Família deixa cães vivendo sozinhos em casa atingida por tsunami, no Japão



Quando o alerta de tsunami soou após o terremoto que assolou o Japão na sexta-feira (11), Masaki Kikuchi correu pelas escadas para pegar sua filha de 12 anos de idade, que estava dormindo, antes da corrida para escapar da correnteza.

No quintal amarrado, a um pequeno barracão, o Sr. Kikuchi deixou dois cães: Towa, um sheltie dois anos de idade e Melody,uma golden retriver de um ano de idade. O Sr. Kikuchi acreditou que o gigante tsunami que destruiu casas de seus vizinhos e levou para longe os seus carros, provavelmente matara Towa e Melody também.

Kaya Kikuchi, a filha de 20 anos de idade do Sr. Kikuchi, estava em um ponto de ônibus, indo para casa, vindo de seu emprego em um restaurante local. Quando ocorreu o terremoto, uma linha de energia caiu na frente do ônibus e os passageiros começaram a fugir.

Ela correu para a casa de sua prima, que estava nas proximidades. Ela pediu à prima para levá-la de volta para casa porque queria ir salvar os cães que ela pedira ao seu pai para pegar. A um quilômetro de sua casa, a polícia parou o carro. Disseram a Sra. Kikuchi que um tsunami estava vindo e ela não podia ir mais longe.

“Eu disse a minha prima que eu iria a pé. Ela me disse que eu morreria se eu fosse”, disse Kikuchi. “Eu fiquei arrasada. Eu pensei que eles estivessem mortos”.



Mas Towa e Melody tinha outras planos. Eles, de alguma forma, se soltaram das cordas para o galpão e correram até as escadas ao ar livre para o segundo andar da casa do Sr. Kikuchi. E então eles esperaram e esperaram. “Eu não sei como eles sobreviveram”, disse Kikuchi.

Dois dias depois do terremoto, o Sr. Kikuchi se aventurou para fora do centro de evacuação onde sua família se reunia ilesa. Ele andava com botas de borracha nas estradas cobertas de escombros ainda coberto com água da enchente, com os pés afundando na lama espessa.

Quando ele finalmente chegou a sua casa, driblando um carro que estava bloqueando a entrada da garagem, ele podia ouvir os latidos.

“Fiquei feliz de vê-los, porque eu tinha me sentido mal por ter deixado eles para trás”, disse Kikuchi. Deu-lhes água, comida e trouxe-os para dentro depois de limpá-los.

Sr. Kikuchi sabia que sua filha Kayo gostaria de ver Towa e Melody, então na segunda-feira os dois decidiram fazer o mesmo percurso por estradas cobertas de lama grossa. “Aqui é onde eu costumava andar todos os dias”, disse ela.

Olhando à sua esquerda, há o telhado de uma casa achatada lançada no meio do que tinha sido um dos plantios de arroz.

Seu pai, usando um capacete e macacão de sua empresa de construção civil, caminha à frente carregando uma lata vermelha em uma sacola da Hello Kitty vermelha. Ele disse que quer ver se algum dos carros tem gasolina, que está em falta na área de Sendai.

“Não vá pela direita, porque você vai afundar e não serei capaz de tirá-lo”, disse Kikuchi disse. Ele apontou as marcas no peito de alto nível da água.

“Eu vivi aqui toda a minha vida, todos os 49 anos, e isso não é algo que eu jamais poderia ter imaginado”, disse Kikuchi, escalando os montes de escombros, enquanto a lama espessa cobria a estrada.

Nas praias de Arahama, não longe de onde a família Kikuchi vive, 200 a 300 corpos foram encontrados no dia seguinte ao tsunami.

Sr. Kikuchi disse que o terremoto derrubou a energia instantaneamente e muitas pessoas não sabiam que um tsunami, que chegou 40 minutos depois do terremoto, estava por vir. 160 casa de sua vizinhança foram poupadas de maior dano.

A casa da família Kikuchi virou de cabeça para baixo com pratos, alimentos e utensílios debaixo da água barrenta no chão da cozinha.

Felizmente, disse ele, uma escola primária local resistiu ao tsunami e 400 pessoas, incluindo os alunos foram retirados de helicóptero.

Logo que a Sra. Kikuchi entrou na garagem, Towa saltou e começou a arranhar a porta. Ela abriu a porta e a cadela com os pelos ainda salpicados de lama, pulou na perna dela. Melody, que é mais reservada, latia animadamente de dentro.

“Aposto que eles estão muito cansados”, disse o Sr. Kikuchi para a filha que, silenciosamente, se limpou.

Ms. Kikuchi, com o rosto ainda vermelho de excitação, disse que ela estava tão feliz de ver os cães, um pouco de boas notícias em um evento trágico. “Quando meu pai me disse que eles estavam vivos, eu fiquei muito animada”, disse ela. “Está sendo tudo tão estressante. É tão bom vê-los”

Sr. Kikuchi e sua filha disseram que vão voltar todos os dias para cuidar dos cães, mas eles não vão trazer os cães para o abrigo.

“Há muitas pessoas mortas e é pedir demais para trazer os cães”, disse Kikuchi. “Seria falta de consideração com a tristeza das outras pessoas.”

fonte:The Wall Street Journal

A lei protege animais que moram em edifícios

Um dos problemas mais frequentes nos condomínios de edifícios é a tentativa de proibir, através de cláusula da convenção, a permanência do animal no prédio. Muitos casos extrapolam os muros condominiais e acabam no Judiciário.
Existem três situações distintas: não existir na convenção qualquer vedação; a convenção permitir somente animais de pequeno porte, que não causem “incômodos” aos condôminos, quando não há qualquer impedimento para o condômino ter seu animal, e as convenções que têm cláusula vedando terminantemente qualquer bicho.

A dificuldade está na terceira situação: o condômino ou morador que tem um animal de estimação estaria contrariando a convenção do condomínio e, consequentemente, este poderia requerer a retirada do animal do prédio?

Em princípio, a convenção é a “lei” que determina a conduta dos condôminos e moradores dentro do edifício e, portanto, tem caráter normativo, devendo ser observada e respeitada por todos.

Contudo a validade dessa cláusula de proibição de animais de estimação está sendo discutida nos tribunais, cujas decisões recentes têm sido no sentido de considerá-la abusiva e, portanto, relativizada. Significa dizer que tal cláusula é nula e sem qualquer efeito, pois contraria os artigos 5º, XXII, e 170 da Constituição Federal, que asseguram o direito de propriedade, e o art. 225, § 1º, inciso VII, do mesmo diploma legal, que inclui o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedando a prática de maus-tratos.

Igualmente abusivas as cláusulas que determinam que os animais transitem na área de uso comum, somente no colo do dono, e que proíbem o uso de elevadores.

