Russia selvagem|O Caucaso|parte2



Documentário do National Geographic da vida selvagem da russia,suas belas espécies ,o cáucaso com suas altas montanhas local de habitação de varios animais.

Cientistas descobriram que as grandes baleias azuis já tiveram dentes




As baleias azuis são criaturas enormes e magníficas. Os maiores mamíferos conhecidos que já existiram, elas podem chegar a 30 metros de comprimento e pesar mais de 100 toneladas – e nem mesmo possuem dentes.
Elas capturam suas presas usando peneiras gigantes em suas bocas, formadas pelas chamadas “barbas de baleia”.
Feitas de queratina, como nossas unhas, essas barbas permitem que as baleias engulam grandes quantidades de alimentos enquanto filtram a água do mar.
Em algum momento, porém, as baleias com essas barbas (ou baleias da subordem Mysticeti) já tiveram dentes. Agora, cientistas encontraram a primeira evidência genética da perda de dentes no ancestral em comum entre todas as baleias dessa subordem.
A pesquisa aparece numa recente edição de “Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences”.
Os cientistas descobriram que um único gene, chamado de gene enamelysin , essencial à formação de esmalte em todos os mamíferos e em algumas outras criaturas, foi desativado nesse ancestral comum às baleias.
“Esse gene está faltando em todas as baleias Mysticeti de hoje”, disse Mark Springer, biólogo da Universidade da Califórnia, em Riverside, e um dos autores do estudo.
Pesquisas anteriores indicam que o ancestral dessas baleias já não possuía dentes há 25 milhões de anos. Portanto, a perda desse gene deve ter ocorrido antes disso, segundo Springer.
Ao conduzir sua pesquisa, os cientistas analisaram o DNA de baleias de cada uma das quatro famílias de baleias da subordem Mysticeti, que incluem um total de 15 espécies.

Fonte: Último Segundo

Vaca é atropelada perto do aeroporto de Araçatuba (SP)



Voluntários da Papa (Proteção Amor Pró-Animal) de Araçatuba (SP) tiveram muito trabalho, na manhã deste domingo (17), para resgatar uma vaca atropelada, durante a madrugada, na via Olegário Ferraz, a poucos metros do aeroporto. O animal seria levado para um sítio, próximo ao local do acidente.

Segundo Flávia Alves dos Santos, quando ela chegou, por volta das 8h30, o animal estava muito agitado devido aos ferimentos. Na pista ainda havia marcas do atropelamento. Parte do pára-choque e lanterna do automóvel que atingiu a vaca estavam espalhados no acostamento.

André Moura de Souza, de 22 anos, contou que por volta das 23h, ouviu três veículos passando pela vicinal em alta velocidade. O fato foi denunciado para a GM (Guarda Municipal) de Araçatuba, que trabalha na tentativa de identificar o autor do atropelamento.

Fonte: Folha da Região

Lince-ibérico é tema de debate em seminário que acontece na Universidade do Algarve em Portugal




Debater o estado atual da conservação do lince-ibérico nas suas várias vertentes (preservação do habitat e das presas e programa de reprodução da espécie em cativeiro, em curso em Portugal e Espanha) é o objetivo do 1.º Seminário do Lince-Ibérico em Portugal, que acontecerá nos dias 28 e 29 deste mês, na Universidade do Algarve em Portugal.
Promovido pela Liga para a Proteção da Natureza (LPN), que desenvolve nos últimos anos projetos de conservação de habitat do lince-ibérico em várias regiões do País, o seminário conta a colaboração de outros parceiros e entidades que perseguem o mesmo objetivo.
Fonte: DN Ciência

Polícia apreende pássaros ameaçados de extinção em feira de SP

A Polícia Civil apreendeu neste domingo (17) ao menos 225 pássaros, incluindo espécies em extinção, em uma feira na Zona Leste de São Paulo. Catorze pessoas foram presas e vão responder por maus-tratos e comércio de animais silvestres.
A operação, comandada pelo delegado Sebastião Celso dos Santos, da 2ª Delegacia do Meio Ambiente, foi feita nos bairros Jardim Helena e Vila Mara, onde ocorre tradicionalmente a feira.
Segundo o delegado, entre as aves estão sabiás e canários e o trinca-ferro, considerado raro. Santos diz que a polícia já realiza um levantamento de outras feiras que promovem o tráfico de animais na cidade e que outras blitze serão realizadas.
Fonte: G1

