“Artista” mantém mais de mil grilos vivos colados em tela durante exposição na Espanha
sexta-feira, setembro 17, 2010
Postado por Unknown
Maior cão do mundo encontra menor cachorrinha
sexta-feira, setembro 17, 2010
Postado por Unknown
Descubra detalhes da dupla que roubou a cena em um almoço badalado

Enquanto o Gigante George precisou de um conjunto todo de poltronas da primeira classe de um avião para chegar a Nova York, a delicada Boo Boo costuma se acomodar perfeitamente em um sapato de mulher.
O menor e o maior cães vivos do mundo foram a sensação do almoço promovido nesta semana pelo Guiness, o Livro dos Recordes, na metrópole norte-americana, segundo noticiou o portal Aol.
George tem mais de dois metros (do focinho à ponta do rabo) e pesa mais de 111 kg. Já a cachorrinha tem cerca de 10 cm de altura, e seu peso não chega a 700 gramas. Aliás, ela faz suas refeições em uma colher de chá.
Apesar das diferenças, durante o encontro os dois mostraram que não são nada preconceituosos e se tornaram bons amigos. Com direito a muitas lambidas.
Segundo Lana Elswick, proprietária da mascotinha, Boo Boo não costuma ter medo de cachorros. Mesmo os grandalhões
fonte:r7.com
Raro filhote albino de baleia é registrado na Argentina
segunda-feira, setembro 13, 2010
Postado por Unknown

Um raro filhote albino de baleia-franca austral foi visto na costa da península Valdez, na região da Patagônia, na Argentina, nesta segunda-feira, segundo a agência Reuters. De acordo com a WWF, acredita-se que existam 12 mil indivíduos desta espécie no mundo, mas não há estimativas sobre o número de albinos.
Somente no Brasil, mais de 300 indivíduos foram catalogados e identificados por fotos – cada animal é distinguido por calosidades naturais na cabeça. A espécie pode ser vista ainda em países como Chile, Namíbia, Moçambique, Peru, Uruguai, Madagascar, Nova Zelândia, África do Sul e Austrália.
Os grupos ao longo do planeta não cruzam muito entre si, já que as mães costumam manter os mesmos locais de alimentação e os filhotes adquirem esse hábito.
fonte:ANDA
A alergia é uma patologia que vem crescendo muito nos cães.
segunda-feira, setembro 13, 2010
Postado por Unknown
Atualmente elas correspondem a cerca de 70% dos casos dermatológicos e, muitas vezes, o diagnóstico é trabalhoso. Não é possível diagnosticar alergia de forma confiável através de um exame laboratorial, como os veterinários fazem com tantas outras doenças dermatológicas, tais como as dermatites parasitárias (sarnas), as dermatites fúngicas (micoses), as neoplasias, as doenças autoimunes e tantas outras.
O que ocorre, na maioria das vezes é, que, muitos tutores saem frustrados da consulta com o especialista em dermatologia,comentando:“Mais um que não sabe o que meu cachorro tem”.
Um diagnóstico confiável é baseado na exclusão de demais dermatopatias pruriginosas – doenças que causam coceira e, uma vez confirmado a alergia, deverá ser excluídas as diversas causas alérgicas. Isto, na maioria das vezes, gera frustração tanto ao tutor do cão quanto ao médico veterinário.
Às vezes o tutor já consultou inúmeros profissionais da medicina veterinária antes de chegar a um especialista e quer uma resposta simples e objetiva que resolva o problema do seu amigo de 4 patas. Por outro lado, os especialistas, também se frustram ao perceber o semblante desanimador do proprietário, pois o mesmo terá que passar por várias etapas antes de descobrir o tipo de alergia que se desenvolve em seu cachorro e, em certos casos, ele terá que lidar com algo incurável por toda a vida.
A primeira etapa consiste na eliminação de pulgas, ectoparasitas, piolhos e carrapatos. Uma vez feito isso, deverá ser eliminado em tese os alimentos possivelmente envolvidos na alergia do cachorro e, isto, exige muita paciência e dedicação por parte dos tutores, pois terão que oferecer alimentos caseiros ao cão por um longo período, que varia entre 60 e 90 dias, e remover todos os alimentos industrializados da sua dieta, chamada de eliminação.
Esta dieta é uma etapa fundamental para se excluir alergia alimentar, e não pode ser negligenciada. Os ingredientes são escolhidos pelo profissional veterinário com base naquilo que o animal nunca tenha ingerido anteriormente. A adesão a este protocolo é fundamental para ser concluída a alergia que o ‘fiel amigo’ tem de fato.
Uma vez feito isto e não havendo melhora clínica terá a conclusão que se trata de uma dermatite atópica, também chamada de alergia a inalantes ambientais, pelo qual é incurável, exigindo um tratamento permanente no cachorro.

fonte:portal da cinofilia
Câmera Record: Confira lista de locais de adoção e tratamento de animais
segunda-feira, setembro 13, 2010
Postado por Unknown

O Câmera Record desta sexta (10) mostrou animais que conseguiram superar casos de agressões e maus-tratos e levam uma rotina normal, com novos donos e casas.
Se você está interessado em ajudar na recuperação e saber histórias de outros bichos ou, até mesmo, adotar algum, o R7 traz uma lista de instituições especializadas neste tipo de recuperação. Confira:
Anjos para Adoção
Site: http://anjosparaadocao.multiply.com/
Contato:Maria Augusta
E-mail:augustatol@uol.com.br
Donna Cachorra
Site: http://www.donnacachorra.com.br/
Contato: Silvana Mitne
E-mail: dmitne@donnacachorra.com.br
Pitcão
Site: http://www.pitcao.com.br/
Contato: Patricia Cancellara
E-mail: pattycanti09@gmail.com
Clube dos Vira-Latas
Site:http://www.clubedosviralatas.com.br/
Contato:Cida Lellis
E-mail:facebook@clubedosviralatas.org.br
Animais para adoção
Site: http://adotacao.blogspot.com/
Lista com instituições de adoção em todo o país.
fonte:r7.com
Dica Pet: Cuidados especiais com o cão idoso
segunda-feira, setembro 13, 2010
Postado por Unknown
Quando os cães ficam mais idosos, alguns cuidados especiais podem melhorar a qualidade de vida deles. No vídeo desta semana, a adestra da Cão Cidadão, Patricia Possa, traz dicas muito úteis para cuidar de cães velhinhos.
fonte:r7.com
Protetora recebe ultimato para deixar terreno (SP)
sexta-feira, setembro 10, 2010
Postado por Unknown
Dentro da minha casa estou com 12 cães. Como não havia mais espaço para novos animais, aluguei um terreno ao lado, e o proprietário me garantiu que não iria construir no terreno, que era inativo. Então tomei uma atitude e fiz alambrados, comprei casinhas, e fui cuidando deles.

Mas o proprietário voltou atrás, pediu o terreno.Me deram um ultimato para tirá-los de lá.Os materiais estão chegando,estou desesperada,por isso venho pedir ajuda para algum adotante,Eles são todos dóceis e precisam de um lar urgente.
Contato:
Carol
(11) 2642.9070/8212.0014
carol.produtosplasticos@hotmail.com
Cão de raça rara está abandonado nas ruas de Osasco (SP)
sexta-feira, setembro 10, 2010
Postado por Unknown
Por favor, preciso de ajuda com este cão de raça rara,pelo que andam dizendo trata-se de um Chip Alemão.

Ele está há três dias perambulando aqui no bairro do Jardim Santo Antonio, em Osasco (SP), mais exatamente na avenida Sarah Veloso, em frente ao mercado Marçalo. Até agora ninguém tomou nenhuma providência. Deve estar sofrendo com o frio. Já cuido de outros cães e não tenho para onde levá-lo. Ele é dócil e está muito triste.
Contato:
Sueli
Fone:(11)6686-9426
Ensinando ao filhote onde é o banheiro
sexta-feira, setembro 10, 2010
Postado por Unknown

“Ai, que coisinha mais fofa é esse filhote.”Isso é o que todos os proprietários dizem, até essas bolinas de pelo começarem a “carimbar” a casa com pequenas poças de xixi e montinhos de coco.Mas o que fazer para o cãozinho aprender a usar o local correto para fazer as necessidades?
Primeiro passo: é preciso saber que o cão, assim como nós, não gosta de comer e dormir perto do banheiro. Naturalmente, conforme o filhote cresce, ele vai preferir fazer as necessidades em locais mais afastados de onde convive, brinca, dorme, come e bebe água.
O treino para ajuda-lo é simples, mas requer bastante paciência:
Arrume a disposição da cama e vasilhas de água e comida em um canto oposto ao lugar que será destinado a ser o “banheiro” do filhote;
Forre o local com jornal ou um tapetinho higiênico – que possui cheiros atrativos para estimular o cão a fazer xixi ali, além de absorverem melhor;
Crie uma rotina na alimentação, para que você consiga saber os horários que seu cãozinho costuma evacuar. Isso, geralmente, acontece depois que acorda e uns seis minutos depois que come. Leve-o nesses horários ao banheiro e não o distraia;
Deixe o local do banheirinho sempre limpo e sequinho, pois, geralmente, os cães não gostam de fazer as necessidades em cima de onde já tem xixi;
Recompense sempre que você vê-lo fazendo certo, com muita festa e um petisco que filhote goste! A recompensa ou correção de qualquer comportamento deve ser feita no exato momento em que ele acontece;
IMPORTANTE:não grite ou dê broncas quando o cãozinho fizer xixi no local errado. Isso pode fazer com que ele passe a fazer as necessidades nesses locais só pra chamar sua atenção, ou pior: ele pode parar de fazer na sua frente, por medo, e passar a fazer escondido;
Para evitar que ele erre:
Supervisione enquanto o animal estiver nos locais onde não deve fazer as necessidades e neste comecinho, restrinja o acesso dele aos locais que absorvam o xixi,como tapetes, por exemplo;
Se o filhote der a indicação que está apertado, distraia-o, ou pegue no colo e leve até o banheirinho.Aguarde um pouco e se ele fizer xixi ou coco recompense.Se não fizer,volte ao local onde estavam, aguarde um pouco e depois volte ao banheirinho novamente.Repita esse procedimento sempre que for necessário;
No artigo da próxima semana, vocês vão aprender como lidar com dois tipos de diferentes de xixi: por submissão e por excitação.
fonte:r7.com
Saiba por que quatro filhotes de guepardo foram ao hospital veterinário
sexta-feira, setembro 10, 2010
Postado por Unknown
Animais são irmãos e moram em zoológico no norte da Alemanha