Assim sendo, a permanência de animal na unidade condominial, que não cause transtorno à segurança dos demais, é perfeitamente lícita e possível, ainda que contrarie a norma condominial.

A jurisprudência vem ao encontro da realidade social, reconhecendo que ter um animal já é costume e uma prática constante da sociedade moderna, atingindo grande parte da população mundial.

Nesse sentido a decisão proferida pela desembargadora Elaine Harzheim Macedo, da 17ª Câmara Cível, noticiada pelo site do Tribunal de Justiça deste Estado, no dia 18 de janeiro de 2011, autorizando, liminarmente, a permanência de um cão no condomínio, ainda que contrária à norma condominial que a veda expressamente, fundamentando que “nos dias atuais, cada vez mais as terapias com animais são recomendadas para pessoas de todas as idades, já havendo estudos que apontam para a melhoria das condições gerais de saúde, inclusive orgânicas, de quem convive com os mesmos”.

Fonte: Licita Mais

Associação de defesa animal luta contra a utilização de chimpanzés em experimentos



Uma associação de defesa dos direitos animais luta contra os laboratórios americanos que reempregam chimpanzés que já foram utilizados em experimentos anteriormente.

Os Estados Unidos são o único país de primeiro mundo em que a pesquisa médica pode ser realizada em chimpanzés. Os estudos que eles realizam são julgados cruéis e inúteis pelas associações de defesa dos direitos animais sob solo estado-unidense. A reprodução, tanto quanto a importação dos animais é proibida, visando o fim progressivo da utilização de chimpanzés. Depois de serem utilizados, os velhos animais, doentes devido aos experimentos que participam, são conduzidos para um centro de chimpanzés “aposentados”.

Esta semana, o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) enfureceu os defensores dos animais, quando foi buscar 14 chimpanzés já “aposentados”, a fim de colocá-los novamente como cobaias em um laboratório de San Antonio, conhecido por seus métodos controversos. Um procedimento penal foi aberto para que os animais sejam liberados e a associação PCRM começou um estudo a fim de provar a inutilidade de sua utilização e de obter a proibição deste ato pela justiça estado-unidense.

fonte:anda

Após dias desaparecido, o cachorrinho Pinpoo que ficou conhecido após sumir do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre , finalmente foi encontrado e voltou para sua dona.

Ferret: conheça mais sobre este pet



Apesar de não ser tão conhecido no Brasil, os ferrets são bastante populares em muitos países - nos EUA é o terceiro animal de estimação mais presente nos lares.
Mas quem são eles?

Os ferrets (Mustela putorius furo) – conhecidos por aqui como "furões" – não são roedores, como muitos acreditam. Estes bichinhos são pequenos mamíferos carnívoros, primos das doninhas, gambás e lontras.
Apesar de muitos acharem que se trata de um animal silvestre, são, na verdade, animais domésticos, assim, como os cães e os gatos. Segundo estudos, a domesticação deste simpático animalzinho ocorreu há cerca de 2.500 anos, conforme análises no DNA mitocondrial. Na antiguidade eles já foram utilizados para auxiliar o ser humano na caça de pequenos animais.

Comportamento:


Os ferrets são animais de hábitos noturnos, ou seja, após o entardecer começa o período do dia em que estão naturalmente mais ativos. Costumam dormir bastante, de 14 a 18 horas por dia, mas, durante as horas em que estão acordados, gostam muito de brincar, correr e gastar energia.

Nestes momentos, costumam ser bastante divertidos, pois gostam de dar saltos e cambalhotas no ar em coreografias muito engraçadas!

São animais bastante curiosos, que gostam de roubar pequenos objetos, que acabam escondendo em algum local da casa. Também gostam de procurar lugares que se assemelhem a tocas para se abrigar e, por este motivo, não é difícil mantê-los em gaiolas, desde que sejam soltos por algumas horas durante o dia.

Ferrets podem aprender a fazer as necessidades em caixas de areia, assim como os gatos, mas é necessários treiná-los para isso. Além disso, podem aprender alguns truques após serem adestrados, o que certamente trará uma carga extra de diversão na relação com o dono!

Costumam ter boa convivência com crianças e outros animais, mas é preciso tomar cuidado, pois são pequenos e frágeis, e brincadeiras bruscas podem machucá-los.

Cuidados e regulamentação:


Os ferrets precisam ser vacinados (Atenção: não se trata da mesma vacina utilizada em cães e gatos; há uma vacina específica para eles!). Sua alimentação deve ser rica em proteínas. Existem no mercado rações específicas para ferrets, sendo as importadas as de melhor qualidade.

Antes de optar por ter um ferret, é importante ter consciência de que sua manutenção do animal é cara e que não há muitos veterinários especializados na saúde deste companheiro de estimação.

Vivem de 6 a 10 anos, ou seja, qualquer pessoa que se disponha a ter um ferret deve ter em mente que será responsável pelo bichinho durante vários anos.

No Brasil, o IBAMA exige que o ferret seja castrado, tenha as glândulas anais removidas e seja microchipado. A criação é proibida no país, razão pela qual todos os ferrets são importados.

fonte:r7.com

Heroes do japão:Cachorros holandeses são "voluntários" das buscas no Japão

17 de março - Os cães Scanner, Rifka, Finder e Kazan ajudarão nas buscas por sobreviventes, no Japão. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Quatro passageiros inusitados acompanharam o voo 861 da KLM entre Amsterdã e Tóquio, na última quarta-feira. Scanner, Rifka, Finder e Kazan são quatro bem-comportados cães que ajudarão nas buscas a sobreviventes do terremoto e do tsunami que atingiram costa leste japonesa na semana passada.

Ao contrário dos demais animais de estimação, os dois machos e duas fêmeas da raça belga malinois foram transportados na cabine dos passageiros - e sua presença não se fez notar nas 11 horas de voo entre as capitais holandesa e japonesa.

Seus donos e treinadores, um grupo de quatro holandeses, resolveram embarcar para o Japão com seus cães treinados para ver como poderão ajudar na tregédia. "Vamos chegar e fazer alguns telefonemas para decidir aonde ir", explicou Esther Van Neerbos, veterinária que já atuou como voluntária nos recentes terremotos na China, no Haiti, no Paquistão e em Taiwan.

Esther é a fundadora da Signi Searchdogs, uma fundação holandesa de treinamento de cães para buscas. Martine Dietz, assistente de veterinário, e Edwin Dolima, gerente de uma clínica psiquiátrica, são dois treinadores da fundação que estão estreando na atividade agora, no Japão. "Se comportar bem faz parte do treinamento", explica Martine, que ensina a atividade de buscas geralmente em prédios em demolição.

fonte:terra

Polícia apreende cobras e aranhas em uma casa no Gama

Os bichos estavam sem registro. Na residência a polícia encontrou duas serpentes, duas jiboias e 16 aranhas. O dono da casa pode pegar até um ano de prisão.

