Vistoria constata falha no confinamento de capivaras em Campinas

Entrevista

Uma vistoria feita a pedido da Polícia Civil no espaço onde capivaras foram cercadas no Lago do Café para evitar a contaminação da febre maculosa constatou que machos e fêmeas estão juntos no local, o que não evita que elas se procriem.

 Um acasalamento entre os roedores foi flagrado e há suspeita, no inquérito policial, de que uma das capivaras esteja grávida.

A procriação dos animais aumenta os riscos de contaminação porque os filhotes podem nascer com a doença.

A falha no confinamento vai na contramão da decisão tomada pela Prefeitura de sacrificar os roedores para eliminar os riscos de contaminação. A data do abate não foi divulgada e causou mobilização dos ambientalistas. As capivaras estão confinadas no Lago do Café desde 2008, quando um trabalhador do parque morreu vítima da doença.

O espaço do confinamento, de 2,5 mil m², é cercado por placas de alumínio com aproximadamente 1 metro de altura. A área é dividida por um outro cercado que deveria separar machos e fêmeas. No entanto, um dos lados está totalmente vazio.

veja que fala o delegado do caso,clique aqui.

Fonte:CBN Campinas

Pica-pau-do-parnaíba: o animal que desapareceu por 80 anos



Pouco conhecido e bastante ameaçado. Este é o pica-pau-do-parnaíba (Celeus obrieni), redescoberto por um grupo de pesquisadores em 2006, em Goiatins, nordeste do estado do Tocantins, depois de 80 anos desde seu primeiro registro, ocorrido no município de Uruçuí, no sul do Piauí, em 1926, na região do rio Parnaíba. Endêmica do Cerrado, a espécie também foi registrada nos estados de Goiás, Mato Grosso e Maranhão.

Desde 2007, uma equipe de pesquisadores da Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins, apoiada pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, desenvolve uma pesquisa sobre o pica-pau-do-parnaíba. “A pesquisa tem dois objetivos: o de estudar a biologia e a ecologia da espécie, determinando seu hábitat preferencial, alimentação, reprodução, relação com outras espécies; e o de realizar expedições para áreas onde historicamente houvesse registros desta espécie”, explica Renato Torres Pinheiro, responsável técnico pelo projeto. Com estas informações, a equipe poderá propor medidas para a conservação do animal.

Pinheiro conta que, além de terem sido confirmados os registros anteriormente feitos, sua equipe chegou a realizar um registro inédito da ave no Mato Grosso. “Os resultados mostraram que a espécie tem uma preferência por áreas de cerradão com bambu, o que impossibilita uma definição de área exclusiva de ocorrência da ave, uma vez que este tipo de vegetação encontra-se disperso pelo Cerrado”, relata.

O pesquisador diz que ainda não existem dados suficientes para determinar o tamanho real da população do pica-pau-do-parnaíba no Brasil, mas sabe-se que é pequena. “Estima-se que haja entre três e seis mil indivíduos da espécie, sendo que as maiores populações estão no estado do Tocantins, onde ainda se encontram as maiores extensões de Cerrado preservado”, comenta.

O pica-pau-do-parnaíba alimenta-se quase que exclusivamente de formigas que vivem dentro das hastes da Guadua paniculata, uma espécie de bambu característica do Cerrado. “O fato de a ave ser especializada em um tipo específico de alimento, encontrado em um ambiente pouco explorado, que é o cerradão com bambu, faz dela uma espécie pouco abundante na natureza, o que justifica o seu desaparecimento por 80 anos e a coloca em risco ainda maior de extinção”, explica Pinheiro.“Em Goiás, por exemplo, a situação da espécie é bastante crítica, uma vez que mais de 65% da cobertura vegetal de Cerrado foi destruída no estado. Ainda assim, a probabilidade de extinção da espécie está relacionada à disponibilidade de ambientes propícios”, afirma.

Outra preocupação dos cientistas é que não foi realizado, até hoje, nenhum registro do pica-pau-do-parnaíba em unidades deconserva ção de proteção integral, o que aumenta a vulnerabilidade da espécie. Segundo Pinheiro, como a ave depende muito do seu hábitat, é muito importante que o Cerrado seja conservado.

A própria espécie contribui com a conservaçãodo bioma. Como a ave se alimenta exclusivamente de formigas, os cientistas acreditam que ela tem uma relação ecológica importante com este grupo, seja alimentando-se e controlando algumas espécies, seja furando as hastes de bambue permitindo que outras espécies façam uso deste recurso. “Apesar de ingerir mais de 20 espécies de formigas diferentes, seleciona apenas duas, que compõem 80% de sua dieta. Nesse sentido, por ser uma espécie altamente especializada no uso de alguns recursos do meio, seguramente a sua ausência causaria um desequilíbrio”, explica Pinheiro.

Andamento do projeto:

No início do ano, Pinheiro e a equipe do projeto que pesquisa o pica-pau-do-parnaíba identificaram, pela primeira vez, a ocorrência da espécie em uma área protegida. A ave foi identificada em uma reserva particular do município de Minaçu, na região norte de Goiás. Em janeiro, os pesquisadores também iniciaram a procura de indivíduos da espécie para captura e marcação com radiotransmissores. Está prevista a marcação de cinco aves, para a identificação de hábitos de vida que ainda não foram registrados.

Fonte: EcoAgência

Os filhotes de hamster chinês

Direto do youtube e publicado pelo site espanhol infomascota veja o nascimento de filhotes de hamster chinês abaixo:

Após ser torturado com requintes de crueldade, gato consegue fugir e é adotado por protetores



Jorge, o gato, depois de ser espancado e muito machucado, conseguiu fugir e pedir ajuda para sobreviver; hoje ele está protegido, mas perdeu a capacidade de perceber quando é a hora certa de ‘ir ao banheiro’.

Era um dia de sábado e, por volta das 9h, três homens em uma casa, no bairro Jardim Prudência, em Bauru (SP), começaram os preparativos para um churrasco.

Não se sabe por que, e nem deve haver uma explicação, esses homens pegaram o gato Jorge que estava no terreno baldio ao lado da residência e começaram a praticar uma sessão de tortura com o felino.

Pedrada, vassourada, tesoura para retalhar a orelha do gato e outras coisas, que é melhor nem imaginar, eles fizeram. Quando cansavam, pegavam Jorge pelo rabo e o atiravam de volta ao mato. Porém, voltavam a buscar o bichano para continuar o ritual de crueldade.

As atrocidades seguiram até por volta das 19h, quando Jorge conseguiu reunir forças e se arrastar até a casa de uma senhora que morava por ali e que desde cedo escutava as barbaridades que estavam sendo feitas contra o animal.

A senhora, assustada, saiu à rua em busca de ajuda e, por sorte, acabou encontrando o corretor de imóveis Alceu Christiano Pereira Carvalho, 22, que estava na área por acaso. E foi para ele que ela contou essa história.

