qualquer parte ou órgão do corpo. Antes de criar o abrigo, ela tinha crises, com dores fortes e períodos em que ficava acamada. “Me vejo obrigada a levantar todos os dias para cuidar de cada um dos animais. Eles salvaram a minha vida, são os melhores médicos do mundo”, disse.

Augusto Abrigo
Local: Jardim Ingá, Rua Mato Grosso, Quadra 5, Lote 18, Chácara Vera Cruz, Setor Industrial, Distrito Federal.
Dias para adoção: segunda-feira a sábado, das 14h às 17h.
Informações: (61) 3603-1774 e (61) 9156-4441.

Fonte: Correio Braziliense

A mãe do ano

Cadela viaja mais de 17 mil quilômetros sobre motocicleta

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Smudge, uma jack russel de 3 anos, é uma cadela radical. Ela viajou mais de 17 mil quilômetros, cortando a Europa, com seu tutor, Rob Fuller, de motocicleta.


Smudge viaja acoplada à jaqueta de Fuller e viu paisagens variadas, que vão desde os alpes franceses até a República Tcheca. 


Para entrar no estilo "easy rider", a cadelinha ganhou até mesmo óculos de proteção, para poupar seus olhos dos fortes ventos da estrada.


O motoqueirom sasonal Fuller, leva a cadela para passeios de moto desde que ela era filhote. "Smudge ama motocicletas. É muito mais divertido para ela do que ficar trancafiada em canis enquanto estou fora", ele afirma. 


Para Fuller, sua cadela sabe comportar-se como uma perfeita motoqueira: "Ela inclina o corpo nas curvas e tem um grande equilíbrio".


O tutor de Smudge era motorista de caminhão, e levava a cadelinha em suas viagens. "Ela fazia companhia na cabine. Fica comigo 24 horas por dia. Seria terrível deixá-la enquanto viajo de moto, então pensei em tentar fazer com que ela se adaptasse. Felizmente ela ama a experiência". 


A esposa de Rob, Lyn, frequentemente acompanha a dupla nos passeios, mas vai em sua própria moto. 


Viajar por horas pode sobrecarregar uma cadelinha tão pequena, mas Smudge tem uma técnica para deixar seu tutor saber que precisa ir ao banheiro: ela toca o cotovelo de Rob com a pata e não move a mesma até que a moto para para ela aliviar-se. "Sou, provavelmente, o único motoqueiro que tem que carregar várias sacolas plásticas na jaqueta", diverte-se Fuller.


A dupla desperta a atenção de outros motoqueiros por onde passa. "Smudge é uma das cadelas mais populares da Europa. Temos sido convidados para visitar amigos motoqueiros em todos os cantos do mundo, por pessoas que encontramos em nossos passeios. Até agora, já estivemos em lugares como Bélgica, Luxemburgo, França, Suíça, Itália e República Tcheca e não pretendemos parar tão cedo", afirma o motoqueiro.


Fonte: Daily Mail

campanha de adoção da probem,em curitiba(PR)

do conexão pet

A Associação de Proteção e Bem Estar Animal PROBEM promove mais uma Campanha de Adoção nesse mês de festas. Mostre todo o seu amor para um cão  na Festa Julina e Churrasco do Pequeno Cotolengo. 

Campanha de Adoção de cães - PROBEM 
Dia: 04 de Julho de 2010 (Domingo)  
Local: Pequeno Cotolengo Rua: José Gonçalves Júnior, 140 – Campo Comprido.  
Horário: das 10h às 16h. 


Requisitos para Adotar: Ser maior de 18 anos, apresentar RG, CPF e Comprovante de Residência. Assinar termo de adoção e contribuir com R$ 15,00 renda destinada a castração de animais abrigados. 


Todos os animais são castrados, com controle de endo e ecto parasitas e boas condições de saúde. 

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Licença para matar animais silvestres movimenta milhões de reais

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O assassinato de dois guarás na APA de Guaratuba (PR) (veja matéria completa publicada na ANDA) revela a existência de um mercado cruel de animais que movimenta milhões de reais em todo Brasil e que criou um ramo criminoso para a profissão de biólogo: os matadores de aluguel com licença do Ibama.

  

Investigação do Correio do Litoral.com mostra que a coleta de animais, vivos ou mortos, para pesquisa atrai estudantes de Biologia para este prática criminosa e lucrativa. Estes biólogos são rechaçados pelos demais colegas, mas são os que mais ganham dinheiro.

Pelo menos duas grandes empresas se especializaram na atividade, que ainda conta com apoio ou omissão de museus e órgãos públicos encarregados de proteger o meio ambiente.


Com informações do Correio do Litoral

Mesmo em perigo de extinção, crocodilos continuam sendo mortos na Malásia para o consumo humano

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O governo da Malásia quer que o crocodilo-de-água-salgada seja retirado da lista de espécies em perigo de extinção. O animal é o maior réptil do mundo.

Segundo o diretor do Departamento de Vida Selvagem de Sabah, Augustin Tuuga, uma pesquisa mostrou que a população atual do crocodilo está entre 11 mil e 15 mil exemplares – comparada a uma população entre 1 mil e 5 mil de duas décadas atrás.

No entanto, contraditoriamente, muitas fazendas são autorizadas a criar esses animais para o consumo humano. Eles continuam a ser explorados, confinados, torturados e mortos para virarem bolsas e acessórios de vestuário. É o cúmulo da maldade e da falta de noção que existam fazendas autorizadas para esse tipo de prática, provando que o suposto “lucro” vale mais do que um planeta saudável, onde é possível a todas as espécies viver em liberdade.

Com informações do Estadão

Nota da Redação: Não é pelo fato de estar ou não em extinção uma determinada espécie que devemos aos animais o respeito aos seus direitos fundamentais. Assim como vale para nós humanos, deve valer para eles o direito a uma vida digna, em liberdade, sem torturas, sem exploração, sem que sejam vistos como comida, como objetos a serviço da humanidade. A cada vida exterminada ou reduzida a puro sofrimento, estamos nos condenando a um caminho trágico, em que só poderemos colher o que plantamos. E, se o que plantamos é o não respeito, isso reverterá contra nós. E talvez, quando pudermos compreender algo tão simples, seja tarde demais, pois estão todas as oportunidades diante de nossas consciências há muito tempo.

Peixes são confinados em tanques minúsculos para fazer esfoliação em pés humanos

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Peixes da espécie garra rufa, originários da Turquia, estão sendo confinados em aquários minúsculos a serviço de mais uma aberração humana. Um spa londrino chamado Aqua Sheko, fundado por To Chan, um chinês de 25 anos, oferece a seus clientes uma massagem nos pés, os quais ficam mergulhados em pequenos tanques onde os animais são mantidos presos para fazerem o papel de retirar a pele morta por sucção.

 

Esse tipo de peixe já é explorado há muito tempo no oriente para tratar a pele. No Japão, alguns spas oferecem uma imersão de corpo inteiro junto com esses peixes, para limpar toda a pele do corpo.

 Recentemente a ideia absurda tem atingido o Reino Unido e os Estados Unidos. O Aqua Sheko é o segundo empreendimento da Inglaterra que utiliza e confina os peixes para o dito tratamento.

Nos Estados Unidos, contudo, a novidade tem sido criticada como anti-higiênica, e a terapia foi banida em 14 estados norte-americanos. Defensores dos spas argumentam que os empresários tomam precauções para tornar o processo limpo.