Quatro adoráveis bebês de guepardo foram levados dentro de uma cesta ao hospital veterinário da cidade de Rostock, no norte da Alemanha, nesta segunda-feira (6).
O quarteto foi fazer um check-up. Irmãos, os pequenos ficaram órfãos logo após virem ao mundo, há sete semanas. Sem a mãe, eles serão criados pelos funcionários do zoológico.
Os guepardos, também conhecidos como chitas, estão entre os animais mais rápidos do mundo. Podem chegar a 120 quilômetros por hora enquanto estão caçando suas presas.
Parentes distantes da brasileiríssima onça, são originários na África e na Ásia. Pouca gente sabe, mas são os únicos felídeos que não conseguem retrair suas garras completamente.Interessante, não?
fonte:r7.com
Esqueletos de animais invadem museu universitário
sexta-feira, setembro 10, 2010
Postado por Unknown

Se você sempre quis ver de perto animais selvagens, mas nunca teve coragem ou oportunidade, vá à exposição Dimensões do Corpo: da Anatomia à Microscopia, que será aberta nesta sexta-feira (10), no Museu de Anatomia Veterinária da USP (Universidade de São Paulo).
Pelo menos 70 animais taxidermizados ou empalhados, como diriam os mais antigos e mais de uma centena de esqueletos de espécies diferentes compõem a mostra, que apresenta o resultado de pesquisas da faculdade de medicina veterinária da instituição.
Os destaques são muitos: girafa, elefante, zebra, macaco, veado, rinoceronte, hipopótamo, camelo, tamanduá, preguiça e um sem-número de aves, além de animais domésticos. Há até mesmo órgãos internos como coração e estômago conservados em formol, conta o curador Maurício Cândido da Silva.
A nossa proposta é atrair estudantes, do ensino básico ao terceiro grau. Todo o material exposto tem finalidade educativa, tanto que vem sendo usado em sala de aula.
Dimensões do Corpo: da Anatomia à Microscopia
Quando: segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 9h às 14h. Até 2011.
Onde: Museu de Anatomia Veterinária da USP. Avenida Professor Doutor Orlando Marques de Paiva, 87, Cidade Universitária, São Paulo.
Quanto: R$ 6 (idosos, alunos e professores pagam meia-entrada; comunidade USP não paga)
Informações: (0xx11) 3091-1309
fonte:r7.com
Nove filhotes resgatados em praça precisam de lar temporário (SP)
quinta-feira, setembro 09, 2010
Postado por Unknown

Foram resgatados nove filhotes de cães que estavam abandonados em uma praça. Conseguimos um local próximo à minha casa, um terreno baldio com um quartinho nos fundos. Estou indo de 2 a 3 vezes por dia limpar e alimentá-los.
Peço a ajuda de todos para a divulgação, pois pretendo tirá-los o quanto antes desse local. Se alguém puder dar lar temporário, ou até mesmo adoção, eu ficaria muito grato.
Aproveitando, estou pedindo ajuda para vacinar e vermifugar todos estes nove filhotes. Também preciso de ração, remédio para pulgas e jornal. A castração deles será feita em uma campanha que irá acontecer neste mês de setembro.
Contato:
Igor Soler
(11) 7619-0513
(11) 5565-4594
Aprenda os cuidados para dividir a cama com o pet
quinta-feira, setembro 09, 2010
Postado por Unknown

O dilema de dividir ou não a cama com o bichinho de estimação atormenta muitos donos de pet. Apesar de serem, em sua maioria, fofinhos ao extremo, é preciso cautela antes de permitir que o animal durma na mesma cama que o dono.
A veterinária Vivian Barbosa da Silva Santos garante que não há problemas em dividir lençóis, travesseiros e colchão com o bichinho. Para isso, o primeiro passo é ficar de olho na saúde do pet. A vacinação deve estar em dia. Os banhos devem ser semanais, e os vermífugos precisam ser aplicados no prazo correto.
Outro comportamento fundamental antes de dividir a cama é lavar e secar as patas da mascote depois do passeio na rua.
De preferência com um secador de cabelo, o que evita que as patas fiquem úmidas
A própria veterinária não abre mão de dormir ao lado do golden retriever Zeus. Outra dica da médica para evitar transtornos e doenças diz respeito à roupa de cama. Se o cão soltar muito pelo, assim como o dela, é aconselhável trocá-la diariamente.
Sem dúvida,é uma tarefa a mais, mas é o preço que se paga para quem não abre mão de dormir ao lado do pet.
Para quem acha estranho dormir na mesma cama que o animal de estimação, acredite: esse comportamento está mais comum do que se imagina. Dados da pesquisa Radar Pet, realizada este ano pela Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), mostrou que no Brasil 55% dos cachorros de estimação dormem dentro de casa.
São 23% que passam a noite no quarto dos donos e 12% que têm um dormitório só para eles. Outros 11% dormem na sala e 9%, na lavanderia ou no banheiro.
Segundo o veterinário André Santa Rosa, com a maior proximidade entre donos e cães, é natural que aumente o número de cachorros dormindo no quarto. O treinador e especialista em comportamento animal Max Macedo destaca que esse comportamento acaba refletindo na humanização do animal.
Se o cão é criado e tratado adequadamente,não será o fato de permitirmos eventualmente que ele suba em nossa cama que trará condenação a essa conduta.O problema é que,atualmente,as pessoas confundem tratar bem um animal com tratá-lo como uma criança, e muito pior,com permissividade.
Um cão é um cão e pronto, não porque sou insensível, mas por que é assim que tem de ser. O animal deve e precisa ser tratado como tal. Isso evitará aos proprietários boa parte dos transtornos comportamentais que tenho visto por aí.
O resultado negativo dessa humanização, segundo Macedo, pode ser facilmente identificado pelo dono. O animal passa a ficar agressivo sem motivos reais, apresenta dificuldade de contenção e manejo, quando é levado ao veterinário, destrói tudo dentro de casa e resolve morder os proprietários quando é contrariado. Alguns fazem até greve de fome, quando algo muda em sua rotina.
Tudo isso é consequência da tentativa de humanizá-los.
A pediatra Jussara Fontes pontua que permitir ou não que o bichinho de estimação durma na cama com o dono deve ser individual.
Aquele animal que vive na rua evidentemente irá trazer bactérias, micróbios e tantos outros agentes patogênicos que podem acarretar males à saúde do dono, como uma alergia, por exemplo. Daí a necessidade dos cuidados antes de permitir que o pet divida a cama com seu proprietário.
Entretanto,é igualmente fundamental avaliar os benefícios que podem estabilizar os comportamentos afetivos do dono. O que aquele animal significa para a vida dele? O que estamos discutindo pode não ser simplesmente o ato de dividir a cama com o animal. Esse comportamento pode ir além disso. É preciso bom-senso antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com Jussara, estudos realizados por especialistas em defesa de sistema imunológico revelam que as pessoas que convivem com animais têm menos propensão a desenvolver alergia ou doenças que afetem o sistema respiratório.
Donos também ficam dependentes
Não são apenas as doenças e os problemas respiratórios que tiram o sono dos donos dos animais de estimação que se propõem a dividir a cama com eles. As vantagens e asdesvantagens também passam por quesitos emocionais.
A psicóloga Wanda Mendes explica que a principal vantagem do ponto de vista humano é a sensação de aconchego e prazer que a companhia do animal proporciona. Entretanto, ter o bichinho na cama pode soar muitas vezes como um retorno recompensador à correria do dia a dia, que, geralmente, impõe a falta de tempo para atividades de lazer e laços afetivos.
Por isso, esses animais são tantas vezes tratados como crianças. É a fuga do dono que se encontra impedido de construir uma família.
Mas não são apenas os animais que estão condicionados à situação de dependência. Ao adotar esse hábito, muitos proprietários deixam de sair ou voltam mais cedo para casa, porque imaginam que o bicho não está bem. Outros até desistem de viajar, caso não consigam incluir o bicho na bagagem, e os animais ficam mais ansiosos à medida que envelhecem.
O casal de aposentados Adelmo e Maria Eunice Baracho conhecem muito bem essa história. Há nove anos, convive com o poodle Roque, que sempre dorme na cama dos dois.
Meu filho saiu para comprar um peixe e voltou com ele. O Roque chegou tão pequenininho e chorava tanto que, no início, permitimos que ele dormisse na cama para acalmá-lo. Depois ele tomou conta da situação.
Para se prevenir, o casal leva o cão para tomar banho às sextas-feiras e exibe o cartão de vacinas com tudo em dia.
Todos os meus filhos cresceram e foram construir suas vidas mundo afora. O Roque passou a ser nossa companhia para todas as horas. Não viajamos há muito tempo, porque ele não se adapta, e não temos coragem de deixá-lo pra trás. Mas tê-lo ao nosso lado é tão gratificante que vale todo e qualquer sacrifício.
A aposentada Lúcia de Fátima Mendonça, 56 anos, proprietária da bichon frisé Julie, de 9, garante que não consegue imaginar a vida sem a cadelinha.
Quando comprei Julie, passava por uma estafa terrível e me sentia muito mal, com a vida sentimental complicada e um cansaço físico tremendo. Ela veio como um porto seguro. É uma amiga de verdade.
Ao contrário do casal Baracho, Lúcia carrega a pequena Julie para todos os cantos.
Até hoje ela só não foi ao consultório do meu médico, mas até na igreja a cadela entra. Quando o telefone toca, a Julie fica de olho, como se estivesse a perguntar: E aí? Pra aonde vamos?
Esqueleto de baleia de 16 m é encontrado em rio de Londres
quinta-feira, setembro 09, 2010
Postado por Unknown