Polícia ambiental resgata quelônios em embarcação no Amazonas




Policiais Militares e Fiscais Ambientais do Amazonas apreenderam na noite deste sábado (16) cerca de 70 quelônios em Urucuritura. Os animais estavam na embarcação Almirante Teixeira que seguia da Vila Paraná do Limão para a sede município. Os envolvidos foram encaminhados na madrugada deste domingo (17) para Barreirinha (331 quilômetros de Manaus).
O proprietário do barco, o agricultor Rubem Moreira da Silva, 37 anos, negou que os quelônios apreendidos eram de sua responsabilidade. Ele disse que a  embarcação estava fretada e que não saberia informar quem faz a locação.
O chefe da operação, Marcos Bahia informou que os animais serão entregues à coordenação do projeto de Pinchaí. De lá os quelônios devem ser devolvidos ao Rio Andirá. “A operação só teve sucesso porque a comunidade denunciou a pesca e o transporte dos animais pelos predadores”, destacou.
Além dos quelônios, os fiscais apreenderam ainda duas espingardas Calibre 20, malhadeiras e arrastões. Os envolvidos na apreensão foram interrogados e assinaram um termo de responsabilidade. Uma denúncia contra eles será encaminhada ao município de Urucurituba.

Fonte: Portal Amazônia

Prefeitura enfrenta ameaças ao defender cães abandonados em parque



Este é mais um bom exemplo de como as autoridades em conjunto com a comunidade podem resolver de forma eficiente o problema de cães abandonados. Protetores do Parque Florestal foram contatados pela prefeitura de Santiago do Chile, depois de denúncia feita por um morador, que se queixava da presença dos cães atendidos e socorridos por protetores da região.


Veterinários da Prefeitura e da Administração de Parques e Jardins da cidade, entraram em contato com os protetores e definiram uma reunião para conversar a respeito dos cachorros, “Timy” e “Pepe”, que vivem no local e que ultimamente começaram a ter problemas com um morador, que está reunindo assinaturas a fim de eliminá-los, além de fazer ameaças à prefeitura com ações jurídicas se não tomarem alguma providência.

Segundo Angelo Gomes, um dos protetores que atuam no parque, as autoridades estão apoiando o seu trabalho e os cães não serão retirados por nenhum motivo. “Nós não vamos sozinhos à batalha, nem à guerra, porque os cães do parque não estão sozinhos, aqui estaremos por eles, porque são parte de nós”.

De acordo com o jornal PrenAnimalista, como resultado do diálogo entre o município e protetores, ficou acordado em realizar-se campanha de esterilização e projeto de tutela responsável com uma campanha de educacão no parque e feira de adoção, entre outras coisas.

fonte:anda

Rússia selvagem|A Região Ártica



ocupando um dos territórios mais ao norte do planeta e as margens da civilizaçao,a regiao ártica da rússia e conhecido por sua temperatura,clima e hostilidade.

produção do: National Geographic



O jornal inglês “The Sun” divulgou fotos e vídeo que mostram cabras escalando um paredão de quase 50 metros em Cingino, no norte da Itália. De acordo com o periódico, os animais se arriscam para lamber as pedras por conta dos sais minerais.


Os animais são da espécie íbex, uma cabra selvagem que vive nos Alpes europeus e busca refúgio em alturas elevadas para se proteger dos predadores.


 


fonte:anda

Polícia apreende 25 pássaros em cativeiro em Areias (SP)

A Polícia Ambiental de Bananal, após denúncia anônima, apreendeu na tarde deste sábado (16), 25 pássaros em uma residência na cidade de Areias, em São Paulo. O proprietário do local, um homem de 32 anos, mantinha as aves em cativeiro.
As espécies apreendidas foram: azulão, canário da terra, pinta-silva, coleirinha e trinca-ferro. O total da multa aplicada foi de R$ 39 mil e o responsável deve responder ao processo em liberdade.
Do valor total da multa, R$ 35 mil corresponde ao crime por manter sete pássaros azulões em cativeiro, pois estão entre as espécies ameaçadas de extinção. Os animais serão encaminhados para o Ibama, em Lorena (SP).
A Polícia Civil de Areias vai investigar a procedência das aves.
Fonte: VNews



Por volta das 10h45 de hoje (16/10), a equipe do Grupo de Operações no Cerrado da Polícia Militar apreendeu 28 pássaros silvestres em São Sebastião, cidade localizada a 30 km de Brasília (DF). Os policias faziam patrulhamento quando avistaram as gaiolas em uma residência na QR 301, conjunto 03 lote 15.