Com informações da Revista PEGN

Nota da Redação: Retirar os peixes de seus habitats e confiná-los em minúsculos tanques é uma violência inadmissível. Assim como nós humanos não gostaríamos de ter nossa vidas reduzida a sermos enjaulados para ficar fazendo cócegas, ou massagem, ou qualquer coisa do gênero em outros seres, os animais não merecem tamanha atrocidade. Se o ser humano quer ganhar dinheiro, que trabalhe dignamente, sem enriquecer materialmente às custas do sofrimento de outros seres vivos. É vergonhoso, pavoroso, que esse tipo de coisa seja permitida e ainda, para muitos, vista como algo “diferenciado”. Isso é maldade pura, é covarde, é repugnante.

Lindo mestiço aguarda novo lar

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Resgatamos o Pituco no sábado, 12 de junho, em Bonsucesso. A senhora Marlene tem um filho com problemas mentais e chorou ao entregá-lo – com cartela de vacina, inclusive. A casa é muito pobre e a doadora não tem saúde para cuidar do cão. Não tive coragem de internar na hospedaria, por isso ele está no meu apartamento no Rio de Janeiro.

 

O Pituco é um lindo cão, mestiço de cocker com poodle, todo negro e já foi castrado. Nasceu no dia 29/11/2008 (tem um ano e meio de idade), é muito dócil, meigo e extremamente carente. Precisa ficar sempre ao lado de uma pessoa, come de tudo e em apenas 2 dias  de passeios ao Bosque Marapendi , já aprendeu a fazer cocô e xixi. Não destrói nada dentro de casa. Ele é um amor, um bonachão.

 


O Pituco precisa de um lar que lhe dê muito amor. Por favor divulguem as fotos pois ele precisa ser adotado.


Contato: 

Nely
(21) 2484-8936
(21) 7850-9014

Animais agonizam durante incêndio em canavial de uma usina em SP

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Um incêndio no canavial de uma usina de Mirassol, no noroeste de São Paulo, saiu do controle e provocou muito prejuízo. No meio das cinzas, pequenos animais, atingidos pelo fogo, agonizavam.

A fumaça escura era vista a quilômetros. De perto, a altura das chamas impressiona. Em menos de meia hora o fogo destruiu toda a plantação de cana-de-açúcar. A queimada foi tão grande que deixou o dia parecendo noite.

O incêndio começou em uma plantação de cana e rapidamente se estendeu para uma área de pastagem, onde atingiu a rede de energia elétrica. Os fios e os postes foram queimados pelas chamas que atingiram cerca de dez metros de altura.

A Polícia Ambiental vai investigar as causas do incêndio. As queimadas estão proibidas até novembro no estado de São Paulo entre as 6h e 20h, por conta da baixa umidade do ar nesta época do ano.

Se ficar comprovado que o incêndio foi provocado pela usina a empresa será multada pelos danos ambientais, como a poluição do ar, e a morte de animais. Um filhote de cervo foi retirado do meio do canavial em chamas. Ainda agonizando, o pequeno animal lutava pela vida.


Fonte: Globo Rural

Assembleia Municipal do Porto, em Portugal, aprova esterilização de animais abandonados

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 A recomendação, dirigida à Câmara Municipal e apresentada na reunião ordinária daquele órgão, na segunda-feira (28), visa “travar assim o ciclo de abandono, recolhimento, adoção, multiplicação e abandono”.

O BE refere que o site oficial da Câmara Municipal regista que “o abandono de animais continua a ser uma prática cotidiana, o que condiciona a atividade do canil municipal” na recolha, acolhimento e entrega de animais.

“Em vez de eutanasiar mensalmente dezenas de cães e gatos, importa antes travar este aumento exponencial de animais abandonados prevenindo a sua capacidade reprodutiva”, sustentam os deputados bloquistas na sua recomendação.

Só em abril foram mortos (euntanasiados) 96 cães e 92 gatos, exemplificou o BE, defendendo que “é urgente conter a população de animais abandonados”.

A deputada bloquista Alda Macedo referiu ainda que o custo associado à esterilização de um animal é de 20 euros, ao passo que a eutanásia, no seu conjunto, acaba por ser bastante mais cara, situando-se nos 60 euros.
A recomendação preconiza ainda a implementação de protocolos com associações de defesa dos animais para apoio à sua atividade e no sentido de esterilizar os animais que se encontram sob sua guarda.

Em setembro de 2009 foi lançada a campanha nacional de esterilização de cães e gatos abandonados para que as autoridades de todo o país apresentem soluções éticas e eficazes para o problema das centenas de milhares de animais saudáveis que são brutalmente mortos todos os anos nos canis municipais.

A campanha tem como objetivo diminuir a superpopulação de animais abandonados e, consequentemente, o número de mortes anual de cerca de 100.000 animais que se verifica em Portugal.


Fonte: IOL Diário

Autoridades na Indonésia agem contra o tráfico de orangotangos no país

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Um orangotango de aproximadamente um ano e meio, da espécie Borneo (Pongo pygmaeus), foi resgatado na Indonésia. Esta é a primeira vez no país que traficantes de espécies protegidas são presos na ilha de Bornéu. “Este foi um caso muito importante, e conseguimos um resultado surpreendente”, disse o diretor-geral da Proteção de Florestas e Conservação da Natureza da Indonésia, Darori, que, como muitos indonésios, tem somente um único nome. “Eu espero que isso sirva como um aviso para os outros (traficantes), porque não vamos tolerar o comércio de espécies protegidas na Indonésia”, acrescentou.


Segundo Karmele Llanos, responsável pelo Centro de Reabilitação de Animais de Ketapang, a unidade ficará com o filhote por pelo menos três anos. “Primeiro, porque é uma prova no processo contra os traficantes e, em segundo, porque é pequeno e ainda não pode cuidar de si mesmo”, disse. “Estou otimista quanto ao seu futuro, mas sei que estamos diante de um processo longo e difícil”, acrescentou.

É comum que os traficantes prefiram vender orangotangos jovens, porque são mais dóceis do que os adultos, dizem os especialistas. O problema é que, na maioria dos casos, isso significa que eles matam a mãe antes de tirar-lhe a cria.

Só nos últimos dois anos foram feitas mais de vinte detenções pela polícia indonésia, relacionadas ao comércio de espécies ameaçadas. A maioria delas era de pangolins e de tigres de Sumatra (ou de suas partes). Até aqui nenhuma estava relacionada com a venda de orangotangos. Estima-se que atualmente existam menos de 45 mil orangotangos de Bornéu e cerca de apenas 7 mil da espécie de Sumatra (Pongo abelii), devido ao desmatamento e aos caçadores.

Fonte: EPTV

Populações do Mali organizam brigadas de vigilância para proteger os elefantes do país

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Os habitantes do Norte do Mali decidiram organizar brigadas de vigilância para proteger da caça os últimos elefantes que vivem na região. Além disso, os animais são seguidos por GPS.

No Gurma – que inclui as regiões de Mopti, Tombuctu e Gao – o número de elefantes não para de diminuir. Eram 550 em 1974 e hoje são apenas 354. Só este mês morreram 21 animais por causa da seca.
Mas o maior perigo vem dos caçadores furtivos, à procura de marfim e de carne de elefante, muito apreciada nos países vizinhos.

“Assim que ouvimos o barulho de um veículo, vestimo-nos às pressas para evitar que caçadores tentem se instalar aqui para matar os elefantes”, conta Ali Ag Rhissa, à entrada da sua tenda onde vive com a mulher e três filhos, em Banzena (região de Tombuctu).

“Tomamos as nossas medidas de precaução. Nesta reserva, os elefantes deixaram de ser vítimas da caça desde que nos organizamos em brigadas de vigilância. Mas nunca é demais sermos prudentes”, afirma o sub-chefe das Águas e Florestas, Bakary Kamé, de arma às costas.

