Bebês guaxinins são resgatados de chaminé na Alemanha





A polícia de Frankfurt, na Alemanha, realizou uma operação arriscada. Os profissionais conseguiram salvar seis filhotes de guaxinim que estavam abandonados em uma chaminé.

Os bebês, que têm apenas duas semanas, foram encontrados pela proprietária da casa que logo chamou os policiais para ajudar os pequenos mamíferos.

Os guaxinins foram levados para um abrigo de animais, onde estão recebendo alimentação e cuidados.

Fonte: Planeta Bicho

Arezzo retira raposas da coleção, mas coelhos continuarão sendo mortos

Depois de uma campanha online contra a venda de peles de raposa pelas lojas Arezzo,o presidente e fundador do grupo Anderson Birman anunciou que a empresa iria retirar o produto de circulação. Ele disse à Folha de São Paulo que preferiu fazer isso do que debater o uso de pele animal.

Curiosamente, ele usou um termo novo, ‘pelemania’, que segundo ele define uma tendência na moda atual. De fato, as passarelas de Milão recentemente mostraram muita pele animal, mas daí chamar uma tendência de mania é outra história. E, por ser tendência, tem que ser imitado? Segundo a lógica desse empresário, sim.

Mas a Arezzo continuará usando peles de coelho porque no seu entendimento “todo animal que está na cadeia alimentar, não tem como.” O velho argumento: se já foi morto mesmo, por que não usar o resto? Ele também apela para o uso de milenar das peles como uma outra justificativa.

A verdade é que a indústria da moda tem muito pouco argumento para sustentar qualquer debate nesta arena se considerarmos o que move essa forma de comércio (excluo aqui pequenos estilistas que realmente inovam e criam estilo, não apenas roupas da estação).

O estranho é ver o empresário usando o argumento da sustentabilidade, como se o fato de as raposas virem de criadouros de alguma forma tornasse suas peles magicamente sustentáveis. Isso é, obviamente, greenwashing, marketing que visa dar uma aparência verde ao negócio. A verdade é que criar animais que têm direito a ser livres para matá-los é exatamente o antônimo da sustentabilidade.

O que fica desse debate é que campanhas de foco único são válidas. O assunto em questão era apenas pele de raposa, mas notem quanto temas relacionados vêm à tona. Obviamente o objetivo é abolir a exploração de todos os animais, mas ao abolirmos (e não apenas regularmos) um ponto de exploração de um deles é uma vitória para todos porque o conceito é difundido.

Segundo: ativismo online dá resultados. Independente da motivação do Sr. Birman de recuar com suas peles de raposa, o importante é que ele o fez e ficou ciente de que a repercussão na era dos microblogs é instantânea e reputações podem ser desfeitas tão rapidamente quanto uma casa de cartas.

Na nova era da democracia eletrônica, os animais ganham uma voz cada vez mais retumbante.

fonte:anda

Primatas selvagens são capturados e vendidos para pesquisas na Europa



A Maurícia é uma pequena ilha-nação da costa da África e está ficando conhecida por algo além de suas praias azuis e pontos turísticos: o comércio de macacos selvagens para venda a laboratórios. Segundo informações da Animals Change, a União Britânica pela Abolição da Vivissecção (British Union for the Abolition of Vivisection) publicou uma investigação relatando o sofrimento dos animais desde a captura até as grades e bisturis dos laboratórios.

Localizada a 560 milhas a leste de Madagascar, a Maurícia é o segundo maior fornecedor de macacos-de-cauda-longa do mundo, por serem animais abundantes na região. Como não são nativos, são perseguidos abertamente.

A CiTES listou os macacos-de-cauda-longa sob o Apendix II, que alerta que apesar da espécie não estar ameaçada de extinção no momento, se o comércio continuar, ela logo estará.

Macacos capturados da natureza são vendidos diretamente para outros países, ou, o mais comum, são mantidos em fazendas de criação para produzir filhotes, que então serão vendidos aos outros países, incluindo EUA, Europa e Israel. Os números chegam a 10.000 macacos por ano.

Para nações como o Reino Unido, é ilegal vender primatas adultos capturados na selva. Entretanto, seus filhotes não. As fazendas de criação usam armadilhas com iscas vivas para capturar os macacos das florestas. Os captores frequentemente pegam os animais pelo rabo – pela praticidade e “segurança” (os dentes do macaco não estão na cauda) – e os balançam sem piedade até amontoá-los em suas gaiolas apertadas.