No local, foi constatado que as aves não possuíam registro do Ibama. Entre as espécies, havia vários Trinca-ferros, Azulões, Curiós, Canários-da-terra e Pássaros-preto. Segundo o soldado Sérgio Araújo Andrade, até uma espécie ameaçada de extinção, o pássaro Bicudo, foi encontrada.
O responsável pelas aves, José Araújo de Jesus, 33 anos, foi encaminhado à 30ª DP (São Sebastião), onde foi atuado por crime contra a fauna, com pena de 6 meses a 1 ano de detenção e multa de R$ 500 por pássaro. Pela ave ameaçada de extinção o valor pode chegar a R$ 5 mil.

PMA resgata gambá e tamanduá de casas em Três Lagoas (MS)

Dois chamados para a Polícia Militar Ambiental (PMA) de Três Lagoas levaram ao resgate de um gambá e um tamanduá-bandeira hoje, em Três Lagoas (MS). O gambá foi encontrado dentro de uma residência e o tamanduá, no quintal de uma casa.

Os animais foram levados pela PMA e soltos na reserva da fazenda Casa Branca, no município.

Cidade espanhola promove conscientização sobre adoção de animais




Neste sábado, 16, será realizada uma jornada de conscientização sobre a adoção de animais e a utilização de chips identificadores em Pontevedra, na Espanha.
Devido à proximidade do Natal, o objetivo da jornada é conscientizar principalmente as pessoas que pensam em comprar um animal para presentear alguém, para que adotem cães e gatos que vivem em abrigos municipais ou de organizações não governamentais ao invés de fomentar a indústria cruel de comércio de animais.
De acordo com o jornal La Voz de Galicia, a jornada será realizada na Praça da Peregrina, em Pontevedra, das 11 às 14 horas, e contará com a colaboração do Seminário Permanente de Jazz, um trio de músicos que tocará durante toda a manhã. A jornada terá também cães do abrigo Os Palleiros, além de fotografias de animais de estimação, e serão sorteados chips de identificação, para incentivar o uso destes dispositivos.
Os organizadores do evento ressaltam também a importância da responsabilidade quando se adota um animal, evitando abandonos posteriores, o que é muito frequente no começo do ano, quando as pessoas que foram presenteadas com animais de estimação os abandonam nas ruas à sua própria sorte, como se fossem brinquedo.
fonte:anda

Leões foram abandonados em jaulas na Argentina


A polícia encontrou seis machos e quatro fêmeas de leão que foram abandonados em uma região rural próxima a Buenos Aires, na Argentina.
Os animais estavam dentro de jaulas pequenas e, apesar de passarem dias sem cuidados, passam bem.
A justiça determinou a transferência dos bichos para um zoológico.
fonte:r7.com

Bebês de onça pintada roubam as atenções em zoo de Curitiba

filhotes de felino brasileiro já consomem 1,5 kg de carne por dia



Fotógrafos amadores fazem fila para registrar as novas atrações do zoológico da capital paranaense.
Pela segunda vez, o casal de onças pintadas que vive no local ganhou filhotinhos. Desde então, os bebês do maior felino brasileiro se tornaram as estrelas do parque.
Apesar de pequenas, as oncinhas já consomem 1,5 kg de carne fresca por dia. A fofura mascara a agressividade, que já começa a surgir. Mas, por enquanto, elas ficam com a mãe. Por segurança, o pai foi transferido para uma área próxima.
Mas a onça não foi a única moradora do zoo curitibano a dar à luz. Saiba que fêmea está com seu bebezinho na maternidade do parque no vídeo abaixo:


fonte:r7.com

Cadela alemã dá à luz 18 filhotes de uma vez

Descubra, abaixo, quantos cachorrinhos são machos e quantos são fêmeas



Sebastian Haerter/AFP

Anny é a matriarca de uma grande família, clicada nesta quinta-feira (14). A cadela vive na cidade de Neverin, na Alemanha, com sua ninhada. São simplesmentes 18 filhotes, todos nascidos na mesma data. A cachorrinha, que tem quatro anos, deu à luz há aproximadamente um mês. Dentre os pequeninos, 11 são fêmeas e sete, machinhos.

fonte:r7.com

Zoológicos de grandes cidades têm programas especiais para os animais



O zoológico de São Paulo, maior do Brasil, é abrigo de quase quatro mil animais. É possível encontrar toda a estrutura para a reprodução dos animais ameaçados de extinção.

fonte:globo

Capivara é vista vagando em busca de abrigo e alimento, no RJ



Alheia aos carros que passavam a menos de dez metros de distância na Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, no RJ, uma capivara pastava solitária, às margens do Canal de Marapendi, na tarde desta terça-feira de feriado. Nem mesmo a aproximação do fotógrafo foi capaz de tirar o sossego do enorme roedor, que atraía olhares curiosos de motoristas e ciclistas.



Como num jogo de sete erros, porém, a cena revela um desajuste, que é resultado do acelerado processo de urbanização que a Barra e Jacarepaguá vem atravessando nas últimas décadas. Segundo o biólogo Mário Moscatelli, não só capivaras, como jacarés, gambás e outros animais típicos da região estão sendo expulsos de seu habitat natural pelo avanço da ocupação humana e hoje são vistos cada vez mais no asfalto:
 Esta capivara está com sorte, porque, quando esses animais encontram um local que lhes dê sustentabilidade para tocar a vida, eles são caçados. Eu já encontrei capivaras mortas a tiro e jacarés esquartejados. É impressionante o grau de ignorância e maldade das pessoas. Elas matam para comer.
O biólogo alerta que a caça e o crescimento urbano indiscriminado provocam um grande desequilíbrio.
Moscatelli critica também a falta de fiscalização das quatro lagoas da região (Lagoa de Marapendi, da Tijuca, de Jacarepaguá e do Camorim) e acusa a urgência de um plano de gerenciamento para as espécies nativas. Caso contrário, cenas como a da capivara ficarão apenas na lembrança:
Está na hora de o Batalhão Florestal e o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) fazerem operações para pegar esses caçadores. Eu nunca vi fiscalização permanente nas lagoas.
Quanto à solitária capivara, o biólogo suspira e conclui:
Vamos torcer por ela.
fonte:o globo

Natureza:O albatroz-gigante é a maior ave que consegue voar

O albatroz-gigante pode até ser a maior ave que consegue voar (o maior pássaro é o avestruz, mas não consegue levantar voo), mas o verdadeiro jumbo dos animais é a abetarda. As informações são do site da revista New Scientist.


 



Essa ave, que lembra um pouco o peru, vive nas planícies espanholas. Um macho tem em média entre 10 e 16 kg, mas pode chegar a até 21 kg, bem mais que o albatroz-gigante, que pesa no máximo 16 kg, e mesmo os mais pesados conseguem voar.
Chama a atenção também a diferença entre machos e fêmeas, que normalmente não passam dos 5 kg, a maior disparidade entre as aves. Durante a época de acasalamento, os machos competem durante aproximadamente dois meses, inclusive com lutas, para estabelecer seu lugar na hierarquia pela busca de fêmeas. Somente metade dos machos passa para o próximo estágio, o de tentar atrair uma companheira.
Os machos se mostram para as fêmeas, levantando suas penas para ressaltar seu tamanho. Do início da época de acasalamento até a conquista da companheira, somente 10% dos machos conseguem acasalar.
Mas não é só tamanho e penas grandes que atraem as fêmeas. Segundo o site, um estudo do Museu de História Natural de Madrid indica que elas preferem companheiros mais velhos. A explicação dos cientistas espanhóis é que os velhos têm mais capacidade para sobrevivência – já que viveram mais – e, por causa disso, têm mais chance de ter bons genes.
Fonte: Terra

Arraia-pintada





Descrição 
arraia-pintada (Aetobatus narinari) é um peixe da família dos miliobatídeos. A sua boca assemelha-se ao bico de uma ave, e a cauda a um chicote com 1 a 5 ferrões.

O seu revestimento dorsal é azul-escuro, com manchas brancas; a região ventral é branca, o que lhe permite uma eficaz camuflagem, vista de cima ou de baixo.
 Seu dorso possue coloração cinza a marrom com manchas brancas nos jovens, e anéis desta cor nos adultos.
Nada graciosa e activamente durante longos períodos em mar aberto, por vezes, perto da superfície. Chega a cruzar as grandes bacias oceânicas.

Frequentemente as suas barbatanas são avistadas fora de água! Os seus dentes achatados, constituídos por placas ósseas em série, permitem-lhe esmagar as carapaças e as conchas das suas presas.
 

Os maiores exemplares podem atingir uma envergadura máxima de 3 metros e uma massa de 230 kg.
 

Alimentação
 
Possui uma boca no inferior da cabeça, com dentes serrilhados.Alimenta-se de crustáceos , plânctons e moluscos e outros pequenos animais como: vermes, caramujos e camarões. Para capturar seu alimento a raia fica semi-enterrada na areia esperando seu alimento.

Quando a presa se aproxima ela da um rápido e certeiro bote.Cobrem a vítima com suas nadadeiras peitorais e em seguida abocanham a presa.
 