De acordo com as estatísticas oficiais, a população de elefantes de Gurma é composta por 50% de fêmeas adultas, 13% de machos adultos, 26% de juvenis e 11% cento de animais idosos. Estes elefantes são considerados os maiores de África e os únicos nômades no mundo. Para sobreviver, procurando alimento e água, todos os anos percorrem um circuito de mil quilômetros do Norte do Mali à fronteira com o vizinho Burkina Faso.

“Para os proteger dos caçadores e para os seguir, colocamos em alguns elefantes GPS. Assim, sabemos sempre onde estão”, explica Biramou Sissoko, coordenador nacional do Projeto de Conservação e Valorização da Biodiversidade de Gurma e dos Elefantes.

No âmbito deste projeto foi criado o cargo de “animador da biodiversidade”. “O nosso papel é educar, sensibilizar as populações sobre os malefícios da caça e da destruição do ambiente”, explica Amadou Boré, um dos animadores.

Para mobilizar e motivar as brigadas de vigilância, as autoridades do Mali garantem uma formação aos habitantes daquela região. Além disso, o Governo prepara-se para endurecer a legislação contra a caça.


Fonte: Ecosfera

Evento Bem Animal fará pré-lançamento da 1ª Exposição de Cartuns sobre Direitos Animais

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A ANDA fará no evento Bem Animal, que será realizado no próximo domingo (04), às 16h, um pré-lançamento da 1ª Exposição de Cartuns sobre Direitos Animais. O ilustrador e artista gráfico Orlando Pedroso, curador da mostra e membro do conselho da SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil, reuniu cartunistas e ilustradores para chamar a atenção, com a arte e o bom humor, sobre a situação dos animais.

“Pôr filho no mundo é fácil, reza o povo. Cuidar é que são elas. E se esses filhos forem de outro e tiverem pelos, quatro patas, bigodes e não souberem falar? Diariamente, centenas de pequenos e indefesos animais são abandonados à própria sorte nas ruas das grandes cidades, das vilas do interior, nos mundaréus de Deus.

Entidades sérias como a ANDA se preocupam com isso e procuram, passo a passo, aliviar o sofrimento de tantos animaizinhos. A SIB, parceira nessa pequena mostra, tenta ajudar com um pouco da arte de alguns associados e amigos trazendo bom humor e desenhos que poderão ainda virar objetos cuja renda será revertida à entidade.

 Podemos adotar um bichinho. Se não puder, adote essa ideia”, conclama Orlando Pedroso, que colabora com veículos como a Folha de S.Paulo e a Veja e tem mais de 60 livros infantis ilustrados por ele.

Participantes da mostra:
Adriana Leão
Airon
Amorim
Attílio
Baraldi
Benett
Chiquinha
Fernandes
Janaína Tokitaka
Laerte
Leguy
Marcelo Calado
Marcio Levyman
Orlando
Pablo Carranza
Rosana Urbes
Walter Vasconcelos

Cão idoso procura por um novo lar cheio de carinho e amor

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Sou o Caco, um dachsund de 10 anos de idade. Sou fruto do comércio que explora animais como se fossem coisas. Meus atuais tutores – eles são “donos” mesmo, pois acham que não passo de um objeto que pode ser descartado — querem se livrar de mim. A alegação? Bem, é simples: dizem que eu lato e faço xixi. Talvez eles devessem ter um Tamagoshi, aquele bichinho virtual japonês…

Minha história é assim: dez anos atrás, quando eu era um filhote encantador, um homem me comprou para seus filhos pequenos. A mãe das crianças me odiou desde que eu cheguei, mas acabou concordando em me deixar ficar depois que os guris abriram o berreiro. Afinal, eles queriam tanto um bichinho…

Agora que as crianças se tornaram adolescentes, têm mais o que fazer: festas, baladas, namorados, faculdade… Enfim, ninguém se lembra do vovozinho aqui. Virei um brinquedo velho que perdeu a graça.

Foi então que a dita-cuja resolveu me azucrinar. A casa onde eu estou é enorme, mas não posso me locomover por ela. Fico preso e ninguém me leva para passear. Não estou castrado, e a fulana não deixa que ninguém me castre pois diz que não quer ter trabalho com o pós-operatório.

O marido dela, o tal que me comprou, disse que não vai brigar com a mulher para me manter por lá. E mais: disse também que não gosta de mim, porque sou um cachorro bobo.

Não sou bobo, sou velho. E dócil também: minha carência é tanta que eu abano o rabinho para qualquer um que me olhe. Eu quero ser amado, pois até hoje desperdicei meu afeto com gente que não merecia nada de bom.

Tenho ótima saúde (pelo menos eles me dão comida — disso não posso reclamar), mas eu quero ser feliz. Quero brincar, ganhar carinho. Tenho 10 anos, não sei por quanto tempo ainda estarei aqui. Será que você tem um cantinho pra mim, na sua casa e no seu coração?

Uma amiga que infelizmente não pode me adotar, pois já tem bichos demais, está me assessorando nesta busca. O nome dela é Silvia Lakatos. O telefone é (11)6965-1460. Podem ligar a qualquer hora, a Sílvia é do tipo que dorme tarde e acorda cedo.

Por favor, me ajude a encontrar um novo lar. Sei que ainda tenho muito a ofertar, só preciso de uma oportunidade.

Ornitólogos alertam para extinção iminente de espécie de ave limícola

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Há dois anos que a pequena ave limícola (espécie que vive no limo, lodo ou lama) Eurynorhynchus pygmeus está na lista das espécies em vias de extinção. Hoje, um estudo da organização Birdlife Internacional alerta que existem menos de cem indivíduos em todo o mundo.

Atualmente, o território de nidificação desta espécie resume-se à Rússia, depois de anos de acentuado declínio. As maiores ameaças para a ave são a perda de habitat e a caça, de acordo com o estudo publicado hoje na revista Bird Conservation International, da Birdlife.

Esta ave depende de lagoas e estuários para fazer os seus ninhos. Mas cada vez mais estas zonas estão sendo requeridas para implantar indústrias, explorações de aquacultura e outras infraestruturas, além da poluição crescente.

“É essencial adotar medidas de conservação internacionais se quisermos evitar a extinção da espécie”, comentou Christophe Zöckler, principal autor do estudo, em comunicado.

“A situação é muito sombria para esta ave, mas ainda pode haver esperança”, concluiu o investigador. “Se agirmos agora poderemos mudar a maré para esta espécie.”

Fonte: Público

Algumas rodovias de SP receberão sinalização para proteger os animais de atropelamentos

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A diretoria da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente irá sugerir, junto ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a implantação de placas de sinalização nas principais rodovias que cortam a cidade de Mogi das Cruzes, em SP, em especial, na Mogi-Dutra, alertando sobre a travessia de animais silvestres.


A medida é uma das alternativas propostas para evitar novos casos de atropelamentos de bichos, como o ocorrido no último sábado (26), quando um veículo atingiu um veado-catingueiro nas proximidades da Estrada da Moralogia (leia notícia aqui). O herbívoro, que estava no período de reprodução, morreu no domingo durante um procedimento cirúrgico.

Além da sinalização especial, a diretora municipal de Meio Ambiente, Lucila Manzatti, adiantou que a Secretaria do Verde está aberta a uma parceria com o Governo do Estado – via DER ou mesmo com a Polícia Ambiental – para um monitoramento de casos de atropelamentos, com levantamentos de números e das espécies vitimadas.

“Tivemos um trabalho semelhante realizado na Rodovia Mogi-Bertioga por alunos da faculdade. As fichas mostraram que, nesta estrada, os números não são dos mais altos e envolvem, principalmente, animais de pequeno porte, como gambás e anfíbios. O mesmo tipo de levantamento pode ser feito também na Mogi-Dutra”, adiantou Lucila, que é ecóloga.