Os animais estavam em uma casa na quadra 1, conjunto A do Setor Norte do Gama. A Polícia Ambiental chegou ao endereço depois de uma denuncia anônima.

Os bichos estavam em aquários que serviam de estufa. Eram duas serpentes, duas jiboias e 16 aranhas caranguejeiras.

A delegada informou que o dono da casa pode pegar até um ano de prisão ou pena alternativa. Aparentemente, os bichos não sofreram maus tratos.

fonte:df tv

PRF apreende papagaios que estavam sendo vendidos na BR-101



Agentes da Delegacia de Itabuna apreenderam cinco papagaios nesta quarta-feira (16) no município de Mascote, no sul do estado. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os animais estavam expostos para a comercialização irregular às margens do Km 623 da BR-101, quando foram avistados pelos policiais.

Os responsáveis pelas aves fugiram do local por um matagal quando viram os agentes rodoviários. Os animais foram recolhidos e encaminhados para o IBAMA de Ilhéus.

fonte:correio

Cerca de 200 pássaros são apreendidos em Joinville

Aproximadamente 200 pássaros foram apreendidos na manhã desta quinta-feira, na casa de um criador, em Joinville. As aves não tinham registro no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e serão levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), de Florianópólis.

Segundo o delegado da Polícia Federal, Alex Sandro Biegas, que acompanha o caso, na casa fiscalizada havia animais silvestres e exóticos, mas somente cinco deles tinham registro no órgão ambiental. O dono, Alexandre Dopke, 31 anos, receberá multa de R$ 300 a R$ 5 mil. O valor da multa será multiplicado pela manutenção irregular de cada ave.

O irmão de Alexandre, Luciano Dopke, 35 anos, defende que os viveiros estavam regulares e que havia registro dos pássaros. Para ele, a denúncia recebida pelos órgãos ambientais foi para retirar os animais da competição que será realizada no próximo fim de semana pela Federação Ornitológica Catarinense, em Chapecó.

— Ele não vai participar este ano —, lamenta.

Para o delegado Alex Sandro, este tipo de crime ambiental é comum em Joinville.

— O pessoal gosta de criar animais —, diz.

Mas o número de aves desta apreensão supera a média das fiscalizações realizadas pelo Ibama e pela Polícia Militar Ambiental.

— O normal é de dez a 15 pássaros —, explica o soldado Assis Moraes Júnior, da PMA.

Conforme o coordenador regional do Ibama, Luiz Ernesto Trein, esta operação que resultou na apreensão dos pássaros em Joinville é realizada frequentemente pelos órgãos ambientais para fiscalizar os criadores que têm registro.

— É para conferir com o que eles declaram. É parecido com o imposto de renda —, compara.

fonte:clicrbs

Panda de quatro meses é nova atração em zoo de Atlanta



fonte:bbc brasil

curiosidade de ultima hora:cadela dá a luz a 17 filhotes na Alemanha

Cães de Nova York ganham casa noturna



fonte:bbc brasil

Holanda terá polícia para combater casos de crueldade animal

Partido holandês vê fazendas industriais como grande problema

A Holanda ganhará nos próximos meses a primeira força policial do mundo para combater casos de crueldade contra animais.

O projeto foi aprovado pelo governo holandês em outubro do ano passado, mas não foram divulgados detalhes sobre como a força irá funcionar. Uma data para início da aplicação ainda não foi estabelecida.

A criação da força policial foi proposta pelo Partido para os Animais, que conseguiu entrar em 2006 para o Parlamento holandês, onde tem dois representantes.

Em princípio, a polícia animal será formada por 500 agentes policiais que perderam seus empregos devido a cortes no orçamento do governo.

A parlamentar e líder do Partido para os Animais, Marianne Thieme, disse à BBC Brasil que este número é suficiente apenas para cuidar dos casos de maus tratos contra animais domésticos, e não para aplicar a lei em grandes fazendas industriais.

De acordo com a parlamentar, a indústria alimentícia é o grande problema em relação à crueldade contra animais na Holanda, principalmente em termos de transporte de cargas vivas e de acondicionamento.

"Temos 450 milhões de animais abatidos todo ano, que estão tanto em pequenas jaulas quanto em grandes depósitos, onde se amontoam, por exemplo, 100 mil galinhas juntas, sofrendo crueldades terríveis", disse Thieme.

Thieme defende mudança nas leis e maior preparo dos promotores

Ela também afirma que os animais selvagens são outras vítimas de maus tratos na Holanda, devido à caça. Thieme diz que, afora os animais que são mortos, muitos outros ficam feridos em acidentes e acabam morrendo depois de muito sofrimento.

Thieme diz que mesmo os animais domésticos são alvo de maus tratos sistemáticos no país. Segundo ela, os filhotes de cães e gatos que são comercializados ficam por muito tempo confinados em pequenas jaulas escuras, de maneira ilegal e insalubre.

A parlamentar acredita que, além de criar uma nova força policial, é necessário implementar leis mais específicas de proteção aos animais, bem como ter promotores mais bem informados e treinados sobre casos do tipo.

"Hoje, 90% dos casos de crueldade contra animais na Holanda são rejeitados pelos tribunais, em boa parte devido ao despreparo dos promotores", afirma a parlamentar. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

fonte:bbc brasil

Condomínio não pode proibir bichos

Adriana Matias deixou a cachorrinha Nega com os pais - Maicon Damasceno

Por fotos e em visitas de final de semana à casa dos pais, a montadora Adriana Matias, 27 anos, mata a saudade da cachorrinha Nega, em Caxias do Sul. Desde dezembro do ano passado, ela está separada de seu animal de estimação porque no prédio para onde ela foi transferida pela prefeitura, no loteamento Victório Trez, não é permitida a presença de cães e gatos. No entanto, o Ministério Público alerta que essa proibição é inválida.

Adriana morava no bairro Fátima Baixo. Assim como ela, outras famílias tiveram que deixar seus bichos para serem reassentadas. Adriana conseguiu que os pais ficassem com a cadela, de um ano de idade. Porém, o número de bichos errantes no Fátima Baixo indica que muitos donos podem ter simplesmente abandonado os animais depois da mudança de endereço.

O loteamento Victório Trez contará com 346 unidades habitacionais, entre casas, sobrados e apartamentos. É destinado para famílias que moravam em área de risco e que foram deslocadas de seus casas em razão da duplicação da RS-122. O problema da proibição de animais acontece nos apartamentos. Dos seis prédios já entregues aos moradores, em cinco a presença de cães e gatos é vedada. A determinação surgiu de reuniões entre os condôminos, que votaram regras para a boa convivência. No entanto, a proibição pode ser irregular. A lei 4591/64 não faz restrições a esse respeito.