A Maurícia exporta os primatas como carga em aviões de passageiro,como o Air Canadá e o Air France.Novamente,os macacos são amontados em caixas de transporte por horas antes de chegarem ao destino nos laboratórios. Essa indústria cruel se destoa nesse “oásis de paz e tranquilidade” que o turismo da ilha vem divulgando diga isso às autoridades da ilha assinando esta petição.

fonte:anda

Centenas de animais continuam morrendo de “causas desconhecidas” no Golfo do México



Um ano depois do vazamento de óleo e da explosão na plataforma de prospecção da petrolífera BP (British Petroleum) no golfo do México, que ocorreu em 20 de abril, os danos à vida dos animais continuam.

Segundo alguns cientistas, os chamados “indicadores naturais” preocupam.

As ocorrências registradas recentemente apontam para danos em corais, mortes de golfinhos e tartarugas cuja causa é desconhecida e surgimento de caranguejos com colorações estranhas.

“É prematuro concluir que as coisas estão boas… Há surpresas vindo. Estamos encontrando bebês golfinhos mortos”, comenta a chefe da Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, dos EUA), Jane Lubchenco. Cerca de 300 carcaças desses animais foram encontradas desde o vazamento.

A BP já recebeu autorização para reiniciar as perfurações em águas profundas no golfo do México.

Com informações da Associated Press




Ah, a Páscoa! Tempo de confraternizar em família, de dar ovos de chocolate para quem se gosta, coelhinhos…Opa! A ativista animal Sabine Fontana sente até arrepio quando ouve o nome do bicho nesta época. Fundadora do projeto Adote Um Orelhudo, Sabine conta que, só na Páscoa do ano passado, recolheu 30 coelhos abandonados em apenas dois parques de Florianópolis (SC), onde mora.

Diz que os animais em geral são dados às crianças por pais que acham mais autêntico brincar com eles vivos do que com modelos de pelúcia ou plástico. Indignada, ela afirma que não existe a intenção de dar ao filho um lastro afetivo com o animal, mas simplesmente um “brinquedo”. Segundo Sabine, ninguém pensa no trabalho que vai ter para criar o bicho depois.

“As pessoas não têm ideia de como criar um coelho. Então, acabou a festa, a criança não quer mais saber de brincar com ele, os pais acham que faz sujeira, ninguém mais quer cuidar, a maior parte se livra deles”, explica a ativista.

Munida de uma faixa com os dizeres “Animais não são produtos ou mercadorias, não os compre, não os use, não os coma”, ela rumou pelo menos sete vezes nas últimas semanas para a porta de uma empresa agropecuária no centro da capital catarinense. “A reação das pessoas é muito boa. Alguns dizem que percebem que é realmente um absurdo tratar um coelho como se fosse um objeto. Outros já seguiam uma dieta vegetariana (como ela) e alguns disseram que passariam a seguir”, conta ela, que foi acompanhada em suas manifestações por ativistas independentes que se conheceram em sites como Orkut e Facebook.

Fonte: O Diário

Poluição sonora causa mudanças físicas e comportamentais na vida marinha

A poluição sonora dos oceanos causa mudanças físicas e comportamentais na vida marinha, especialmente em golfinhos e baleias, que são guiados por sons em suas atividades diárias. Em 2001 e em 2003, lulas gigantes foram encontradas mortas na costa das Astúrias, na Espanha, após o uso de armas de pressão por embarcações offshore. Todas as causas de lesões nessas espécies foram descartadas, sugerindo que as mortes poderiam estar relacionadas à exposição ao ruído excessivo.
O pesquisador Michel André, da Universidade Técnica da Catalunha, em Barcelona, examinou os efeitos da exposição sonora — similar à que a lula gigante deve ter experimentado nas Astúrias — em cefalópodes (polvo, lula e choco, molusco semelhante à lula que tem dez tentáculos) e todos sofreram grandes traumas na forma de lesões severas nas estruturas auditivas.
Os pesquisadores colocaram 87 cefalópodes expostos a uma intensidade relativamente baixa de som de baixa frequência (entre 50 e 400 Hertz) e examinaram seus estatocistos, estruturas em forma de balão, cheias de líquido, que ajudam esses invertebrados a manter o equilíbrio e a posição. Depois da exposição, os cefalópodes apresentaram danos nas células ciliadas dos estatocistos. Com o tempo, as fibras nervosas incharam e eventualmente grandes buracos apareceram — as lesões ficaram gradualmente mais pronunciadas nos examinados muitas horas depois da exposição.
“Se a exposição curta de baixa intensidade do nosso estudo pode causar danos, o impacto da poluição sonora contínua e de baixa intensidade nos oceanos deve ser considerável”, disse André. “Por exemplo, podemos dizer que como os estatocistos são responsáveis pelo equilíbrio e pela orientação espacial, o dano à sua estrutura pode afetar a habilidade de caça, de fugir dos predadores e até de se reproduzir”.
O efeito da poluição sonora na vida marinha varia de acordo com a proximidade do animal das atividades e também com a frequência do som. Com o aumento da exploração, transporte, escavação e outras atividades em larga escala, é provável que essas atividades se sobreponham às rotas migratórias e áreas frequentadas pela vida marinha.

