A vida animal retorna ao rio Tâmisa



A vida selvagem explode bem no coração econômico da Inglaterra.Célebre como cenário de batalhas militares,como via de comércio com a Europa continental e via de transmissão do cólera que dizimou milhares de londrinos no século 19,o rio Tâmisa passou de recipiente dos esgotos e efluentes da Revolução Industrial a um dos estuários metropolitanos mais limpos do mundo.

E a resposta da natureza foi imediata:uma ressurreição da diversidade de peixes,crustáceos,insetos,pássaros e mamíferos que habitavam suas águas,praias e pântanos,agora toma conta de toda a bacia!

Segundo a Environment Agency (EA), a agência ambiental da Inglaterra e País de Gales, já são 45 espécies de peixe circulando regularmente no rio, considerado biologicamente morto em 1957 pelo Museu de História Natural de Londres.

O total sobe para 122, se incluídas as espécies que visitam o rio irregularmente. A diversidade vem aumentando desde os anos 80, quando a qualidade da água melhorou radicalmente graças a um intenso programa de saneamento e despoluição.

Uma amostra desse renascer da vida selvagem no Tâmisa apareceu nas redes de pesca, no último domingo de julho de 2010. Os biólogos da agência ambiental e voluntários da Thames21, uma entidade que desenvolve projetos educativos e de limpeza do rio, ministraram uma aula pública para dezenas de voluntários, num dia típico do verão londrino, de muito calor e céu nublado. Os visitantes procuravam vestígios arqueológicos na praia formada pela maré baixa junto à Torre de Londres, antiga residência da realeza inglesa, e logo se aglomeraram para ver o resultado da coleta. Em alguns minutos, a rede jogada no rio voltou com exemplares jovens: uma perca-do-mar (Dicentrarchus labrax); um rútilo (Rutilus rutilus) e um eperlano (Osmerus eperlanus), ambos parentes da carpa, além de uma espécie de camarão (Palaemon longirostris), semelhante ao pitu brasileiro.

Algumas pessoas ficaram frustradas, pois esperavam um amontoado mais considerável de peixes, de tamanho mais atraente do que os quatro diminutos espécimes.“Mas,justamente por serem recém-nascidos,esses peixes funcionam como excelentes indicadores de que a qualidade da água do Tâmisa de fato melhorou substancialmente”,explicou Tom Cousins,biólogo da EA.

O fato de serem jovens indica que nasceram no rio, sinal de água saudável e alimento suficiente (plânctons e invertebrados). O Tâmisa é um dos mais importantes e estratégicos berçários de pescado na Europa, e volta a contribuir para a conservação dos estoques do Mar do Norte.

Muitos londrinos ainda não acreditam que seu lendário rio é hoje mais limpo do que 150 anos atrás e abriga uma diversa e volumosa fauna aquática. “Ainda vai levar um longo tempo para que a nova realidade do Tâmisa se transforme em percepção pública”, afirma Mark Lloyd, diretor da Thames21.

O retorno de antigos habitantes ou visitantes inclui tanto peixes – um tipo de linguado (Platichthys flesus), um tipo de savelha (Alosa fallax) e as espécies apanhadas na “aula” da agência ambiental – como mamíferos aquáticos há muito desaparecidos: a lontra européia (Lutra lutra), a rara foca-cinza (Halichoerus grypus), a foca-do-porto (Phoca vitulina), o golfinho-nariz-degarrafa (Tursiops truncatus), a baleiapiloto (Globicephala melaena) e a marsopa (Phocoena phocoena) e ainda uma espécie terrestre, o rato-docampo (Arvicola terrestris).

E há visitantes incomuns, vindos do mar: em junho, a mídia britânica noticiou euforicamente o aparecimento de um cavalo-marinho nas águas salgadas do estuário, a leste de Londres. Foi a primeira vez que a espécie apareceu no rio desde 1976! A par da melhora na qualidade da água, o aquecimento do rio pode ter atraído o animal.