Essas cláusulas de convenção de condomínio não têm validade alguma. Não tem legislação que proíba a presença de animais. Haveria impedimento só em casos concretos em que ficar comprovado que o animal perturbe o sossego ou coloque em risco os moradores. As pessoas podem sim levar os bichos quando se mudam, o que não podem é abandonar — explica a promotora de Justiça Janaina de Carli dos Santos, da 1ª Promotoria Especializada.

Segundo a promotora, em situações em que síndicos ou administradoras de imóveis quiserem aplicar multa pelo descumprimento da norma do condomínio,o morador poderá questionar na justiça a sanção.

Decisão foi dos próprios moradores:

Síndico do prédio onde mora Adriana, Heraldo Ferreira Barboza afirma que apenas acatou a decisão da maioria dos condôminos. Das 20 famílias que residem no edifício,16 votaram para que cães e gatos não fizessem parte do condomínio. Ali, é permitida a criação apenas de pequenos animais, como pássaros. O próprio Barboza teve de doar sua pinscher de estimação.

Conforme a coordenadora do trabalho técnico-social realizado pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) no loteamento Victório Trez, Rosane do Nascimento, há a possibilidade de o morador que não quer se desfazer do animal pedir para ficar em um prédio onde a presença dele é permitida. Para isso, deve levar o assunto para as reuniões do condomínio. Na próxima semana, haverá encontros com condôminos de prédios que ainda não foram ocupados. A UCS foi contratada pela prefeitura para desenvolver o trabalho técnico-social.

Em nota divulgada ontem, a Sociedade Amigos dos Animais (Soama) criticou a postura da prefeitura e da UCS na condução dos trabalhos. A entidade alega que em nenhum momento foi procurada para dar instruções às famílias que seriam reassentados, nem para divulgar a adoção dos bichos do bairro Fátima Baixo.

De acordo com o coordenador técnico do Projeto do Fátima Baixo, Manoel Marrachinho, a prefeitura não foi informada sobre o fato de que os moradores estariam abandonando os bichos na mudança.

Se a prefeitura for chamada a intervir, vai ser parceira das famílias para encontrar solução. Elas têm resolvido essas questões de forma soberana e independente.

Podemos criar mecanismos que permitam a permuta dos moradores com animais para os prédios onde é autorizada a presença dos bichos. Também poderemos ajudar as famílias na destinação dos animais — diz Marrachinho.

fonte:clicrbs

Adoção Animal!: ex-BBBs Diogo e Cacau apoiam campanha na Grande SP

A dupla vestiu a camisa para ressaltar a importância da posse responsável. Foto: Ivo C. Jr./Divulgação

Boas ações sempre são bem-vindas. Ainda mais quando os famosos resolvem dar uma forcinha e vestem a camisa por uma causa nobre. Os ex-bbs Diogo Pretto (edição 11) e Cacau (edição 10) são os padrinhos da campanha “Adotar é Animal!”, da ONG Ajuda Animal, sediada em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.

“É muito bom poder ajudar causas sociais como essas ” , afirma Cacau. Já o brother ressalta a importância de socorrer os bichos abandonados nas ruas. ” Sempre que vejo um vira-latinha penso em um jeito de ajudá-lo, mas é uma pena não poder levar todos para casa. Eu e Juca, meu irmão, somos apaixonados por cachorros”, destaca.

A Ajuda Animal, que vive apenas de doações, cuida de mais de 200 animais em um abrigo. Neste sábado (19) será realizada uma feira de doações de animais, das 11h às 16h, na Rua Iperoig, 154, em Perdizes-SP. Outras informações podem ser obtidas no site da ONG.

Macacos reconhecem amigos em fotos

Macacos reconhecem amigos em fotos


Segundo uma experiência feita com macacos , os animais passavam mais tempo a tentar indentificar fotos de macacos que não conheciam.

Segundo a BBC online, os investigadores da Universidade de Gottingen, Alemanha, verificaram que os macacos jovens ficavam curiosos, mas confusos com as fotos. E a maior parte das vezes tentavam cumprimentar os macacos que apareciam nas imagens.

Esta descoberta sugere que os primatas aprendem com a idade que as fotos são apenas imagens. O estudo, publicado no Animal Cognition, ajuda, também a perceber mais sobre o comportamento e inteligência dos macacos.

fonte:dn.pt

Zoológico de São Paulo revela nome da nova girafinha

Montagem/Carlos Nader-Zoo SP e Agência Estado

A nova girafinha do Zoológico de São Paulo já tem um nome. A parti de agora, o mascote, que é do sexo masculino, será chamado de Jamal.

O nome, que foi revelado nesta quarta-feira (16), foi escolhido por meio de uma votação popular, que ficou no site do zoo desde o dia 07 de fevereiro.

Ao contrário do site oficial, a enquete feita pelo R7 revelou a preferência do público por outro nome.

Cerca de 42% dos nossos internautas queriam que a girafinha se chamasse Melman, como o personagem do filme Madagascar . O nome escolhido, Jamal, ficou em quarto lugar.

Jamal nasceu no dia 04 de fevereiro e é o primogênito do casal Palito e Mel.

fonte:r7

Os 10 Animais mais engraçados da internet.flv

cinema animal:animais unidos Jamais serão vencidos



Um grupo de animais, ameaçados pela seca em seu habitat na África, decide investigar suas causas. Ao descobrirem que a seca foi causada por uma gigante represa construída pelo dono de um hotel de luxo, os animais decidem se unir para reivindicar a situação.

Ao menos 10 gatos são envenenados em condomínio

Mais de 10 gatos apareceram mortos, na manhã desta quarta-feira (16), em um condomínio na Avenida Santa Luzia, no Bairro Jardim Sumaré, em Ribeirão Preto.

Os animais, além de comida envenenada foram encontrados pelo artista plástico Mauri Lima, enquanto fazia uma limpeza no local durante a madrugada.

Segundo a moradora Carolina Lopes Fiaschi, que teve seu gato morto, não é a primeira vez que gatos são envenenados no condomínio.

“Precisa ter uma investigação, uma punição, caso contrário isso vai sempre acontecer”, disse.

Uma equipe da Delegacia de Defesa e Proteção aos animais esteve no condomínio e vai investigar a morte dos gatos.

fonte:eptv

Bayer doa medicamentos para animais vítimas das enchentes no Rio

Cerca de 300 animais da região do Vale do Cuiabá, localizado em Petrópolis, Rio de Janeiro, serão beneficiados com a doação de mais de 3 mil embalagens individuais de medicamentos da Bayer Saúde Animal,divisão da Bayer HealthCare.