Ativistas salvam 520 cães que seriam encaminhados para matadouros na China


Defensores dos direitos dos animais impediram 520 cães de acabarem no prato de restaurantes de Changchun, nordeste da China, numa operação rara no país, noticiou hoje a imprensa oficial.
O caminhão que transportava os animais foi bloqueado no fim de semana, por amis de 15 horas, em Tongzhou, arredores de Pequim, por mais de 200 ativistas, mobilizados através da internet pela Associação Chinesa de Proteção dos Pequenos Animais.
Depois de ver o alerta pelas redes sociais e blogs, centenas de ativistas chegaram ao local com água mineral e comida para dar aos pobre cães aprisionados. Algumas celebridades e estrangeiros também apareceram no local para ajudar.
Ao fim de 15 horas de negociações, a companhia responsável pelo transporte dos cães aceitou vender os animais para a ONG defensora de animais  por 11.500 yuan (1220 euros), disse o jornal China Daily.
Os animais viajavam há dois dias, sem água nem comida, e estavam sendo transportados para restaurantes de Changchun, a capital da província de Jilin, nordeste da China, afirmou Wang Qi, porta-voz da associação.
Qin Xiaona,disse que foi um “gesto de bravura” e acrescentou que a “sociedade deveria encorajar tais atos, apesar de seus riscos.”
Dez dos animais já estavam mortos e 100 apresentavam sinais de desidratação e de doenças infecciosas, acrescentou. Segundo o motorista, todos as semanas a sua companhia envia para Changchun “um caminhão cheio de cães”, disse Wang Qi. Os ativistas disseram que “muitos dos cães tinham sido roubados”.
A China tem uma lei para a “proteção da vida selvagem”, mas os animais de companhia – cada vez mais populares entre as famílias chinesas – não estão abrangidos por essa lei, denunciou um advogado citado pelo jornal China Daily.
O ativismo online, que está em ascensão no país, tem preocupado as autoridades chinesas por causa dos 450 milhões de usuários da internet e cerca de 100 milhões de micro-blogueiros.
A ação dos ativistas gerou um debate nacional. Apesar da demanda por carne canina, cada vez mais chineses passaram a conviver com animais em casa e os cães são seus favoritos. Por causa disso a cidade de Xangai já impôs um limite de um cão por residência para restringir a população destes animais.
fonte:anda

Cavalos sofrem puxando carroças na Argentina,maldade humana

BUENOS AIRES – Ver cavalos puxando carroças é uma cena comum na cidade de Quilmes, província de Buenos Aires, Argentina. Não é raro encontrar pôneis puxando carroças com 3 ou 4 pessoas em cima, segundo a ONG Animalitrus.


 



Os cavalos são muito maltratados, para não dizer destruídos. Fracos, doentes, feridos, com seu olhar triste levam peso em seu lombo; mas mais pesado do que isso é a indiferença e a falta de políticas públicas para acabar com todo esse sofrimento.
O que vemos é uma atrocidade, há famílias que mantêm a atividade de recolher produtos recicláveis com carroças puxadas por animais, pessoas conhecidas como “cartoneros”.  Além de tais pessoas não terem recursos suficientes para alimentar sua família – e muito menos cuidar de um cavalo, os animais são obrigados a competir espaço com os carros, ficam nervosos com o ruído do tráfego e as buzinas incessantes. Também não são raros os acidentes envolvendo esses animais.
 