Ali, naquela hora, aquela senhora não podia imaginar o tamanho de sua sorte em encontrar Alceu. Desde 2008, Alceu e sua noiva Edna Fernandes, 23, resgatam gatos que sofreram maus-tratos e os abrigam em casa.

O corretor conseguiu tirar Jorge de trás da máquina de lavar roupas, em estado de choque e completamente machucado. Correram para o veterinário, o gato e seu salvador. Depois de todos os cuidados, o médico constatou que além dos cortes e ossos quebrados, Jorge ficou com uma sequela irreversível. Um distúrbio neurológico que faz com que ele não tenha controle e nem tenha percepção de suas necessidades fisiológicas.

Então, além do rabo todo quebrado e sem movimento, o gato acaba urinando e defecando sem perceber. “A ideia inicial era recuperar o Jorge e colocá-lo para adoção, mas depois que ficamos sabendo disso, resolvemos ficar com ele, porque dificilmente alguém vai querer cuidar dele assim”, conta Alceu.

Jorge também ficou sem o movimento dos membros traseiros depois da surra, mas com os cuidados do casal, conseguiu recuperar e, hoje em dia, anda bem.

Edna e Alceu dizem que há possibilidade de uma cirurgia para reverter a situação do gato, mas eles temem que, por ser muito invasiva, Jorge corra o risco de perder o movimento das perninhas novamente.

Na casa, Jorge é o 13º morador felino. Muito assustado, ele, que está com cerca de um ano de idade, fica em sua cama, forrada de tecido para conter sua evacuação, toma banho todos os dias para que a acidez da urina não queime sua pele e ganha muitos carinhos dos tutores.

Edna e Alceu têm uma comunidade de sucesso no Orkut chamada “Pipo”, nome de um dos gatos resgatados. Por lá, eles conseguem doações de remédios e materiais que chegam pelos Correios de todo o país.

Para o tratamento dos animais, eles precisam de materiais como caixa de luvas para procedimentos, tapetes higiênicos descartáveis, arranhadores, colchões, material de limpeza, fraldas descartáveis para animais de três a sete quilos, ração especial e também ajuda para despesas veterinárias. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o Alceu pelo telefone: (14) 9613-3453.

Fonte: Rede Bom Dia

Bombeiros capturam jacaré em situação de risco no interior de Minas

O Corpo de Bombeiros, através do 1º pelotão de Janaúba, deslocou-se até o município de Verdelândia/MG na última quarta-feira, 2, a fim de atendimento de ocorrência para captura de animal silvestre.
Um jacaré de aproximadamente 1,5 de comprimento foi localizado às margens do rio Verde Grande, em perímetro urbano, e que se encontrava em situação de risco, cercado por populares que tentavam prender o réptil.
O animal foi capturado pelos bombeiros, utilizando técnicas e uso de materiais adequados, que posteriormente ficou sob os cuidados da polícia de meio ambiente.
Fonte: O Norte

Tartaruga gigante é submetida a procedimento cirúrgico

O animal deve ser reconduzido ao mar na manhã deste sábado.




A tartaruga gigante que chegou ao Centro de Recuperação de Animais Marinhos (Cram) do Museu Oceanográfico da Furg (RS) no último dia 28 foi submetida a um procedimento cirúrgico na manhã de sexta-feira. O animal, encontrado com um sério ferimento na cabeça, teve o corte fechado com cimento ósseo (metil metacrilato de metila). O procedimento foi realizado pelo traumatologista Flávio Hanciou, do Hospital Universitário da Furg, com auxílio da equipe de técnicos do Cram.

Hanciau explica que o animal teve uma perda óssea na cabeça e essa perda comprometeria a vida dele, uma vez que no corte se desenvolveriam larvas e se alojariam caranguejos. Por isso, a parte perdida foi substituída por cimento ósseo, o mesmo usado para artroplastia total de quadril e de joelho em seres humanos. É um material de fixação rápida e biocompatível com seres humanos e animais. Segundo o médico, foi um procedimento que exigiu grande precaução para proteger o cérebro da tartaruga do cimento ósseo, pois o material gera grande calor quando solidificado. “Fizemos uma proteção e substituímos a calota perdida”, relatou o médico.

Em 35 anos de atividade, essa foi a primeira experiência de Hanciau com procedimento cirúrgico em tartaruga marinha. De acordo com o traumatologista, como se trata de um animal em crescimento, é provável que, com o passar dos anos, vá se formando tecido normal do organismo embaixo do cimento ósseo e esse material seja eliminado. Ele observou que a importância do procedimento está no fato de que o animal precisa ser liberado em seu ambiente o quanto antes, já que fora do mar é submetido a grande estresse.

Conforme o veterinário Pedro Luis Bruno Filho, do Cram, concluído o procedimento, a tartaruga de 1,14 metro de comprimento de casco e peso de 135 quilos, também chamada de tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), foi recolocada em um tanque. Bruno Filho relatou que o animal estava bem ativo, com estado corporal bom e reagiu bem ao procedimento. A intenção da equipe do Cram é reconduzi-lo ao mar neste sábado, por volta das 10h.

No Cram, como se alimenta de gelatinosas – como água-vivas e medusas, as quais procura em grandes profundidades do mar -, a tartaruga gigante está sem se alimentar, mas recebe soro e vitaminas por via subcutânea ou intracavitária. Também é tratada com antibiótico por via intramuscular. O animal foi encontrado na beira da praia do Cassino na noite do último domingo, 27, e recolhido na manhã de segunda-feira pelo 2º Pelotão Ambiental da Brigada Militar.

Trata-se de uma tartaruga juvenil, de aproximadamente 20 anos, que deve ter se ferido em um acidente com alguma embarcação. Essa espécie é a maior das tartarugas marinhas. Quando adulta, chega a medir até dois metros de comprimento e a pesar até 750 quilos. É uma das três espécies que mais ocorrem na costa do Rio Grande do Sul. As outras duas são a verde e a cabeçuda. Elas se alimentam nesta região. As três estão ameaçadas de extinção, mas a de couro está entre as criticamente ameaçadas. A desova, no Brasil, ocorre basicamente no Espírito Santo.

Fonte: Jornal Agora

Cão é encontrado vivo um dia após receber injeção letal

O cão Wall-e, de apenas três meses, e mais quatro filhotes da mesma ninhada foram considerados doentes e muito fracos para sobreviverem. Por isso, os responsáveis pelo abrigo de animais de Oklahoma, Estados Unidos, decidiram sacrificar os animais para poupá-los do sofrimento.

Editora Globo

Um dia depois de receber a injeção letal e ser abandonado na lixeira do abrigo, Wall-e foi encontrado vivo e bem por Scott Prall, um dos funcionários da instituição. Depois que a história foi divulgada pela imprensa norte-americana, em 1º de março, Wall-e ficou famoso e o abrigo tem recebido várias propostas de adoção do animal.