Os medicamentos doados pela Bayer foram encaminhados para o Grupo de Assistência e Proteção aos Animais e ao Meio Ambiente (Gapa-MA), sendo que a lista inclui o antipulga Advantage Cães e Gatos, os vermífugos Drontal, para cães, e Profender SpotOn, para gatos, e o antibiótico Baytril.

Para Mariana Hagel, gerente de marketing da unidade de Pequenos Animais da Bayer Saúde Animal, a colaboração da empresa demonstra o seu papel socialmente responsável. 
A Bayer Saúde Animal possui um histórico de direcionamento de recursos para o apoio de projetos que contribuam para o bem-estar da população e a qualidade de vida dos pets, e diante deste acontecimento no Rio de Janeiro, buscamos uma forma de auxiliar a população animal da região - afirma Mariana Hagel. 
A atuação do Gapa-MA na defesa dos animais se estende à Região Serrana, como o município de Petrópolis e os distritos Nogueira, Correas, Araras e Itaipava, localizado na região atingida do Vale do Cuiabá. 
Ainda existem locais na região serrana em que o acesso não é facilitado, sendo as ações do Gapa-MA concentradas nestes pontos, a partir do atendimento de cada animal que eventualmente tenha sido abandonado por seus donos ou que necessitem de um tratamento imediato - afirma Carlos Eduardo Pereira, coordenador de atividades do Gapa-MA. 
O coordenador da organização não-governamental (ONG) ressalta ainda que em função da grande extensão de danos à região, o trabalho de voluntariado permanecerá por um longo período. 
Esta doação permitirá a continuidade das ações realizadas pelos voluntários desde o dia do incidente, e com isso, mais animais receberão tratamento adequado - finaliza Carlos Eduardo. 

Governo altera calendário de vacinação contra febre aftosa


O calendário de vacinação contra febre aftosa na Paraíba terá alterações a partir deste semestre. Todos os produtores paraibanos, que vacinariam o rebanho nos meses de abril e outubro, passarão a vacinar os animais nos meses de maio e novembro.

A vacinação contra febre aftosa é obrigatória. A primeira etapa da campanha de vacinação deste ano passará a ocorrer em maio, entre os dias 1º a 31. A expectativa é imunizar acima de 90%, por município, do rebanho estadual. A Paraíba conta com 1 milhão 269 e 451 mil animais bovinos, em 81 mil 587 propriedades rurais.

Segundo o secretário Estadual do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Marenilson Batista da Silva, a mudança no calendário foi determinada para unificar o período de vacinação em todo o país pelo Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) a pedido do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri). O órgão representa os secretários de Estado de Agricultura de todo o Brasil.

De acordo com o gerente Executivo da Defesa Agropecuária, Jamir Mascena de Sousa, para atender às mudanças no calendário, novas estratégias de vacinação deverão ser implementadas. “A defesa sanitária animal reunirá os médicos veterinários e técnicos dos 27 escritórios das Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsavs) em todo Estado. Ela fará treinamento, mobilização e discussão das estratégias da campanha, além de reunir parceiros para fortalecer a campanha de vacinação”, disse.

“Quanto maior a uniformidade, maior será a eficiência do controle nacional contra a doença. Além disso, o calendário único cria uma ambiente de maior credibilidade junto ao mercado internacional. A mudança do calendário de vacinação contra febre aftosa tem parecer favorável do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)”, destacou Jamir.

Vantagens - A mudança no calendário de vacinação permitirá que as etapas de imunização em grande parte do Brasil sejam promovidas na mesma época, o que facilitará no trânsito de animais.

O gerente Executivo da Defesa Agropecuária chama a atenção dos pecuaristas paraibanos para que, durante o mês de maio, todos os produtores vacinem seus animais e informem a estratificação do rebanho nos escritório das Unidades Local de Sanidade Animal e Vegetal ou nas sedes das Emater mais próximas da propriedade, discriminado por idade e sexo.

 “Caso o produtor não declare, estará sujeito a multas e tem seu rebanho impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que atesta a sanidade dos animais”, observou.

Sobre a doença - A febre aftosa é uma enfermidade provocada por vírus, muito contagiosa e que acomete animais biungulados (de duas unhas), como bovinos, caprinos e suínos. A perda de peso; febre; menor eficiência reprodutiva e aparecimento de aftas na boca, focinhos e tetas são alguns dos sintomas clínicos da doença.

fonte: Secom-PB

CAÇADORES SÃO PRESOS NO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

Exposição em Londres revela conexões entre sexo e morte na natureza



A exposição "Sexual Nature", do Museu de História Natural da Grã-Bretanha, busca explorar a ciência do sexo. É mostrado o comportamento de diferentes espécies, de pássaros a mamíferos, de insetos a crustáceos.

A mostra busca revelar as conexões entre sexo, poder e morte no mundo animal.

Uma das atrações é o gorila Guy. Quando em liberdade, o gorila era o macho alpha do seu grupo, ou seja, o macho que tinha acesso exclusivo a todas as fêmeas. Quando colocado em cativeiro, o gorila não conseguiu mais se reproduzir.

Os chifres de dois caribus que ficaram presos enquanto disputavam uma fêmea também fazem parte da exposição. Os animais acabaram morrendo porque não conseguiram se soltar um do outro.

"Sexual Nature" ficará em cartaz até outubro deste ano.

Aves marinhas são mortas por tsunami perto do Havaí

Foto de Wisdom e seu filhote, em fevereiro de 2011, fornecida pelo Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA (AP)

Segundo as autoridades americanas, milhares de peixes e outras aves, como a procelária, também foram mortas pelas ondas que atingiram o atol de Midway, santuário para mais de 2 milhões de aves marinhas.

Um dos sobreviventes foi Wisdom, uma albatroz de cerca de 60 anos, que é a ave mais velha conhecida nos Estados Unidos.

A albatroz ficou famosa recentemente quando foi vista com um filhote em fevereiro, surpreendendo cientistas pelo fato de que ainda podia criar filhotes aos 60 anos.

Midway é um dos atóis mais remotos do planeta e se transformou em santuário ambiental depois que uma instalação militar americana que ocupava o local foi fechada em 1993.

O atol foi usado como base militar pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, além das guerras da Coréia e do Vietnã e durante a Guerra Fria.


Mesmo em um local remoto, a região foi atingida pelo tsunami que se seguiu ao terremoto de magnitude 9,0 que atingiu o Japão na tarde de sexta-feira.

Operação de resgate:

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos informou que mil albatrozes-de-laysan, adultos e adolescentes, morreram quando o tsunami atingiu o atol. Dezenas de milhares de filhotes também morreram.