Segundo ela, apesar de tristes, episódios de atropelamentos de animais servem para confirmar a presença de espécies selvagens que, mesmo com o avanço da ocupação urbana, continuam habitando as áreas verdes de Mogi das Cruzes, em especial, a Serra do Itapeti, que é a principal reserva de Mata Atlântica do Município. “Felizmente, ainda temos veados, onças, ouriços, gambás, cachorros-do-mato e outras espécies que habitam a região da Serra. Agora, no segundo semestre, uma época bastante frutífera, é importante que os motoristas fiquem atentos à presença dos animais”, alertou a especialista.

Lucila explicou que a presença, vez ou outra, de animais nas estradas é praticamente inevitável, mesmo quando há recursos para o manejo em alguns locais, como as passagens de fauna existentes na Mogi-Dutra – uma delas justamente nas proximo ao local onde o veado foi atropelado – e que foram implantadas na época de duplicação da Rodovia. Estes corredores ecológicos são espaços delimitados nos caminhos naturais utilizados pelos bichos e visam impedir que eles façam a travessia em outros pontos perigosos.

“Mas nada garante que estas passagens serão utilizadas pelos animais. Primeiro, porque não são espaços muito largos. Segundo porque, se um carnívoro passa e, por exemplo, faz xixi para delimitar o espaço, um herbívoro não vai querer passar por ali. Os animais selvagens têm comportamento próprio, portanto, mesmo sendo uma coisa triste, ocasionalmente podemos ter atropelamentos. No caso do veado, por exemplo, alguma coisa o levou a querer atravessar a pista”, avaliou a ecóloga. “Por isso, creio que uma medida bastante eficaz é a sinalização sobre a presença de animais, que é uma coisa simples, que já existe e tem baixo custo”, completou Lucila.


Atenção


A pedido de O Diário, o comando da Polícia Ambiental em Mogi das Cruzes irá fazer um levantamento dos casos de atropelamentos de animais nas principais rodovias da cidade. Mas, mesmo sem os números oficiais, o tenente Julio César Araújo do Silva, comandante do Pelotão, adiantou que os casos têm sido mais frequentes nos últimos meses. Ele alertou, inclusive, para os riscos que os acidentes trazem também aos motoristas.

No caso de se deparar com algum animal atropelado, as pessoas podem ligar para o Corpo de Bombeiros (193) ou para a Polícia Ambiental (4799-6427).


Com informações de O Diário de Mogi

Banco de dados utiliza DNA de cães para rastrear seus agressores

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Cientistas e defensores dos direitos dos animais passaram a usar DNA como prova para fazer pelo melhor amigo do homem o que o sistema judicial tem feito há muito tempo por vítimas humanas.
Eles criaram o primeiro banco de DNA de cães de briga do país que, acreditam, ajudará os investigadores criminais a estabelecer o histórico do animal agredido ao remontar os laços entre criadores, tutores, proprietários de centros de luta e os próprios animais.
 
Chamado de Codis Canino, o banco de dados é semelhante ao arquivo digital do FBI que contém os perfis de DNA de criminosos. Os cientistas dizem que, ao analisar a saliva de um cão, serão capazes de determinar se o animal provém de uma das várias linhagens conhecidas de cães utilizados para briga.
“Geralmente as pessoas não compram qualquer pit bull para brigar – esses cães são de linhagens estabelecidas”, disse Tim Rickey, diretor sênior de pesquisas de campo e de resposta para a Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA, na sigla em inglês). “E, se um cão suspeito coincidir com uma das linhagens, isso seria uma prova essencial.”
O banco de dados, um esforço conjunto da ASPCA, Sociedade Protetora dos Animais da Louisiana, a Sociedade Humanizadora do Missouri e pesquisadores do Laboratório de Genética Veterinária da Universidade da Califórnia, foi desenvolvido durante uma investigação em julho passado, que resultou em 26 prisões e a apreensão de mais de 400 cães.
A investigação, que se estendeu por sete Estados, do Iowa ao Texas, resultou na maior ação contra a briga de cães na história dos Estados Unidos, segundo as autoridades.
“Analisamos o DNA para ver se podíamos conectar centenas de cenas de crimes e 400 cães diferentes, o que foi possível fazer”, disse Melinda Merck, veterinária forense da ASPCA. “Muitas vezes os réus não só afirmam que não realizam brigas de cães, mas também que estão apenas reproduzindo os animais e não conhecem uns aos outros.”
O DNA mostrou o contrário, indicando que muitos dos cães tinham parentesco. A ação de julho resultou em pelo menos 17 declarações de culpa, e, embora o DNA não tenha provado conclusivamente uma relação entre os réus, certamente sugere sua existência.
Os investigadores advertem que a evidência de DNA por si só raramente determina um caso, apesar de muitos júris aceitarem os exames como prova. “Há definitivamente um efeito CSI”, segundo Merck. “Os jurados querem saber se você fez todos os exames possíveis. O DNA é apenas mais uma ferramenta no nosso arsenal que pode reforçar os casos”. Ela acrescentou: “Acho que é algo que vai assustar quem vive no submundo das brigas de cães.”
Ilegal em todos os 50 estados americanos, a luta de cães chegou à fama em 2007 quando Michael Vick, jogador de futebol americano pelo Atlanta Falcons, declarou-se culpado de acusações federais de conspiração para a criação de cães de briga e serviu 21 meses na prisão.
Investigadores dizem que a indústria multimilionária é frequentemente associada a outras atividades ilícitas como o tráfico de drogas e jogos de azar. Mas o dinheiro vem da reprodução dos animais, que os investigadores dizem poder custar até US$ 50 mil para um lutador campeão. “Há muito dinheiro a ser feito nas luta e nas bolsas de apostas laterais, mas o objetivo para quem cria essa raça de cães para combate é gerar um campeão”, disse Rickey.

Ator de ‘Buffy’ adota chimpanzé maltratado em circo

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Anthony Head adotou um chimpanzé que vive no Quênia

O ator Anthony Head, que teve entre os seus papéis mais representativos o personagem Rupert Giles da série Buffy decidiu adotar o chimpanzé Naika, que sofreu maus-tratos em um circo, de acordo com a Community Newswire.



O animal, que viveu desde os primeiros meses de vida no circo, foi levado para o Sweetwaters Chimpanzee Sanctuary, no Quênia, após adoecer. Ele continuará vivendo lá mesmo após a adoção, e Anthony pagará um valor mensal para o sustento do chimpanzé.
Para a associação Care for the Wild International, que cuidou da adoção, o gesto de Anthony é importante, já que um ator de seu porte ajuda a chamar a atenção do público aos maus-tratos sofridos pelos animais usados em circos.
Fonte: Terra

Feiras de adoção que submetam animais a condições estressantes serão proibidas em Curitiba (PR)

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A Câmara de Curitiba, no PR, aprovou projeto de lei que proíbe a doação de animais em feiras e exposições que não tenham este fim específico e que não adotem determinados cuidados para o bem-naestar desses animais. De autoria do presidente do Legislativo, vereador João Cláudio Derosso (PSDB), a proposta teve aprovação unânime nesta segunda-feira (28), em primeiro turno, com a presença de representantes de entidades como Pense Bicho, Movimento SOS Bicho, Fórum de Defesa dos Diretos dos Animais e Conselho Regional de Medicina Veterinária. A votação em segundo turno será nesta terça-feira (29). Após essa etapa, o documento segue para sanção do prefeito Luciano Ducci.