Menos alardeada, a volta dos invertebrados também é estratégica para a recuperação ecológica da bacia do Tâmisa. Eles estão na base da cadeia alimentar e garantem o alimento de peixes e aves. Ao menos 350 espécies de invertebrados – insetos aquáticos, moluscos, crustáceos e vermes – já habitam o rio novamente. Eles se distribuem especialmente pelo Alto Tâmisa e zona marinha, onde ainda encontram hábitat e refúgio contra as fortes correntes. Com os peixes, camarões e vermes à disposição, as aves aos poucos recolocam o rio inglês em suas rotas de vôo. Já andam por ali uma espécie de pato, a tadorna- comum (Tadorna tadorna), um ostreiro (Haematopus ostralegus), um perna-vermelha (Tringa totanus) e um maçarico (Calidris alpina).

O complexo ecológico do Tâmisa, envolvendo seus afluentes, pântanos, lamaçais e praias, era um rico e diversificado ambiente para a fauna e a flora até o início do século 19. Porém, num efeito direto da Revolução Industrial, Londres urbanizou-se em ritmo acelerado, invadindo as margens do Tâmisa e poluindo suas águas com esgoto, efluentes e lixo.

Poucos londrinos possuíam fossa, e dezenas de milhares adoeceram e morreram de cólera ao beber a água contaminada do rio.

A situação se agravava na mesma medida do crescimento populacional. Entre o início e o fim do século 19, a população saltou de 1 milhão para 4,5 milhões de habitantes.

Tão contaminadas ficaram as águas do Tâmisa, que apenas as enguias resistiram. O registro de pesca do último salmão nativo é de 1833. A espécie só voltaria a ser vista nadando no rio em 1974, ou 141 anos mais tarde!

As primeiras providências para recuperação do rio, no entanto, só tiveram início quando o odor se tornou insuportável.

Isso ocorreu em 1858, no evento conhecido como “The Great Stink” (O Grande Fedor). O transporte por barcos foi paralisado e as sessões do Parlamento, suspensas.

O pretexto serviu para a construção de dois sistemas de esgoto, um ao norte e outro ao sul do Tâmisa, idealizados pelo engenheiro Joseph Bazalgette. A monumental obra de 2.092 km de tubulações começou a operar em 1865.

O problema do mau cheiro se resolveu, mas o projeto não despoluiu o rio, pois o esgoto não era tratado nas estações de Crossness e Beckton. Só permanecia ali, acumulado, à espera da maré baixa para ser despejado in ‘natura’ no Mar do Norte.

Ocorre que o declive do Tâmisa é pequeno, suas águas são rasas e duas vezes por dia a maré sobe, com amplitudes de até 7 metros, afetando 111 km foz acima. Isso às vezes mantinha o esgoto flutuando no rio por um mês antes do despejo no mar, conta Peter Spillett, chefe de Meio Ambiente e Qualidade da Thames Water, a companhia responsável pelos serviços de água e esgoto na bacia do Tâmisa.

No início do século 20, o esgoto em Crossness e Beckton passou a receber tratamento químico, antes de ser despejado. Melhorou um pouco a qualidade da água, mas não foi suficiente para despoluir o rio. Em 1957, o Museu de História Natural de Londres classificou o Tâmisa como biologicamente morto. A essa altura, ninguém mais acreditava ser possível despoluir o rio e recuperá-lo para a vida.

Para a felicidade de peixes, crustáceos, pássaros e mamíferos, a adoção do tratamento biológico nas cinco estações de esgoto de Londres, entre 1964 e 1978, reverteu as perspectivas sombrias. Desde então, a qualidade da água tem melhorado substancialmente. A descarga de esgoto e efluentes industriais no rio declinou de mil toneladas ao dia, em 1950, para 180 toneladas, em 1990, segundo a Thames Water.

O percentual de oxigênio dissolvido na água – que, na década de 50, baixou a zero junto à London Bridge (área central) – aumentou para 60% em 1990.

Segundo a Environment Agency, 95,4% da bacia do Tâmisa apresentava qualidade química boa ou regular em 2002. Resultado do aumento dos investimentos em tratamento de esgoto, após a privatização do serviço em 1989 – mais de 1,9 bilhão de dólares – e da edição de diretrizes mais rigorosas para os padrões de recursos hídricos pela União Européia.

“A qualidade da água no Tâmisa melhorou bastante desde 1960. No entanto, o rio está em recuperação. Ainda há muito trabalho a ser feito”, alerta Chris Dutton, biólogo da Environment Agency, ao mencionar o recente declínio na população de salmões, verificado no levantamento anual da agência. Entre 1982 e 1996, a EA apanhou uma média anual de 168 salmões no Tâmisa, número que despencou para a média de 26 ao ano de 1997 a 2003.