As ondas chegaram a 1,5 metro de altura no local, atingindo o atol com força por volta da meia-noite (horário local) do dia 10 de março e continuaram durante algumas horas.

Estas ondas atingiram mais de 60% da Ilha do Leste, uma pequena ilha de cerca de 150 hectares dentro da área de preservação.

Os moradores do atol receberam um aviso quatro horas antes da chegada das ondas, por isso tiveram tempo de se prevenir.

Um filhote dentro de um ninho foi encontrado ileso a cerca de 35 metros do local onde deveria estar, depois de ter sido levado pelas ondas. Outras aves marinhas tiveram menos sorte e milhares delas foram enterradas vivas.

Milhares de peixes mortos foram encontrados no interior da Ilha do Leste, e o impacto entre os patos e focas ainda não foi avaliado, segundo o serviço americano. No entanto, duas tartarugas verdes foram resgatadas vivas.

nota da bbc:Milhares de albatrozes e outras espécies ameaçadas de uma reserva de vida selvagem no noroeste do Havaí foram mortos pelo tsunami que devastou o Japão na sexta-feira passada.

Vídeo: Cientistas estudam mecanismo do pulo do canguru



Um grupo de pesquisadores britânicos, americanos e australianos está estudando os mecanismos do pulo do canguru.
Os cientistas são do Colégio Real de Veterinária, de Londres, da Universidade de Idaho, nos Estados Unidos e das Universidades australianas de Queensland e da Austrália Ocidental.
Eles usaram um sistema de captura de movimento que associa câmeras de cinema a outras, que detectam raios infravermelhos.
Ao analisar estes dados coletados, os cientistas querem descobrir a razão de os cangurus não se machucarem gravemente ao saltar repetidamente e em alta velocidade, segundo a pesquisadora Alexis Wiktorowicz-Conroy, do Colégio Real de Veterinária.
"Queremos saber como eles conseguem saltar rápido, mesmo quando eles são bem pesados, e não mudar a postura", disse a pesquisadora à BBC.
"Isto é importante, pois estes animais podem ficar realmente grandes e nós não conseguimos explicar a razão de seus ossos não quebrarem em altas velocidades. As pessoas começaram a analisar isto nas juntas dos tornozelos, estamos olhando mais para as juntas dos membros traseiros", explicou.
"Esperamos que, no fim, possamos usar isto na medicina veterinária e para conservação", disse a pesquisadora.
Câmeras
As câmeras utilizadas geralmente são usadas por técnicos de golfe para analisar os movimentos dos atletas e também foi usada na série de filmes O Senhor dos Anéis, para capturar os movimentos do ator Andy Serkis e transformá-lo no personagem Gollum.
As luzes infravermelhas iluminam o objeto, animal ou pessoa a ser filmada e as câmeras capturam o movimento de marcadores de plástico colocados no objeto que será filmado.
No entanto, estas imagens geralmente são feitas em locais fechados. No caso do estudo dos cangurus, tudo foi feito ao ar livre, onde a luz infravermelha do Sol é abundante.
Mas, a equipe de pesquisadores usou um sistema de captura de movimentos de uma companhia chamada Vicon que consegue "filtrar" a luz infravermelha do ambiente e se concentrar no objeto de estudo: os cangurus.
Postura
A maioria dos animais adota uma postura mais ereta quando salta, para redistribuir o peso do corpo de forma mais eficiente durante o movimento.
No entanto, os cangurus não parecem ajustar a postura desta forma durante seus saltos.
"A equipe está interessada em tentar compreender como o grupo de cangurus muda a postura do corpo e (como é) a mecânica do salto com o tamanho do corpo", explicou Craig McGowan, da Universidade de Idaho.
"Existem várias espécies que (...) adotam posturas cada vez mais eretas (quando saltam). Isto reduz as demandas mecânicas na musculatura, então aumenta sua 'vantagem mecânica'", acrescentou.
Além de analisar a postura, a equipe está medindo as forças que os pés dos cangurus exercem no chão, e que são transmitidas pelas pernas do animal.
Os cientistas também capturaram os movimentos dos cangurus usando o método tradicional de vídeo em alta velocidade. No passado o movimento era analisado quadro a quadro para obter o mesmo tipo de dados que o sistema de captura de movimentos fornece automaticamente.
Pulo
A cientista Alexis Wiktorowicz-Conroy diz ainda que a informação pode esclarecer outro mistério do salto do canguru: como eles pulam de uma forma tão eficiente.
"O movimento dos cangurus é realmente elegante, em velocidades baixas eles usam o rabo como um quinto membro (...). Quando se movem mais rapidamente, eles começam a saltar. Humanos se cansam facilmente quando fazem isto, mas os cangurus não, eles não gastam muita energia."
As experiências, realizadas no Parque Zoológico Alma, em Brisbane, conseguiram coletar uma quantidade significativa de informações e a equipe ainda está analisando todos os dados.
Mas Wiktorowicz-Conroy afirmou que o resultado da pesquisa certamente vai ajudar a responder perguntas sobre a biomecânica do canguru e a protegê-lo.
"Existem (muitos fatos) que ainda não sabemos a respeito deles, e esta (pesquisa) vai ajudar a estudar questões sobre saltos e locomoção de animais em geral."

Hospital Veterinário do Porto, em Portugal, tem o primeiro banco de sangue no País para cães e gatos

“O Hospital Veterinário do Porto criou o primeiro banco de sangue no País para cães e gatos. Director clínico apela à doação.

Calmo, simpático, saudável, devidamente vacinado e desparasitado, sem sinais de doenças infecciosas, com idade entre os um e oito anos e com mais de 25 kg, se for cão, e 3,5 se for gato. São estes os requisitos que os animais têm de preencher para se tornarem dadores de sangue. O Hospital Veterinário do Porto criou o primeiro banco de sangue em Portugal que, à semelhança do Instituto Português do Sangue, disponibiliza o que for necessário para clínicas e hospitais veterinários em todo o País.

No hospital há agora um espaço próprio para o efeito, com todo o equipamento necessário para a recolha, processamento e armazenamento de componentes sanguíneos. Foi, inclusive, formado um médico veterinário especificamente para esta área. “Sentimos a obrigação de melhorar as condições de colheita, processamento e armazenamento de componentes sanguíneo e é nesse sentido que surgiu o banco de sangue”, explicou, através de um comunicado, Mário Santos, director clínico do Hospital Veterinário do Porto.

O responsável apela agora que os donos dos animais contribuam para a recolha de sangue nos seus cães e gatos: “Sem dúvida que o destaque desta iniciativa recai sobre o empenho e disponibilidade dos proprietários dos nossos cães e gatos dadores, que se revelam num acto altruísta e fraterno, demonstrando o verdadeiro amor pelos animais.”