foto de pessoas numa feira de doação de animais


Conforme o projeto, a licença de instalação e funcionamento das feiras e exposições só será emitida após vistoria e mediante termo de compromisso assinado pelos organizadores, afirmando não fazerem exposição, comércio e venda de animais domésticos e exóticos. Exibição em espetáculos artísticos também ficarão proibidas.
De acordo com Derosso, é preciso rever a forma como os animais muitas vezes têm sido usados. “O que se tem observado é a exposição de animais, como cães, gatos, peixes e pássaros, em condições que poderiam ser classificadas como maus-tratos, já que estariam sujeitos à carga extrema de estresse, decorrente do acondicionamento em gaiolas e espaços inadequados por muitas horas”, explicou. Outro objetivo pretendido é o controle sobre a venda de animais em Curitiba.
Na justificativa do projeto, o presidente da Câmara lembra que os animais ficam sem descanso adequado, depois de horas de visitação pública, por vários dias seguidos e sofrem com a falta de renovação de água e comida. A  aceitação do animal como brinde também compõe o quadro desfavorável. Todos os anos, muitos animais são doados, maltratados e abandonados nas ruas.
Quanto aos eventos artísticos, a manutenção dos animais em condições que afrontam sua naturalidade e os riscos de contaminação por doenças transmitidas entre as espécies já seriam suficientes para proibir a exposição. A utilização de animais em circos e espetáculos associados já está proibida por lei municipal aprovada em 2007. Para Derosso, “Curitiba é uma cidade que respeita seus animais, construindo novos parâmetros éticos no setor.”
Com informações do Jornale
Nota da Redação: Além do comércio de vidas, confinar animais é também um crime que deve ser coibido, portanto devemos compreender que incluem-se nesse contexto das feiras de adoção apenas animais domésticos, acostumados e adaptados ao convívio humano. Peixes, pássaros, e outras espécies da fauna silvestre devem viver livres em seus habitats.

Ibama de GO tenta salvar suçuarana atropelada

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No último dia 24, chegou às dependências do CETAS/GO uma suçuarana com histórico de atropelamento na cidade de Rio Verde, em GO.

Após a inspeção do animal foi constatado que este estava apático, não reagindo a estímulos externos e se mantendo apenas deitado. O animal foi encaminhado para a Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás-UFG, sendo ali anestesiado e submetido a exames radiográficos, onde se constataram duas fraturas na mandíbula e edema cerebral. O animal foi medicado visando reduzir este edema.

Em seguida, optou-se em estabilizar a condição da onça por meio de fluidoterapia e acompanhar o seu progresso nos dias subsequentes, antes de submetê-la a um procedimento cirúrgico.

Hoje (29), o animal encontra-se mais ativo, mas ainda com problemas para reagir a todos os estímulos. Já se alimenta sozinho. Tem se alimentado bem e bebido água.

Entretanto, devido a seu quadro inicial, há possibilidade de sequelas cerebrais permanentes, o que será comprovado com o passar dos dias, podendo se tornar um empecilho para sua reintegração à natureza.

Knut poderá ser sacrificado em função dos distúrbios psicológicos causados por confinamento em zoo

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Nascido em um zoológico, em Berlim, o urso-polar Knut agora está enfrentando sérios problemas psicológicos em função do confinamento e do contato forçado com seres humanos.
De acordo com reportagem do jornal Metro, um médico disse que Knut “precisa ser sacrificado” pois está apresentando sinais de distúrbios psicológicos. Exemplos de seu estado mental frágil incluem vagar incessantemente pelo seu cercado e ficar colocando a língua para fora da boca, o que faz mais de 200 vezes ao dia.
De acordo com a People for Ethical Treatment of Animals (PETA), Knut é o urso-polar mais problemático dentre outros 34 animais vítimas do confinamento, que foram observados em 11 zoológicos alemães.
“Knut é o mais psicologicamente perturbado. Os humanos fizeram isso com ele”, disse o Dr. Edmund Haferback, da PETA. E Haferback pede que o urso seja sacrificado a fim de que “seu tormento acabe”.
O doutor diz que Knut vaga obsessivamente pelo seu cercado. “É o que psicólogos chamam dehospitalism. Quando pessoas ficam trancadas em instituições, como hospícios ou prisões, andam para baixo e para cima no espaço de confinamento.”
Entretanto, outros argumentam que seu comportamento deve-se ao tédio e ele precisa apenas de mais estímulos para ficar saudável.
Knut virou celebridade internacional quando foi abandonado, ainda filhote, e adotado por um tratador em 2006.
Muitos argumentam que a natureza precisava seguir seu curso e o filhote devia ter sido deixado para morrer. Em vez disso, o ursinho trouxe no mínimo seis milhões de euros para o zoológico de Berlim por meio de visitantes e propaganda.
Agora, a PETA alega que o pequeno está pagando o preço pela interferência humana.
“Ele chora ou grunhe se vê que ninguém está olhando para ele”, disse o tratador Markus Roebke. “O problema é que ele se acha um humano, não um urso-polar.”
Nota da Redação: Esta triste situação é o resultado de um conjunto de ações humanas. Para um animal nascer em um zoo, a sua mãe precisa ter sido retirada da natureza ou ter nascido já confinada. No caso de Knut, sua mãe já havia sido vítima do confinamento. Os distúrbios desse pobre animal, cujo confinamento vem sendo agravado por várias gerações, são, portanto, fruto dessa cadeia de violência e desrespeito à vida e à liberdade desses seres. O correto seria que todos os animais vivessem em liberdade, junto a suas famílias, em seus habitats. Mas a brutalidade e a ganância humanas condenam, mais uma vez, a vida desses animais à tristeza e ao sofrimento.

Espécie de peixe cultiva “jardim de algas”, segundo estudo

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Peixes-donzela mantêm jardins de alga que semeiam, colhem e defendem, revela um novo estudo.
A pesquisa, a ser publicada no jornal BMC Evolutionary Biology, também descobriu que essa união beneficia tanto o peixe quanto a alga, de acordo com o jornal Big News.
De acordo com o principal autor, Hiroki Hata, um pesquisador na Graduate School of Science and Engineering na Universidade de Ehime, os peixes-donzela defendem territórios onde certas algas nascem  perseguindo ouriços-do-mar e outros peixes para espantá-los.
“Além do mais, fazendeiros assíduos, os peixes da família Stegastes capinam as algas menos digestíveis, o que resulta numa monocultura de espécies específicas de algas”, disse Hata.
Hata e os colegas Katsutoshi Watanabe e Makoto Kato assistiram surpresos um peixe-donzela pegar algas indesejadas e jogá-las fora de seu jardim.
Os pesquisadores também conduziram um experimento para ver como as algas preferidas dos peixes cresceriam sem a manutenção. Eles descobriram que as “ervas daninhas” logo superavam as outras algas.
Para o estudo, os cientistas consideraram 320 territórios de 18 espécies de peixe-donzela em recifes de coral do Egito, Kênia, Ilhas Maurícios, Maldivas, Tailândia, Bornéo, Ilhas Okinawa e a Grande Barreira de Corais.
Hata explicou que peixes-donzela só podem comer algumas espécies de alga, como a Polysiphonia vermelha, porque eles não têm enzimas digestivas que permitiriam que comam algas mais fibrosas, as “daninhas”.
Esses peixes jardineiros gostam de suas plantações, ingerindo algas vermelhas com tanto gosto que algumas relvas marinhas acabam indo junto.
“O estômago deles é lotado de algas, mas acreditamos que os animais que se escondem nas plantações também são importante fonte de alimento”, disse Hata.
Os peixes também competem por terras para cultivar suas plantações.
Alguns peixes-donzela criam várias espécies de algas. “Outros mantêm monoculturas menores com maior concentração por área”, disse Hata.
A relação entre os peixes-donzela e as algas não é vista com tanta frequência em habitats marinhos.
Gavin Maneveldt e Derek Keats, botânicos da Universidade de Western Cape, descobriram anteriormente que uma certa espécie de caramujos, a Patella Cochlear, cultiva algas na costa sul e sudeste da África do Sul.