Diminuição das chuvas, águas superaquecidas, piora na qualidade da água e pesca comercial excessiva são as principais hipóteses aventadas por Dutton para explicar o declínio.

Segundo tal raciocínio, como tem chovido menos, os reservatórios diminuem e mais água doce é retirada do Alto Tâmisa. Com menos água doce fluindo para o estuário, a temperatura aumenta e o esgoto não se dilui facilmente, portanto, as condições são desfavoráveis para o salmão adulto durante o verão.

O problema se tornou tão sério no verão, que a Thames Water mantém 2 barcos para injetar oxigênio, quando o esgoto transborda para o rio. No último dia 3 de agosto, as tubulações romperam e 600 mil toneladas de esgotos fluíram para o rio, matando 10 mil peixes.

Os barcos de oxigênio não foram suficientes para impedir o desastre. A solução poderia estar na autorização de um aumento nas contas de água para financiar a construção de um novo sistema de esgoto, com investimento de 3,8 bilhões de dólares.

Para Jonathan Ducker, coordenador do grupo de biodiversidade da Thames Estuary Partnership (TEP), o principal desafio atualmente refere-se às pressões pelo desenvolvimento urbano nas margens do Tâmisa.

Existem muitas áreas de velhas indústrias, importantes para a recomposição de ecossistemas, como pântanos, costões, praias e lamaçais, hábitats fundamentais para atrair invertebrados, peixes e mamíferos. Contudo, tais áreas também são visadas pelo projeto Thames Gateway, cuja finalidade é construir milhares de casas ao longo da margem sul do rio, entre a zona central de Londres e o mar, já no condado de Kent.

“Se novas edificações são erguidas, aumenta o volume de esgoto e o concreto impede que a água de chuva infiltre no solo”, assinala Ducker.

Preocupada com isso, a Environment Agency implementa uma política de proteção e recuperação das margens do Tâmisa, licenciando projetos de edificações. A reforma de instalações industriais abandonadas para habitações, por exemplo, passou a incluir compensações como a abertura de praias, a fim de atrair animais.

A própria TEP foi criada para unir instituições – como a English Nature e o Porto de Londres -, mediar conflitos e costurar soluções ambientalmente sustentáveis para os ecossistemas da região do Tâmisa. A partir de 2004, graças a essa parceria, o Porto de Londres.

passou a consultar um banco de dados gerenciado pela TEP antes de realizar dragagens no rio. “As solhas (Solea solea) reproduzem geralmente em março e abril, como várias outras espécies de peixe.

Se a área de reprodução é dragada durante o período de desova, isso pode afetar a população da espécie”, justifica Ducker. Com o intercâmbio de informações agora é possível evitar a dragagem em certos períodos e locais mais sensíveis para a fauna.

A TEP discute ainda as usinas de energia eólica. Quatro usinas (“windfarms”) serão instaladas na boca do Tâmisa. “Estamos avaliando diferentes impactos possíveis, pois a estrutura física das usinas poderá obstruir a rota dos peixes em direção ao estuário, além de afetar as migrações dos pássaros”, argumenta Ducker. “Não estamos a favor, nem contra o projeto. Nosso papel é mediar a discussão para alcançar uma solução sustentável”.
Voluntários “limpam” afluentes
Por mais de um século, o rio Cray, um dos afluentes do Tâmisa, também permaneceu vazio de vida selvagem. Situado em Bexley, sudeste de Londres, o Cray corta uma área desfigurada pela Revolução Industrial. Nos séculos 18 e 19, fábricas têxteis e moinhos tomaram os melhores espaços. Numerosos desvios e represas foram construídos no rio e os efluentes das indústrias poluíram suas águas, afugentando pássaros, peixes e mamíferos.
“Meus pais contavam que, na década de 1920, se alguém caísse nas águas do rio, precisava correr para o hospital. Os médicos esvaziavam o estômago da pessoa para descontaminá-la”, conta Ken Preddy, 59 anos. Ele é membro do Cray Anglers Conservation Group, um grupo de voluntários ligado ao “Adote um Rio”, um dos projetos de maior sucesso da organização Thames21. Cerca de 5 mil voluntários realizam atividades de limpeza do Tâmisa, seus afluentes e canais espalhados pela capital britânica.
Preddy não é um “angler” (pescador esportivo de vara e anzol), como Ashe Hurst, 33 anos, coordenador do Cray Group. Sua paixão é a canoagem. Mas ambos possuem, em comum, a vontade de melhorar a qualidade das águas do rio Cray, de modo a assegurar um lazer limpo e seguro para todos os gostos. E quanto mais saudável estiver o Cray, melhor para o Tâmisa e melhor para a comunidade local.