Fonte: DN Portugal




Um novo estudo sugere que estas baleias são particularmente sensíveis a sons pouco familiares, como sonares utilizados pela marinha. Através da sua observação, os investigadores descobriram que quando há sons emitidos por sonares, as baleias deixam de comunicar e afastam-se.

Um grupo de cientistas da Universidade de St. Andrews, na Escócia, tem trabalhado com especialistas da marinha de todo o mundo para investigar como os sonares afectam as baleias-de-bico. 

Neste  estudo, publicado na revista PLoS One, os investigadores focaram-se nas águas que envolvem o Atlantic Undersea Test and Evaluation Center da marinha dos Estados Unidos, localizado nas Bahamas.

As baleias-de-bico de Blainville (Mesoplodon densirostris) foram identificadas na envolvente do centro, através do equipamento de monitorização acústica da marinha, utilizado para ouvir sinais dos submarinos.

Durante os exercícios da marinha norte-americana, em que foram utilizados sonares, as baleias deixaram de emitir sons. Os cientistas pensam que estes sons são utilizados para comunicação e auxiliar a sua navegação.

A marcação individual de baleias com um transmissor, permitiu seguir os movimentos das baleias. Descobriram que as baleias afastam-se cerca de 16 quilómetros da área onde estão a ser realizados os testes e não voltam durante três dias.

“Foi claro que estas baleias movem-se rapidamente para longe dos sonares. Agora pensamos que nalgumas circunstâncias, (...) os animais podem ficar encalhados e acabam por morrer.” Refere Ian Boyd, chefe do grupo de investigação deste projecto.

A comunicação naval por sonares já tinha sido relacionada com a morte de baleias encalhadas. Em 2000 e 2002, grandes grupos destas baleias ficaram encalhadas e morreram, em zonas onde estavam a ser realizados exercícios navais. Após estes casos, aumentou a preocupação de que a morte das baleias poderia estar directamente relacionada com a emissão de sinais de média-frequência.

Estas baleias são conhecidas por emitirem sons de alta-frequência mas esta é a primeira vez que é provado que reagem a sons de média frequência. “Mostramos que estes animais reagem a sons sonar a níveis mais baixos do que era assumido anteriormente. Talvez o resultado mais significativo das nossas experiências é a extrema sensibilidade destes animais a perturbações.”



nota do autor:uma bela espécie sendo perturbados no seu habitat pela marinha,uma maldade fazer isso com as baleias,queremos mudança dos sonares da marinha,espero que as autoridades faça alguma coisa.

Cientistas descobrem origem de espécie de frango mutante com pescoço de peru



A galinha-da-Transilvânia, um tipo de galinha com pescoço pelado como o de um peru, deve sua aparência peculiar a uma mutação genética complexa, segundo pesquisadores do Instituto Roslin, da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Os cientistas descobriram que os efeitos da mutação genética são exacerbados por uma substância derivada da vitamina A que é produzida em volta do pescoço da ave e que combinada à proteína BMP-12 na pele suprime o crescimento de penas, levando a galinha a ter o pescoço pelado.

A equipe de pesquisadores diz que a descoberta pode ajudar na produção de frango em países quentes porque galinhas com pescoço pelado são mais bem equipadas para aguentar o calor.

A pesquisa também ajuda a explicar como pássaros, como os abutres, por exemplo, evoluíram para sua aparência atual devido ao metabolismo diferenciado da vitamina A na pele de seus pescoços.

Os cientistas da Universidade de Edimburgo analisaram amostras de DNA de aves do México, França e Hungria para encontrar a mutação genética. Amostras de pele de embriões de galinhas também foram analisadas usando modelos matemáticos complexos.

As galinhas-da-Transilvânia existem há centenas de anos e seriam originárias do norte da Romênia. O estudo, publicado pela Public Library of Science (PLoS), foi financiado pelo Conselho de Pesquisa em Biotecnologia e Ciências Biológicas.

Fonte: Último Segundo

Cão mais caro do mundo vale mais de R$ 2 milhões



Animal, da raça mastife-tibetano, foi comprado por barão do carvão chinês.

Hong Dong não é para qualquer um. O belo mastife-tibetano se tornou o cachorro mais caro do mundo ao ser comprado por R$ 2.531.000,00 (ou cerca de 10 milhões de iuanes, a moeda chinesa) por um barão do carvão do norte da China.

Felizmente, o bicho viverá em uma mansão, já que, para mantê-lo, seu dono precisará de bastante dinheiro e espaço.

Hong Dong, segundo o site britânico Daily Mail, pesa cerca de 80 kg, mas ainda deverá chegar aos 130 kg na fase adulta.

Ouvido pela reportagem do site britânico, o criador de cães responsável pela venda explica que o preço pago pelo filhote de 11 meses é "completamente justificável", já que ele seria "perfeito".

- Nós gastamos muito dinheiro criando esse cachorro. Além disso, temos de pagar os salários de vários funcionários.

Liang afirmou ainda que o novo dono do bicho poderá ganhar muito dinheiro ao colocar o pet para cruzar, cobrando até R$ 26.732 por "namorada".

Mais valioso do que joias

O alto valor pago pela mascote é um sinal de que mastifes-tibetanos se tornaram sinônimo de status entre os super-ricos, na China.

Além de a cor vermelho ser associada à sorte, no país, animais dessa raça são conhecidos como sagrados, capazes de abençoar seus donos com saúde e segurança.

Segundo os tibetanos, os cães guardariam as almas de monges que não seriam bons o suficiente para reencarnar como humanos.

A rainha Vitória, o rei George 4º e Genghis Khan seriam apenas algumas das personalidades poderosas que teriam escolhido esses valiosos cachorros como seus pets.

O último, aliás, teria usado 30.000 desses cachorros em seu exército, durante a tentativa de conquistar a Europa Ocidental.

fonte:r7

Nasce bisneto do primeiro orangotango a viver no Zoo de Cingapura

Reprodução/Bjorn Olesen/Singapore Zoo

A orangotango Ah Meng, moradora mais famosa do Zoo de Cingapura, seria bisavó se estivesse viva. Chomel, sua neta, deu à luz um adorável macho, que já começa a conquistar os visitantes do parque.

Para batizar o filhote, os funcionários do zoo resolveram fazer uma votação pela internet. A enquete acontece na rede social Facebook, e há quatro opções de nomes: Ah Boy (um termo carinhoso usado no país para se dirigir aos meninos); Bino (que significa valente, em um dialeto indonésio); Terang (palavra malaia que pode ser traduzida como brilhante); e Xing Xing (em chinês, diz respeito tanto à palavras "estrela" quanto a "macaco").