Animais do canil de São Miguel Arcanjo (SP) continuam a sofrer pela falta de estrutura

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Não adiantaram muito os apelos dos componentes da ONG “Viva Cão” no sentido de sensibilizar as autoridades quanto à condição dos cães confinados no canil municipal, numa luta empenhada há quase dois anos. com recursos próprios.

Parecem ter conseguido apenas uma verba de cerca de 30 mil reais do vereador Paulo Silva, cujo valor até agora não foi repassado à associação, razão pela qual as voluntárias da ONG foram obrigadas a comprar casinhas para abrigar os animais do frio rigoroso – pontuou seis graus no município -

Para pagar o material comprado, a ONG pretende fazer uma “pizzaiada” e assim arrecadar fundos e saldar as dívidas contraídas. Do muito que se esperava de benfeitoria, apenas algumas divisórias foram construídas. Ainda é necessária uma política mais ampla e interessada em resolver de uma vez por todas esse problema, que passou por intervenção do Ministério Público, mas sofre com o desinteresse por parte das autoridades (salvo alguns vereadores, como o Marquinhos Paraná, Dudu Terra e Paulo “Oreia”da Silva, o doador da verba). Tudo parece estar emperrado por falta de boa vontade ou conhecimento.

Fonte: Região On Line

Filhote de tigre ferido é resgatado por guardas florestais em Parque Nacional, na Índia

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Guardas florestais do famoso Parque Nacional de Jim Corbett, de Uttarakhand, na Índia, prestaram socorro a um tigrezinho órfão ferido.

Durante uma de suas patrulhas rotineiras na região, os guardas de vida selvagem viram um filhote de tigre listrado em situação lamentável e o resgataram para tratamento veterinário, de acordo com reportagem do Sify News.

“Encontramos um filhote de tigre, que tem cerca de 15 a 20 dias de vida. O tigre tinha ferimentos sobre suas costas e perto de sua cauda, além de insetos grudados a seu corpo”, disse Gangashwer Pandey, diretor da reserva de tigres do Parque de Jim Corbett.

O filhote ferido será liberado de volta para seu habitat natural depois de passar por um tratamento completo, mas até então ficará sob os cuidados do Departamento Florestal.

Lobo e cabra surpreendem ao se tornarem companheiros inseparáveis

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Há três anos, o filhote órfão de lobo foi encontrado em estado selvagem por moradores da aldeia Nanyuanzi, Xinjiang, na China, segundo relatórios do People’s Daily.

Chen Ming, que atualmente cuida dos animais, disse que, ao encontrar o lobo recém-nascido, o levou para ver se a cabra sob sua tutela ainda tinha leite para alimentá-lo.
Após ser alimentado com o leite de cabra, o lobo, que tem agora três anos de idade, tornou-se companheiro inseparável da cabra.

“Eles comem e dormem juntos. Todos que vêm à minha casa se surpreendem com a cena, vendo presa e predador como bons amigos”, acrescentou Chen.

No entanto, ele disse estar planejando devolver o lobo de volta à vida selvagem para que ele possa viver uma vida mais natural.

Com informações de Orange News

Apesar das denúncias ao Batalhão Ambiental, cão morre de frio e fome no RS

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Há mais de um mês fiz uma ocorrência por telefone, sobre um cachorro de porte grande que estava sendo mantido sem água e comida, num local de difícil acesso.

Falei com uma pessoa do Batalhão Ambiental, que me prometeu que tomaria providências. Essa pessoa, inclusive, me pediu para retornar e cobrar. O número da ocorrência: 2010075890.

O cachorro estava em Porto Alegre (RS), moro em Canoas e fui várias vezes alimentá-lo, chegando a ser agredida pelos tutores. Ontem fui saber como o cachorro estava e descobri que ele morreu de fome e frio. O Batalhão Ambiental nem chegou a aparecer, como havia prometido.

Durante a Copa, animais têm dias infernais por causa dos rojões

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Festa nas ruas, rojões, gritaria por todos os cantos da cidade. Enquanto todos estão na torcida pelas vitórias brasileiras, os melhores amigos do homem não estão nada felizes. Quem tem cachorro em casa sabe bem o que acontece durante os jogos da seleção .

Com a audição 75 vezes mais potente do que os humanos, os pobres caninos se sentem muito mais incomodados com o barulho da festa, podendo desenvolver traumas e até doenças. Isso vale também para todos os outros animais, como gatos, pássaros e outras espécies que estejam expostas a esse tipo de barulho. Segundo a médica veterinária Cláudia Gianfrancesco, as reações podem ser das mais variadas.

“Cada cachorro reage de um jeito, mas a grande maioria fica perturbada. Alguns se escondem embaixo de algum móvel, outros não param de latir. As reações fisiológicas são as que mais preocupam, já que o aumento da frequência cardíaca e respiratória pode ser altamente prejudicial, dependendo da idade e da doença que o cão possa ter”, explica Cláudia.

Esse é o caso de Jiló, o cão da dona de casa Sueli da Silva. O cachorro sofre de colite crônica, uma inflamação no intestino que se agrava quando o animal sofre qualquer tipo de estresse. Ela conta que, em vez de assistir aos jogos do Brasil, fica todo o tempo distraindo Jiló para ele não se assustar com os rojões. “Nos dias que a seleção ganha ele sofre muito, chegando até a vomitar sangue. Enquanto todos estão torcendo pelo Brasil eu fico jogando a bolinha para ele se acalmar e acabo nem vendo a partida”, conta.

Um caso ainda mais curioso é do empresário de segurança Valdeni Alves Santana. Sua cadela ficou incomodada com o barulho dos fogos de artifício e tentou pular a grade, ficando presa em uma barra de metal. “Quando vimos, ela estava presa na grade do canil, com um pedaço de ferro atravessando seu corpo. Felizmente ela chegou a tempo no veterinário e sobreviveu”, disse.

 

Calmantes

Há opções de calmantes para serem dados pouco antes das partidas. Porém, Cláudia lembra que os medicamentos devem ser receitados exclusivamente por veterinários. “Muita gente dá aos cachorros remédios humanos, o que, além de não fazer efeito, às vezes pode até matar o animal. Automedicação é sempre um erro”, esclarece.

O que não fazer

Na intenção de ajudar, alguns tutores acabam assustando ainda mais seus cães. Segundo a veterinária, não se deve pegar o animal no colo e muito menos colocar algodão nos ouvidos.

“Psicólogos caninos dizem que pegando o cão no colo você só passa mais medo a ele, o ideal é fechar o animal em um lugar tranquilo e escuro na hora do barulho. Quanto ao algodão, ele abafa os tímpanos e pode até aumentar os ruídos, além da possibilidade de ficar preso na orelha”, conclui Cláudia.

Com informações do EPTV

Maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada por ração

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Seu cachorro parece estar com dor? Cuidado, ele poderá estar com pedras nos rins! Portanto, aparecendo esta reação sintomática bastante comum nos tempos atuais, procure um veterinário o quanto antes.

O cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente a urina contém químicos que inibem a formação destes cristais.




Segundo estudo, foi comprovado que a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães (da era moderna) é causado pela ração industrializada hipercalórica. Há trinta anos era raríssimo ver um cachorro com este tipo de patologia – muito dolorosa – mas nos tempos modernos está cada vez mais comum este diagnóstico.

A química presente na ração industrializada (flavorizantes, aromatizantes, estabilizantes e outros conservantes) em longo prazo deteriora a saúde dos caninos. Alimentos isentos de conservantes e de química contribuem para que os ‘fiéis amigos’ tenham longevidade, isso está provado. Cachorros nutridos com alimentos naturais apresentam mais saúde e vivem um terço de vida a mais do que aqueles alimentados exclusivamente com comida  industrializados.