Numa caminhada de quase 3 km ao longo do Cray, Hurst fez questão de levar sua tralha. Acabou fisgando um chub, peixe semelhante a um lambari, porém bem maior. O espécime pescado tinha uns 20 cm e aparentava um ano de idade. Também um bom sinal de que as águas do Cray voltaram à vida, embora ainda se vejam manchas de detergente e lixo, boiando em alguns trechos.

Com a participação de quase 300 voluntários, o Cray Group já realizou 23 mutirões de limpeza (“clean-ups”). E identificou 17 espécies de peixe vivendo no rio, entre as quais estão: peixinho-deengodo, góbio, escalo, escalo-do-sul, rútilo, escardínio, peixe-dourado, sargo, bagre, perca, carpa-fantasma e truta marrom. Ainda este ano, o grupo estará envolvido em um novo projeto da Thames21, o “River Keepers” (algo como Guardiões do Rio).

De volta à antiga casa

Conheça algumas das espécies de peixe que retornaram ao rio Tâmisa, circulando por seus trechos de água doce, salobra e salgada.

ÁGUA DOCE

Brema – Abramis brama Parente da carpa, é encontrado em cardumes nas águas lentas do alto estuário. Pode crescer até 75 cm e pesar 6 kg.

Escalo-do-sul – Leuciscus leuciscus É o peixe de água doce mais comum no estuário do Tâmisa, desovando nas proximidades de Wandsworth, oeste de Londres, em março e abril. Os adultos raramente pesam mais que 300 g.

Perca – Perca fluviatilis Costuma viver na parte superior do estuário, mas ocasionalmente pode ser encontrado na região de Dartford, no extremo-leste de Londres, após chuvas pesadas.

Rútilo – Rutilus rutilus Como a perca, também aparece no Baixo Tâmisa depois de fortes precipitações . Gera lmente alcança 25 cm de comprimento e pesa até 1 kg. Desova em maio ou no início de junho.
Híbrido de brema e rútilo.
Muitas espécies parentes da carpa, como o brema, geram híbridos quando os cardumes se misturam nas áreas de desova. São muito comuns no trecho do Tâmisa sob a influência das marés. Porém, é difícil identificá-los com certeza, isso demanda a avaliação de um especialista.

ÁGUA DOCE, SALOBRA E SALGADA

Perca-do-mar – Dicentrarchus labrax O Tâmisa é considerado atualmente um importante berçário da perca-do-mar, peixe costeiro e estuarino. Entre junho e outubro, os filhotes entram na zona de água salobra e muitas vezes nadam até as proximidades da área de água doce. Como gostam de água quente, eles são mais comuns na costa sul do Reino Unido.

Enguia-comum – Anguilla anguilla A enguia-comum difere de outros peixes migratórios, à medida em que ela deixa o rio para desovar no oceano Atlântico. Levada pela Corrente do Golfo, a jovem enguia chega ao estuário do Tâmisa em abril e maio para amadurecer rio acima. Volta ao mar no final do outono do Hemisfério Norte.

Linguado – Platichthys flesus É, provavelmente, o peixe mais abundante no verão londrino. Nasce ao sul do Mar do Norte, migra para o Alto Tâmisa em maio e junho e retorna ao Baixo Tâmisa no outono. O adulto mede cerca de 50 cm.

Salmão – Salmo salar A descoberta em 1974 de um salmão adulto nadando no Tâmisa, o primeiro em 140 anos, indicou que o rio poderia novamente se tornar um corredor para o peixe. O salmão desova em trechos mais altos do Tâmisa, onde os recém-nascidos vivem até os três anos de idade, antes de seguir para o mar como “smolts” (salmão juvenil).