Em dias de verão, onde a temperatura pode chegar a quase 40 graus, os cavalos ficam extremamente exaustos e desidratados – muitos são os que não resistem. A rede de televisão Cronica TV, gravou o momento em que uma égua morreu em Boedo, cidade na mesma província, diante das câmeras.
A ONG Animalitrus apresentou um projeto ao governo de Buenos Aires, para que na província seja feito algo como em Córdoba e na Colômbia, onde os veículos movidos a tração animal foram substituídos por um veículo mais barato e fácil de manter. Essa iniciativa, além de dar trabalho a milhares de pessoas e intensificar a coleta de recicláveis, faria com que os animais fossem resgatados e tratados, para depois serem adotados por pessoas que os cuidem e respeitem e, assim, terem uma vida digna.
Além disso, a ONG luta para que volte a promulgar a lei nacional que proíbe o sacrifício de cavalos para a venda de sua carne como alimento. Essa lei foi aprovada na década de 80, no governo Alfonsín, mas na década de 90 foi anulada, durante o governo Menem.
 
 
 
fonte:anda

galeria estados unidos

caribou:

urso negro:



urso kodiak:



marmota:


 
moufette:
 
pélicans:
 


flamingo:


 


peixe gato:


 


lebres:


 

Fauna estrangeira:estados unidos

 


A riqueza da fauna americana explica-se pela grande diversidade dos habitats. As montanhas e as florestas são povoadas de grandes mamíferos (caribous, impulsos, ursos morenos, ursos Kodiak, grizzlys, cervos Virginie, carneiros do Rochosos, cabras das montanhas, lobos), um grande número de pequenos mamíferos (marmotas, raposas, ratons lavadors, moufettes, esquilos) e uma grande variedade de pássaros.


As costas do Alasca são povoadas de morse, loutres de mar e otaries à pele, as do golfo do México de de grandes pássaros (pélicans, flamingos), jacarés, peixe-gatos e serpentes venenosas. 


Os prados são o domínio dos pequenos mamíferos (esquilos, lebres, cães de prado, furets e outros roedores), os sachadors e o bisão. 


Os exterminados pela caça após outrora ter povoado a maior parte dos Estados do Centro e o Leste da América do Norte, bisãos existem hoje apenas em cativeiro ou em zonas protegidas. Os desertos acolhem os rato-cangurus, lézards e os pássaros em grande escala (vautours, águias,falcões).




 Também é grande a riqueza ornitológica do país, tanto em aves de rapina (águias, ) quanto em pássaros. Os répteis estão representados em diversas espécies de serpentes, lagartos, tartarugas e crocodilos (estes na Flórida).

 Na zona ártica do Alasca vivem ursos polares, alces, renas, certas variedades de raposas e espécimes do boi almiscarado, todos sob proteção estatal. Na região do Pacífico encontra-se a única família de aves características dos Estados Unidos, que e uma variedade de curruíra (Chamaeidae).

leão



O leão (Panthera leo) é um felino carnívoro que, hoje e dia, só pode ser encontrado livremente na África e na Índia. Trata-se do segundo maior felino do planeta, ficando somente atrás do Tigre Siberiano.

O peso do macho varia entre 150 a 250 kg, e o da fêmea varia de 120 a 180 kg. Seus dentes caninos podem medir até 5 cm. A coloração destes animais varia de marrom claro a marrom escuro.

A cor da juba fica mais escura na medida em que o leão envelhece. Estes mamíferos podem atingir 60 km/h, podem chegar a medir 1.9 m de comprimento, 90 cm de altura e vivem cerca de 20 anos.

Conhecido como o rei da selva, seu único predador é o ser humano. Esta espécie de felino alimenta-se de gazelas, girafas, zebras, impalas, búfalos e até mesmo elefantes (geralmente os mais jovens).

A caça é feita pelas fêmeas do grupo, que organizam emboscadas e geralmente matam mais presas do que o necessário para o grupo. Embora o macho dificilmente parta pra caçada, é o primeiro a se alimentar, depois de satisfeito, somente depois disso, é permitido às fêmeas e aos filhotes comerem.


Os leões são os únicos felinos que vivem em grupos, na maior parte das vezes, composta por fêmeas, filhotes e, no máximo, alguns poucos machos dominantes. Os leões descansam a maior parte do tempo, este período de descanço pode chegar a 20 horas ao dia, porém são os machos que patrulham e defendem o território do grupo.

As leoas podem ter filhotes a cada dois anos (sendo que em cativeiro a reprodução pode ocorrer anualmente). 

O tempo de gestação é, em média, de 105 dias e são paridas de duas a três crias por parto. O período de lactação dura somente alguns meses, depois disso, a mãe compartilha o alimento com o filhote e o ensina a caçar. O jovem leão deixa o grupo depois de aproximadamente um ano.