A dieta com variação do cardápio possibilita ao organismo desintoxicar-se da química existente no alimento industrizalizado. Em geral, quem utiliza ração para alimentar seus cães nunca deveria fazê-lo de modo ininterrupto.

Para cada quatro dias de ração deve administrar de um a dois dias de alimentos frescos sem conservantes (comida caseira não é restos de comida), como carnes (branca e vermelha), peixes, vísceras bovinas, legumes, arroz, queijo branco (e/ou iogurte), gemas de ovos e frutas. A levedura de cerveja, em doses diárias, é altamente recomendável como complemento alimentar.

Fonte: Portal da cinofilia

Tutores chineses pintam seus cachorros, colocando a saúde dos animais em risco

Conforme matéria publicada na ANDA, no início de junho deste ano, os chineses insistem em lançar uma moda cruel para os cães, apesar da indignação geral e dos alertas de veterinários: as pinturas de corpo inteiro para animais.

Os tutores de cachorro da alta classe de Pequim estão transformando seus poodles em zebras, pandas ou até morangos e colocando em risco a saúde de seus animais. No Ruowen Pet Spa, as opções incluem ainda tartaruga, biquíni e tigre.

O visual no corpo inteiro custa o equivalente a cerca de R$ 530,  mais que o salário de um mês de um operário chinês. Apesar de a loja afirmar que só usa tintura natural, os veterinários já afirmaram que as pinturas são um sério risco para a saúde dos animais, que têm a pele três vezes mais fina que a humana.

Com informações de O Globo

Tutor atropela pitbull após abandoná-la em abrigo, no RJ

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Recebi um e-mail de uma protetora desesperada pedindo ajuda. Essa pitbull fêmea foi deixada na porta do abrigo João Rosa, no Rio de Janeiro, pelo antigo tutor que estava em um carro preto. Como é um instinto natural de todos os cães, fiéis a seus tutores, a cachorrinha ainda tentou correr atrás do carro. Inacreditavelmente o cruel motorista voltou e atropelou a coitadinha.

Ela é muito dócil mas está com sarna e precisa sair do abrigo pois esse local não tem condições de higiene. A pobrezinha não vai aguentar ficar lá por muito tempo. Não posso cuidar dela porque estou dando lar temporário e cuidando de outra cadelinha, a Anita. Apesar disso, posso levá-la para fazer exame de sangue em um veterinário, se alguém puder ajudar a pagar.

Ela precisa de um lar temporário urgente!!! Lá ela vai acabar morrendo de tristeza e doente. Se alguém puder ajudá-la, ou tiver interesse em adotá-la, por favor, entre em contato.

CONTATO: ADRIANA – drikatupinamba@ig.com.br

Mestiça poodle abandonada procura um lar

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A vizinha de uma amiga encontrou uma cadelinha na rua mas não pode ficar com ela porque sua cachorra não aceita. Essa senhora terá que operar um câncer e não pode hospedá-la por muito tempo.



É uma mestiça de poodle de cor creme, parece ser novinha e não está castrada. É muito brincalhona. Não sou protetora, apenas amo os animais e ajudo repassando os pedidos de ajuda.

 



Perfil no orkut: 
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=17966315196194372926&pcy=3&t=0

Contato:

Lourdes
(21) 3271-6006
Rua Guinesa, 122, Bairro Encantado/RJ
ou
Vera Lucia
veraluciarsr3@gmail.com

Pit bull abandonado mendigando por comida precisa de ajuda

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Este pit bull logo será morto nas ruas ou cruelmente agredido. Todos sabemos que a maioria vira as costas para esta raça. Estou pedindo ajuda para ele com dor no coração, pois também estou resgatando um rottweiller com uma pata amputada que seria morto pelo antigo tutor.



Contato:
Nilva Rodriguez
nilva_rodriguez@yahoo.com.br

Cientistas japoneses desenvolvem música para relaxar cachorros

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Depois de 18 meses de pesquisas, o Departamento de Ciência Animal da Universidade de Teikyo, no Japão, em parceria com uma gravadora, conseguiu desenvolver um CD com música que relaxa os cães.

Durante a pesquisa, eles descobriram que tocar música clássica com um som ambiente específico, como latidos, conversa humana e sons de corvos é a melhor combinação para acalmar os animais. O CD é vendido no Japão por 2.600 ienes, o equivalente a R$ 52.

 Poodle relaxa ao som de CD feito especialmente para cães. (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Na foto acima, o poodle ‘Cyacyamuru’ deita ao lado de sua tutora Kanae Yokota enquanto ouve uma música do CD ‘Dreams for Dogs’, em Tóquio, na manhã desta segunda-feira (28).

Fonte: G1

Homem obriga camundongos a “surfar” em praia australiana

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Shane Wilmott, um homem de 39 anos, submeteu camundongos a uma situação de estresse e maus-tratos, forçando-os durante vários meses a “surfar” nas águas da praia da Costa Dourada, localizada no estado de Queensland, na Austrália.

 Camundongo surfa na praia da Costa Dourada, em Queensland (Foto: Barcroft/Getty Images)

Enquanto se orgulha de obrigar os pobres animais a fazerem algo totalmente alheio à sua natureza, Shane afirma que os camundongos são “ótimos nadadores e fazem manobras incríveis na água”.

Mas o absurdo não para por aí. Conseguindo chegar ao extremo do ridículo, Wilmott ainda construiu uma casa de praia em miniatura para os camundongos, com direito a minipranchas.

Questionado sobre os risco de os animais serem mortos por tubarões, o surfista reconheceu o perigo e disse: “se um dos meus camundongos for comido por um tubarão, eu paro com tudo”. Mas esperar que um animal morra para acabar com essa prática cruel é uma atitude muito incoerente para quem diz que ama esses animais.

Com informações do G1

Cachorras de carroceiro que morreu estão à espera de adoção, em SP


A Vera Regina recolheu a Mel e a Marrom, que eram companheiras de um carroceiro que morreu. As cachorras já foram castradas, vacinadas e estão em um hotelzinho na Estrada das Lágrimas, 814- Sacomã, em São Paulo.

Já se passaram nove meses e elas continuam lá, ainda muito tristonhas à espera de um novo lar, pois ficam o tempo todo dentro do canil.



Elas têm cerca de dois anos e meio, são dóceis, saudáveis, brincalhonas e estão muito carentes. Vera gostaria muito de doá-las juntas, pois acha que sentiriam muito a falta uma da outra já que foram criadas juntas.

E se alguém desse um lar temporário pelo menos para que tenham convivência com pessoas e não fiquem isoladas em um canil.



Quem quiser adotar ligar para Vera Regina no (11) 2215 9570 / 9734 2390 ou agendar visitas no hotelzinho pelos telefones (11) 2839 6462 / 3867 2093

Labrador dócil precisa de um tutor em São Paulo

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No dia 20 de junho estive em um sítio em Biritiba Mirim (SP), perto de Mogi, e no meio do jogo do Brasil esse fofo apareceu (veio atrás de alimento).

Fui levar comida para ele e o desespero era tanto que o cachorro pulou a cerca de arame farpado para comer.

Ele é muito fofo, ficou conosco até a hora de ir embora. Dei comida na boca dele, tem que ver a delicadeza com que ele pegava os pedacinhos para não me machucar.



Nesse local não tem muitas opções, é só mato, nem sei do que ele vive. Se alguém estiver interessado volto lá e o resgato.

Você pode ajudar apadrinhando (castração e lar temporário até achar um tutor) ou quem sabe até mesmo adotando, Seria muito bom.