Reprodução
 
Durante sua migração e reprodução costuma formar enormes cardumes.Nesta época ao fugir dos predadores pode ser vista executando saltos espetaculares para fora da água.
 

A reprodução da raia pintada é realizada por todo ano em pares ou em trios.Os machos perseguem uma fêmea, montando-a.Após muitas tentativas quando chega a morde-la no dorso.
 Os filhotes, de 3 a 4, nascem de 17 a 33 centímetros. 

Habitat e Distribuição Geográfica
 
As raias pintadas podem ser encontradas em todas as águas tropicais do atlântico. No Brasil ocorrem mais freqüentemente no sudeste e sul do país.Elas ficam normalmente no fundo de estuários e baías, apesar de serem capazes de nadar grandes distâncias em mar aberto.

Vive solitária ou em pares e em pequenos grupos, eventualmente em cardumes, nadando próximo da superfície ou do fundo, fica em estuários e baias.


fonte:zoo virtual

Ninho de corujas ganha cerca de proteção no RS

Prefeitura de Imbé / Divulgação 

O ninho de um casal de corujas que se instalou em Imbé, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, ganhou proteção. O Departamento de Meio Ambiente da Secretaria de Planejamento Urbano da cidade construiu uma cerca no Largo da Prefeitura, local que os animais escolheram para morar.

Conforme o biólogo Pedro Terra Leite, as corujas buraqueiras estão na região há cerca de dois meses.


O cercado não só protege o ninho, como também as pessoas que, por distração, se aproximam demais. As corujas costumam atacar para se defender.

fonte:r7.com

Implante de marcapassos vem prolongando a vida de milhares de cães





Enquanto Grommit, um cão labrador caramelo, de 8 anos de idade, está calmamente deitado na mesa do consultório veterinário, o Dr. Henry Green monitora o ritmo cardíaco do cão, que tem suas batidas  guiadas por um marcapasso, implantado abaixo da nuca de seu pescoço. Grommit é parte de uma elite de cães, cujas vidas estão sendo polongadas pela tecnologia até então reservada apenas aos humanos.
Segundo informações do jornal The State, milhares de cães foram beneficiados com o implante de marcapasso ao longo das últimas duas décadas. Os números subiram de 100-200 implantes por ano na década de 1990 para os atuais 300-500, disse David Sisson, um professor da Universidade Estadual do Oregon, nos EUA, da medicina cardiovascular.
Grommit recebeu seu implante em 2006, após vários desmaios causados por um defeito do marcapasso natural do seu coração, que o colocou em risco de morte súbita. Sua tutora, Molly Hare, 41, disse que não teve que pensar muito para permitir que o Dr. Green, professor adjunto da Universidade Purdue de cardiologia, realizasse o procedimento no valor de US$ 2.000 em seu cão.
“As opções eram eu voltar para casa e encontrá-lo morto no chão ou implantar o marcapasso para que ele tivesse uma vida longa e saudável. Foi isso que eu escolhi”, disse ela sobre seu animal de estimação.
A cirurgia durou cerca de duas horas, o que é típico neste caso. Dois fios foram introduzidos através da veia jugular do cão em seu coração, para estabilizar os impulsos elétricos. 
Em seguida, o marcapasso – um pequeno computador e bateria envoltos por uma cápsula de metal, no tamanho de uma moeda de US$ 1 – foi implantado sob a pele na parte de trás do pescoço e os fios conectados.
Os pacientes portadores de marcapasso canina podem deixar o hospital de Purdue de após um dia ou dois da cirurgia. Uma vez em casa, eles devem fazer repouso durante cerca de um mês para garantir a cicatrização. Para Hare, isso significou pegar Grommit no colo – com seus quase 30 quilos –, para descer os degraus da varanda, sempre que ele precisava ir ao banheiro. Mas o cuidado especial parece ter ajudado o cão se recuperar.
Em um exame recente realizado por Green, o marcapasso do cão está funcionando perfeitamente, produzindo entre 50 e 180 batidas por minuto, dependendo do seu nível de esforço.
“Ele parece muito bom”, disse Green, dando ao cão ofegante um tapinha nas costas.
Green, um dos cerca de 200 cardiologistas veterinários EUA que podem realizar implantes de marcapasso, fez o seu primeiro procedimento em 2000 e hoje realiza cerca de 20 por ano. Uma gaveta em sua mesa de escritório é recheado com cartões de agradecimento dos proprietários gratos, cujos cães passaram por cirurgias bem sucedidas.
O primeiro implante de um marcapasso humano em um cão foi realizado em 1968, mas o processo demorou a pegar, em parte devido ao custo e à falta de disponibilidade. Os implantes passaram a ser realizadas com mais freqüência na década de 1980, quando casas funerárias começaram a doar marcapassos cardíacos de pacientes falecidos para veterinários, disse David Sisson.
Com o surgimento da AIDS, a manipulação de dispositivos médicos foi descartada e foi dada ênfase à obtenção de doações de marcapassos não utilizados, Sisson disse. Hoje, quase todos os marcapassos utilizados em cães e outros animais, como gatos e cavalos, são doados por fabricantes de dispositivos médicos, que repassam os itens de acordo com a vida útil da bateria. Quando ela enfraquece e seu uso se torna impróprio para  seres humanos, os aparelhos são doados.
Os marcapassos doados, que custam entre US$ 5.000 a US$ 10.000, são encaminhados para um centro chamado Companion Animal Pacemaker Registry and Repository, ou CanPacers, que Sisson fundou em 1991. 
O CanPacers não tem fins lucrativos e vende os dispositivos por cerca de US $ 500.o faturamento é revertido para estudos realizados por residentes de cardiologia veterinária.
fonte:ANDA

Curiosidade Pet: Que cores os cães enxergam?

Uma curiosidade que muitas pessoas têm é sobre a maneira como os cães enxergam. Para tirar algumas dúvidas, a consultora de comportamento da Cão Cidadão, Priscila Felberg, gravou um vídeo especial falando um pouco sobre este assunto super interessante. Confiram:




fonte:dr.pet

Animais apreendidos recebem tratamento para reabilitação no Ibama

A apreensão de animais pela Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipam) é apenas uma parte do trabalho feito de preservação do meio ambiente. Isso, porque depois de apreendido, o animal é encaminhado para o  Ibama, onde passa por quarentena e reabilitação até chegar o dia de voltar para a natureza. “Se eles forem devolvidos do jeito que chegam, podem não resistir no meio natural. Muitos chegam doentes ou desidratados e precisam passar por um período de recuperação para serem devolvidos”, explica a analista ambiental do Ibama, Fabíola Rufino.
Vale lembrar que não é só através de apreensão que muitos animais chegam ao Ibama.  Em alguns casos, animais silvestres que eram criados como domésticos, são simplesmente entregues pelos tutores, que desistem de criá-lo ou são “tocados” pelo sentimento ambiental. Em alguns casos, também, o tutor vai ao Ibama tentando regularizar seu animal no órgão, mas frustado pela impossibilidade, acaba convencido de  devolvê-lo.
“São vários os casos desse tipo. A pessoa tenta regularizá-lo, mas o Ibama não legaliza um animal que  não conhece a procedência. Então, o tutor acaba convencido a deixá-lo, porque assim também não precisará responder a um processo ambiental”, explica Fabíola. Sobre a desistência de criar o animal silvestre, a analisa ambiental explica que isso, muitas vezes, se deve à falta de conhecimento antes de adquirir um exemplar selvagem.
“Isso ocorre muito. O animal começa a dar trabalho demais, fica muito grande ou agressivo, então o tutor entrega para o Ibama. Casos desse tipo são mais frequentes, sobretudo, tratando-se de macacos-prego. São animais muito ‘bonitinhos’ quando pequenos, mas crescem e alguns se tornam bastante agressivos”, afirma Fabíola Rufino.
Só de macacos-prego, o Ibama tem aproximadamente 30 exemplares em seus viveiros. Eles, junto aos papagaios (100 exemplares), os periquitos (50) e as araras (30) são os mais numerosos e que ocupam os viveiros por mais tempo no Ibama. “São animais que precisam de um tempo maior de recuperação”, explica Fabíola Rufino.
Com esses animais e mais a centena de pássaros canoros, como o Azulão, Galo de Campina e Golinho – que são as principais vítimas da comercialização de animais silvestres no RN – representam um investimento mensal com alimentação, de aproximadamente R$ 4 mil do Ibama. “Isso, sem contar com funcionário, biólogo, veterinário e tudo mais que o animal precisa para se recuperar e poder voltar para a natureza”, explica Rufino.
Além dos animais apreendidos em situação irregular e vítimas de crimes ambientais, o Ibama e a Cipam também fazem um importante trabalho na reabilitação daqueles que são encontrados feridos na natureza. “Tartarugas, gaviões, corujas são os principais animais que encontramos feridos e levamos para o Ibama para se recuperarem”, afirma o comandante da Cipam, major Correia Lima.
O  major afirma que “o trabalho de combate ao tráfico de animais tem que ser feito em três frentes: ostensividade, conscientização e punição, que seja, realmente, eficaz. Baseado nisso, é possível perceber que o trabalho está, pelo menos, encaminhado em dois pontos. “Estamos nos empenhando em trabalhos ostensivos, fazendo apreensões regulares em operações ou após denúncias e pretendemos expandir isso para todo o Estado. Também pretendemos melhorar nosso trabalho de educação ambiental”.
No entanto, em outros aspectos, que não fazem parte do trabalho da Cipam e do Ibama, ainda há falhas, segundo o comandante. “Falta, para mim, uma punição mais restritiva de direitos. É preciso uma punição mais firme”, afirmou o comandante.
Atualmente, a pessoa presa em flagrante por venda de animais silvestres em uma feira livre, por exemplo, é levada para a delegacia, onde assina um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) e, em seguida, é liberada para responder o processo em liberdade. Em alguns casos, há também a cobrança de uma multa pelo crime. “A Lei de Crimes Ambientais é moderna, mas a punição ainda é pouca. E isso contribuiu para a reincidência. Tem vendedor que já prendi três vezes e ainda está cometendo crimes”, revela o major.
Legalidade
Ter um animal silvestre em casa, não é um crime em todos os casos. De acordo com o Ibama, é possível criar uma arara em casa, por exemplo, sem estar cometendo um crime ambiental. Para isso, contudo, é preciso adquirir um animal registrado em criadores autorizados pelo próprio Instituto.
“Os preços variam muito, mas é possível adquirir uma arara vermelha por R$ 5 mil em criadores registrados pelo Ibama”, garante Fabíola Rufino.
Além da dificuldade em encontrar criadouros credenciados e pagar um valor considerável pela compra, é preciso ainda seguir uma série de exigências, como, ter um local apropriado para mantê-lo e não fazer a reprodução da espécie em cativeiro.
“Um papagaio em feiras livres pode custar R$ 500, mas a possibilidade de se perdê-lo é muito maior. Isso porque muitos chegam já doentes ou desidratados. Além disso, se for pego pela fiscalização, o tutor ilegal terá que pagar multa e responder a um processo judicial, além de ter o animal apreendido”, explica Fabíola Rufino.
Se o prejuízo financeiro não é o suficiente para barrar a tutela ilegal, outro aspecto pode fazê-lo: o risco de doenças contagiosas. “É importante que a população saiba da possibilidade de se contrair doenças sérias no contato com animais silvestres. No caso do papagaio, por exemplo, podemos citar a psitacose (doença infecciosa transmitida pelo ar)”, explica Rufino.
Rinha de galo tem a proteção de  poderosos
O galo se enquadra na lista de animais domésticos do Ibama. No entanto, é crime e ainda muito frequente no Rio Grande do Norte, a colocação dessas aves nas chamadas rinhas de galo de briga. Algo ainda mais complicado de se combater que o tráfico de animais silvestres, visto que se encontra muito enraizado na sociedade local e recebe o incentivo de “poderosos”, viciados em apostas.
“É complicado mesmo. É algo ainda muito popular em algumas regiões do Estado e conta com a presença e o patrocínio de pessoas influentes”, afirma o comandante da Cipam, major Correia Lima. Neste ano, a Companhia já apreendeu aproximadamente 500 galos  em rinhas, no Estado.
As zonas rurais de Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante e de Extremoz, além da praia da Redinha, são os principais locais onde esse crime acontece com mais frequencia. Em junho, inclusive, em uma só apreensão feita em Ceará-Mirim, a Cipam encontrou 72 galos de briga. Aproximadamente 30 pessoas estavam no local, mas apenas três foram encaminhadas para a Delegacia de Plantão da Zona Norte. “Encontramos até um juiz estadual participando das apostas”, afirmou um dos policiais ambientais que fizeram a apreensão.
A briga de galo é uma prática considerada crime ambiental e se enquadra no artigo 32 da Legislação Ambiental. O artigo condena “o ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” e prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.
Os galos de rinha são criados com muitos anabolizantes, a fim de ganharem músculos e, dessa forma, terem melhor resultado nas brigas.
Os galos apreendidos, que não são sacrificados, são encaminhados para centros de reabilitação de usuários de drogas. “São levados para lá para serem criados. Isso é uma das formas de tratamento de dependentes químicos”, explica o comandante.

Urso é resgatado após ficar preso em árvore a 18 metros de altura

Um urso foi resgatado na última terça-feira em Bend, no estado do Oregon (EUA), depois que ficou preso em uma árvore a cerca de 18 metros de altura. Com o animal pesava mais de 130 quilos, os bombeiros tiveram que usar tranquilizantes para conseguir retirá-lo com segurança, segundo reportagem da emissora de TV “NBC News”.


 



O morador Philip Poh foi quem ligou para o serviço de emergência para avisar que um urso estava preso no alto de uma árvore. De acordo com a polícia, o animal estava derrubando latas de lixo atrás de comida.
“Eles estão à procura de comida e acasalamento”, disse Corey Heath, do departamento de vida selvagem do estado do Oregon.
Fonte: G1

Gêmeos e raros, micos-leões-pretos nascem no Zoo de SP

Dois micos-leões-pretos nasceram no dia 17 no Zoológico de São Paulo, zona sul da capital. A espécie é considerada uma das mais ameaçadas do mundo – na natureza e em cativeiro, restam apenas 1,1 mil animais.

 


Proteção. Por enquanto, bichinhos ficarão isolados
Ainda sem sexo definido – por serem muito novos -, os filhotes da fêmea Kinha, de cerca de 3 anos, e do macho Calixto, de 2, ainda não estão expostos ao público nem foram batizados. É a primeira cria dos dois.
Nativa de um tipo de floresta da Mata Atlântica, essa espécie é encontrada principalmente nas regiões Oeste e Sudoeste do Estado de São Paulo. A principal reserva, com 800 animais, fica no Morro do Diabo, no Pontal do Paranapanema. “O risco de a maioria deles ficar na região é que, se houver um grande incêndio, por exemplo, todos podem desaparecer”, afirma Roberto Vilela, biólogo do Setor de Mamíferos do Zoológico. A raridade desses micos-leões se explica pela destruição de seu hábitat, o desmatamento e o tráfico de animais. “Eles são muito valorizados no exterior”, conta Vilela.
Fases. Após o nascimento, a amamentação foi feita por Kinha, sem interferência dos biólogos. “Queremos que tudo seja feito da forma mais natural possível”, afirma Vilela. Nessa fase, o macho sempre acompanha a fêmea. Agora, já com cerca de duas semanas, os filhotes também passaram a ser carregados pelo pai. De três em três horas, o macho devolve os filhotes para a amamentação.
Uma das preocupações dos biólogos nesse momento é que não haja rejeição de Kinha aos filhotes. Por enquanto, isso não tem acontecido.
Como são muito novos, os animais não serão expostos ao público – não há previsão para que isso aconteça. Eles ficarão numa área denominada “micário”, onde a espécie se reproduz.

FICHA TÉCNICA:
A espécie se alimenta de frutas, insetos, ovos, lagartos e pequenos pássaros.
Nome científico: Leontopithecus chrysopygus
Ordem: Primata
De onde é: Mata Atlântica, especialmente oeste do Estado
Longevidade: 15 anos
Peso adulto: 360 a 710 gramas
Reprodução: 1 a 3 filhotes

Dois primatas brasileiros entram na lista de ameaçados de extinção no mundo




O macaco-prego-galego e o guigó-da-Caatinga estão na lista dos 25 primatas mais ameaçados de extinção no mundo. A inclusão ocorreu durante o 23º Congresso Internacional de Primatologia, realizado na Universidade de Kyoto, no Japão, no mês passado.

A lista passa por revisões a cada dois anos, sob a coordenação do Grupo Especialista em Primatas da União Internacional para a Conservação da Natureza (PSG/IUCN), e tem como objetivo ampliar as ações de conservação das espécies listadas.
A candidatura das espécies brasileiras foi apresentada pela delegação formada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CPB/ICMBio), universidades e ONGs.
Segundo Leandro Jerusalinsky, do CPB, as duas espécies foram incluídas porque suas populações estão sendo reduzidas continuamente. “A maioria dos primatas no Brasil sofre com a destruição e a fragmentação de seus habitats, as florestas, o que leva à diminuição e ao isolamento de suas populações, além de sua extinção em várias áreas.”
O macaco-prego-galego (Cebus flavius), listado como criticamente em perigo, foi redescoberto apenas em 2006, após 300 anos desaparecido para a ciência. Há cerca de dez áreas com ocorrência confirmada da espécie em pequenos fragmentos de Mata Atlântica nos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Já o guigó-da-Caatinga ( Callicebus barbarabrownae) foi descoberto há 20 anos e é o único primata endêmico da Caatinga, bioma em grave estado de degradação. A espécie está criticamente em perigo.

Fonte: Estadão