Os responsáveis pelo abrigo disseram ao Discovery News que esse e muitos outros animais não precisariam ser sacrificados se a instituição tivesse mais condições financeiras de tratar os cachorros. Wall-e será tratado porque apresenta verminoses e terá um novo lar nos próximos dias.

fonte:revista galileu

Novo disco do ex-mutante Arnaldo Baptista trará músicas sobre vegetarianismo e animais



Maior entre as lendas vivas do rock brasileiro, o ex-Mutantes Arnaldo Baptista, 62, está de volta.

O artista já escreveu boa parte das canções daquele que será seu sétimo álbum solo, “Esphera”. Ele conclui nos próximos dias a pré-produção do trabalho para entrar em estúdio na sequência.

“Já tenho 17 músicas novas prontas, mas preciso escolher a dedo quais vão entrar neste LP”, diz. “Fiz uma, bem infantil, que fala de um gatinho que encontrei. Outra, sobre viagem no tempo e carros movidos a luz solar. Uma defende o vegetarianismo. São minhas utopias. Por isso é meu LP mais feliz.”

O título, “Esphera”, segundo o próprio autor, é um comprimido de alguns conceitos. “É esperança, espera e esfera –que é energia”, diz. “Energia no sentido de eletricidade solar, que não polui nunca. Defendo isso. Onde há fumaça, há fogo. Poluição queima tudo.”

“Vou usando meu grau de criatividade, inspiração e inconsciência com ciência. Neste trabalho, vou entrando no sentido de fazer um ‘universo poliverso”, diz, sorrindo.

Arnaldo pretende tocar todos os instrumentos do “LP” (é assim que ele chama seus álbuns): a base de bateria, guitarra, teclados e contrabaixo. E, sobre tudo isso, detalhes de violão, gaitas, flautas e sintetizadores.

fonte:folha

Leopardo raro é flagrado em câmera escondida



Especialistas em conservação da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL) conseguiram recentemente uma rara gravação do leopardo nebuloso Sundaland da Sumatra enquanto trabalhavam na ilha. O leopardo foi filmado com uma câmera escondida no Parque Nacional Berbak como parte de um esforço de conservação dos animaise da floresta.

"Esta gravaçãoé mais uma prova da rica fauna encontrada no Parque Nacional Berbak e é mais uma razão pela qual é imprescindível que um plano de conservação seja colocado em prática para a proteção dessas florestas", afirmou a bióloga Sarah Christie, da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL).

A espécie filmada foi batizada de "felino mais novo do mundo", porque os pesquisadores só perceberam em 2007 que o leopardo nebuloso Sundaland era diferente das outras espécies asiáticas de leopardos nebulosos.

O felino é tão evasivo que pouco se sabe sobre seus hábitos, embora ele pareça se comportar como uma pantera, descansando em árvores e utilizando sua longa cauda para se equilibrar.

No início deste ano, foi confirmado que há na verdade duas subespécies distintas de leopardos nebulosos Sundaland: aqueles que vivem em Bornéu e aqueles que vivem na Sumatra. A criatura é muito mais comum em Bornéu do que na Sumatra, onde existem apenas de 3 mil a 7 mil exemplares, segundo a ZSL.

fonte:revista galileu

Zoo registra primeira vez de filhote de urso na neve

Que o urso polar gosta de neve não é nenhuma novidade. Mas mostrar a primeiro contato de um filhote de três meses com gelo é cena rara. 

O zoológico dinamarquês Aalborg colocou o filhote da ursa Malik para fora da toca e registrou as primeiras impressões do animal nas imagens e vídeo que você confere abaixo.

Editora Globo
Editora Globo
Editora Globo

veja o video:


fonte:revista galileu

Pastor e rot vivem desde bebês na casa e lá foram deixados. ADOÇÃO
























O senhor que era dono dos lindos cães, um imponente pastor alemão e um maravilhoso rotweiller morreu.

Sua esposa cuidou dos cachorrões mas a doença e a idade deram a centença. A senhora foi embora morar com um filho no apartamento e os dois cachorrões foram deixados na casa onde sempre viveram desde bebês.


É o fim das famílias japonesas na região.

A casa foi vendida para o senhor Jhony e este ficou encarregado de cuidar dos peludos.
Ambos, pastor e rot possuem pedigree, são cães que vieram de grandes criadores.
Pastor e rot possuem 5 anos de idade, são lindos e saudáveis.

Criadores e empresários de aluguel, FORA, voltem para o inferno de onde vieram!
Contato: sr Jhony no 11 3536-9359, e-mail: lincolncachorroderua@gmail.com
Abraços e Paz a Todos,Lincoln.

NOTA:A linda cachorrinha viralatinha que aparece na foto também está sendo cuidada pelo senhor Jhony e vive nas ruas.

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA



Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas desde Maine a Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.

Fonte: Folha

Estudo faz conexão entre abuso de animais e violência doméstica




Na última semana, um homem da cidade de Lowell foi acusado por diversos assaltos, por crueldade contra animais e contra a sua namorada, a qual também teve os animais sob sua tutela vitimizados, afirmou o estadunidense “Boston.com”.

Miguel Andino ameaçou matar familiares de sua namorada, caso ela terminasse o relacionamento. Ele também bateu em seus cachorros, estrangulando-os até que seus olhos sofressem de hemorragias e trancafiando os cães menores numa gaveta por dez horas. Esse caso preocupante é apenas um exemplo da relação perigosa existente entre a violência doméstica e o abuso contra animais. A cada ano, mais de três milhões de mulheres ao redor dos EUA são vítimas de violência doméstica, fazendo com que essa seja a principal causa de ferimentos em mulheres entre 15 e 44 anos. Nos Estados Unidos, uma mulher é agredida a cada nove segundos.

Em detrimento desses abusos, mulheres agredidas frequentemente atrasam a saída de relacionamentos perturbadores. Estudos feitos pela “American Humane Society“ mostraram que próximo da metade das mulheres agredidas atrasam a sua saída de ambientes abusivos, porque temem pela segurança dos animais sob sua tutela.

A “Humane Society” salienta que o abuso contra animais deve ser olhado com mais cuidado, porque ele geralmente está ligado também à agressão de crianças. A agressão contra animais expõe a vontade de agredir, mais do que a perda de controle do agressor. As ameaças, os golpes ou o assassinato de um animal podem indicar uma potencialidade para o aumento da violência e da letalidade.

Animais são frequentemente usados como instrumentos de controle na dinâmica de poder do agressor sobre o agredido. Quanto mais o animal for amado, mais ele pode ser usado como meio de controle pelo agressor. A agressão contra animais é usada para condenar atos de independência e como forma de obrigar a parceira a deixar o trabalho e voltar a suas funções domésticas e não mais sair. Ameaças ou violências contra animais podem perpetuar uma atmosfera de medo no lar e isolar os familiares. As sobreviventes de agressão ficam relutantes em deixar o lar, devido ao seu animal de companhia – tanto porque o animal pode ter a sua vida ameaçada ou porque a vítima não tem como levar o animal com ela.

Entre as mulheres que procuram abrigos, 85% reportaram agressões contra animais em suas casas. Recentemente, outros estados começaram a se preocupar com essas questões: dezessete outros estados, incluindo o Maine, Connecticut e Vermont aprovaram leis que incluem animais em medidas de proteção.

Um Ato que relacionasse a violência doméstica e animais permitiria que animais fossem incluídos em ordens de restrição, auxiliando a corte a dar à vítima o direito de sair de uma vida de ameaças e agressão e levando o animal sob sua tutela com ela. Esse projeto poderia aumentar os poderes da polícia, fazendo com que esta possa cuidar das necessidades dos animais que vivem em situação de violência doméstica. A legislação proposta também procura auxiliar mulheres ou homens agredidos a encontrar um local para os animais em sua tutela, quando eles saem de seus lares de violência.

Em Massachusetts, houve a oportunidade de dar passos que melhorassem a legislação relativa à violência doméstica. Essa legislação, auxiliada por financiamento adequado, poderia ajudar as vítimas a deixarem seus relacionamentos de violência, obtendo um local seguro para seus animais de companhia e para si.

fonte:anda

Perda de biodiversidade deve aumentar no século XXI



Até recentemente, pesquisadores pensavam que a complexidade da biodiversidade inviabilizava a previsão de tendências futuras. Agora, especialistas em biologia se juntaram para provar que é possível prever situações futuras. Esses cientistas publicaram uma compilação em escala global de cenários quantitativos, nos quais descrevem as possíveis mudanças na biodiversidade no mundo.

Apesar de um certo grau de incerteza nos modelos elaborados, as possíveis tendências convergem: se os processos de desenvolvimento humano e econômico não mudarem radicalmente, a Terra caminhará para o desastre.

A tendência é que a perda de biodiversidade continue no século 21. Mesmo os cenários mais otimistas prevêem o declínio, até mesmo a extinção, de muitas espécies ao longo do século. As extinções em escala global irão aumentar fortemente, a abundância média das espécies vai diminuir e sua distribuição vai alterar.

Com as mudanças no uso da terra, no clima e na super exploração dos recursos naturais, as atividades dos seres humanos são centrais nas principais ameaças à biodiversidade. A boa notícia é que os cenários descritos pelos pesquisadores apontam para as possíveis linhas de ação.

A maioria das plantas e animais estará sujeita à diminuição de sua área de distribuição ou abundância (número de indivíduos de uma espécie por unidade de superfície ou volume). A equipe de cientistas alertou, por exemplo, que a abundância total das espécies terrestres pode diminuir de 10 a 20% durante a primeira metade do século. O fator mais crítico é uma mudança na composição das comunidades, mais do que o desaparecimento de espécies.

Os principais fatores por trás da perda de biodiversidade são a degradação e destruição de habitats naturais, alterações climáticas e a super exploração de recursos biológicos. Mudanças no uso da terra, impostas, por exemplo, pela urbanização ou a conversão de floresta equatorial em pastagens e terras aráveis, é a principal ameaça à biodiversidade. A situação afeta em primeiro lugar os países do Sul, como África Central e Austral, zonas do Atlântico da América do Sul e parte do Sudeste da Ásia.

As alterações climáticas também perturbam gravemente os habitats e ecossistemas, e ampliam a tendência de perda de biodiversidade durante o próximo século. As alterações climáticas levam, por exemplo, a invasão da tundra do Ártico pela floresta boreal, que está mudando os pólos conforme o clima aquece. Outras ameaças são a acidificação dos oceanos e o aumento do nível do mar e da poluição, que altera os recifes de corais e destrói um número significativo de ecossistemas costeiros.

A pesca leva a um declínio de alguns predadores como o atum e o tubarão, perturbando completamente a cadeia alimentar marinha. Essa perda de biodiversidade pode ter fortes consequências ao desenvolvimento. Por exemplo, a degradação irreversível dos habitats litorâneos expõe ao risco de intensificação de danos causados por ondas e tempestades.


Entretanto, os pesquisadores mostram que existem meios para controlar essa queda de biodiversidade. Limitar o desmatamento, por exemplo, pode ajudar a combater essa tendência. Os cientistas prevêem que, dependendo das medidas tomadas agora, nos casos mais favoráveis, haverá um aumento mundial global na cobertura florestal de cerca de 15% até 2030, um montante de 10 milhões de km², equivalente à superfície do Canadá ou da China. Por outro lado, se nada for feito, o pior cenário indica uma redução de mais de 10% da superfície de florestas.

O aumento da eficiência da agricultura, a redução das emissões de gases de efeito estufa, o reflorestamento em larga escala, a criação de ambas reservas naturais terrestres e marinhas, são outras medidas que podem permitir que os seres humanos diminuam seu impacto sobre a biodiversidade.

Os cenários descritos pelos pesquisadores são coerentes com a economia e a utilização de recursos da população. No entanto, eles indicam que são necessárias mudanças radicais no modo atual de desenvolvimento. Tendo isso em vista, especialistas em biodiversidade podem agora fazer previsões disponíveis para tomadas de decisão política.

Fonte: Hypescience

SEA e INEA realizam 1º Seminário Estadual de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres

  



A Secretaria Estadual do Ambiente em parceria com seu órgão executivo Instituto Estadual do Ambiente realiza no próximo dia 03/12, o I Seminário Estadual de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (TAS). O evento, que acontecerá no auditório do INEA, tem como objetivo promover a discussão sobre as formas de combate ao Tráfico de Animais Silvestres e apresentar as recentes ações desenvolvidas pela SEA/INEA e demais instituições.
A abertura oficial do seminário será realizada pelo presidente do Instituto Estadual do Ambiente, Luis Firmino. O evento vai contar com duas mesas redondas, que serão abertas para debate com o público. Na parte da manhã o tema discutido será a Educação Ambiental e Direito dos Animais no Combate ao Tráfico de Animais Silvestres. Na segunda parte do seminário, o Cenário Atual do Tráfico de Animais Silvestres vai ser discutido através de quatro palestras.

Com o objetivo de divulgar o “Dia de Repressão ao Tráfico de Animais Silvestres” e de promover uma cultura de respeito pela vida, serão realizados eventos de conscientização com diversas oficinas de Educação Ambiental (Gaiolão Humano, Beija Flor, Solte seu Bicho), exposição de gaiolas reutilizadas, exibição de vídeos, além de apresentação de teatro e grafite.

Quando: Quarta (01/12)

Onde:

Largo da Carioca, Centro – Rio de Janeiro

Clínica Veterinária Animamed, Mury - Nova Friburgo

Quando: Quarta, Quinta e Sexta (01, 02 e 03/12)

Onde:

Paço Municipal, Centro - Mesquita

Quando: Sexta-feira (03/12)

Onde:Auditório SEA/INEA

Av. Venezuela 110, 6º andar, Pça Mauá – Rio de Janeiro

Quando: Domingo (05/12)

Onde:

Encontro das Águas, Lagoa Rodrigo de Freitas – Rio de Janeiro

Cresce número de pessoas que abrigam cachorros e gatos em lares temporários no RJ

Enquanto não encontram um cantinho definitivo para chamar de seu, o destino de alguns cães e gatos resgatados das ruas tem sido viver num lar provisório, conforme mostra reportagem de Simone Candida, na edição de O GLOBO deste domingo. A exemplo do que ocorre nos casos de adoção de crianças e adolescentes, em que muitas ficam à espera da nova família em lares temporários, alguns animais também são acolhidos em casas de voluntários, que assumem o papel de tutores por um período.
Gente como a professora Maria José Maia de Miranda, de 55 anos, que atualmente hospeda em sua residência, em Vila Isabel, na Zona Norte, 13 cães e 37 gatos abandonados.
“Aqui eles recebem carinho, atenção, comem ração de qualidade e são medicados. Estão melhores do que em um abrigo, onde seriam apenas um número. Se cada pessoa abrigasse um ou dois animais em casa, a situação dos bichos de rua estaria um pouco melhor”, diz Maria José, que adaptou a casa para receber os animais e trabalha em parceria com a Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (Anida).
Doentes e idosos têm menos chances de serem adotados:



Em 15 anos, a professora calcula que já encaminhou cerca de 100 animais para adoção. Entre eles, animais de raça e vira-latas. Recentemente, cuidou de uma shitzu e sua ninhada, apreendidos pela Justiça num canil. Eles foram encaminhados para novos lares em pouco tempo, mas uma boa parte dos animais que vive na casa de Maria José está há muitos anos na fila, sem encontrar um tutor. E ela mesma acabou adotando.

Como acontece com a maioria das “famílias acolhedoras” do Rio de Janeiro, Maria José paga do próprio bolso a alimentação, os remédios e as visitas aos veterinário, num gasto médio mensal de R$ 2 mil. E foi justamente por não poder mais arcar com as despesas altas que a professora Cristina Clemente Ribeiro, de 52 anos, moradora de Niterói, teve que parar de receber animais em casa depois de uma década.

“Chegou a um ponto em que eu tenho mais bichos do que capacidade e condições de cuidar. É que aqui em casa todos comem ração de qualidade e recebem tratamento veterinário. Isso custa caro. O problema é que as pessoas, quando descobrem que você faz este trabalho, começam a colocar bicho na sua porta”, diz Cristina, que atualmente tenta ajudar uma amiga a doar quatro gatinhos pretos. “É o que posso fazer neste momento, ajudar outras famílias que, como eu, acolhem bichos. Divulgo fotos no Facebook, no Orkut e também em petshops”, diz ela, que prefere não divulgar quantos cães e gatos abriga em casa.

A veterinária Andrea Lambert, de 45 anos, presidente da Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (Anida), conta com um grupo fixo de dez pessoas que a ajudam a acolher as muitas dezenas de cães e gatos que ela encontra largados pelas ruas. Atualmente, ela dispõe de 50 bichos, entre cães e gatos, a maioria disponível para adoção.



“Sem dúvida, é muito melhor colocá-los na casa de um voluntário do que deixá-los num abrigo, onde muitas vezes o animais morrem. Estes acolhedores acabam criando uma corrente, ajudando a procurar um tutor para o animal. Isso sem contar que, muitas vezes, o lar provisório acaba virando definitivo porque o cuidador adota o animal”, diz Andrea Lambert, que atualmente tenta encontrar um tutor responsável para uma fêmea da raça buldogue francês.

Quem quiser adotar um dos animais abrigados em lares temporários pode entrar em contato diretamente com algumas das ONGs que fazem o controle da adoção. Confira os meios de achá-las:

Grupo de Assistência e Proteção Aos Animais (Gapa):www.gapaitaipava.org.br ou 24-2222-8419
Associação Nacional pela Implementação dos Direitos dos Animais (ANIDA): www.gatosdocampodesantana.kit.net, andrealambertvet@gmail.com ou 9632-8115.



Fonte: O Globo

saúde animal:Diabetes entre os animais preocupa os veterinários

O aumento da incidência de casos de diabetes entre os animais de estimação nos últimos anos preocupa a classe veterinária. O assunto foi discutido durante o Congresso Internacional de Endocrinologia Veterinária, que aconteceu na última semana no Brasil.

Assim como nos humanos, a doença está relacionada com a obesidade e o sedentarismo. Segundo o Médico Veterinário Andrei Nascimento, o diabetes pode afetar um em cada 100 cães e gatos e os principais sintomas da doença são: o aumento da sede, a perda de peso – apesar do aumento do apetite, o urinar frequente e, posteriormente, o animal fica desanimado.
Há quatro meses a estudante Thamy Morais descobriu que sua poodle Jessie, de 9 anos, é diabética. A cadela apresentou todos os sintomas citados pelo veterinário e chegou a ficar 20 dias sem comer. ”Para que Jessie aguentasse o tratamento eu fazia um caldo e dava na boca dela com a uma seringa” afirmou.
Com o tratamento Jessie se recuperou, mas a taxa de glicose no sangue ainda está alta. “Todos os dias ele precisa tomar 8 unidades de insulina e passa por exames semanalmente”, disse Thamy Morais.
Segundo Andrei Nascimento, consultas regulares ao veterinário são fundamentais para o diagnóstico precoce da doença e o tratamento adequado. “O diagnóstico é feito por meio de um exame clínico e de exames laboratoriais, como, por exemplo, a dosagem dos níveis de glicose no sangue e na urina”. Nascimento afirma ainda que o tratamento é feito com insulina e deve ser orientado pelo médico veterinário. Como no ser humano, o diabetes em cães e gatos pode matar. “Se não tratada adequadamente uma série de complicações poderão acontecer devido às altas concentrações de glicose na corrente sanguínea que, ao longo do tempo, causarão danos irreparáveis em órgãos importantes como os rins e fígado”, afirmou Nascimento.

Aumenta incidência da doença em animais obesos:

Em muitos casos, o diabetes está ligado a fatores genéticos, porém a incidência da doença em animais obesos é cada vez mais alta. Segundo o veterinário, para prevenir a doença é importante que o animal mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos.

Além de aplicar insulina diariamente, dieta e atividade física fazem parte do tratamento da poodle Jessie, de 9 anos. “Durante toda vida, ela só comia ração com patê e ficou acima do peso. Hoje, ela come uma ração diet, que custa cinco vezes mais da que a outra. As despesas aumentaram mas faremos o que for preciso para que tenha uma boa qualidade de vida mesmo com a doença”, disse a estudante Thamy Morais, dona de Jessie.

Fonte: Correio de Urberlândia

Jaguaruna (SC) se prepara para a Primeira Parada Animal

Programada para o dia 4 de dezembro a Primeira Parada Animal de Jaguaruna. O evento será realizado em frente à Igreja Matriz das 8h às 17h. Durante todo o dia serão realizadas consulta veterinária, vacinação de animais, distribuição de brindes, palestras e orientações, conscientização sobre adoção.
O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Jaguaruna/ Secretaria da Saúde/Vigilância Municipal Sanitária.

 

Águas de São Pedro (SP) investe na preservação dos pássaros

A Secretaria de Meio Ambiente de Águas de São Pedro lançou esta semana um projeto inédito: toda a fauna existente na estância será objeto de estudo na intenção de constatar quantas espécies de pássaros habitam a cidade. O trabalho será coordenado pelo biólogo do Centro Universitário Anhanguera de Leme, José Eduardo Peixoto. Além disso, o município já possui a autorização do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente).
Serão feitas quatro visitas no período de um ano, sendo cada uma em uma estação diferente. A primeira pesquisa a campo aconteceu no último final de semana com a coleta de dados e elaboração de material impresso que identifica e apresenta as espécies encontradas.
Ameaçado de extinção do Brasil, um pássaro denominado de Soldadinho (Antilophia galeata) também foi encontrado durante a primeira etapa do projeto.
O mapeamento das espécies conta com o apoio da prefeitura de Águas de São Pedro. Para o prefeito Paulo Ronan, esta é uma oportunidade ímpar para que a cidade e os moradores saibam como preservar as espécies que aqui habitam.
“Além de estarmos identificando as espécies de pássaros que vivem aqui, vamos poder conscientizar a população sobre como manter lugares e o próprio meio ambiente em ordem para que elas não precisem migrar para outros espaços”, afirmou.

Ronan disse ainda que o estudo poderá ser contemplado pelos alunos das escolas municipais depois de concluído. “Vamos apresentar este material impresso aos alunos”, afirmou.

Biólogos descobrem nova espécie de animal marinho no Mar das Celebes, Indonésia



Uma equipe de biólogos norte-americanos descobriu uma nova espécie de animal marinho, que vive a três mil metros de profundidade no Mar das Celebes, ao largo da costa da Indonésia.

A criatura Teuthidodrilus samae – que se alimenta de plâncton e pode medir até nove centímetros – foi capturada pelo submersível de controle remoto “Max Rover Global Explorer”, segundo o jornal The Guardian.

Os investigadores descobriram o animal durante uma expedição em 2007, a cerca de cem metros do fundo do mar, nadando com a ajuda de centenas de pêlos ao longo de todo o corpo. Na cabeça tem uma série de pequenos braços, o que lhe dá uma aparência pouco habitual. Os cientistas pensam que estes sejam órgãos sensoriais. Os jovens são quase todos transparentes e os adultos são castanho escuros.

“Isto ilustra o quanto ainda temos de aprender, mesmo sobre espécies maiores e comuns das profundidades”, comentaram os biólogos do Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts, e do Instituto de Oceanografia Scripps, na Califórnia, na revista Biology Letters.

No Mar das Celebes, entre as Filipinas e a Indonésia, as zonas mais profundas estão isoladas das águas circundantes mais superficiais. Por isso, a vida marinha evoluiu num ambiente único e quase imperturbado.

Fonte: Ecosfera

fim da utilização de animais em espetáculos entrara em vigor em 2011,na china



O circo do zoológico de Kunming no sudeste da província chinesa de Yunnan está fechado e a arena foi desmontada, um mês após a proibição nacional de uso de animais em shows e “espetáculos” pela lei que entra em vigor em janeiro do ano que vem.

Segundo informações do jornal People Daily, o Ministério de Housing and Urban-Rural Development, que também supervisiona parques e zoológicos, emitiu um documento mês passado proibindo uso de animais em apresentações e venda de produtos da vida selvagem.

A proibição veio anos depois da preocupação do público sobre as condições cruéis em parques da vida selvagem que levam à morte de diversos animais. O movimento foi liderado por conservacionistas e ativistas pelos direitos animais e é um passo importante para a libertação animal.

“Caso sejam realmente implantadas, essas medidas levarão a uma redução significativa no sofrimento dos animais”, disse David Neale, Diretor de bem-estar animal da Animals Asia.

fonte:anda

Marsupiais carnívoros eram tão diversos como os carnívoros placentários



Os marsupiais carnívoros são agora um grupo de animais raro, mas o nosso planeta teve exemplares extraordinários pertencentes a este grupo. Hoje, o maior carnívoro marsupial existente é o Diabo da Tasmânia, que está à beira da extinção.
Um estudo revelou que os marsupiais carnívoros eram criaturas tão variadas como os seus primos, os carnívoros placentários.
Uma equipa internacional examinou crânios de 130 carnívoros (marsupiais e placentários) vivos e extintos, dos últimos 40 milhões de anos. Anjali Goswami e os seus colegas usaram uma técnica conhecida como geometric morphometrics para mapear os objectos. A sua análise mostrou que a variação na forma dos crânios dos carnívoros marsupiais é maior do que a observada nos caarnívoros placentários, como leões e tigres. 
O facto dos jovens marsupiais nascerem num estágio muito precoce, origina a ideia errada de que estes animais apresentam uma capacidade limitada de adaptação a novos habitats e ambientes.
“Como os marsupiais têm que rastejar muito cedo, esta técnica está bem desenvolvida desde a nascença. A necessidade (dos mesmbros anteriores) torna difícil o desenvolvimento de uma asa ou uma barbatana.” Apesar dos marsupiais apresentarem pouca variedade nos membros anteriores, o mesmo não acontece com a face e a dentição destes animais. “Os marsupiais mudaram muito mais a sua face e a sua dentição relativamente aos outros mamíferos de forma a poderem alimentar-se de carne.”
“Na América do Sul existia um marsupial dentes-de-sabre que tinha caninos tão grandes que as suas raízes chegavam aos olhos. Não há nada parecido nos mamíferos placentários. É muito extremo.”
A razão para a extinção dos marsupiais carnívoros pode ser mais complexa do que se pensava. O grupo de investigação cita duas possíveis causas: a competição com os mamíferos placentários durante a fusão da América do Norte com a América do Sul, há 3 milhões de anos atrás e a caça pelos humanos, numa época mais recente.
“Os nossos resultados reforçam a ideia de que a falta de predadores marsupiais no mundo de hoje está relacionada com má sorte e não com maus genes.” Este estudo foi publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.
fonte:bbc

Lince-ibérico: Projecto espanhol de Conservação dá passos importantes no sentido da recuperação da poppoulação de Doñana

Três anos depois de o primeiro animal de Sierra Morena ter sido libertado em Doñana surge a confirmação da primeira ninhada de 2ª geração de linces com genes de ambas as populações, coincidindo com a 3ª acção de reforço populacional.
O projecto espanhol de conservação in-situ do Lince-ibérico na Andaluzia, onde ocorrem as duas últimas populações reprodutoras da espécie na natureza, anunciou recentemente avanços importantes no sentido de recuperar a população mais pequena.
A população de Doñana, para além de ter apenas 73 indivíduos (em contraste com a da Sierra Morena que é composta por 180 linces) é especialmente vulnerável porque possui uma baixa variabilidade genética.
Para contrariar esta debilidade tem sido implementado em Doñana um programa de reforço populacional, que passa pela libertação de animais capturados na Sierra Morena. Este programa iniciou-se em 2007 com o traslado do macho Baya.
Em 2008 Baya acasalou com uma fêmea de Doñana que deu à luz Esencia que se estabeleceu com sucesso como macho territorial em 2009, tendo por sua vez acasalado com a fêmea Alcornoque. Deste cruzamento nasceu uma ninhada de 4 crias que constituem a segunda geração de linces “mista”, com genes de Doñana e Sierra Morena, a primeira ninhada F2, um marco para o programa de reforço populacional de Doñana.
Este passo importante coincide com a realização da 3ª acção de reforço, com a libertação num cercado de adaptação de Eider (fêmea adulta nascida em 2008) e Floreal (macho adulto nascido em 2009), reforçando as esperanças de recuperação da população de Doñana.
fonte:lifelince

Estudo revela que espécie de morcego europeia também pesca



O morcego patudo, Myotis capaccinii, alimenta-se principalmente de insectos que captura à superfície da água. Mas, uma vez que os charcos têm mais peixes que água durante a época seca, os morcegos patudos aproveitam-se dessa vantagem e pescam.

A descoberta foi realizada por investigadores da Universidade do País Basco, que ao analisaram dejectos destes morcegos e encontraram escamas e vértebras de peixe.

fonte:Naturlink

Abrigo de fauna da Califórnia procura pais adoptivos para 1000 ratazanas



Em Los Angeles, foram resgatadas cerca de 1000 ratazanas que estavam a destruir a casa do seu “dono”.

Os vizinhos alertaram as autoridades quando as ratazanas conseguiram expandir-se para o exterior da habitação.

Depois do salvamento, as ratazanas foram alojadas num armazém, mas o Abrigo de fauna da Califórnia que arranjar um lar para cada uma das ratazanas.

Até lá, o abrigo está a pedir brinquedos e alimentação para dar conforto a todas estas ratazanas.

fonte:Naturlink

Veja só onde um casal de sabiás construiu seu ninho

Um casal de sabiá mostrou não ser nada bobo ao escolher o local para viver com a família.

A dupla construiu seu ninho na sede do Ibama da cidade de Juiz de Fora (MG).

E não pense que foi em um canto qualquer: os passarinhos, agora, dividem o banheiro com o responsável pelo órgão federal dedicado à natureza.
Bem instalada, a família já começou a crescer, com o nascimento de três filhotes.

Por enquanto, os bebês sabiás ficam quietinhos no ninho, feito com barro e gravetos. Só quando estiverem maiores e mais empenados vão ensaiar seus primeiros voos.
Conheça, no vídeo abaixo, a simpática família:

Rainha da Espanha não resiste à fofura de filhotes de panda

Gêmeos receberam visita real em parque de Madri nesta sexta-feira

EFE-Reuters/Montagem Arte R7

Eles são tão adoráveis que até mesmo a rainha Sofia, da Espanha, fez questão de conhecê-los mais de perto.

Às vésperas de completarem dois meses, os pandas gêmeos nascidos em um zoológico de Madri, capital do país europeu, foram clicados nesta sexta (5) ao lado da figura máxima da monarquia local.

Rainha Sofia não se fez de rogada. Como qualquer plebeia, a nobre poderosa afagou os bichinhos, pegou-os no colo e até deu mamadeira.

Os irmãos pandas são os primeiros animais da espécie nascidos na Espanha nos últimos 28 anos.Para que fossem concebidos,a partir de inseminação artificial, foi necessário um estudo de pesquisadores europeus e chineses.

fonte:r7.com

Linda pinscher Susi para adoção - protetora Cícera - ADOÇÃO/DIVULGAÇÃO

A linda pinscher Susi foi encontrada pela protetora Cícera abandoanda nas ruas.

A pinscher tem um aninho de idade, cor preta e canela, está CASTRADA, muito feliz e esperta, pesa aproximadamente 4 quilos, convive melhor com cães de porte maior.


Susi não é perfeita, tem um probleminha nos olhinhos, sendo um deles maior que o outro, mas para quem ama realmente os animais, com certeza este detalhe não fará a menor diferença.


Por favor, pedimos 
divulgação para esta linda cachorrinha, pois a Cícera está lotada de cães em sua casa.


Contato: 11 2018-5442/7473-1152.

Jacaré aparece em córrego e preocupa moradores no ES

O réptil tem cerca de 1 m de comprimento e apareceu na local nesta terça-feira. Foto: Eliana Gorritti/Especial para Terra

Um filhote de jacaré virou atração no bairro Cobilândia, em Vila Velha, na Grande Vitória (ES), nesta terça-feira. O animal, de pouco mais de 1 m de comprimento, apareceu em um córrego por volta das 8h e despertou a curiosidade dos moradores da região, que acompanhavam a movimentação do jacaré desde cedo.
Muitas crianças ficaram assustadas ao ver o animal pela primeira vez, mas Gustavo Rodrigues de Andrade, 9 anos, parecia se divertir com a situação. "Muito bacana. Achei muito legal mesmo", disse o menino, que já tinha visto um jacaré na região.
Algumas pessoas, porém, começaram a jogar pedras no réptil. "Já liguei para vários órgãos responsáveis e eles disseram que não podiam fazer nada porque ele estava em seu habitat natural. O problema é que estão machucando o bichinho. Tem gente até com redes de pesca para pegar o jacaré e comer", disse a funcionária pública Cláudia Hoffman.
Outra preocupação de alguns moradores era com a possibilidade de mais chuva e do transbordamento do córrego. O receio era de que animal fosse parar dentro das casas. "Estamos com medo desse valão transbordar e esse bicho ir parar dentro de casa. Olha a quantidade de crianças aqui. É um perigo deixar esse jacaré aí", disse a professora Angela Hoffman.
Procurado pelo Terra, o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) disse que enviaria uma equipe ao local para capturar o jacaré.


fonte:terra

Consequências do massacre de golfinhos em Taiji chegam ao Egito

Graças aos esforços de Ric O’Barry e os produtores de The Cove, as pessoas ao redor do mundo sabem do massacre brutal de golfinhos que ocorre regurlamente em Taiji, no Japão, onde golfinhos são confinados às centenas e massacrados com lanças para que suas carnes sejam vendidas ao mercado japonês. Mas as consequências globais do massacre revelaram uma outra localização de brutalidades: o Egito.
Em setembro, foi publicado em várias agências que golfinhos nariz-de-garrafa eram mantidos em uma piscina numa vila particular em Hurghada. Uma piscina.
Segundo informações da Animals Change, os golfinhos, que chegam facilmente aos três metros de comprimento, viviam em uma piscina de 10 metros de largura e quatro de profundidade.
A condição da água foi relatada como tão perigosa que os golfinhos apresentavam danos oculares. E se você estiver tentando descobrir de onde eles vieram, bingo! Taiji.
Ric O’Barry visitou os quatro animais e relatou sua situação cruel em seu blog. Os animais estão marcados para eventual tranferência para um lugar em teoria melhor em Sharm El Sheik, depois de passarem 105 dias em quarentena – se sobreviverem a tudo isso, claro.
Em breve, outros quatro golfinhos serão mandados dos arredores comerciais de Taiji para apodrecer em tanques da Hurghada, Makadi Bay, Egito. Provavelmente para mostrar às próximas gerações como os humanos foram cruéis com outras espécies que alegam querer proteger. Por que qual outro propósito de se capturar animais selvagens e forçá-los a viver em aquários de cimento, minúsculos, cheios de cloro?
A prática de capturar mamíferos marinhos e condená-los a uma vida horrível para o “entretenimento” humano é doentia, triste e não educa ninguém para uma cultura de paz.
fonte:anda

Estudo com DNA de botos investiga risco de novas usinas a espécies




A partir da análise do DNA de botos do Rio Madeira, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tentam responder se a construção das usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, deverá separar duas espécies distintas do animal.
As novas hidrelétricas podem ser finalizadas já no fim de 2012, cerca de 3 anos antes do prazo inicial previsto. Segundo a pesquisadora Waleska Gravena, que coordena o estudo como sua tese de doutorado, é importante o resultado sair antes do fim das obras porque ele indicará se as barragens podem separar definitivamente as espécies Inia boliviensis e Inia geoffrensis.
Os pesquisadores acreditam que as duas espécies são separadas geograficamente de modo natural por um conjunto de 16 cachoeiras no Madeira. Mas, em expedições desde 2004, encontraram animais entre as quedas também.
A principal barreira natural no rio, segundo Waleska, será transformada em lago com a finalização das usinas. “Os bichos devem ficar presos, sem descer nem subir o rio, e isso pode resultar em queda de população se as espécies não puderem se reproduzir”, diz ela.
A análise do DNA dos botos é necessária porque, segundo a pesquisadora, morfologicamente as espécies são idênticas. “Só conseguimos diferenciar pela medida do crânio e pela genética”, diz ela, responsável pela expedição que capturou 16 botos no Rio Madeira para a retirada de amostras. Os primeiros resultados devem sair em dezembro, segundo Waleska.
 

Águia é libertada na Alemanha após envenenamento com mercúrio



Uma águia-rabalva, também conhecida como pigargo (Haliaeetus albicilla), foi solta nesta terça-feira (2) por autoridades de Ploen na Alemanha. O animal havia sido resgatado com sintomas de envenenamento com mercúrio. As informações são da agência EFE.



Segundo a agência, o animal foi encontrado em um lago artificial e encaminhado ao parque Eekholt. No local, ele passou por recuperação e acabou libertado hoje. Não há informação se a intoxicação foi intencional ou resultado da poluição.
Os riscos à saúde
O mercúrio é tóxico também para os seres humanos. Durante a gestação, pode levar a problemas cognitivos para o feto e futuras dificuldades de aprendizagem. Para crianças e adultos, pode causar problemas neurológicos e de mobilidade. Além de respeitar o direito à vida dos animais, estudos alertam para o perigo do consumo de peixes, já que a carne desses animais contém muito mercúrio.
fonte:terra


Isis Valverde adota vira-lata



A atriz Isis Valverde, no ar na novela “Ti-ti-ti”, contou ter adotado uma cadela SRD. “Coloquei o nome de Surya, para homenagear a personagem de Cleo Pires em “Caminho das Índias”, disse.

“Ela ficou me olhando e eu me apaixonei. Estava cheia de pulgas e carrapatos. Dei banho e a cachorrinha já está toda linda. Vou até ligar para a Cleo para falar do nome”, contou Isis.

Ela contou ainda que gravou uma campanha para a entidade carioca de proteção aos animais Suipa.A atriz demonstrou compaixão e sensibilidade ao adotar uma SRD.

Fonte: Anda

Força-tarefa retoma buscas por onça-pintada em Campo Grande (MS)

Recomeçaram por volta das 6 horas deste sábado (30) as buscas pela onça-pintada que fugiu do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) na manhã de ontem, 29. O felino de oito meses escapou da jaula e se embrenhou na mata da reserva do Parque dos Poderes, em Campo Grande (MS).
A Polícia Militar Ambiental coordena a operação que envolve 25 agentes, além de técnicos da ONG Pró-Carnívoros, que vieram de Corumbá especialmente para cooperar nas buscas. Veterinários do Cras, mateiros e guias com cães farejadores também compõem a força-tarefa. Para neutralizar a ação do felino, os homens dispõem de rifles com dardos tranquilizantes.
De acordo com o comandante da operação, major PMA Matoso, houve mudança na estratégia para tentar encontrar o animal. Foram criadas equipes multidisciplinares para vasculhar tanto a área interna da reserva como o perímetro, na tentativa de verificar se a onça-pintada saiu do local.

Entenda o caso
Por volta das 7 horas de sexta-feira (29), a onça que estava na jaula se assustou com a investida de uma anta contra as grades. Com isso, de acordo com coordenador do Cras, Elson Borges, a porta se abriu e o felino escapou. Antes da fuga, a onça-pintada tinha sido alimentada com 1 quilo de carne por um veterinário do Cras.
Há cerca de seis meses, o animal foi resgatado em Água Clara, e por isso perdeu a fase de amamentação. Atualmente a onça está com 50 quilos.
O biólogo do Cras explica que, apesar de a onça ser filhote, ela está adaptada aos seres humanos devido ao contato que tem com os tratadores no centro. Mas qualquer barulho ou movimentação estranha pode deixar o animal assustado.
Para Elson Borges, é difícil a onça sair da mata e ganhar o asfalto, por causa da grande movimentação na área externa.
Ontem, rastros na margem do córrego que passa pelo Parque das Nações Indígenas chegaram a ser encontrados na proximidade do córrego, mas as folhas secas dificultam a formação das pegadas. Uma parte do Parque teve de ser isolada.
Fonte: Midiamax