Contato: Henriett (11)2861-2101 e (11) 8881-5299

E mail: comercial@maniapet.com.br

Protetora precisa de ajuda para cuidar de cadela e seus filhotes

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Sexta-feira à noite resgatei essa pequena mamãe! Estava vendo a previsão de chuva e muito frio que viria e fiquei com o coração apertado olhando para aquela carinha e pensando na dificuldade que ela e seus bebês teriam na rua.Para minha surpresa ela não tinha nenhuma pulguinha, não sei se foi abandonada ou se está perdida, só sei que essa pequena já foi muito maltratada na rua, pois tem várias cicatrizes no corpo como se tivesse sido queimada, e as pontas das orelhas têm alguns cortes.



Ela deve ter em torno de três aninhos, pelas tetinhas ela já teve outras crias, mas esta será a última! Os bebês nasceram, foram seis no total, três machos e três fêmeas, mas infelizmente uma fêmea morreu. Imaginem se ela tivesse tido os bebês na rua, todos já teriam morrido, ainda mais com essa chuva.



Hoje, quando fui vê-los, estavam geladinhos, então coloquei vários paninhos e esquentei duas garrafas com água quente para aquecer a família! A pequena mamãe me olhava apavorada, onde eu ia ela me seguia. Quando fui tirar o bebê morto, ela o pegou da minha mão e começou a mordiscar, lamber, tentando fazer a pequena voltar,Muito triste.



Fiquei com a mãezinha um bom tempo, fiz muito carinho, ajeitei aqueles gulosos nas tetinhas e assim ela foi relaxando e dormiu, roncava de tão cansadinha. Ficou super tranquila pois sabia que eu estava ali com ela. Ela é coisa mais queria, me deixou mexer em todos, confia muito em mim.

Bom, pessoal, agora vou precisar de ajuda para castrá-la e para vacinar os bebês. Se alguém puder me ajudar agradeço de coração. Vou precisar também da ajuda de todos para encontrar bons adotantes para essa turma! Se souberem de adotantes lembrem de mim! Conto com ajuda para castração da mamãe e as vacinas para os bebês.

Governo de Moçambique autoriza matança de crocodilos para “proteger” comunidades

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O Governo de Moçambique matou oitenta crocodilos este ano. A medida cruel alega ter o intuito de “proteger” as comunidades, como anunciou hoje (28) o chefe dos Serviços Provinciais de Florestas e Fauna Bravia de Cabo Delgado, Moçambique, Darlindo Pechisso.

O Governo está implementando um plano de emergência para a redução do número efetivo de répteis, no âmbito do qual foram recolhidos 97 mil ovos e mortos 294 crocodilos nos principais rios, só em 2009, referiu o chefe dos serviços provinciais de Cabo Delgado, norte do país.

O governo criou brigadas e concedeu licenças aos operadores de safáris e a várias empresas nacionais e estrangeiras, permitindo a caça de crocodilos e recolhimento de ovos. Posteriormente, os agentes podem exportar e vender no mercado interno a pele e a carne de crocodilo.

O mesmo está acontecendo com as cobras mamba, espécie de serpentes venenosas e gigantes que têm atacado a população dos distritos de Guro e Nhamassonje, na província de Manica, centro.

Os répteis estão sendo capturados por duas empresas para posterior exportação, mediante o pagamento de cerca de 47 euros, por serpente, ao governo moçambicano.

Com informações do Angola Press


Nota da Redação: Já está mais do que na hora de o ser humano evoluir para estados menos primitivos. É um absurdo que os animais estejam sendo sacrificados em nome do que quer que seja, e que ainda toda essa barbaridade esteja partindo do governo. Essa grande violência certamente reverterá contra o próprio ser humano, que cego em sua covardia e brutalidade, e protegido pela impunidade, não percebe que destrói o que há de mais precioso neste planeta: a vida.

Águia-cinzenta será monitorada via satélite

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Os voos de uma águia-cinzenta começaram a ser monitorados no País via satélite. Uma ave fêmea, com 3 anos de idade, 3,5 quilos e envergadura de 1,8 metro foi capturada na zona rural de Patrocínio (MG) neste mês.

Ela teve um transmissor via satélite adaptado ao corpo em forma de mochila. Também foram coletadas amostras de sangue para estudos de DNA, e ela recebeu anilha (anel de aço inox) do Centro de Pesquisa para a Conservação de Aves Silvestres, órgão do Ibama.

Segundo Robson Silva e Silva, biólogo responsável pelo projeto, procedimento semelhante já foi realizado na Argentina. “Os hábitos da águia-cinzenta ainda são pouco conhecidos pelos cientistas”, afirma.

A espécie (Harpyhaliaetus coronatus) está classificada como em perigo de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ação integra o projeto Águia-cinzenta, da empresa Fosfertil.

Fonte: Estadão

Filhotes de capivara e veado são capturados no Triângulo Mineiro

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Policiais militares do 4º Pelotão de Meio Ambiente recolheram, no domingo (27), um filhote de capivara, animal da fauna silvestre brasileira. Ele estava perdido numa fazenda, na zona rural de Pirajuba, a aproximadamente 100 quilômetros de Uberaba, no Triângulo Mineiro. O animal foi avaliado por médico veterinário e levado para a companhia de polícia ambiental; depois seria encaminhado ao IBAMA.

No mesmo dia a equipe foi chamada para buscar um filhote de veado no município de Conceição das Alagoas, também na Região do Triângulo. O animal estava sozinho e perdido no meio de um canavial.

Segundo a polícia, o veado tem apenas alguns dias de vida e poucas chances de sobreviver. Ele foi avaliado por médico veterinário e encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Ambiental de Araxá. No local há profissionais treinados, capazes de recuperar animais silvestres doentes ou acidentados. A polícia não soube informar o estado de saúde do animal nesta segunda-feira.

Fonte: Uai

Bombeiros resgatam gato preso em árvore no Rio de Janeiro

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Os bombeiros do quartel de Campo Grande, no Rio de Janeiro, foram acionados para o resgate de um gato que não conseguia descer de uma árvore na manhã desta segunda-feira (28).



Moradores do bairro assistiram ao resgate do animal na Rua Viúva Dantas no centro da cidade. Foi preciso uma escada alta para que os bombeiros chegassem ao gato.

Fonte: eBand

Especialista em panda nega rumor sobre “mudança de habitat de panda gigante”

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O habitat dos pandas gigantes não será “mudado para o norte”, declarou um especialista em proteção de panda gigante, nesta segunda-feira (28).

“Não apareceu mudança climática drástica no habitat de panda gigante nas montanhas da Província de Sichuan”, disse Zhang Hemin, chefe do Centro de Proteção e Pesquisa de Panda Gigante da China em Wolong. “Não há danos ao habitat”.

Um pesquisador de panda do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, sigla em inglês) disse sábado que pandas gigantes poderiam ser migrados para o norte devido ao impacto combinado da mudança climática com o grande terremoto em 2008.

O clima mais quente e mais seco destruirão a alimentação dos pandas, enquanto o sismo de 8,0 graus de magnitude devastou seu habitat, assinalou Ling Lin, vice-diretor-executivo do Escritório de Programa do WWF em Chengdu, citado pelo jornal.

Porém, Zhang indicou que, apesar das ligeiras altas de temperatura nos últimos anos, não há mudança climática nem queda de precipitação informadas em Sichuan.

“Sem aumento de temperatura nem redução de pancada de chuva, não aparecerá escassez repentina e contínua de bambu, comida favorita do panda gigante, e outros vegetais”, disse Zhang, conhecido especialista que teve resultado positivo ao criar pandas gigantes através de inseminação artificial.

Perante o aquecimento global, Zhang destacou que altas de temperatura e quedas de precipitação podem ser inevitáveis. “Mas não acho que pandas serão migrados em grande quantidade, porque ainda temos alimentação e água suficientes”.

Fonte: CRI Online