O leão branco é um animal que surge do leão sul africano tendo essa coloração graças a mutações genéticas que tem o nome de leucismo (os animais com esta mutação não são considerados de uma espécie, sendo somente considerados como anomalia genética).

Os leões com essa anomalia têm como principais características: pelagem clara (podendo ser branca ou com a coloração amarelo caro) e seus olhos são azuis ou dourados.

Sendo que, ao contrário do albinismo, a anomalia que atinge esses leões não causa sensibilidade à luz, porém a coloração branca atrapalha na camuflagem para a caçar, por conseguinte esses leões não conseguem caçar com eficácia.

Logo sobrevivem quase que exclusivamente em zoológicos e abrigos para animais selvagens. Os nativos da áfrica do sul acreditam que o leão branco é uma divindade.

Big five-5 animais mais difíceis de serem caçados

A frase Big Five game ou simplesmente Big Five se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. 
A expressão é ainda usada nos safáris de observação, pelos guias locais, quando se referem à fauna selvagem da região da savana.
O grupo consiste do leão, do elefante africano, do búfalo-africano, do leopardo e do rinoceronte.
O nome de big five foi escolhido pela dificuldade de serem caçados e não pelo tamanho,por este motivo o leopardo encontra-se na lista e o hipopótamo não.
Os big five estão entre os mamíferos selvagens mais perigosos:
  • O leão (Panthera leo) é um grande carnívoro felino da África e nordeste da Índia, possuindo um pelo curto, cauda e o leão macho possui uma juba característica ao redor do pescoço e ombros.

  • O elefante africano é um grande herbívoro possuindo uma pele grossa e quase sem pelos, uma tromba longa e flexível, corpo característico com o tronco forte e pesado, dois incisivos superiores longos e curvos de marfim, orelhas grandes de abano. Existem duas espécies distintas de elefantes: elefante africano da floresta (Loxodonta cyclotis) e o elefante africano da savana (Loxodonta africana).

  • O búfalo-africano ou búfalo-do-cabo (Syncerus caffer) é um grande bovino ruminante. É considerado o mais perigoso dos Big Five pelos relatos de ataques e mortes de caçadores.

  • O leopardo (Panthera pardus) é um carnívoro felino que possui tipicamente pelo dourado-alaranjado marcado por rosetas negras. O leopardo é talvez o animal mais difícil de ser caçado, pelo seu comportamento e hábitos noturnos de alimentação.

  • O rinoceronte (Diceros bicornis) é um grande mamífero herbívoro de pele grossa e encouraçada, podendo possuir 1 ou 2 chifres na frente da cabeça.

curiosidade:

Na emissão de rands (moeda da África do Sul) em 1990, os Big Five foram representados nas notas de 5, 10, 20, 50 e 100 rands.

   
 

vida selvagem

Os animais da savana africana tem que lutar muito pela sua sobrevivência,os animais das savanas são divididos em predadores e presas,os predadores são super caçadores como leões,leopardos,hienas,crocodilos muitos mais predadores existem nas matas e florestas espalhadas pelo mundo todos.as presas caças dos predadores que tem que lutar mais ainda pela sua sobrevivência como:zebras,javalis, búfalos, antílopes e muito mais.

Os búfalos muitos consegue se defender com coices e chifradas,mais muitos viram comidas para os predadores da África.

o mais comum são os leões que atacam mais o filhotes pequenos e fracos,mais muitas vezes o búfalo se defender e salvar suas crias,um bufalo tem em media 1 filhote por ano,com o peso de 40 kq,eles são o símbolo da África,por isso os búfalos estão no grupo chamado big five no português os cinco animais mais difíceis de serem caçados,os bufalos vivem em manadas de varios animais que ser respeitam.

a vida dos filhotes da savana africana e muito perigosa para sair sozinhos,por isso as mãos super protetores,os protegem até o seu crescimento que poder sair sozinho para sobreviver si mesmo e sua familia.

África super animais como o leopardo o animal mais veloz do mundo atingindo a marca de 100km por hora,essa velocidade a ajudar na hora da caça,com animais lentos ou rápidos ele poder ter o seu alimento.


autor:Tiago viana

Galeria animal:Lontra e Ariranha

Lontras:


















Ariranha:


 


 



 

vida de lontra e ariranha

Lontra:



A lontra é um animal mamífero da sub-família Lutrinae, pertencente à ordem carnívora e à família dos mustelídeos. Vive na Europa, Ásia, África, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina. Seu habitat é no litoral ou próximo aos rios onde busca alimentos como peixes, crustáceos, répteis e menos freqüentemente aves e pequenos mamíferos.

Geralmente a lontra tem hábitos noturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento. Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes, os machos não vivem em grupos e só se junta a uma fêmea na época de acasalamento. O período de gestação da lontra é de cerca de 2 meses e ao fim nascem de 1 a 5 filhotes.

A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros de comprimento (incluindo a cauda) e pesa até 35 quilos. Embora sua carne não seja comercializada em larga escala a lontra faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas aos quais a lontra está adaptada.

Esse animal possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico. O corpo por sua vez é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.

A lontra é capaz de assobiar, chiar e guinchar. Pode ficar submersa durante 6 minutos e ao nadar pode alcançar a velocidade de 12 km/h.

ariranha:




A ariranha, lontra-gigante, lobo-do-rio ou onça-d'água (Pteronura brasiliensis), é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas.

A ariranha é a maior espécie da sub-família Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 centímetros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda. Os machos são geralmente mais pesados que as fêmeas e pesam até 26 kg.

A ariranha têm olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada.

Os dedos das patas estão unidos por membranas interdigitais que facilitam a natação. A pelagem é espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.

É uma espécie em perigo e a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e destruição do seu habitat.

A poluição dos rios, principalmente junto de explorações mineiras causam vítimas entre as lontras que se alimentam de peixe contaminado por metais, que se acumulam nos peixes e mais intensamente ainda nas ariranhas que estão no topo da cadeia alimentar.

Entre os metais o que mais freqüentemente contamina animais é o mercúrio, usado na extração de ouro. Há também algumas perdas devidas a caça furtiva por causa da pele, que foi mais intensa no passado.


Apenas a fêmea dominante do grupo se reproduz. A gestação dura 65-70 dias. No início da estação seca a fêmea dá à luz a uma ninhada de um a cinco filhotes, que ficam na toca durante os primeiros três meses de vida. 

No Parque Estadual do Cantão, os filhotes emergem da toca nos meses de outubro e novembro, que são o auge da seca, quando os lagos estão mais rasos e os peixes estão mais concentrados. 
Todo o grupo ajuda a cuidar dos filhotes e a capturar peixes para alimenta-los enquanto não aprendem a caçar por sí próprios.
As ariranhas permanecem no grupo em que nasceram pelo menos até atingir a maturidade sexual, entre os dois e os três anos de vida. 

Eventualmente deixam o grupo e saem em busca de um par para acasalar e formar seu próprio grupo. Em cativeiro, as ariranhas vivem até 17 anos. Os primeiros sucessos reprodutivos em cativeiro foram produzidos pela Fundação Zoológico de Brasília, onde os animais desfrutam de um ótimo recinto.

Estudo traça perfil de raia gigante em águas brasileiras



Uma das maiores e mais misteriosas espécies de peixe do mundo, a raia-jamanta (Manta birostris), começa a ter seus hábitos revelados por meio de um estudo inédito feito no país.

Por ser fã de águas profundas e de grandes deslocamentos, esse gigantesco bicho, que pode chegar a 2 toneladas, dá muito trabalho para ser ser estudado.

Agora, pesquisadores do Projeto Mantas do Brasil, com patrocínio da Petrobras, fizeram o primeiro mapeamento por satélite no Atlântico Sul dessa que é a maior espécie de raia do planeta.

O trabalho foi feito na área do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, um dos poucos locais de agrupamento conhecidos da espécie.

Para coletar os dados, os cientistas colocam uma espécie de etiqueta com um microchip no corpo dos animais. Os dispositivos ficam grudados nos peixões por um tempo pré-programado, que vai até 180 dias. No final do período, eles se soltam e flutuam até a superfície.

De lá, ficam emitindo dados, que são percebidos assim que o satélite faz a varredura da região.

“É uma coisa emocionante, mesmo com um número de amostragem ainda muito baixo”, diz Guilherme Kodja, coordenador do Projeto Mantas do Brasil.

Rotas de Migração:

Por meio das informações recebidas do satélite, os pesquisadores ficam sabendo, entre outras coisas, das rotas de migração da espécie, além de seus hábitos e da profundidade de mergulho.

Isso é importante porque permite criar estratégias de manejo para os animais.

“Saber de onde eles vêm e para onde eles vão nos ajuda a identificar os pontos de risco e criar formas de evitá-los”, explica Kodja.

O projeto, que também usa fotografias para mapear as raias, conseguiu identificar locais de captura da M. birostris.

Segundo o coordenador do projeto, em águas brasileiras, essas raias são normalmente pescadas.

Na Ásia, no entanto, a raia-jamanta é muito usada na medicina tradicional, devido a supostas propriedades que filtrariam o sangue.

Esse tipo de pesca já fez desaparecer populações nas Filipinas e colocou o bicho recentemente na categoria de vulnerável à extinção.

Fonte: Jornal Floripa

Guatemala, um observatório natural de aves









Jorge Samayoa, diretor do Instituto Guatemalteco de Turismo (Inguat) – que se propôs a dar um impulso ao avistamento de aves, uma atividade recreativa que teve suas origens na Grã- Bretanha da era vitoriana sob a denominação de “bird watching” – assevera dois enunciados: amanhecer ao canto dos pássaros no Caribe é como escutar uma sinfonia, e o cuidado da biodiversidade é um ensino dos maias.

“A Guatemala é o lugar perfeito para fazer aviturismo. Outros países têm 189 espécies, mas nós temos mais de 700″, 150 delas frequentes”, diz.

“Tanto no Pacífico como no Atlântico, em reservas privadas ou públicas, todo o ano podem ser observadas aves neste país centro-americano, embora os lugares e horário dependem do tipo de comida que as diferentes espécies de pássaros procuram”, esclarece.

Na Guatemala, o aviturismo figura entre os dez setores mais importantes do turismo, que em 2010 refletiu um crescimento de 5,2% de visitantes em relação a 2009, apesar dos desastres meteorológicos.

Aves do sul e do norte:

O Parque Nacional Sipacate-Naranjo, o Manchón Guamuchaj e a Reserva de Usos Múltiplos de Monterico, todos no litoral sul do Pacífico da Guatemala, são excelentes áreas de florestas e mangues com uma diversidade de ecossistemas que as tornam especiais para o avistamento das aves migratórias, que cruzam, as fronteiras dos Estados Unidos e do Canadá até esta região centro-americana.

Aves de todos os tipos:

O colibri rubi (Archilochus colubris), por exemplo, é um ave de quebra no litoral sul da Guatemala nos meses de inverno (maio a novembro).

Na lagoa de Chicabel, no departamento ocidental de Quetzaltenango, é apta para a observação do chipe de cabeça rosada (Ergaticus versicolor).

Mas as florestas das Verapaces, no norte da Guatemala, são um dos lugares onde se pode apreciar a ave símbolo nacional, o quetzal (Pharamachrus vocinno).

A região mais diversa da Guatemala quanto a aves fica no departamento caribenho de Izabal, com mais de 500 das 730 espécies registradas, e oferece mais de 40 destinos para a observação ou avistamento de aves que enfeitam a flora do país centro-americano.

O Cerro San Gil, o rio Sarstún, as bocas do Polochic, o biotopo Chocón Machacas e o parque de Rio Dulce, entre outros, oferecem várias trilhas naturais para o avistamento das aves.

Segundo o Inguat, o “birdwatching” – como se diz em inglês – se transformou em um gancho turístico para quem faz da admiração das diferentes aves um passatempo.

O quetzal e o pavão (Oreophasis debianus) são aves que fazem parte da coleção guatemalteca e pela qual dezenas de estrangeiros chegam ao país na busca de tirar fotos ou fazer vídeos do momento do avistamento.

A Mesa Nacional de Aviturismo é o responsável há alguns anos por promover o país como um destino de qualidade mundial para a observação de aves. Desde esse ano, entre janeiro e março, se organiza um encontro internacional de observação de aves na Guatemala que reúne jornalistas e operadores especializados no aviturismo, a fim de divulgar esta oferta turística.

Perigo de extinção:

A fauna avícola da Guatemala é uma mistura da influência do sul e do norte, com grupos de famílias representativos da América do Norte como as charas (corvidae) e os chipes (parulidae) e famílias da América do Sul, entre eles os colibris (trochilidae) e tucanos (ramphastidae).

Na Guatemala, tanto os turistas como os guias de aviturismo devem seguir algumas normas mínimas e um código de conduta durante a observação de aves, como falar em voz baixa, não realizar movimentos bruscos, vestir roupas de cores neutras e procurar não usar perfumes muito fortes, porque caso contrário espantarão as aves.