O esqueleto de uma baleia enorme, que se acredita tenha sido morta há 300 anos para o aproveitamento de sua carne, ossos e óleos, foi encontrado por arqueólogos às margens do rio Tâmisa, em Londres.
Os restos do animal sem cabeça, um exemplar de uma espécie hoje rara do Atlântico norte, foram achados submersos na lama espessa em Greenwhich, histórico centro marítimo na zona leste da cidade. “Este é provavelmente o maior ‘objeto’ isolado já encontrado em uma escavação arqueológica em Londres”, disse Francis Grew, curador sênior do Museu de Londres.
“Baleias ocasionalmente sobem o rio Tâmisa, e há relatos históricos da enorme comoção pública que causaram.” Historiadores acreditam que a baleia, de comprimento estimado em 16 metros, possa ter encalhado no rio entre os séculos 17 e 18 ou ter sido capturada por um dos muitos navios baleeiros que operavam nas proximidades de Londres.
Os restos esqueletais, que pesam meia tonelada e têm até quatro metros de largura, foram preservados em estado perfeito, devido à natureza anaeróbica do sedimento.
Especialistas dizem que o local onde foram encontrados os restos não condiz com a hipótese de a baleia ter encalhado naturalmente e que ela provavelmente foi arrastada até a margem do rio pela cauda para ser morta e retalhada.
O óleo de baleia era usado para iluminação doméstica, e as barbas de baleia (feitas de queratina) tinham muitas finalidades, incluindo a manufatura de bijuterias, pentes, chicotes de montaria e até espartilhos. A maior parte do material provavelmente foi tirada da parte dianteira da carcaça, que foi cortada.
Um pedaço de osso faltando em uma das enormes vértebras sugere que o animal possa ter sido abatido com arpão ou que ganchos tenham sido usados para segurar a carcaça após o abate. O esqueleto ficará exposto até 14 de setembro no local de exposições do Museu de Londres nas docas da cidade e depois será levado ao Museu de História Natural de Londres para ser estudado.
Tim Bradley, cuja equipe arqueológica descobriu a baleia, disse que não foi fácil recuperar os restos do animal. “Quando o arqueólogo no local me telefonou para dizer o que encontrara, pensei que estava brincando. Entre outras coisas, a baleia quebrou a suspensão de nossa van.”
Fonte: Terra
Jovens furtam pinguim de aquário em Natal (RN)
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown
Animal foi encontrado rondando as casas da vizinhança

![]()
Quatro jovens invadiram o Aquário de Natal, capital do Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (7) e furtaram um pinguim. De acordo com a polícia, os jovens arrombaram a porta lateral do aquário e, após um passeio pelo local, saíram com a ave, que mede 70 cm e pesa 3 kg, no colo.
O grupo foi filmado pelas câmeras de segurança do estabelecimento e, segundo a polícia, a impressão é a de que eles queriam apenas "fazer bagunça". O pinguim foi encontrado duas horas depois rondando as casas da vizinhança, perto do aquário e da praia. A ave está bem e não teve ferimentos. O caso está sendo investigado.
fonte:r7.com
melhor amigo do homem
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown
Quando percebe a tristeza da criança, animal resolve agir,Veja o que o bebê faz.
Um bebezinho começa a chorar. Ao seu lado, está deitado um cão, fazendo guarda.
Ao ver a tristeza da criança, o animal não consegue se segurar e resolve também botar a boca no mundo.
Veja qual é a reação do bebê com a tática do cão. Clique abaixo.
fonte:r7.com
Saiba o nome do bebê elefante nascido na Alemanha
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown
Veja como mamãe elefoa anunciou o nome do herdeiro nesta terça-feira(7)
Ao completar um mês e um dia de vida, um lindo elefantinho nascido no Zoológico de Hanover, famosa cidade ao norte da Alemanha, já tem um nome: Dinkar.
Quem anunciou a novidade para os visitantes do local foi Manari, a mãe do elefante.
Nesta terça-feira (7), a elefoa passeou pela morada da família com uma placa na tromba, onde lia-se o nome do herdeiro.
fonte:r7.com
Raro bebê de leopardo negro vai ao médico na Alemanha
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown
Espécie está em alto risco de extinção; há menos de 40 animais em liberdade

Este filhote de leopardo-de-amur negro, que vive no zoológico da cidade alemã de Hodenhagen, foi clicado durante uma visita ao veterinário, nesta quarta-feira (8).
Espécie considerada extremamente rara, também conhecida como leopardo-da-manchúria, é originária do vale do rio Amur, na fronteira entre Rússia e China.
Em liberdade, estima-se que existam menos de 40 desses felinos, divididos entre o extremo leste da Rússia, o norte da China e parte da Coreia do Norte.
Considerados o mais belo leopardo, assim como os de pelagem negra, os de Amur também podem ser pintados. Ambos são muito caçados, principalmente porque seu pelo, no inverno, chega a atingir 7 cm de comprimento. Seus olhos são de cor azul-clara, quase cristalina.
fonte:r7.com
CCZ de Americana reprime com rigor o abandono e os maus-tratos
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown

"Quem quer ter em sua família um cão ou gato, tem que ter direito. Animais sentem fome, sede, ficam doentes, brincam, destroem móveis, tudo isso faz parte da convivência. E quando ficam doentes precisam de atendimento veterinário. Às vezes, precisam de exames, de remédios. Se uma pessoa não tem condições financeiras para comprar ração para o animal, nem adote. Se não dispõe de dinheiro para ração, não terá para vacinar e socorrer. Cavalos também necessitam de cuidados, não podem ser explorados."
O discurso, típico de um protetor de animais, é de um diretor de um Centro de Controle de Zoonoses (CCZ): Fernando Ferreira, da cidade de Americana, interior de São Paulo. Ele não é veterinário, mas “apaixonado por bicho” e se dispôs, com sua pequena equipe e carta branca do Prefeito Diego de Nadai (PSDB/SP), a implantar uma política de controle animal calcada no bem-estar, no registro e identificação, esterilização de cães e gatos, e na responsabilização e educação dos proprietários.
O CCZ de Americana conta com três médicos veterinários, alguns estagiários, assistentes e tratadores, e dificilmente uma denúncia deixa de ser atendida. “Em caso de maus-tratos, atropelamento, animal ferido, procuramos agir imediatamente. Se o animal tem dono, quem deve socorrer é ele, mas se não tem, a gente socorre. O que não conseguimos fazer aqui no CCZ, contamos com a colaboração e apoio de médicos veterinários e laboratórios da cidade. O animal não fica sem socorro”, garante Fernando.
Com uma população de cerca de 220 mil habitantes, Americana tem aproximadamente 36 mil animais, entre cães, gatos e cavalos, calcula Ferreira. “Somente cálculos, porque vamos saber mesmo na hora que conseguirmos registrar e colocar microchip em todos os cães, gatos e cavalos, com a identificação dos proprietários”, explica. Até agora, foram registrados e identificados 23% dos animais e a meta é chegar a 40% ao final de 2010, garante o diretor do CCZ.
Atuação