Ah Meng, que chegou ao parque em 1971 e viveu 48 anos (o que corresponde a aproximadamente 95 anos humanos), foi a primeira da espécie "adotada" pelo local.

fonte:r7

ONGs internacionais se mobilizam para ajudar animais vítimas da catástrofe no Japão















O terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa nordeste do Japão, em 11 de março, foi o maior da história do país e resultou em uma série de tsunamis que causaram danos de proporções catastróficas.

Estima-se que centenas de animais tenham morrido na tragédia e que centenas de outros necessitem de resgate urgente.

A World Vets é uma ONG que presta ajuda veterinária em todo o mundo, em colaboração com grupos de defesa animal, governos estrangeiros, grupos de militares dos EUA e internacionais e veterinários profissionais no exterior. Uma equipe de socorristas já está pronta para iniciar os trabalhos nas cidades japonesas atingidas.

A equipe de emergência (Cruz Vermelha Animal) da American Humane Association está acompanhando atentamente a situação e está contatando seus parceiros internacionais para saber a dimensão do impacto sobre os animais nessa catástrofe e enviar ajuda.

A Animal Refuge Kansai, uma organização está se preparando internamente para receber um grande fluxo de animais provenientes de áreas do desastre. Elizabeth Oliver, representante da ONG, disse que “Estamos todos muito tristes e horrorizados com a devastação, após o terremoto aqui no Japão. Os gatinhos do abrigo Kansai JCN, e o abrigo em si estão todos muito bem.

No entanto, continuamos muito preocupados com os animais nas áreas gravemente afetadas, que podem ser negligenciados no meio de tanta necessidade imediata de resolver problemas humanos. Estamos trabalhando atualmente com outras duas organizações coordenando os planos para o resgate de animais dessas áreas com a segurança “.

Elizabeth Oliver informa ainda que já começaram os trabalhos de socorro às pessoas com animais. “Estamos precisando de voluntários dispostos a prestar assistência social, capazes de transportar animais e que possam ajudar a expandir nossa capacidade de acolhimento (lares temporários) e, também, para colaborar na captação de dinheiro e materiais fundamentais nesse momento para garantir o melhor apoio possível aos animais”, diz ela.

No último grande terremoto que assolou o Japão, em 17 de janeiro de 1995, a ONG resgatou cerca de 600 animais,entre cães, gatos, coelhos e aves. Neste momento, estão sendo construídos abrigos de emergência. Dadas as dificuldades de circulação nas estradas, provavelmente, os animais serão transportados para Osaka por helicóptero.

Ilha dos Gatos:

Ainda há poucas notícias sobre a Ilha dos Gatos, que foi bastante atingida pelo tsunami. A ilha fica localizada a cerca de uma hora de balsa do porto Ishinomaki na Província de Miyagi, principal ilha japonesa de Honshu.

Segundo os noticiários sobre o terremoto que atingiu o Japão, a ilha dos gatos estava a poucos quilômetros do epicentro do terremoto, e no caminho por qual o tsunami percorreu até a costa da província de Ishinomaki na cidade de Miyagi no Japão, conforme noticiado pela ANDA.

As primeiras informações dizem que ainda não chegou socorro ao local e que os barcos foram destruídos em razão do tsunami. Moradores se refugiaram no local mais alto da ilha, os gatos estão sem ração.

O epicentro foi localizado a cerca de 100 quilômetros ao largo da prefeitura de Miyagi, na região nordeste do Japão. O abalo, deu origem a um tsunami que atingiu a costa japonesa com ondas de cerca de 10 metros de altura.

Quem quiser fazer doações para ajudar os animais vítimas da tragédia no Japão pode enviar para as organizações abaixo:

Animal Refuge Kansai
Postal Account:
Large Scale Rescue Fund
No. 00970-2-267840
PayPal (through homepage)- Please add “for earthquake animals”
http://www.arkbark.net/?q=en/taxonomy/term/17

Japan Cat Network
World Vets
American Red Cross

fonte:anda

Cão que sobreviveu ao tsunami chama a atenção de repórter para salvar companheiro



Um vídeo de um canal de TV que foi ao ar nesta segunda-feira, 14 de março, está mobilizando ONG’s e protetores japoneses.

A reportagem feita no bairro costeiro de Arahama, Sendai (Miyagi), é uma das áreas mais devastadas pelo tsunami do dia 11 de março de 2011.

E em meio aos escombros, um cão vai ao encontro do repórter, dá algumas voltas e dá sinais que está à procura de água (a água que se vê na reportagem, além de estar cheia de detritos, também ainda esconde os corpos de pessoas e animais que não conseguiram se salvar da tragédia).

O cão tenta atrair o repórter, ele quer que o repórter veja que ele está protegendo outro cão que parece estar desfalecido, então ele rodeia o amigo e o obriga a se mexer, para que o repórter veja que ele ainda está vivo e que precisa de ajuda.

Não há ainda informações se o repórter resgatou os cães, o que é pouco provável, mas os protetores japoneses já se mobilizarem e estão se dirigindo ao local, logo que a reportagem foi ao ar, para o resgate dos cães.

No Laos, projeto mostra que viver como os macacos ajuda a preservar floresta

Um projeto realizado pelo cientista francês Jeff Reumaux, em Laos, na Ásia, mostra como viver como um macacos ajuda a preservar a floresta. Chamada de “Gibbon Experience”, a experiência foi inspirada no modo de vida do macaco gibão (Hylobates pileatus), e levou cinco anos para começar a ser realizada.
O cientista construiu cabanas no meio da floresta, a cerca de 40 metros de altura a partir do chão, e tirolesas para fazer com que as pessoas “voem” pelas selvas. Os cabos que ligam as árvores medem até 700 metros de comprimento e, através deles, se viaja por uma velocidade média de 80 km/h.
Além dos benefícios para o meio ambiente, a experiência tem atraído pessoas interessadas no ecoturismo, como o mochileiro americano Nathan.
 É simplesmente alucinante, como voar.
Na reserva vivem atualmente 400 gibões. O francês explica que seu objetivo não é transformar a selva em uma mera atração turística, mas apresentar aos habitantes um modo alternativo de seguir explorando a natureza sem cortar árvores ou matar animais.
Queremos mostrá-los que conservar a selva é melhor que destruí-la. Isso talvez seja óbvio para nós, mas para poder persuadi-los temos que provar que é possível viver assim.
Para cumprir essa meta, uma parte do dinheiro arrecadado pelo ecoturismo é investida em modernos sistemas de irrigação para arrozais e outros cultivos, consumidos pelas famílias que já não precisam queimar parte da floresta, como outros camponeses laosianos.
Assista ao vídeo da reportagem do r7: