Pastor e rot vivem desde bebês na casa e lá foram deixados. ADOÇÃO
























O senhor que era dono dos lindos cães, um imponente pastor alemão e um maravilhoso rotweiller morreu.

Sua esposa cuidou dos cachorrões mas a doença e a idade deram a centença. A senhora foi embora morar com um filho no apartamento e os dois cachorrões foram deixados na casa onde sempre viveram desde bebês.


É o fim das famílias japonesas na região.

A casa foi vendida para o senhor Jhony e este ficou encarregado de cuidar dos peludos.
Ambos, pastor e rot possuem pedigree, são cães que vieram de grandes criadores.
Pastor e rot possuem 5 anos de idade, são lindos e saudáveis.

Criadores e empresários de aluguel, FORA, voltem para o inferno de onde vieram!
Contato: sr Jhony no 11 3536-9359, e-mail: lincolncachorroderua@gmail.com
Abraços e Paz a Todos,Lincoln.

NOTA:A linda cachorrinha viralatinha que aparece na foto também está sendo cuidada pelo senhor Jhony e vive nas ruas.

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA



Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas desde Maine a Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.

Fonte: Folha

Estudo faz conexão entre abuso de animais e violência doméstica




Na última semana, um homem da cidade de Lowell foi acusado por diversos assaltos, por crueldade contra animais e contra a sua namorada, a qual também teve os animais sob sua tutela vitimizados, afirmou o estadunidense “Boston.com”.

Miguel Andino ameaçou matar familiares de sua namorada, caso ela terminasse o relacionamento. Ele também bateu em seus cachorros, estrangulando-os até que seus olhos sofressem de hemorragias e trancafiando os cães menores numa gaveta por dez horas. Esse caso preocupante é apenas um exemplo da relação perigosa existente entre a violência doméstica e o abuso contra animais. A cada ano, mais de três milhões de mulheres ao redor dos EUA são vítimas de violência doméstica, fazendo com que essa seja a principal causa de ferimentos em mulheres entre 15 e 44 anos. Nos Estados Unidos, uma mulher é agredida a cada nove segundos.

Em detrimento desses abusos, mulheres agredidas frequentemente atrasam a saída de relacionamentos perturbadores. Estudos feitos pela “American Humane Society“ mostraram que próximo da metade das mulheres agredidas atrasam a sua saída de ambientes abusivos, porque temem pela segurança dos animais sob sua tutela.

A “Humane Society” salienta que o abuso contra animais deve ser olhado com mais cuidado, porque ele geralmente está ligado também à agressão de crianças. A agressão contra animais expõe a vontade de agredir, mais do que a perda de controle do agressor. As ameaças, os golpes ou o assassinato de um animal podem indicar uma potencialidade para o aumento da violência e da letalidade.

Animais são frequentemente usados como instrumentos de controle na dinâmica de poder do agressor sobre o agredido. Quanto mais o animal for amado, mais ele pode ser usado como meio de controle pelo agressor. A agressão contra animais é usada para condenar atos de independência e como forma de obrigar a parceira a deixar o trabalho e voltar a suas funções domésticas e não mais sair. Ameaças ou violências contra animais podem perpetuar uma atmosfera de medo no lar e isolar os familiares. As sobreviventes de agressão ficam relutantes em deixar o lar, devido ao seu animal de companhia – tanto porque o animal pode ter a sua vida ameaçada ou porque a vítima não tem como levar o animal com ela.

Entre as mulheres que procuram abrigos, 85% reportaram agressões contra animais em suas casas. Recentemente, outros estados começaram a se preocupar com essas questões: dezessete outros estados, incluindo o Maine, Connecticut e Vermont aprovaram leis que incluem animais em medidas de proteção.

Um Ato que relacionasse a violência doméstica e animais permitiria que animais fossem incluídos em ordens de restrição, auxiliando a corte a dar à vítima o direito de sair de uma vida de ameaças e agressão e levando o animal sob sua tutela com ela. Esse projeto poderia aumentar os poderes da polícia, fazendo com que esta possa cuidar das necessidades dos animais que vivem em situação de violência doméstica. A legislação proposta também procura auxiliar mulheres ou homens agredidos a encontrar um local para os animais em sua tutela, quando eles saem de seus lares de violência.

Em Massachusetts, houve a oportunidade de dar passos que melhorassem a legislação relativa à violência doméstica. Essa legislação, auxiliada por financiamento adequado, poderia ajudar as vítimas a deixarem seus relacionamentos de violência, obtendo um local seguro para seus animais de companhia e para si.

fonte:anda

Perda de biodiversidade deve aumentar no século XXI



Até recentemente, pesquisadores pensavam que a complexidade da biodiversidade inviabilizava a previsão de tendências futuras. Agora, especialistas em biologia se juntaram para provar que é possível prever situações futuras. Esses cientistas publicaram uma compilação em escala global de cenários quantitativos, nos quais descrevem as possíveis mudanças na biodiversidade no mundo.

Apesar de um certo grau de incerteza nos modelos elaborados, as possíveis tendências convergem: se os processos de desenvolvimento humano e econômico não mudarem radicalmente, a Terra caminhará para o desastre.

A tendência é que a perda de biodiversidade continue no século 21. Mesmo os cenários mais otimistas prevêem o declínio, até mesmo a extinção, de muitas espécies ao longo do século. As extinções em escala global irão aumentar fortemente, a abundância média das espécies vai diminuir e sua distribuição vai alterar.

Com as mudanças no uso da terra, no clima e na super exploração dos recursos naturais, as atividades dos seres humanos são centrais nas principais ameaças à biodiversidade. A boa notícia é que os cenários descritos pelos pesquisadores apontam para as possíveis linhas de ação.

A maioria das plantas e animais estará sujeita à diminuição de sua área de distribuição ou abundância (número de indivíduos de uma espécie por unidade de superfície ou volume). A equipe de cientistas alertou, por exemplo, que a abundância total das espécies terrestres pode diminuir de 10 a 20% durante a primeira metade do século. O fator mais crítico é uma mudança na composição das comunidades, mais do que o desaparecimento de espécies.

Os principais fatores por trás da perda de biodiversidade são a degradação e destruição de habitats naturais, alterações climáticas e a super exploração de recursos biológicos. Mudanças no uso da terra, impostas, por exemplo, pela urbanização ou a conversão de floresta equatorial em pastagens e terras aráveis, é a principal ameaça à biodiversidade. A situação afeta em primeiro lugar os países do Sul, como África Central e Austral, zonas do Atlântico da América do Sul e parte do Sudeste da Ásia.

As alterações climáticas também perturbam gravemente os habitats e ecossistemas, e ampliam a tendência de perda de biodiversidade durante o próximo século. As alterações climáticas levam, por exemplo, a invasão da tundra do Ártico pela floresta boreal, que está mudando os pólos conforme o clima aquece. Outras ameaças são a acidificação dos oceanos e o aumento do nível do mar e da poluição, que altera os recifes de corais e destrói um número significativo de ecossistemas costeiros.

A pesca leva a um declínio de alguns predadores como o atum e o tubarão, perturbando completamente a cadeia alimentar marinha. Essa perda de biodiversidade pode ter fortes consequências ao desenvolvimento. Por exemplo, a degradação irreversível dos habitats litorâneos expõe ao risco de intensificação de danos causados por ondas e tempestades.


Entretanto, os pesquisadores mostram que existem meios para controlar essa queda de biodiversidade. Limitar o desmatamento, por exemplo, pode ajudar a combater essa tendência. Os cientistas prevêem que, dependendo das medidas tomadas agora, nos casos mais favoráveis, haverá um aumento mundial global na cobertura florestal de cerca de 15% até 2030, um montante de 10 milhões de km², equivalente à superfície do Canadá ou da China. Por outro lado, se nada for feito, o pior cenário indica uma redução de mais de 10% da superfície de florestas.

O aumento da eficiência da agricultura, a redução das emissões de gases de efeito estufa, o reflorestamento em larga escala, a criação de ambas reservas naturais terrestres e marinhas, são outras medidas que podem permitir que os seres humanos diminuam seu impacto sobre a biodiversidade.

Os cenários descritos pelos pesquisadores são coerentes com a economia e a utilização de recursos da população. No entanto, eles indicam que são necessárias mudanças radicais no modo atual de desenvolvimento. Tendo isso em vista, especialistas em biodiversidade podem agora fazer previsões disponíveis para tomadas de decisão política.

Fonte: Hypescience

SEA e INEA realizam 1º Seminário Estadual de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres

  



A Secretaria Estadual do Ambiente em parceria com seu órgão executivo Instituto Estadual do Ambiente realiza no próximo dia 03/12, o I Seminário Estadual de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (TAS). O evento, que acontecerá no auditório do INEA, tem como objetivo promover a discussão sobre as formas de combate ao Tráfico de Animais Silvestres e apresentar as recentes ações desenvolvidas pela SEA/INEA e demais instituições.
A abertura oficial do seminário será realizada pelo presidente do Instituto Estadual do Ambiente, Luis Firmino. O evento vai contar com duas mesas redondas, que serão abertas para debate com o público. Na parte da manhã o tema discutido será a Educação Ambiental e Direito dos Animais no Combate ao Tráfico de Animais Silvestres. Na segunda parte do seminário, o Cenário Atual do Tráfico de Animais Silvestres vai ser discutido através de quatro palestras.

Com o objetivo de divulgar o “Dia de Repressão ao Tráfico de Animais Silvestres” e de promover uma cultura de respeito pela vida, serão realizados eventos de conscientização com diversas oficinas de Educação Ambiental (Gaiolão Humano, Beija Flor, Solte seu Bicho), exposição de gaiolas reutilizadas, exibição de vídeos, além de apresentação de teatro e grafite.

Quando: Quarta (01/12)

Onde:

Largo da Carioca, Centro – Rio de Janeiro

Clínica Veterinária Animamed, Mury - Nova Friburgo

Quando: Quarta, Quinta e Sexta (01, 02 e 03/12)

Onde:

Paço Municipal, Centro - Mesquita

Quando: Sexta-feira (03/12)

Onde:Auditório SEA/INEA

Av. Venezuela 110, 6º andar, Pça Mauá – Rio de Janeiro

Quando: Domingo (05/12)

Onde:

Encontro das Águas, Lagoa Rodrigo de Freitas – Rio de Janeiro

Cresce número de pessoas que abrigam cachorros e gatos em lares temporários no RJ

Enquanto não encontram um cantinho definitivo para chamar de seu, o destino de alguns cães e gatos resgatados das ruas tem sido viver num lar provisório, conforme mostra reportagem de Simone Candida, na edição de O GLOBO deste domingo. A exemplo do que ocorre nos casos de adoção de crianças e adolescentes, em que muitas ficam à espera da nova família em lares temporários, alguns animais também são acolhidos em casas de voluntários, que assumem o papel de tutores por um período.
Gente como a professora Maria José Maia de Miranda, de 55 anos, que atualmente hospeda em sua residência, em Vila Isabel, na Zona Norte, 13 cães e 37 gatos abandonados.
“Aqui eles recebem carinho, atenção, comem ração de qualidade e são medicados. Estão melhores do que em um abrigo, onde seriam apenas um número. Se cada pessoa abrigasse um ou dois animais em casa, a situação dos bichos de rua estaria um pouco melhor”, diz Maria José, que adaptou a casa para receber os animais e trabalha em parceria com a Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (Anida).
Doentes e idosos têm menos chances de serem adotados:



Em 15 anos, a professora calcula que já encaminhou cerca de 100 animais para adoção. Entre eles, animais de raça e vira-latas. Recentemente, cuidou de uma shitzu e sua ninhada, apreendidos pela Justiça num canil. Eles foram encaminhados para novos lares em pouco tempo, mas uma boa parte dos animais que vive na casa de Maria José está há muitos anos na fila, sem encontrar um tutor. E ela mesma acabou adotando.

Como acontece com a maioria das “famílias acolhedoras” do Rio de Janeiro, Maria José paga do próprio bolso a alimentação, os remédios e as visitas aos veterinário, num gasto médio mensal de R$ 2 mil. E foi justamente por não poder mais arcar com as despesas altas que a professora Cristina Clemente Ribeiro, de 52 anos, moradora de Niterói, teve que parar de receber animais em casa depois de uma década.

“Chegou a um ponto em que eu tenho mais bichos do que capacidade e condições de cuidar. É que aqui em casa todos comem ração de qualidade e recebem tratamento veterinário. Isso custa caro. O problema é que as pessoas, quando descobrem que você faz este trabalho, começam a colocar bicho na sua porta”, diz Cristina, que atualmente tenta ajudar uma amiga a doar quatro gatinhos pretos. “É o que posso fazer neste momento, ajudar outras famílias que, como eu, acolhem bichos. Divulgo fotos no Facebook, no Orkut e também em petshops”, diz ela, que prefere não divulgar quantos cães e gatos abriga em casa.

A veterinária Andrea Lambert, de 45 anos, presidente da Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (Anida), conta com um grupo fixo de dez pessoas que a ajudam a acolher as muitas dezenas de cães e gatos que ela encontra largados pelas ruas. Atualmente, ela dispõe de 50 bichos, entre cães e gatos, a maioria disponível para adoção.



“Sem dúvida, é muito melhor colocá-los na casa de um voluntário do que deixá-los num abrigo, onde muitas vezes o animais morrem. Estes acolhedores acabam criando uma corrente, ajudando a procurar um tutor para o animal. Isso sem contar que, muitas vezes, o lar provisório acaba virando definitivo porque o cuidador adota o animal”, diz Andrea Lambert, que atualmente tenta encontrar um tutor responsável para uma fêmea da raça buldogue francês.

Quem quiser adotar um dos animais abrigados em lares temporários pode entrar em contato diretamente com algumas das ONGs que fazem o controle da adoção. Confira os meios de achá-las:

Grupo de Assistência e Proteção Aos Animais (Gapa):www.gapaitaipava.org.br ou 24-2222-8419
Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (ANIDA): www.gatosdocampodesantana.kit.net, andrealambertvet@gmail.com ou 9632-8115.



Fonte: O Globo

saúde animal:Diabetes entre os animais preocupa os veterinários

O aumento da incidência de casos de diabetes entre os animais de estimação nos últimos anos preocupa a classe veterinária. O assunto foi discutido durante o Congresso Internacional de Endocrinologia Veterinária, que aconteceu na última semana no Brasil.

Assim como nos humanos, a doença está relacionada com a obesidade e o sedentarismo. Segundo o Médico Veterinário Andrei Nascimento, o diabetes pode afetar um em cada 100 cães e gatos e os principais sintomas da doença são: o aumento da sede, a perda de peso – apesar do aumento do apetite, o urinar frequente e, posteriormente, o animal fica desanimado.
Há quatro meses a estudante Thamy Morais descobriu que sua poodle Jessie, de 9 anos, é diabética. A cadela apresentou todos os sintomas citados pelo veterinário e chegou a ficar 20 dias sem comer. ”Para que Jessie aguentasse o tratamento eu fazia um caldo e dava na boca dela com a uma seringa” afirmou.
Com o tratamento Jessie se recuperou, mas a taxa de glicose no sangue ainda está alta. “Todos os dias ele precisa tomar 8 unidades de insulina e passa por exames semanalmente”, disse Thamy Morais.
Segundo Andrei Nascimento, consultas regulares ao veterinário são fundamentais para o diagnóstico precoce da doença e o tratamento adequado. “O diagnóstico é feito por meio de um exame clínico e de exames laboratoriais, como, por exemplo, a dosagem dos níveis de glicose no sangue e na urina”. Nascimento afirma ainda que o tratamento é feito com insulina e deve ser orientado pelo médico veterinário. Como no ser humano, o diabetes em cães e gatos pode matar. “Se não tratada adequadamente uma série de complicações poderão acontecer devido às altas concentrações de glicose na corrente sanguínea que, ao longo do tempo, causarão danos irreparáveis em órgãos importantes como os rins e fígado”, afirmou Nascimento.

Aumenta incidência da doença em animais obesos:

Em muitos casos, o diabetes está ligado a fatores genéticos, porém a incidência da doença em animais obesos é cada vez mais alta. Segundo o veterinário, para prevenir a doença é importante que o animal mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos.

Além de aplicar insulina diariamente, dieta e atividade física fazem parte do tratamento da poodle Jessie, de 9 anos. “Durante toda vida, ela só comia ração com patê e ficou acima do peso. Hoje, ela come uma ração diet, que custa cinco vezes mais da que a outra. As despesas aumentaram mas faremos o que for preciso para que tenha uma boa qualidade de vida mesmo com a doença”, disse a estudante Thamy Morais, dona de Jessie.

Fonte: Correio de Urberlândia

Jaguaruna (SC) se prepara para a Primeira Parada Animal

Programada para o dia 4 de dezembro a Primeira Parada Animal de Jaguaruna. O evento será realizado em frente à Igreja Matriz das 8h às 17h. Durante todo o dia serão realizadas consulta veterinária, vacinação de animais, distribuição de brindes, palestras e orientações, conscientização sobre adoção.
O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Jaguaruna/ Secretaria da Saúde/Vigilância Municipal Sanitária.

 

Águas de São Pedro (SP) investe na preservação dos pássaros

A Secretaria de Meio Ambiente de Águas de São Pedro lançou esta semana um projeto inédito: toda a fauna existente na estância será objeto de estudo na intenção de constatar quantas espécies de pássaros habitam a cidade. O trabalho será coordenado pelo biólogo do Centro Universitário Anhanguera de Leme, José Eduardo Peixoto. Além disso, o município já possui a autorização do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente).
Serão feitas quatro visitas no período de um ano, sendo cada uma em uma estação diferente. A primeira pesquisa a campo aconteceu no último final de semana com a coleta de dados e elaboração de material impresso que identifica e apresenta as espécies encontradas.
Ameaçado de extinção do Brasil, um pássaro denominado de Soldadinho (Antilophia galeata) também foi encontrado durante a primeira etapa do projeto.
O mapeamento das espécies conta com o apoio da prefeitura de Águas de São Pedro. Para o prefeito Paulo Ronan, esta é uma oportunidade ímpar para que a cidade e os moradores saibam como preservar as espécies que aqui habitam.
“Além de estarmos identificando as espécies de pássaros que vivem aqui, vamos poder conscientizar a população sobre como manter lugares e o próprio meio ambiente em ordem para que elas não precisem migrar para outros espaços”, afirmou.

Ronan disse ainda que o estudo poderá ser contemplado pelos alunos das escolas municipais depois de concluído. “Vamos apresentar este material impresso aos alunos”, afirmou.

Biólogos descobrem nova espécie de animal marinho no Mar das Celebes, Indonésia



Uma equipe de biólogos norte-americanos descobriu uma nova espécie de animal marinho, que vive a três mil metros de profundidade no Mar das Celebes, ao largo da costa da Indonésia.

A criatura Teuthidodrilus samae – que se alimenta de plâncton e pode medir até nove centímetros – foi capturada pelo submersível de controle remoto “Max Rover Global Explorer”, segundo o jornal The Guardian.

Os investigadores descobriram o animal durante uma expedição em 2007, a cerca de cem metros do fundo do mar, nadando com a ajuda de centenas de pêlos ao longo de todo o corpo. Na cabeça tem uma série de pequenos braços, o que lhe dá uma aparência pouco habitual. Os cientistas pensam que estes sejam órgãos sensoriais. Os jovens são quase todos transparentes e os adultos são castanho escuros.

“Isto ilustra o quanto ainda temos de aprender, mesmo sobre espécies maiores e comuns das profundidades”, comentaram os biólogos do Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts, e do Instituto de Oceanografia Scripps, na Califórnia, na revista Biology Letters.

No Mar das Celebes, entre as Filipinas e a Indonésia, as zonas mais profundas estão isoladas das águas circundantes mais superficiais. Por isso, a vida marinha evoluiu num ambiente único e quase imperturbado.

Fonte: Ecosfera

fim da utilização de animais em espetáculos entrara em vigor em 2011,na china



O circo do zoológico de Kunming no sudeste da província chinesa de Yunnan está fechado e a arena foi desmontada, um mês após a proibição nacional de uso de animais em shows e “espetáculos” pela lei que entra em vigor em janeiro do ano que vem.

Segundo informações do jornal People Daily, o Ministério de Housing and Urban-Rural Development, que também supervisiona parques e zoológicos, emitiu um documento mês passado proibindo uso de animais em apresentações e venda de produtos da vida selvagem.

A proibição veio anos depois da preocupação do público sobre as condições cruéis em parques da vida selvagem que levam à morte de diversos animais. O movimento foi liderado por conservacionistas e ativistas pelos direitos animais e é um passo importante para a libertação animal.

“Caso sejam realmente implantadas, essas medidas levarão a uma redução significativa no sofrimento dos animais”, disse David Neale, Diretor de bem-estar animal da Animals Asia.

fonte:anda

Marsupiais carnívoros eram tão diversos como os carnívoros placentários



Os marsupiais carnívoros são agora um grupo de animais raro, mas o nosso planeta teve exemplares extraordinários pertencentes a este grupo. Hoje, o maior carnívoro marsupial existente é o Diabo da Tasmânia, que está à beira da extinção.
Um estudo revelou que os marsupiais carnívoros eram criaturas tão variadas como os seus primos, os carnívoros placentários.
Uma equipa internacional examinou crânios de 130 carnívoros (marsupiais e placentários) vivos e extintos, dos últimos 40 milhões de anos. Anjali Goswami e os seus colegas usaram uma técnica conhecida como geometric morphometrics para mapear os objectos. A sua análise mostrou que a variação na forma dos crânios dos carnívoros marsupiais é maior do que a observada nos caarnívoros placentários, como leões e tigres. 
O facto dos jovens marsupiais nascerem num estágio muito precoce, origina a ideia errada de que estes animais apresentam uma capacidade limitada de adaptação a novos habitats e ambientes.
“Como os marsupiais têm que rastejar muito cedo, esta técnica está bem desenvolvida desde a nascença. A necessidade (dos mesmbros anteriores) torna difícil o desenvolvimento de uma asa ou uma barbatana.” Apesar dos marsupiais apresentarem pouca variedade nos membros anteriores, o mesmo não acontece com a face e a dentição destes animais. “Os marsupiais mudaram muito mais a sua face e a sua dentição relativamente aos outros mamíferos de forma a poderem alimentar-se de carne.”
“Na América do Sul existia um marsupial dentes-de-sabre que tinha caninos tão grandes que as suas raízes chegavam aos olhos. Não há nada parecido nos mamíferos placentários. É muito extremo.”
A razão para a extinção dos marsupiais carnívoros pode ser mais complexa do que se pensava. O grupo de investigação cita duas possíveis causas: a competição com os mamíferos placentários durante a fusão da América do Norte com a América do Sul, há 3 milhões de anos atrás e a caça pelos humanos, numa época mais recente.
“Os nossos resultados reforçam a ideia de que a falta de predadores marsupiais no mundo de hoje está relacionada com má sorte e não com maus genes.” Este estudo foi publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.
fonte:bbc

Lince-ibérico: Projecto espanhol de Conservação dá passos importantes no sentido da recuperação da poppoulação de Doñana

Três anos depois de o primeiro animal de Sierra Morena ter sido libertado em Doñana surge a confirmação da primeira ninhada de 2ª geração de linces com genes de ambas as populações, coincidindo com a 3ª acção de reforço populacional.
O projecto espanhol de conservação in-situ do Lince-ibérico na Andaluzia, onde ocorrem as duas últimas populações reprodutoras da espécie na natureza, anunciou recentemente avanços importantes no sentido de recuperar a população mais pequena.
A população de Doñana, para além de ter apenas 73 indivíduos (em contraste com a da Sierra Morena que é composta por 180 linces) é especialmente vulnerável porque possui uma baixa variabilidade genética.
Para contrariar esta debilidade tem sido implementado em Doñana um programa de reforço populacional, que passa pela libertação de animais capturados na Sierra Morena. Este programa iniciou-se em 2007 com o traslado do macho Baya.
Em 2008 Baya acasalou com uma fêmea de Doñana que deu à luz Esencia que se estabeleceu com sucesso como macho territorial em 2009, tendo por sua vez acasalado com a fêmea Alcornoque. Deste cruzamento nasceu uma ninhada de 4 crias que constituem a segunda geração de linces “mista”, com genes de Doñana e Sierra Morena, a primeira ninhada F2, um marco para o programa de reforço populacional de Doñana.
Este passo importante coincide com a realização da 3ª acção de reforço, com a libertação num cercado de adaptação de Eider (fêmea adulta nascida em 2008) e Floreal (macho adulto nascido em 2009), reforçando as esperanças de recuperação da população de Doñana.
fonte:lifelince

Estudo revela que espécie de morcego europeia também pesca



O morcego patudo, Myotis capaccinii, alimenta-se principalmente de insectos que captura à superfície da água. Mas, uma vez que os charcos têm mais peixes que água durante a época seca, os morcegos patudos aproveitam-se dessa vantagem e pescam.

A descoberta foi realizada por investigadores da Universidade do País Basco, que ao analisaram dejectos destes morcegos e encontraram escamas e vértebras de peixe.

fonte:Naturlink

Abrigo de fauna da Califórnia procura pais adoptivos para 1000 ratazanas



Em Los Angeles, foram resgatadas cerca de 1000 ratazanas que estavam a destruir a casa do seu “dono”.

Os vizinhos alertaram as autoridades quando as ratazanas conseguiram expandir-se para o exterior da habitação.

Depois do salvamento, as ratazanas foram alojadas num armazém, mas o Abrigo de fauna da Califórnia que arranjar um lar para cada uma das ratazanas.

Até lá, o abrigo está a pedir brinquedos e alimentação para dar conforto a todas estas ratazanas.

fonte:Naturlink

Veja só onde um casal de sabiás construiu seu ninho

Um casal de sabiá mostrou não ser nada bobo ao escolher o local para viver com a família.

A dupla construiu seu ninho na sede do Ibama da cidade de Juiz de Fora (MG).

E não pense que foi em um canto qualquer: os passarinhos, agora, dividem o banheiro com o responsável pelo órgão federal dedicado à natureza.
Bem instalada, a família já começou a crescer, com o nascimento de três filhotes.

Por enquanto, os bebês sabiás ficam quietinhos no ninho, feito com barro e gravetos. Só quando estiverem maiores e mais empenados vão ensaiar seus primeiros voos.
Conheça, no vídeo abaixo, a simpática família:

Rainha da Espanha não resiste à fofura de filhotes de panda

Gêmeos receberam visita real em parque de Madri nesta sexta-feira

EFE-Reuters/Montagem Arte R7

Eles são tão adoráveis que até mesmo a rainha Sofia, da Espanha, fez questão de conhecê-los mais de perto.

Às vésperas de completarem dois meses, os pandas gêmeos nascidos em um zoológico de Madri, capital do país europeu, foram clicados nesta sexta (5) ao lado da figura máxima da monarquia local.

Rainha Sofia não se fez de rogada. Como qualquer plebeia, a nobre poderosa afagou os bichinhos, pegou-os no colo e até deu mamadeira.

Os irmãos pandas são os primeiros animais da espécie nascidos na Espanha nos últimos 28 anos.Para que fossem concebidos,a partir de inseminação artificial, foi necessário um estudo de pesquisadores europeus e chineses.

fonte:r7.com

Linda pinscher Susi para adoção - protetora Cícera - ADOÇÃO/DIVULGAÇÃO

A linda pinscher Susi foi encontrada pela protetora Cícera abandoanda nas ruas.

A pinscher tem um aninho de idade, cor preta e canela, está CASTRADA, muito feliz e esperta, pesa aproximadamente 4 quilos, convive melhor com cães de porte maior.


Susi não é perfeita, tem um probleminha nos olhinhos, sendo um deles maior que o outro, mas para quem ama realmente os animais, com certeza este detalhe não fará a menor diferença.


Por favor, pedimos 
divulgação para esta linda cachorrinha, pois a Cícera está lotada de cães em sua casa.


Contato: 11 2018-5442/7473-1152.

Jacaré aparece em córrego e preocupa moradores no ES

O réptil tem cerca de 1 m de comprimento e apareceu na local nesta terça-feira. Foto: Eliana Gorritti/Especial para Terra

Um filhote de jacaré virou atração no bairro Cobilândia, em Vila Velha, na Grande Vitória (ES), nesta terça-feira. O animal, de pouco mais de 1 m de comprimento, apareceu em um córrego por volta das 8h e despertou a curiosidade dos moradores da região, que acompanhavam a movimentação do jacaré desde cedo.
Muitas crianças ficaram assustadas ao ver o animal pela primeira vez, mas Gustavo Rodrigues de Andrade, 9 anos, parecia se divertir com a situação. "Muito bacana. Achei muito legal mesmo", disse o menino, que já tinha visto um jacaré na região.
Algumas pessoas, porém, começaram a jogar pedras no réptil. "Já liguei para vários órgãos responsáveis e eles disseram que não podiam fazer nada porque ele estava em seu habitat natural. O problema é que estão machucando o bichinho. Tem gente até com redes de pesca para pegar o jacaré e comer", disse a funcionária pública Cláudia Hoffman.
Outra preocupação de alguns moradores era com a possibilidade de mais chuva e do transbordamento do córrego. O receio era de que animal fosse parar dentro das casas. "Estamos com medo desse valão transbordar e esse bicho ir parar dentro de casa. Olha a quantidade de crianças aqui. É um perigo deixar esse jacaré aí", disse a professora Angela Hoffman.
Procurado pelo Terra, o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) disse que enviaria uma equipe ao local para capturar o jacaré.


fonte:terra

Consequências do massacre de golfinhos em Taiji chegam ao Egito

Graças aos esforços de Ric O’Barry e os produtores de The Cove, as pessoas ao redor do mundo sabem do massacre brutal de golfinhos que ocorre regurlamente em Taiji, no Japão, onde golfinhos são confinados às centenas e massacrados com lanças para que suas carnes sejam vendidas ao mercado japonês. Mas as consequências globais do massacre revelaram uma outra localização de brutalidades: o Egito.
Em setembro, foi publicado em várias agências que golfinhos nariz-de-garrafa eram mantidos em uma piscina numa vila particular em Hurghada. Uma piscina.
Segundo informações da Animals Change, os golfinhos, que chegam facilmente aos três metros de comprimento, viviam em uma piscina de 10 metros de largura e quatro de profundidade.
A condição da água foi relatada como tão perigosa que os golfinhos apresentavam danos oculares. E se você estiver tentando descobrir de onde eles vieram, bingo! Taiji.
Ric O’Barry visitou os quatro animais e relatou sua situação cruel em seu blog. Os animais estão marcados para eventual tranferência para um lugar em teoria melhor em Sharm El Sheik, depois de passarem 105 dias em quarentena – se sobreviverem a tudo isso, claro.
Em breve, outros quatro golfinhos serão mandados dos arredores comerciais de Taiji para apodrecer em tanques da Hurghada, Makadi Bay, Egito. Provavelmente para mostrar às próximas gerações como os humanos foram cruéis com outras espécies que alegam querer proteger. Por que qual outro propósito de se capturar animais selvagens e forçá-los a viver em aquários de cimento, minúsculos, cheios de cloro?
A prática de capturar mamíferos marinhos e condená-los a uma vida horrível para o “entretenimento” humano é doentia, triste e não educa ninguém para uma cultura de paz.
fonte:anda

Estudo com DNA de botos investiga risco de novas usinas a espécies




A partir da análise do DNA de botos do Rio Madeira, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tentam responder se a construção das usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, deverá separar duas espécies distintas do animal.
As novas hidrelétricas podem ser finalizadas já no fim de 2012, cerca de 3 anos antes do prazo inicial previsto. Segundo a pesquisadora Waleska Gravena, que coordena o estudo como sua tese de doutorado, é importante o resultado sair antes do fim das obras porque ele indicará se as barragens podem separar definitivamente as espécies Inia boliviensis e Inia geoffrensis.
Os pesquisadores acreditam que as duas espécies são separadas geograficamente de modo natural por um conjunto de 16 cachoeiras no Madeira. Mas, em expedições desde 2004, encontraram animais entre as quedas também.
A principal barreira natural no rio, segundo Waleska, será transformada em lago com a finalização das usinas. “Os bichos devem ficar presos, sem descer nem subir o rio, e isso pode resultar em queda de população se as espécies não puderem se reproduzir”, diz ela.
A análise do DNA dos botos é necessária porque, segundo a pesquisadora, morfologicamente as espécies são idênticas. “Só conseguimos diferenciar pela medida do crânio e pela genética”, diz ela, responsável pela expedição que capturou 16 botos no Rio Madeira para a retirada de amostras. Os primeiros resultados devem sair em dezembro, segundo Waleska.
 

Águia é libertada na Alemanha após envenenamento com mercúrio



Uma águia-rabalva, também conhecida como pigargo (Haliaeetus albicilla), foi solta nesta terça-feira (2) por autoridades de Ploen na Alemanha. O animal havia sido resgatado com sintomas de envenenamento com mercúrio. As informações são da agência EFE.



Segundo a agência, o animal foi encontrado em um lago artificial e encaminhado ao parque Eekholt. No local, ele passou por recuperação e acabou libertado hoje. Não há informação se a intoxicação foi intencional ou resultado da poluição.
Os riscos à saúde
O mercúrio é tóxico também para os seres humanos. Durante a gestação, pode levar a problemas cognitivos para o feto e futuras dificuldades de aprendizagem. Para crianças e adultos, pode causar problemas neurológicos e de mobilidade. Além de respeitar o direito à vida dos animais, estudos alertam para o perigo do consumo de peixes, já que a carne desses animais contém muito mercúrio.
fonte:terra


Isis Valverde adota vira-lata



A atriz Isis Valverde, no ar na novela “Ti-ti-ti”, contou ter adotado uma cadela SRD. “Coloquei o nome de Surya, para homenagear a personagem de Cleo Pires em “Caminho das Índias”, disse.

“Ela ficou me olhando e eu me apaixonei. Estava cheia de pulgas e carrapatos. Dei banho e a cachorrinha já está toda linda. Vou até ligar para a Cleo para falar do nome”, contou Isis.

Ela contou ainda que gravou uma campanha para a entidade carioca de proteção aos animais Suipa.A atriz demonstrou compaixão e sensibilidade ao adotar uma SRD.

Fonte: Anda

Força-tarefa retoma buscas por onça-pintada em Campo Grande (MS)

Recomeçaram por volta das 6 horas deste sábado (30) as buscas pela onça-pintada que fugiu do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) na manhã de ontem, 29. O felino de oito meses escapou da jaula e se embrenhou na mata da reserva do Parque dos Poderes, em Campo Grande (MS).
A Polícia Militar Ambiental coordena a operação que envolve 25 agentes, além de técnicos da ONG Pró-Carnívoros, que vieram de Corumbá especialmente para cooperar nas buscas. Veterinários do Cras, mateiros e guias com cães farejadores também compõem a força-tarefa. Para neutralizar a ação do felino, os homens dispõem de rifles com dardos tranquilizantes.
De acordo com o comandante da operação, major PMA Matoso, houve mudança na estratégia para tentar encontrar o animal. Foram criadas equipes multidisciplinares para vasculhar tanto a área interna da reserva como o perímetro, na tentativa de verificar se a onça-pintada saiu do local.

Entenda o caso
Por volta das 7 horas de sexta-feira (29), a onça que estava na jaula se assustou com a investida de uma anta contra as grades. Com isso, de acordo com coordenador do Cras, Elson Borges, a porta se abriu e o felino escapou. Antes da fuga, a onça-pintada tinha sido alimentada com 1 quilo de carne por um veterinário do Cras.
Há cerca de seis meses, o animal foi resgatado em Água Clara, e por isso perdeu a fase de amamentação. Atualmente a onça está com 50 quilos.
O biólogo do Cras explica que, apesar de a onça ser filhote, ela está adaptada aos seres humanos devido ao contato que tem com os tratadores no centro. Mas qualquer barulho ou movimentação estranha pode deixar o animal assustado.
Para Elson Borges, é difícil a onça sair da mata e ganhar o asfalto, por causa da grande movimentação na área externa.
Ontem, rastros na margem do córrego que passa pelo Parque das Nações Indígenas chegaram a ser encontrados na proximidade do córrego, mas as folhas secas dificultam a formação das pegadas. Uma parte do Parque teve de ser isolada.
Fonte: Midiamax

Internautas manifestam-se contra a importação de girafas para zoológico de Sapucaia do Sul (RS)



A notícia de que ativistas estão mobilizados para impedir a importação de girafas para o Zoológico de Sapucaia do Sul ganhou apoio de internautas. A polêmica teve início após a morte do último exemplar do parque, ocorrida em 15 de setembro. Na época, a direção da instituição anunciou que iria buscar um novo animal.
Em mural publicado em Zerohora.com, o tema gerou revolta. A pergunta direcionada aos leitores foi a seguinte: Você é contra ou a favor da importação de girafas para o zoológico?
A maioria das respostas foi de leitores radicalmente contra, principalmente no que diz respeito a tirar as girafas do seu habitat natural para deixá-las presas em um zoológico. Leia alguns relatos:
“Deixe os pobres animais no seu habitat. Que mania que o Ser Humano tem em enjaular os animais. Vocês não querem ser livres? Os animais também”, avaliou Neusa Goettert.
“O que está acontecendo com as pessoas? Já estão destruindo as florestas…Deixem os bixos em paz!”, disse a internauta Patrícia Godoi.
“Animais nao são mercadorias que ficam expostas em vitrines. Merecem respeito como seres sensíveis que são. Devemos ter um mínimo de consciência e deixarmos a arrogância e prepotência de lado, sendo racionais, sabemos que todos têm direito a vida e a liberdade”, escreveu a leitora Juliana Marques.
O mural teve mais de 100 participações. Em função da polêmica, após a manifestação de ativistas, a direção do Zoológico do Estado adiou a importação de girafas e divulgou nota esclarecendo que a instituição não recebe animais retirados da natureza, apenas oriundos de criadouros.
A nota informa ainda que a importação de girafas deverá ser definida após a transição no governo do Estado, já que o corpo técnico do parque deverá ser modificado.
Último exemplar morreu na manhã de 15 de setembro
O último exemplar de girafa (Giraffa camelopardalis rothschildi) do Parque Zoológico morreu às 9h do dia 15 de setembro. Doroteia era filha de Paquito e Dorinha, e nasceu no dia 29 de janeiro de 1995, no zoo do Estado, em Sapucaia do Sul.
A causa da morte do animal foi um severo comprometimento cardio-respiratório. Doroteia teve sua saúde abalada, quando da perda da companheira de zoológico, em julho passado. Na época, ela já tinha sintomas de solidão e início de um processo de infecção respiratória.
Fonte: Zero Hora

Cães farejadores ajudam a preservar baleias no Pacífico



O faro apurado dos cães tem ajudado em um propopósito inusitado: cachorros têm ajudado cientistas americanos na preservação da população de baleias no Oceano Pacífico. Os cães são treinados para detectar fezes de baleia.

“Como você estuda uma baleia de 50 toneladas? Você não pode pegar o animal, e fazer um exame físico. Então, a única coisa que sabíamos que podíamos conseguir eram amostras de fezes, porque isso já havia sido feito nos anos 80 para estudar a dieta das baleias, explicou Roz Rolland, do New England Aquarium, em Boston, EUA, pioneiro no uso da técnica.

O material coletado contém informações sobre os níveis de estresse e fertilidade da baleia, sua nutrição e a exposição do animal à poluição. Com esses dados, os pesquisadores são capazes de determinar as causas do declínio da população de baleias na região.

“Há algo muito importante no uso de habilidades que não envolvem alta tecnologia, mas que são altamente eficientes como um animal para ajudar a preservar outro. E para os cachorros, isso é um jogo de esconde-esconde. Eles adoram”, diz Rolland.

Como as fezes boiam por, no máximo, 45 minutos antes de afundar entre as ondas, o trabalho dos cães é fundamental. Se as condições de vento forem ideais, eles podem farejá-las a mais de 1,6 mil metros de distância e guiar o barco até lá.

A recompensa dos cães pelo trabalho é uma brincadeira animada que dá direito a uma bola por cada amostra de fezes descoberta no oceano.

Fonte: Extra Online

Campanha SOS Cagarro salvou 818 aves em um mês

A campanha ‘SOS Cagarro’, promovida nos Açores, em Portugal, desde o início de outubro, já permitiu o salvamento de 818 exemplares dessa ave marinha em várias ilhas do arquipélago, anunciou hoje a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.

A mesma fonte indicou que apenas nas quatro noites do último fim de semana as brigadas de voluntários que aderiam à iniciativa recolherem cerca de 700 cagarros juvenis, perdidos quando tentavam o seu primeiro voo a partir das zonas de nidificação no arquipélago.

Numa referência aos resultados já obtidos, o diretor regional dos Assuntos do Mar sublinhou a necessidade de se “continuar a atuar no sentido de minimizar as situações de atropelamento” que continuam a figurar entre as principais ameaças à espécie, adiantando que este ano já foram registados 67 cagarros mortos ou feridos na região.

Frederico Cardigos admitiu a importância da contribuição de diversas entidades que, a pedido do governo, “têm vindo a atuar na prevenção, reduzindo a intensidade luminosa em locais que foram identificados como problemáticos em anos anteriores”.

O cagarro é uma espécie migratória rara que tem nas ilhas açorianas uma das suas principais zonas de reprodução.

Fonte: DNotícias

Samsonite faz apologia às touradas em comercial



A League Against Cruel Sports, uma ONG inglesa que atua especificamente contra atividades ‘esportivas’ que envolvem animais, está realizando uma campanha para denunciar a Samsonite que colocou no ar uma peça publicitária fazendo apologia às touradas.

O comercial não usou um animal de verdade, mas o ator é um toureiro real. Christian Aparicio é a estrela da peça publicitária, desenhada para nos lembrar da sensação maravilhosa que é sair puxando uma mala Samsonite pelo saguão de um aeroporto.

A representação de touradas na propaganda induz o espectador a pensar que a touradas são dramáticas e graciosas. Para produzir esse efeito, o comercial reproduz a atmosfera de um sonho.

Pura mentira. As touradas são espetáculos de sadismo e brutalidade onde o toureiro atormenta, incita, perfura e por fim mata um animal inocente.

A Samsonite não possui sucursal no Brasil, mas evite essa marca na próxima vez que você tiver que comprar bagagem para viagem. Vamos dar adeus às touradas.

fonte:anda

Programa de TV ‘Lata Velha’ incentiva adoção e ajuda ONG

O programa da rede Globo Lata Velha, apresentado por Luciano Huck, esta semana contou a história de João, morador de Pirassununga, interior de São Paulo.
Segurança de um estacionamento durante o período da noite, ele é apaixonado por animais e, durante o dia, administra a ONG “Todo Bicho”. No total, são quase 100 cachorros, todos transportados na Belina 1980 que precisava urgentemente de uma reforma. Para reaver o carro, João teve que cantar a música “Maluco Beleza”, de Raul Seixas, no palco do Caldeirão.
Para se ter uma ideia da paixão de João por animais, ele sustenta a ONG com seu próprio salário e com a ajuda dos amigos mais próximos. Quem escreveu a carta foi Thaís, um desses colaboradores. Mas antes de ganhar o carro novinho, o dono da ONG teve que passar por momentos nada agradáveis.
Adote os cachorrinhos de João e conheça outras ONGS para adoção
Se você se emocionou com o Lata Velha do João e quer adotar algum dos cães mostrados na TV, pode entrar  em contato com a ONG “Todo Bicho”.

Veja também outras instituições que abraçam a causa dos animais.

Todo Bicho (ONG exibida no programa)
João Batista – 19 9859-6444
Thaís Poletti – 19 9242-5701
Carlos Eduardo – 19 8157-7362
Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15346044695257056772

UPA
União Protetora dos Animais
http://www.upanimais.org.br/site/

SUIPA
Sociedade União Internacional Protetora dos Animais
http://www.suipa.org.br
Tel: (21) 3297-8777 / Fax: (21) 3297-8759

LCA
Lar dos Cães Abandonados
http://ww.lca.org.br
Tel: (11) 4798-1659

ONG DO CÃO
Organização Brasileira de Ajuda a Cães Abandonados Dona Rita
http://www.ongdocao.org.br
Tel: (41) 3283-2913

ONG OITO VIDAS
http://www.oitovidas.org.br/

Fonte: Globo

Moradores de Belo Horizonte (MG) se encantam com família de corujas




Uma família de corujas virou a principal atração da rua Iraci Ferreira da Cunha, esquina com a avenida Barão Homem de Melo, no bairro Estoril, zona Oeste de Belo Horizonte (MG). Os animais construíram um ninho em um muro, na lateral de uma concessionária de veículos. Conhecida como coruja-buraqueira, por fazer abrigos em buracos cavados no solo, as aves tiveram cinco filhotes e não parecem dispostas a deixar o local.
Segundo o ornitólogo e biólogo especializado em aves Carlos Eduardo Benfica, da ONG (Organização Não Governamental) S.O.S. Folconiformes, a coruja-buraqueira é uma ave brasileira que pode ser encontrada em outros países da América do Sul. Benfica diz, ainda, que essa espécie possui hábitos tanto diurnos quanto noturnos, e geralmente aproveita buracos deixados por tatus para fazer o ninho.
Para o especialista, não é novidade o animal procriar em locais próximos a comércios e residências. Segundo ele, a coruja-buraqueira é uma das aves que tem mais facilidade de se adaptar às interferências feitas pelo ser humano no meio ambiente.”É fácil encontrar essa espécie entre os homens. Podemos encontrar muitas nos campi da UFMG e da PUC”.
A coruja-buraqueira é um animal que não se intimida com a presença humana.
Fonte:r7.com

Tutor paga 15 mil libras para salvar seu gato com transplante de rim




Um tutor gastou 15 mil libras (o equivalente a mais de 40 mil reais) para fazer um transplante de rim em seu gato, numa tentativa de salvar a vida do animal.
De acordo com informações do jornal Daily Mail, o felino Maxi, de seis anos, voará de Hanover, na Alemana, para os Estados Unidos, para receber um novo rim. A operação será feita em uma clínica especializada.
O tutor Thomas Raetsch, de 35 anos, encontrou Maxi vagando em uma casa há três anos atrás.
“Agora ele é um membro da família e não há nada que eu não faça por ele”, declarou Thomas.
“Neste ano, eu fiquei doente depois de um acidente. Maxi percebeu que eu não estava bem e não saía de perto de mim. Ele reagia ao meu estado de espírito como se fosse parte de mim”, disse o tutor.
Porém o felino também ficou doente e emagreceu. Um veterinário disse que um dos rins de Maxi não estava funcionando adequadamente e que ele provavelmente enfrentaria uma morte lenta e dolorosa.
Na Alemanha, as leis de proteção animal não permitem retirar um rim de um gato saudável e transplantá-lo , mas nos EUA não há restrições com relação a esse procedimento.
De acordo com o Daily Mail, gatos que vivem nas ruas ou em abrigos são normalmente doadores, e como eles têm dois rins podem viver normalmente com um só.
Fonte:anda




O australiano que resgatou o próprio cachorro do corredor da morte e abandonou a família para fugir com o animal foi condenado recentemente a seis meses na prisão.
Segundo informações do Discovery News, um júri de Adelaide ouviu o ex-campeão de boxe Ronnie Gilbertson, 42, que agiu por amor a Max, um mestiço de Sttafforshire que fora condenado à morte por atacar o cão do vizinho.
Gilbertson usou alicates de cerca para libertar Max e voou para o oeste australiano, antes de ser preso em julho. Ele alegou-se culpado de negar o pedido da corte para devolver o cachorro.
“Ele não podia suportar a ideia de entregar Max para a morte”, disse a advogada de defesa Joana Fuller. “Suas ações foram motivadas pela consideração ao cachorro e apenas isso. Seu amor por esse cão é maior que a qualquer outra motivação para tomar decisões contrárias ao resgate.”
O juíz Peter Brebner considerou Gilbertson, que abandonou a parceira e dois filhos na fuga, “espirituoso e pertinente” em desobedecer a ordem judicial. Enquanto isso, Max morria nas mãos de um veterinário em Perth.
Fonte:anda

galeria do dia:filhotes de cães



















Conheça um pássaro dançarino



Fonte:youtube.com