Para avistar as colônias de aves aquáticas se recomenda estar a uma distância prudente de entre 100 e 150 metros, manter desligados os motores das embarcações e, sobretudo, não invadir o habitat natural dos pássaros para não perturbar sua alimentação e descanso.

No final, o turista só deixará suas pegadas, mas retornará com uma lembrança indelével do presente oferecido pela natureza da Guatemala.

Fonte: Verde

Congresso vai retirar lobo cinzento da lista de espécies ameaçadas e autorizar a sua caça nos EUA



O lobo cinzento será o primeiro animal a ser retirado da lista dos EUA de espécies em perigo por decisão do Congresso, e não devido a uma proposta científica nesse sentido, na sequência de um projeto de lei ontem enviado à Casa Branca, segundo o site Mother Nature Network.

A nova legislação obrigará ao levantamento das medidas de proteção que abrangem os 1200 lobos cinzentos que vivem em Montana e Idaho, colocando-os debaixo do controle estatal e permitindo a sua caça mediante autorização prévia.

Ainda não está definido o número de lobos que podem ser caçados, mas de acordo com Gary Power, do Departamento de Caça e Pesca de Idaho, a proposta agora submetida ao Congresso prevê que o número de lobos em Montana e Idaho desça para os 150 em cada um dos estados. Contudo, Gary Power disse à Reuters não acreditar que o número de animais desça tanto. Em Idaho existem 700 lobos e, em Montana, cerca de 550.

A retirada do lobo cinzento da lista de espécies ameaçadas está a ser bem acolhida pelos rancheiros, que consideram que o aumento da comunidade de lobos no norte das Montanhas Rochosas é uma verdadeira ameaça para os seus rebanhos.

Por outro lado, os ambientalistas defendem que a retirada de uma espécie da lista deverá ser tomada por biólogos e não por políticos.

A administração Obama pediu aos ambientalistas para aceitarem os planos definidos para Montana e Idaho como adequados para manter um número equilibrado de lobos – sem proteção federal – agora que as comunidades se recuperaram.

Fonte: JN

Mais de 5 mil animais são resgatados de criador holandês





As autoridades recentemente entraram na propriedade da empresa holandesa Reintjes – fornecedora da US Global Exotics (USGE) – e encontraram animais amontoados em gaiolas num galpão escura sem vetilação para combater o ar pesado de urina e fezes.

Muitos animais não tinham acesso a comida ou água, e muitos estavam morrendo, literalmente, de fome. As autoridades resgataram todos os 5.900 animais do local, incluindo camundongos, ratos, hamsters e pássaros. Os donos da indústria já tinham ficha na polícia por crueldade com animais.


A Reintjes era uma fornecedora global de animais ditos “domésticos”. Apenas em 2009, eles forneceram 112.546 animais para a USGE, que era uma das maiores fornecedoras de animais a pets shops dos EUA – até ser fechada após investigação secreta da PETA.

A Reintjes ainda não pronunciou se o fechamento é para valer ou apenas temporário.

Assista aqui ao vídeo da reportagem.

fonte:anda

fotos:Zoo de Los Angeles vive baby boom

Conheça filhotes de antilocapra e de bighorn, um carneiro selvagem do deserto


Reprodução/Tad Motoyama

A população animal do Zoo de Los Angeles, nos Estados Unidos, cresceu bastante com a chegada dos gêmeos de antilocapra (um parente do antílope), de um pequeno bighorn (carneiro selvagem nativo das áreas desérticas do norte do México e do sudoeste dos EUA) e de um simpático coalinha.


Apesar de ter vindo ao mundo em julho do ano passado, somente nos últimos dias a pequena coala fêmea começou a sair de dentro da bolsa materna.

É que, como os cangurus, os coalas concluem seu desenvolvimento após o parto.

Agarrando-se às costas da mãe, a coalinha já começou a explorar o alto das árvores do parque.

Os segundos da leva a nascerem foram os carneirinhos gêmeos.

O casal de bebês vieram ao mundo no dia 1º de março deste ano e somente 30 minutos após o parto já começou a ensaiar os primeiros passos.

Caçula da turma, o carneiro-selvagem conhecido como bighorn tem apenas 27 dias.

Como se trata de uma fêmea, não terá chifres espiralados, a principal caraterística desses animais (bastante ameaçados em seu habitat natural).

fonte:r7