Fernando Ferreira afirma que a determinação e a disposição do Prefeito Diego de Nadai para implantar uma política de controle animal foram fundamentais para o bom desempenho do CCZ de Americana.
"Acabamos de comprar mais sete mil microchips e de contratar, através de licitação, uma campanha de castração para três mil animais, principalmente cadelas e gatas. Todos sairão registrados e identificados”, explica Ferreira.
Para cães machos, Americana vem usando esterilizante químico. Uma das médicas veterinárias do CCZ, Dra. Aneli Marques, está formando um banco de dados com todos os 500 animais que receberam o produto, registrando reações, recuperação, comportamento posterior. “O produto esteriliza, mas, em boa parte dos casos, não muda o comportamento. Se o proprietário reclama que o cão foge, pula o muro, corre atrás de cadelas na rua, eu aconselho a castração cirúrgica”.
Além dos investimentos públicos em controle animal na cidade, Fernando e sua equipe contam com uma lei bastante rigorosa, a Lei Municipal 4547/07. “Quem deixa seu cachorro na rua ou não está cuidando corretamente, fazemos uma advertência. Se o caso envolve alguma moléstia, voltamos em 24 horas. E não há negociação. Se o proprietário não levar o animal ao veterinário ou não providenciar domicílio, a multa é de R$ 836,77. Para casos de abandono, a multa é a mesma.
A lei ainda prevê pagamento da estadia do animal, nas ocasiões em que ele tenha que ser recolhido ao CCZ, além outras taxas. Caso haja inadimplência, os valores vão para a dívida ativa do Município. Em situações mais graves, com animais feridos, mutilados ou vítimas em acidentes de trânsito por estarem soltos indevidamente, o CCZ, além de multar administrativamente, encaminha o caso para uma delegacia.
Recentemente, um grave acidente na Rodovia dos Bandeirantes, que margeia a cidade, provocou a morte de um cavalo atropelado, ferimentos no motorista e a destruição do veículo. Mesmo após o animal ter sido enterrado, a equipe do CCZ conseguiu que o corpo fosse exumado e retirou o microchip, localizando seu dono. A pessoa alegou que havia vendido o cavalo, e indicou o novo proprietário. Os dois foram para a delegacia, pois quem vende ou doa um animal, em Americana, é obrigado a transferir o registro no CCZ.
Novidades
Fernando Ferreira conta que as instalações do CCZ estão em obras. “Vamos separar o setor de zoonoses do futuro Centro de Bem-estar Animal, que é parte do Programa de Bem-estar Animal lançado agora. No Centro, vamos concentrar a fiscalização de maus-tratos, o registro e a identificação por meio de microchip, o programa de adoção, o controle populacional e um programa de educação para atuar principalmente nas escolas. Já instalamos telefone próprio só para essas atividades."
Outra atuação do CCZ é buscar parcerias, como as que vêm sendo feitas com a Autoban, para conseguir ampliar a identificação de animais na cidade. “Planejamos ter um censo e todos os animais registrados”, afirma Ferreira, explicando que todos os eventuais gastos atuais da prefeitura são compensados em curto e médio prazo.
“Somente com animais identificados poderemos responsabilizar as pessoas que deveriam cuidar deles, mantê-los domiciliados e impedir maus-tratos. Quem não respeita seu animal, é multado. As multas devem ser pagas, ou a pessoa pode ficar com uma dívida ativa. Só pode ter animal nessa cidade se tiver responsabilidade”, enfatiza o diretor do CCZ.
Questionado a respeito da reação dos moradores de Americana em relação às ações do órgão, Ferreira esclarece: “muitas pessoas não gostam, reclamam, procuram vereadores, prefeito ou delegados para protestar. Porém, temos o respaldo da prefeitura, e por isso já estamos conseguindo educar mesmo antes de começar nosso programa de educação nas escolas. O objetivo é deixar claro para todos que os animais merecem e devem ser respeitados e tratados dignamente. "
fonte:WSPA
Cresce movimento por delegacias e promotorias para crimes contra animais no Brasil
quarta-feira, setembro 08, 2010
Postado por Unknown
A sociedade brasileira tem se organizado pela implantação de delegacias, núcleos especiais ou promotorias onde questões envolvendo animais possam ser tratadas de forma diferenciada. A importância desses centros reside numa maior eficácia no cumprimento das leis e na punição mais efetiva de quem maltrata, mutila, abusa ou fere animais.
O movimento em prol de instituições especializadas surgiu de forma quase natural devido ao crescente reconhecimento da importância da promoção do bem-estar animal. Sabe-se, atualmente, que esse fator gera reflexos importantes para a própria saúde física, mental, emocional dos seres humanos que convivem com animais, ou compartilham seu meio ambiente, sobretudo nas regiões densamente urbanizadas.
Fato é que os animais ocupam cada vez mais espaço na sociedade humana, e cientistas, como a professora Ceres Faraco, médica veterinária e psicóloga, perceberam a importância dessa ligação e levaram para a área acadêmica pesquisas e estudos envolvendo as relações interespécies.
Ceres defende a tese das famílias multiespécies, que trazem benefícios para humanos e animais.Os relacionamentos e interações envolvem conforto, companhia, sentimentos e emoções.Essas trocas passaram a interessar pesquisadores,chegaram à academia há cerca de três décadas, gerando estudos e pesquisas na área comportamental, na Medicina Veterinária, na Psicologia, e também na área do Direito.
Os animais não são sujeitos de Direito,mas existe um forte movimento mundial pelo reconhecimento dessa condição.
Da mesma forma, é crescente a busca de garantias para os animais: direito ao bem-estar,à liberdade, à expressão de seus comportamentos naturais e à assistência médica veterinária.Com forte embasamento legal, as garantias refletiriam na estrutura e gerariam novas demandas nas instituições públicas, inclusive no judiciária.
Promotoria Animal
O promotor de Justiça de São José dos Campos, Dr. Laerte Fernando Levai, defende há alguns anos a criação da Promotoria de Defesa Animal. Essa tese saiu dos bancos acadêmicos onde foi em primeiro lugar apresentada, tomou as ruas e sensibilizou autoridades e cidadãos comuns. Uma ideia que se une a vários movimentos paralelos pela criação de delegacias específicas para crimes envolvendo os animais.
Teoricamente, qualquer Distrito Policial deve receber denúncias relativas a agressões, abusos, maus-tratos e outros crimes envolvendo animais, desde a vigência da Lei de Crimes Ambientais, que criminalizou essas práticas. Entretanto, há relatos de cidadãos que buscam atendimento e são recebidos com má vontade por escrivães e até delegados, o que acaba intimidando e afastando possíveis denunciantes.
A criação de uma Promotoria, comparada a de uma Delegacia ou Núcleo, é um processo mais lento, exigindo a aprovação de uma lei e a designação de um promotor.
O caminho menos complexo defendido em São Paulo pelo procurador e deputado estadual Fernando Capez (PSDB/SP) é a criação de um Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal, que poderá reunir promotores afetos e sensíveis às demandas envolvendo animais, sejam eles domésticos, domesticados, silvestres nativos ou exóticos. Esse grupo pode ser criado pelo Procurador Geral de Justiça, sem a necessidade de uma lei, e fica ligado diretamente ao gabinete dessa autoridade.
Delegacias Especiais
No município de São Paulo, já existe, há 10 anos, um grupo especial de meio ambiente. Recentemente, esse grupo ganhou status de Delegacia de Meio Ambiente, e mais uma delegacia especializada foi criada.
Marcelo Pavlenco, da ONG SOS Fauna, afiliada à WSPA e especializada no trabalho com animais da fauna silvestre brasileira, explica que os “outros distritos policiais ficaram impedidos de atender crimes contra o meio ambiente, que só podem ser tratados pelas delegacias específicas”.
Pavlenco vem percebendo melhoras, com mais apoio das autoridades quando se trata da repressão a crimes envolvendo os animais silvestres, e afirma que “muito mais do que delegacias especializadas, precisamos de pessoas vocacionadas para tratarem de crimes envolvendo a vida animal. Se a autoridade não é sensível, não funciona”.
O promotor e colunista da ANDA Laerte Levai crê na importância de delegacias especializadas, e acredita que, assim que uma delas é instalada, a procura é enorme, pois a demanda estava antes reprimida. “As pessoas não têm coragem de fazer um boletim de ocorrência, buscar uma delegacia quando o caso envolve animais, pois têm medo de serem ridicularizadas, e muitas vezes são mesmo.”
Quando um animal é ferido, morto, envenenado ou mutilado, as pessoas ficam “sem direção”, diz o promotor. “Buscam a zoonoses, buscam as ONGs, tentam daqui e dali e se desesperam”, afirma. Assim, a implantação de delegacias especializadas facilitaria o processo de denúncia. Levai lembra, entretanto, “que ainda resta saber o que fazer com o animal vitimado que sobreviveu e, muitas vezes, necessita de socorro imediato e especializado”.
Portanto, pondera o promotor, teríamos que investir em uma nova estrutura. “Eu defendo a criação da Promotoria de Defesa Animal, e acredito na importância das delegacias também. Nada mais natural que elas surjam e atuem em parceria com as promotorias. Mas essas instituições não são viáveis sem parcerias com outros órgãos policiais, ONGs, faculdades, universidades que tenham hospitais veterinários, e parcerias com as prefeituras. Além disso, teríamos que investir em assistentes técnicos especializados”, explica o promotor, defendendo inclusive a necessidade de cursos de capacitação para promotores, juízes e delegados.
Peritos veterinários
Durante a realização da I Conferência Internacional de Medicina Veterinária do Coletivo, promovida pelo Instituto Técnico de Educação e Controle Animal – ITEC, afiliado à WSPA, a médica veterinária e perita criminal americana Melinda Merck detalhou a especificidade científica envolvida em investigações de crimes que vitimam animais. E deixou claro que a especialização das equipes envolvidas nesse trabalho é fundamental.
Já o professor Dr. Paulo Cesar Maiorka, do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo – USP, afirma que a especialização para médicos veterinários no ramo da perícia criminal é um movimento ainda recente, e a cada dia mais necessário.
A legislação brasileira dá ao médico veterinário a prerrogativa da perícia quando o crime envolve um animal, mas sabe-se que, em muitos locais, profissionais de outras áreas vêm se encarregando desse trabalho, podendo, conforme Maiorka, comprometer o resultado da investigação. “O que pode causar problema na perícia é a imperícia”, afirma o professor, detalhando que, para se tornar um perito, o médico veterinário primeiramente precisa ser especialista em uma determinada área, com título conferido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.
“Imagine um caso de uma suposta imperícia médica envolvendo um cirurgião veterinário famoso. O perito que vai atuar não pode ser um recém-formado, precisa ter especialização na mesma área. Se começamos a investir em perícias e o fazemos errado, caímos no descrédito”, diz Maiorka, frisando que infelizmente muitos setores da Justiça e da sociedade já tratam com desprezo crimes em que as vítimas são animais.
Portanto, é preciso investir em cursos, pois eles existem, mas ainda são poucos.E também é necessário ampliar a oferta de concursos para peritos veterinários.No Estado de São Paulo, eles acontecem a cada dois anos, mas a polícia paulista tem somente 15 peritos veterinários, e o estado é considerado o mais avançado nesse setor”, afirma Maiorka.
A boa notícia é que outros estados estão investindo no desenvolvimento e na especialização de peritos,como Bahia e Rio de Janeiro. E os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária também voltam sua atenção para essa carreira.Maiorka observa ainda que a polícia e as autoridades constituídas devem abraçar a ideia, sendo um dos próximos passos conseguir criar um Instituto Médico Legal–IML veterinário.
Socorrer é fundamental
No momento em que as instituições policiais eo Ministério Público começam a voltar seus olhos para a necessidade de tratar de forma especializada os crimes ou denúncias envolvendo animais,surgem evidências de que um ponto fundamental é o socorro às vítimas.
Na maior parte dos casos de denúncias, o bicho tem que ser apreendido,não pode continuar onde está ou precisa de socorro médico veterinário imediato.E para onde levá-los?”, questiona a advogada Vanice Teixeira Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais – UIPA, tradicional ONG de São Paulo, afiliada à WSPA.
O mesmo drama é vivenciado por Marcelo Pavlenco, da SOS Fauna, mas nesse caso com um agravante: a ONG trabalha com animais da fauna silvestre nativa, e até para cuidar deles, manejá-los e destiná-los, precisa de autorizações especiais do Ibama.
E quando acontecem, por exemplo, grandes apreensões de silvestres do tráfico, não existe suporte de órgãos públicos para o socorro imediato, que precisa ser muito mais especializado.
Delegacias,promotorias, sim, mas se não houver centros de recuperação de animais, fica complicado,observa Vanice, que atende,por meio da UIPA,mensalmente,cerca de 120 denúncias de práticas que vitimam animais, principalmente cães e gatos.
Outro aspecto lembrado pela advogada é a necessidade de sensibilizar e especializar delegados, promotores e juízes, medida defendida pelo promotor Laerte Levai.Vanice observa que é preciso especializar as autoridades, mas ela, particularmente, não acredita que devam ser pessoas “vocacionadas”, com algum tipo de “sensibilidade especial em relação aos animais”.
Não se trata de vocação, mas de tratar a questão com a seriedade que merece e com o uso das ferramentas jurídicas empregadas na apuração de todos os outros crimes”.
Maus-tratos envolvem muita polêmica”, observa Orlandi, explicando que a matéria em si é imensa e o problema é o entendimento que as autoridades têm sobre o que sejam maus-tratos.
Eles os restringem a espancamento, lesões, ferimentos visíveis. No entanto, se a lei pune os atos de ferir e mutilar, e também atos de abuso e maus-tratos, é porque a prática dessas duas últimas condutas se consumam independentemente de ferimentos e mutilações, já que a lei não tem palavras inúteis, esclarece a advogada.
Ela acrescenta que, “se a existência de lesões fosse necessária para a consumação da prática de abuso e maus-tratos, não constaria na lei a tipificação das condutas de ferir e mutilar.
Dificilmente uma autoridade reconhece que fazer um macaco andar de bicicleta é um abuso, é um crime.Não precisamos encontrar lesões em um animal para termos uma situação de abuso ou maus-tratos.Um cão amarrado, com liberdade de movimento restrita,submetido a isolamento contínuo, mesmo que pareça estar bem, com pelos bons,sem ferimentos aparentes,está em situação de maus-tratos,e delegados não entendem assim.É uma crueldade isolar um cão, que é um animal social,detalha Orlandi.
“Atendi um caso de um cão que apanhava e não tinha onde dormir, não tinha abrigo no quintal. Mas a polícia constatou que o animal estava em bom estado, apenas porque tinha atestado de vacinação e alimentos, o que é um absurdo”, conta a presidente da UIPA.
Ministério Público
As Promotorias especializadas em questões envolvendo animais podem ajudar, admite Vanice. “A Promotoria do Meio Ambiente de São Paulo excluiu de suas competências os maus-tratos a animais domésticos. Os promotores consideram que danos a um animal não configuram dano ambiental, e remetem para a promotoria criminal. Com isso, tudo que pode ser feito no âmbito cível, onde o promotor pode agir antes do dano, acaba não acontecendo”, detalha Vanice, afirmando que é preciso rever todos esses entendimentos na criação de novas promotorias.
E enquanto não surgem Promotorias e Delegacias especializadas, a presidente da UIPA, a exemplo do presidente da SOS FAUNA, defende os investimentos, inclusive conversas e aproximação, com autoridades já constituídas. “’É preferível que haja um delegado na delegacia policial da região que tenha entendimento correto sobre a questão, do que uma delegacia especial com um delegado que tenha conhecimento restrito sobre o assunto”.
Nesse sentido, as gestões para a escolha dos delegados também são fundamentais no momento em que delegacias ou núcleos especiais de defesa animal são implantados, como ocorreu recentemente em Vitória, Espírito Santo. As ONGs conseguiram a nomeação de um delegado que tem entendimento e sensibilidade da importância de garantir o atendimento das demandas envolvendo delitos que vitimam animais.
Sejam delegacias, núcleos especiais, promotorias ou grupos de promotores, é evidente o fortalecimento do movimento que integra a proteção animal, parlamentares e outras autoridades, em busca do estabelecimento de estruturas e mecanismos que permitam reprimir com eficiência a prática de atos violentos, maus-tratos ou abusos contra animais. Assim, é fundamental que as pessoas que se importam e reconhecem a importância do convívio com os animais não se calem diante dessas ocorrências.
É preciso socorrer o animal vitimado, mas também exigir que as autoridades cumpram sua obrigação, cumpram as leis, apurem, reprimam a violência que atinge os animais. Eles sentem e sofrem como os humanos, mas no caso deles, sofrem sem a chance de socorro e de protesto, não conseguem falar e, na maior parte das vezes, ficam impossibilitados se defender, de reagir”, alerta Vanice Orlandi.
Fonte: WSPA
São Paulo prorroga suspensão da vacina contra raiva
terça-feira, setembro 07, 2010
Postado por Unknown

A Secretaria de Estado da Saúde decidiu manter por pelo menos mais 15 dias a suspensão da vacinação antirrábica no Estado de São Paulo, paralisada desde 20 de agosto.
Com base em dados levantados em parceria com a Secretaria Municipal de São Paulo, a pasta identificou um aumento de 41 vezes no total de notificações de reações adversas em animais relacionadas à imunização, em comparação ao ano passado.
Clélia Aranda secretária adjunta da saúde estadual, diz que os casos de reações foram notados logo no começo da campanha.
Logo nos primeiros dias da vacinação percebemos que havia alguma coisa de diferente. Esses números podem mostrar algo importante, mas ainda precisamos esperar outros resultados que estão por vir.
Entre esses resultados, estão os laudos das necropsias de seis animais, que estão sob responsabilidade do Departamento de Patologia da USP (Universidade de São Paulo), além de investigações de campo nos Estados onde a vacinação continua ocorrendo e análises das notificações feitas pela população por meio do Centro de Controle de Zoonoses.
Segundo o estudo da secretaria estadual, até 20 de agosto deste ano, durante a campanha de vacinação, foram registradas 2.198 notificações de reações adversas, contra 53 registradas em todo o mês de agosto de 2009.
Até o dia 27 de agosto deste ano, foram verificadas reações adversas temporariamente associadas à vacina em 2.627 animais no Estado - 713 cães, 1.903 gatos e 11 ainda sem identificação.
Quando se trata da incidência de reações leves, moderadas e graves em animais imunizados, o crescimento é ainda maior. Neste ano, entre os dias 9 e 17 de agosto, foram vacinados 247.550 animais, com uma incidência de 8,88 reações adversas para cada mil animais.
Já em 2009 foram imunizados 1.113.530 bichos, e esse índice ficou em 0,05. Ou seja, na comparação, a incidência cresceu 177 vezes em 2010.
fonte:r7.com
Pombal em Londrina (PR) abrigará apenas alguns pombos; outras 50 mil aves devem ser exterminadas
terça-feira, setembro 07, 2010
Postado por Unknown

Apesar da criação de um pombal no Cemitério São Pedro, em Londrina (PR), cuja ideia é oferecer a milhares de animais um lugar onde possam fazer seus ninhos, a Sema continua cumprindo medidas determinadas pelo Ibama para obter licença autorizando o extermínio de 50 mil aves.
O pombal não protegerá, portanto, todos os animais. A iniciativa, que começa a funcionar ainda esta semana, servirá como dormitório apenas para as pombas Columba livia (a pomba urbana), e não para amargosinha, que é uma ave silvestre menor.
fonte:Bonde
Nove golfinhos são capturados e mantidos presos em Taiji, no Japão
terça-feira, setembro 07, 2010
Postado por Unknown

Os voluntários da Sea Shepherd Conservation Society não são os únicos a defender os golfinhos em Taiji, no Japão. O cenário do massacre de golfinhos denunciado ao mundo pelo documentário The Cove recebeu neste final de semana cerca de vinte pessoas, que se reunirão na cidade em defesa dos golfinhos. E está prevista a chegada de mais pessoas nos próximos dias, semanas e meses, incluindo celebridades.
Segundo informações publicadas no site da Sea Shepherd, nove golfinhos foram capturados na semana passada, com o objetivo de serem vendidos para parques aquáticos por milhões de dólares.
Uma patrulha da Guarda Costeira japonesa mantém os golfinhos capturados sob vigilância, porque teme que voluntários da Sea Shepherd cortem as redes dos cercados onde estão os golfinhos novamente, como fizeram em 2003. Por esse motivo, os guardas japoneses vigiam o local do cercado dos golfinhos o dia inteiro, utilizando faróis e luzes durante a noite.
Enquanto alguns voluntários da Sea Shepherd permanecem em Taiji, Ric O’Barry mantém contato com a imprensa em Tóquio. No entanto, o apelo da Sea Shepherd é que as pessoas que puderem ir para Taiji, que o façam. Quanto mais pessoas estiverem presentes, maior serão as probabilidades de que a captura e o assassinato de golfinhos seja interrompido completamente.
fonte:Sea Shepherd
Siriema encontrada em Itabirito (MG) terá pata amputada
terça-feira, setembro 07, 2010
Postado por Unknown

A irresponsabilidade de traficantes de animais condenou nesta terça-feira uma Siriema que foi vítima de violência no momento da captura. A ave teve o fêmur fraturado e foi encontrada perdida no Bairro Acareú, em Itabirito, Região Central de Minas. O animal foi recolhido pela Polícia Militar do Meio Ambiente, depois do chamado de um morador. A Siriema está sob os cuidados do veterinário Fernando Pinto Pinheiro, na Clínica Eldorado.
Segundo o veterinário, a pata direita da Siriema será amputada porque o animal perdeu a sensibilidade no membro depois da fratura. “A atitude irresponsável e contra a lei machucou mais um bicho’, disse Fernando Pinto. O profissional alerta para o crime de tráfico de animais que é recorrente. “A Policia do Meio Ambiente é treinada para inibir o tráfico. Se um militar ouvir o som de animais silvestre na casa de alguém a pessoa será autuada por crime ambiental”, afirma o veterinário.
A ave foi tratada com antibióticos. Fernando Pinto vai encaminhar o animal ao Ibama nesta quarta-feira quando a Siriema deverá passar por cirurgia. Junto com a ave também serão levadas uma coruja, que está em tratamento desde sábado, e um gavião, recolhido na segunda. Ainda de acordo como veterinário o saldo do feriadão é positivo porque, mesmo maltratados, os animais recolhidos nestes quatro dias passam bem e vão se recuperar na medida do possível.
Fonte: Uai
Multidão de filhotes de crocodilo conquista a liberdade
segunda-feira, setembro 06, 2010
Postado por Unknown
População de cidade colombiana ajuda a soltar filhotes na natureza
Mais de 7.000 filhotes de crocodilo foram postos em liberdade, neste sábado (4), após nascerem no criadouro de um zoológico, na cidade colombiana de Barranco de Loba.
A expectativa é a de que os bebês, depois de crescidos, ajudem a aumentar a população da espécie, que está ameaçada de extinção.
fonte:r7.com
CHAMADA DA ONG ANIMAL LÁ DE PORTUGAL
segunda-feira, setembro 06, 2010
Postado por Unknown
fonte:youtube
ANIMAIS SILVESTRES SOFREM COM QUEIMADAS NO INTERIOR PAULISTA
segunda-feira, setembro 06, 2010
Postado por Unknown
fonte:r7
MACACOS QUE INVADEM A CIDADE? TENHAM A SANTA PACIÊNCIA,quem invader e o homem
segunda-feira, setembro 06, 2010
Postado por Unknown
Hoje,o Bom dia Brasil, fez esta outra matéria. Agora, chega ser ridículo, dizer que os macacos de Maringá, no PR, perderam o "pudor" e invadiram a cidade é debochar da nossa capacidade de analisar a questão. Sem sombra de dúvida, nós que invadimos o espaço dos animais(aliás, ontem vi "Deu a louca nos bichos", filminho comédia que trata deste assunto).Precisamos lembrar a realidade aos redatores do Bom dia Brasil, este pequeno detalhe,O malvado não é o macaco e sim aquele "tal" que vocês já conhecem, né.
contato:http://falecomaredeglobo.globo.com/,
Caso queiram,tem a opção de falar pelo tel: 40022884 (custo ligação local)
nota:não é os animais que tão invadindor,quem está invadindor e o homem,expander mais as cidades diminuidor o tamanho das florestas onde vivem esses animais,agora falar antes pensar,como uma pessoa fala que os macacos perderam o pudor,se quem perdeu o pudor foi o homem.
fonte:bom dia brasil
a continuação da saga de queimadinho parte 6
segunda-feira, setembro 06, 2010
Postado por Unknown
nota da edição: a continuação dessa emocionante historia do queimadinho,o belo final dessa saga,do cavalo que emocionou os telespectadores de todo mundo,graças a deus que ele esta bem,agora eu quero que a pessoa que fez isso pague.
edição:TiagoViana Das Virgens
fonte:o grito do bicho
Primeira Exposição Canina do Mercosul em Buenos Aires
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
No dia 19 de Setembro de 2010 na cidade de Pillar, Provincia de Buenos Aires, irá se realizar a primeira exposição da Fecam ( Federação Canina do Mercosul), onde estará presente para realizar o julgamento o Sr. Éric de Moraes Bastos ( vice presidente da SOBRACI) e como ilustre convidado de honra o Superintendente da SOBRACI o Sr. Eduardo Freire.

Nota:Nesse mesmo ano de 2010 no mês de Maio,o Sr. Osmir de Moraes Bastos (pres. da SOBRACI) já esteve em Buenos Aires julgando uma exposição,com isso notamos o grande crescimento da SOBRACI, bem como da cinofilia na America Latina, e ficamos com a certeza da importância que tem a força da cinofilia brasileira no mundo, aqui representada pela SOBRACI.
fonte:portal cinofilia
Socialização: como falar com o filhote de cão
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown

O primeiro código de comunicação inclui contato físico, gesto e voz:
Os filhotes entendem a linguagem corporal dos humanos;a partir disso,é aconselhável sincronizar movimentos durante os exercícios que o cãozinho deverá aprender.Se a expressão corporal do tutor não coincidir com a ordem que o filhote deverá receber,ele mostrará insegurança.
Segundo especialistas, o contato físico do dono com o filhote é um dos vínculos principais, pois se o cãozinho pressentir faltas de carícias do tutor, a aprendizagem será mais difícil.
Para um bom adestramento,além do contato físico, é necessário falar com o cãozinho com timbre de voz firme,não havendo a necessidade de gritar com ele.
Um dado importante é que sempre se deverá utilizar as mesmas palavras para idênticas ordens.
fonte:portal cinofilia
Raça da semana: Dachshund
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown

Salsichinha, Linguicinha, Cofap, Teckel, Bassezinho: dentre tantos apelidos, quem não conhece este tão querido amigo, o Dachshund? De coluna longa, pernas curtinhas e cara simpática, esta raça ganhou espaço e popularidade nas famílias brasileiras.
Originalmente, este cão foi utilizado para caçar animais que vivem em tocas, como marmotas e texugos. Aliás, a tradução de Dachshund é “cão texugo” (Dachs–Texugo, Hund – Cão). Hoje em dia se tornou um ótimo animal de companhia.
Alguns escritores e especialistas dizem que as raízes do Dachshund voltam ao Egito antigo, por conta de gravuras feitas com cães de caça de pernas curtas. A Universidade Americana do Cairo recentemente descobriu mumificações de cães com características do tipo Dachshund em antigas urnas funerárias egípcias, o que pode dar credibilidade a esta teoria. Sua história moderna conta que a raça é uma criação dos alemães que misturaram características de hounds e terriers de origem Alemã, Francesa e Inglesa. Suas qualidades lhe conferiram boa reputação dentro da realeza por toda a Europa: a Rainha Vitória foi uma das apaixonadas pela raça.
Os cães desta raça possuem temperamento equilibrado e normalmente são muito amigáveis e apegados aos donos, o que muitas vezes os torna protetores. Embora pequenos de tamanho, são valentes e emitem um latido forte. O Dachshund também é uma ótima companhia para brincadeiras, pois tem grande agilidade e entusiasmo.
Com relação à sua saúde, alguns pontos importantes merecem atenção. Devido a seu corpo longo, combinado a uma caixa torácica relativamente curta, ele está sujeito a problemas de coluna vertebral. Para evitar ou prevenir estes problemas é importante controlar a alimentar para que o animal não fique acima de seu peso ideal, poupando a coluna de um peso extra. Também é preciso evitar que ele sofra impactos nesta área, desencorajando-o a pular e a subir/descer escadas.
Entusiasmados, os Dachshunds devem ser exercitados diariamente. Aulas de adestramento são excelentes por trabalhar física e mentalmente os cães, e estes adoram um desafio. Um proprietário dedicado que entenda e aprenda educação canina terá um convívio excelente com esta raça, que também se adapta muito bem a apartamentos.
fonte:r7
Baleias são vistas costeando a praia de Capão da Canoa (RS)
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown

Alguns minutos após acordar na manhã deste domingo (05), a família do médico Ildemar Fischer foi surpreendida quando conferia o movimento na beira da praia de Capão da Canoa.
“Nos levantamos um pouco mais tarde . Estávamos no nosso apartamento, no décimo andar, e vimos uma coisa estranha próximo à praia. Aparecia e desaparecia. Depois percebemos que eram duas baleias. Chamei todo mundo para ver”, conta Ildemar.
Aproveitando o feriadão no Litoral Norte, o morador de Agudo conseguiu fotografar um dos animais. A maior preocupação de Fischer é de que as baleias encalhem, como aconteceu recentemente com duas baleias, uma da espécie jubarte e outra da espécie franca.
“Viemos para a praia e seguimos acompanhando elas. Estão na altura da guarita 72. Uma delas está muito próxima da beira. A outra se afastou.”
De acordo com informações da Brigada Militar (BM) local, os cetáceos estão costeando a praia, mas não estão encalhados. Nos últimos dias, duas baleias encalharam no litoral gaúcho.
No dia dia 22 de agosto, uma jubarte de 25 toneladas e cerca de 11 metros foi encontrada encalhada em Capão Novo. Os biólogos conseguiram soltar o animal na terça-feira, mas ela voltou à beira da praia no dia seguinte, fraca e debilitada. Apesar dos esforços para um novo resgate, a baleia morreu na tarde de quinta-feira. No dia 30, outro animal apareceu na costa gaúcha, mas quando chegou até a areia, já estava morta.
Fonte: Zero Hora
Cadela alérgica perdida corre risco de agressão nas ruas de São Paulo
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
Estamos a procura de nossa Ninoska. Ela é uma cadela de porte pequeno (aprox. 11 Kg). Idade 6 anos. Castrada. Extremamente carinhosa. Sofre de uma alergia permanente.
Sumiu no sábado (04/9) do terreno onde abrigamos nossos resgatados da rua. Uma dos tantos seres que nunca conseguiram um lar. Ela foi resgatada ainda bebê junto com sua irmã, nas ruas de Morumbi. Foi para um hotel até que, em 2004, aluguei o terreno onde, até hoje, meus resgatados moram. Jamais saiu desse lugar.
(Esta etapa final para sair do inferno desse terreno está sendo muito desgastante. Infelizmente, poucas pessoas conhecem de perto o trabalho estenuante que é meu dia a dia. A elas, meu eterno agradecimento).

A Ninoska é alérgica e, apesar dos muitos cuidados que lhe são administrados, o problema não se resolve. É muito carente e se aferra com força, com suas mãozinhas, fecha os olhinhos e chora pedindo carinho. Com o aspecto de sua pele, poucas pessoas serão capazes de não agredí-la.
Rogo encarecidamente a qualquer pessoa que more nas redondezas de:
Paraisópolis,
Panamby,
Colégio Vizconde de Porto seguro (Panamby),
Parque Burle Max,
Ponte João Dias,
Av Giovanni Gronchi (Shopping Center Jardim Sul),
Av. Luiz Migliano,
Av. Guilherme Dumont Vilares,
Av. Ramon Urtiza,
Av. Susumo Hirata,
Rua. Itapaiuna,
Portal Da Cidade,
Vila Andrade,
Vila Suzana,
Vila Sônia;
Se avistarem uma cadela com as características das fotos, ligar para:
Leonor: (11) 8912-0498.
Salete: (11) 7567-2927.

fonte:anda
Lagarto gigante é descoberto em buraco de pavimento em Barcelona
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown

Um lagarto gigante, nativo da savana africana, apareceu em Barcelona, na Espanha, dentro de um buraco do pavimento de uma rua, próximo a uma habitação. As autoridades afirmaram que o animal já havia passado vários dias no seu esconderijo, limitando-se a breves passeios no meio da tarde.
Foi em uma dessas saídas de seu esconderijo que foi detectado pelos donos da casa, que não sabem como o réptil foi ali parar ali.
Fonte: Correio da Manhã
Protetores reclamam da falta de medidas públicas no combate ao abandono de animais
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
A diretiva da Sociedade Protetora dos Animais de Valparaíso ficou indignada com o anúncio da Prefeitura informando sobre o início da retirada de animais das ruas e transporte até o canil municipal administrado pela instituição privada em Laguna Verde.
Liliana Valdebenito,secretária da Sociedade Protetora dos Animais,acredita que tal anúncio,feito pelo prefeito Jorge Castro,não é sério,porque não há um acordo formal e o canil já está superlotado e não pode receber mais cães.“Desminto categoricamente sobre algum tipo de convênio realizado com a prefeitura”,já que o tema ainda estava sendo analisado.

Segundo o jornal El Informador, Liliana recordou que há um convênio assinado, mas que não foi cumprido pela prefeitura, “portanto esta notícia não corresponde e nossa instituição anda não decidiu nada a esse respeito e nem sequer viu a proposta municipal”.
Liliana Valdebenito disse que estão realmente superlotados e que “levar mais cães para o canil, que já abriga mais de 500, é inviável, já que culminaria em maus-tratos por confinamento e levaria a brigas violentas por estresse”.
Alheia a esta colocação, uma equipe municipal iniciou a fiscalização na cidade para punir as pessoas que não cumpram a lei de “controle integral da população canina e propriedade, circulação e proteção de animais domésticos”, além de verificar locais que abrigam e alimentam cães.
O secretário de Meio Ambiente, Maurício González, disse que “valorizamos os cidadãos que queiram colaborar entregando uma doação em dinheiro para a Proteção aos Animais, pois eles serão os encarregados de alimentar e cuidar dos cães”.
Mortes em massa
Em outro ponto da cidade, a Organização Flora e Fauna denunciou que mais de dez animais de estimação foram recentemente encontrados mortos em suas casas, supostamente por envenenamento.
fonte:anda
Médica cria instituição para cães vitimados pelas rinhas
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown

Avisada por uma denunciante que prefere manter anônima, a clínica geral e socorrista Patrícia de Arruda Cancellara, de 39 anos, parte às pressas para uma favela na Zona Oeste de São Paulo. A missão dela é das mais árduas: resgatar um pit bull que está sendo agredido a pauladas depois de ter sido derrotado em uma rinha de cães.
Ao chegar ao local, depara-se com o primeiro obstáculo: é informada por moradores que a entrada dela “não é permitida por quem manda na favela”. A solução é uma só: negociar direto com o próprio traficante.
“Se eu não tivesse insistido, teriam terminado de matar o pit bull. Tive de negociar para pegá-lo. Queriam matá-lo apenas porque tinha perdido na rinha. Arrancaram os dentes dele, judiaram dele e ele era muito manso”, conta Patrícia, ainda se comovendo com a lembrança.
O relato é apenas um dos cerca de 500 casos (muitos deles impressionantes e até dramáticos) de resgates de pit bulls e de outros cães de grande porte vivenciados pela médica em dez anos de atuação em defesa dos animais. A atividade extra-profissional ganhou tal proporção em sua vida que ela decidiu criar uma instituição, a Pitcão, dedicada exclusivamente ao resgate de cachorros dessa raça.
Até cinco anos atrás, Patrícia estima que resgatava um cão, geralmente vítima de maus-tratos, a cada dois meses. Atualmente, são de 15 a 20 por mês, em média. “De dois anos para cá, os casos de abandono e maus-tratos a pit bulls aumentaram bastante. São cães queimados, esfaqueados, agredidos, mutilados, todo tipo de crueldade”, afirma a médica.
Madrinhas:
No momento, ela mantém cerca de 200 cães hospedados em sete canis distintos. Ela gasta, por mês, de R$ 30 mil a R$ 35 mil, fora ração, remédios, coleiras, guias e outros apetrechos. Grande parte dessa quantia sai do seu próprio salário.

“Nossa instituição é sem fins lucrativos, é tudo feito por voluntários. Felizmente, por meio da internet, temos conseguido muitas ‘madrinhas’, que ajudam a custear o tratamento e hospedagem destes cães. Cada uma contribui com um valor por mês. Além disso, fazemos rifas, bazares e feiras para conseguir bancá-los. Para quem ajuda, fazemos toda a prestação de contas”, diz.
Para incrementar o recebimento de contribuições, a meta é transformar a instituição em uma Organização Não Governamental (ONG) ou em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que basicamente é uma ONG qualificada pelo Ministério da Justiça. Com isso, as empresas poderiam descontar do Imposto de Renda as doações feitas à entidade. “O meu sonho é montar um canil da Pitcão para diminuir custos. Não tenho verba para pagar um terreno desses. Com uma OSCIP, poderia salvar mais animais”, conta.
Patrícia Cancellara não está sozinha neste trabalho. Outras três pessoas a ajudam diretamente a recolher os animais, e cinco apoiam o grupo. “Tudo passa por mim. Eu delego as funções. E tenho parcerias com policiais, advogados, táxi dogs, veterinários. A gente une esforços”, exemplifica.
Tanto esforço tem sua compensação. Dos mais de 500 cães resgatados, 200 foram doados pela médica. “O processo de doação é lento porque sou muito criteriosa, faço uma triagem muito rigorosa. Só não é possível a doação de cães mutilados ou com doenças e/ou sequelas graves. Alguns têm temperamento mais agressivo por causa de canis de fundo de quintal, que os misturam com outras raças e os atiçam para rinhas”, diz.
Fama injusta:
Para a protetora, a fama de agressiva da raça é injusta. “Pit bull não é violento por natureza. Meu filho de 3 anos faz a minha pit bull de gato e sapato. É uma raça que precisa de disciplina, que não pode ser tratada como um poodle. Por isso, a pessoa que for adquirir um cão desta raça tem de se informar bem. O problema é que muitos querem exibir um cão mais agressivo e quando este não corresponde é abandonado. Na rua, o pit bull, ao ser hostilizado, vai reagir, vai se defender.”
Segundo ela, apenas 3% dos ataques registrados de cães são de pit bull. De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo, desde o começo do ano foram notificados 10.271 ataques de cães na cidade, mas nos registros não há distinção entre as raças.
A estimativa do CCZ é de que 2,5 milhões de cães sejam domiciliados na capital. O órgão só recolhe animais nas condições que se enquadrem em lei municipal: que tenham sofrido de maus-tratos; vítimas de acidentes (atropelamentos); cães agressores e invasores de locais públicos, como escolas e hospitais. A grande maioria dos animais recolhidos é vira-lata, segundo o CCZ.
“A maioria dos ataques a pessoas é de vira-latas. Mas ataque de pit bull vira notícia porque é mais destrutivo. Quando é dada a notícia de um ataque de um pit bull, aumenta o meu trabalho”, lamenta Cancellara.
Adotantes:

Ao menos dois dos adotantes de pit bulls recuperados pela Pitcão não se arrependeram. “Adoro o meu cachorro. Vou com ele para a rua e as crianças brincam. É um bebezão”, conta o coordenador de qualidade Eduardo Luiz de Souza, de 31 anos, que adotou Hulk, um pit bull branco de 1 ano, em março deste ano.
Segundo ele, no início, o cão relutava em ir para a rua. “A Patrícia havia me dito que ele tinha sido abandonado e que foi maltratado na rua. Tive problema, porque ele era traumatizado, não queria sair de jeito nenhum”, diz. Para ele, é o “dono quem faz o cachorro”. “Dependendo de como cria, você pode ter um vira-lata violento”, ilustra.
O gerente de projetos Eduardo Rosell, de 35 anos, diz ter se surpreendido em menos de uma semana como um adotante de um pit bull. “Ouvia comentar e ficava com um pouquinho de dúvida, mas o Pluto é um molecão ainda. Ele é muito brincalhão”, revela, sobre o cão adotado.
Assim como os demais, Pluto também foi resgatado da rua depois de ter sido abandonado. “Decidi adotar porque acompanho o trabalho, a causa da Pitcão. É pouco tempo, mas não me arrependi”, conclui.
Fonte: G1
Clube dos Vira-Latas divulga vídeo de conscientização com animais de abrigo
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
Convidamos todos a assistirem o vídeo feito com animais do abrigo, buscando a conscientização sobre a importância da adoção e do respeito aos animais. São 2m26s apenas. Todos os cães que aparecem no vídeo vivem no Clube e estão a espera de adoção.
Algumas fotos foram feitas no momento do resgate. Outras em ângulos propositais para expressar a mensagem do vídeo. Divulguem e ajudem a mudar esta realidade.
O vídeo foi feito pelo Clube dos Vira-Latas, mas serve de modelo para mostrar a realidade do abandono de animais no mundo todo. Os olhares meigos e tristes são os mesmos em qualquer lugar.
fonte:anda
“Novas atrações” de zoo em Cubatão (SP) não têm autorização do Ibama
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
Em 23 de agosto o secretário de Meio Ambiente de Cubatão,José Roberto Baldini,disse ao jornal A Tribuna:Dentro de um mês e meio, os quatros novos abrigos com jaulas,
em fase final de construção,ficam prontos para receber novas atrações:duas jaguatiricas e um cachorro do mato”.
Mas,como desconfiávamos,o local não tem licença de transferência e instalação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis),ou seja,não tem autorização.
“Não foi solicitado ao Ibama transferência de jaguatiricas ou cachorro do mato para o zoológico, portanto, não sabemos da onde vem esta informação”, diz o trecho de um e-mail do Ibama Santos que me foi repassado hoje (3 de setembro) por uma pessoa que enviou uma carta-protesto a este instituto ambiental federal reclamando pelo fato do secretário Baldini desejar confinar as jaguatiricas e o cachorro do mato em espaços impróprios no mini-zoológico do Parque Ecológico Cotia-Pará.
Em suma, e sem comentários muito longos, o secretário de Meio Ambiente municipal iria enjaular os animais a revelia das leis ambientais e dos procedimentos normais do Ibama, que autoriza e fiscaliza os zoológicos no Brasil.
Se a fiscalização do Ibama já é frágil, eu fico imaginando o que já se passou “dentro”, nos “bastidores” deste mini-zoológico cubatense ao longos dos anos e que não ficamos sabendo.
Contudo, uma coisa que vem me inculcando ainda é da onde este senhor trouxe ou traria estes animais, qual a procedência deles. Mistério.
Mas a ação vergonhosa deste secretário não me surpreende, já que ele acredita que animais nasceram para servir aos seres humanos, que são sua propriedade, e que, entre outras coisas e por extensão, são e podem ser sentenciados a vidas tediosas e degradantes em zoológicos.
E que as entidades de proteção e defesa animal sérias na Baixada Santista fiquem alertas e de olho no diretor da secretaria de Meio Ambiente de Cubatão, Rolando Roebellen, que tem planos de construir no município um zoológico com animais só da Mata Atlântica.
Ah. Não vai demorar muito vamos ver e ler as autoridades “ambientais” dando dicas de como capturar e confinar animais em cativeiros.Afinal, como diz o dito popular,“tem coisas que só acontecem em Cubatão”.
Moésio Rebouças
fonte:anda
Peixes da Mata do Ipê (MG) podem morrer no período de estiagem
domingo, setembro 05, 2010
Postado por Unknown
Devido ao período de estiagem e de baixa umidade relativa do ar, o nível de água nos lagos da Mata do Ipê está abaixo do normal. O diretor do Departamento de Recursos Ambientais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, José Sidney da Silva, cogita a hipótese da retirada dos peixes do parque, caso a situação piore.
O momento “seco” tem atraído os visitantes ao local. William Antonio Silva, 33 anos, foi passear com a sobrinha. Ele assustou quando viu os lagos. “Os peixes estão no fundo. Vai faltar oxigênio a eles”, disse William.
A presença da marca de lodo em um tronco seco dentro de um dos lagos ilustra a situação do parque. Ela mostra que o nível normal da água deveria estar aproximadamente 20 centímetros acima do atual.
Com isso, a vida dos peixes está ameaçada. De acordo com José Sidney, a situação é atípica e monitorada diariamente. “O lençol freático está baixo. Isso ocorre no período de estiagem e compromete o abastecimento da cidade. Na Mata do Ipê não é diferente. Isso também compromete a vida dos animais do parque. Se a situação ficar mais crítica, faremos a retirada dos peixes para que eles não morram e, os deixaremos onde haja capacidade de água até que a situação volte ao normal. Com o nível baixo, eles se concentram no fundo, onde a água está suja. Assim, eles podem vir a morrer”, explica Sidney.
Joaquim Mota, 72 anos, é aposentado e vai ao local sempre que pode para se “refrescar”. Deitado em um dos bancos do parque, além de espantado com a seca dos lagos, ele cobra uma maior atenção à infraestrutura da Mata. “Gosto muito da Mata do Ipê. Já até vendi picolé aqui. Venho agora, pois estou cansado de ficar em casa. O que me entristece é ver marginais estragando esse lugar”, lamenta Joaquim.
O diretor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo garante que futuramente, ainda sem previsão de quando, acontecerá a execução de um projeto de revitalização na área. “O projeto visa a recuperação das passarelas. Neste trabalho, também haverá a contribuição para o maior abastecimento das lagoas”, afirma Sidney.
Fonte: Jornal de Uberaba
II Semana de Vídeo e Debate do Katumbaia, no RJ, abordará direitos animais e veganismo
sábado, setembro 04, 2010
Postado por Unknown
Está chegando a II Semana de Vídeo e Debate do Katumbaia, coletivo de estudos e atividades em Direitos Animais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Seropédica.
Desde que surgiu, há pouco mais de um ano e contando com discentes de diversos cursos, o grupo tem levado para dentro da Universidade assuntos como: objeção de consciência, opções veganas no restaurante universitário, debates críticos acerca do status quo dos animais não-humanos no atual sistema, etc.
A Semana de Vídeo e Debate é uma das intervenções de mais produtividade. A programação do evento, que é totalmente gratuito, conta com exibição de vídeos, palestras e uma deliciosa degustação vegana ao final de cada dia! As atividades são ótimas como espaço de formação e construção de conhecimento, tanto para os que atuam com Direitos Animais, quanto para quem terá o primeiro contato com informações do gênero.
O primeiro dia será em conjunto com o colóquio “pré-ECADIA (Encontro carioca de Direitos Animais)” na UFRRJ, contando com a presença do Prof de Direito Daniel Lourenço, colunista da ANDA e autor do livro Direito dos Animais: Fundamentação e Novas Perspectivas.
Esperamos que todos possam aproveitar a oportunidade que esse espaço construído pelo Katumbaia vem a oferecer para nós e os animais não-humanos. Além de prestigiar os palestrantes e o trabalho que o grupo tem feito pelos animais na Rural. O Katumbaia é um grupo aberto a participação de todos.
O convite é em especial aos alunos da UFRRJ e moradores de Seropédica.
Para encontrar o katumbaia, acesse: http://grupokatumbaia.blogspot.com/
e-mail: katumbaia@gmail.com
Comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95470294
Feira de adoção de animais em Salvador!
sábado, setembro 04, 2010
Postado por Unknown

A ABPA-BA é a Associação Brasileira Protetora dos Animais, organização que mantém o Abrigo São Francisco de Assis.
Essa feira é sempre bem legal
Lá você pode doar o que eles precisam como ração, medicamentos, produtos de limpeza etc. e adotar animais lindos também.
Não perca!
fonte: omnes angeli
Animais em desespero fogem das matas castigadas pelos incêndios
sexta-feira, setembro 03, 2010
Postado por Unknown
Uma corrida contra o fogo. Imagens mostram um rebanho inteiro tenta escapar das queimadas no sudeste do Pará. O gado se perde no meio da fumaça. Prejuízo para fazendas e assentamentos.
Cobras buscam refúgio nas cidades. Quando bate um vento forte, até animais ágeis como a onça ficam em apuros. O gato do mato, salvo pela polícia ambiental, foi levado para o centro de reabilitação.
“Ele procura um local seguro para não ser vítima do fogo. Na região próxima à Cuiabá está acontecendo muito, devido à queimada que está acontecendo ultimamente”, afirma Benedito Teixeira, policial.
Por causa da dificuldade de locomoção, os répteis são as principais vítimas do fogo. No oeste da Bahia, a brigada de incêndio ajudou a refrescar o lagarto. No Parque Nacional de Chapada dos Guimarães em Mato Grosso, o sagui tenta voltar a vida normal em meio ao cerrado queimado.
Em áreas devastadas pelo fogo os animais que sobrevivem enfrentam outras dificuldades. Muitas aves já perderam os ninhos e é preciso andar muito para encontrar alimento.
No Parque Nacional das Emas, em Goiás, veados campeiros e pássaros do cerrado procuram comida em meio das cinzas. E algumas aves correm risco. “O fogo passa embaixo e mesmo que o calor não acabe causando a morte a fumaça vai fazê-lo”, diz Cendi Ribas Berni, biólogo.
Filhotes de jandaia, uma espécie de periquito, foram resgatados a tempo, mas muitos outros não tiveram a mesma sorte. “A maior parte infelizmente morre queimado nestas áreas. Quando você tem um declínio de uma espécie, o papel que ela desempenharia acaba não ocorrendo e as outras espécies vão sofrer”, comenta César, coordenador de fauna do Ibama.
fonte:jornal hoje