Eperlano – Osmerus eperlanus Primo do salmão, este peixe tem um odor característico de pepino e boca e dentes grandes, que lhe conferem uma aparência “agressiva”. Em declínio na Europa, a população de eperlanos do Tâmisa pode ser a maior do Reino Unido. Por isso, o local de reprodução talvez venha a ser protegido como Área de Especial Interesse Científico (Site of Special Scientific Interest – SSSI).

Esgana-gata – Gasterosteus aculeatus Na fase reprodutiva, a coloração da garganta do macho fica de cor laranja ou vermelho brilhante. Raramente cresce mais que 6 cm. Vive principalmente na água doce, mas tolera a zona estuarina do Tâmisa.

Savelha – Alosa finta Greenwich, no sudeste de Londres, é a área histórica de reprodução da espécie, mas atualmente ainda não há evidência de que há desovas no local.

Para a Environment Agency, a volta da reprodução da savelha no Tâmisa é uma questão de tempo, a depender da melhoria na qualidade da água e de seus hábitats prediletos. Além de ser uma espécie prioritária na política de conservação da EA, o peixe recebeu proteção adicional na Diretriz de Hábitats da União Européia, editada em 1994. No verão de 2000, filhotes de 15 cm (2 anos de idade) foram capturados no rio.

ÁGUA SALOBRA E SALGADA

Tainha-de-lábio-grosso Mugil labrosus septentrionale É um peixe de até 50 cm, que migra rio adentro durante o verão. Alimenta-se fossando no fundo, de onde extrai pequenos pedaços de plantas e animais. Análises do conteúdo estomacal indicam a ingestão de mais de 85% de material não biodegradável. A tainha-delábio- fino (Mugil ramada) é bem parecida, porém mais comum no Tâmisa.

Solha – Solea solea O recente aumento nos estoques, detectado no sul do Mar do Norte, talvez seja efeito direto do retorno deste peixe ao Tâmisa. O rio já é considerado pelo governo britânico como um dos mais importantes e estratégicos berçários da espécie no Reino Unido.

PARA SABER MAIS:

Thames Estuary Partnership (TEP)

Thames21

Environment Agency (EA)

Thames Water

Fonte: EPTV

Animais abandonados ganham bebedouros com água potável



A ONG internacional In Defense of Animals- IDA (Em defesa dos animais, em tradução livre) lançou um projeto na Índia que está ganhando grandes proporções.


A sede da IDA na Índia instalou pela cidade de Mumbai, vasilhas de cimento, perto de casas, comércios e escritório, assim, a única coisa que os voluntários fazem é enchê-los todos os dias com água fresca e limpa.

O “India`s Water Bowl Project” (Projeto de Vasilhas de Água da Índia, em tradução livre), trata-se se uma iniciativa para ajudar cães e gatos que passam sede pelas ruas da cidade.

O projeto teve início em pequena escala no ano passado a oeste de Mumbai, através de Sarita Raturi, representante da ONG no país. Os cães se divertiam com a água disposta para eles. Então mais voluntários se uniram à causa e hoje são mais de 220 tigelas instaladas em Mumbai e 20 em Deli.

Nos próximos meses o projeto será expandido para Pune, Nova Deli, Hyderabad, Bangalore, and Chennai.

fonte:anda

Unisinos apresentará palestra sobre os direitos animais, no RS

Nesta quinta-feira (24), às 17h30min, o cientista social Caetano Sordi apresenta a palestra ‘O animal como próximo: por uma antropologia do movimento de defesa dos direitos animais’.

O evento tem entrada franca e será realizado na sala G119, bloco G da Área das Humanas, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo/RS.

O ministrante é mestrando em Antropologia pela Ufrgs, tendo entrevistado integrantes da Vanguarda Abolicionista para sua pesquisa.

Para mais informações e inscrições, visite o site da instituição.

fonte:anda

Observadores de aves vão se reunir em evento



O turismo de observação de aves é uma atividade crescente no Brasil e movimenta a economia em regiões de grande diversidade biológica. Diversos locais de rica avifauna e natureza conservada já possuem estrutura adequada para receber observadores de aves. Nos dias 28 a 31 de março, Miranda vai receber um evento deste tipo.

O Workshop “Capacitação para condução de observadores de aves no Pantanal” e o lançamento do Guia “Aves do Brasil – Pantanal e Cerrado” acontecem na estação ferroviária do Trem do Pantanal. O evento é uma realização da WCS – Wildlife Conservation Society de New York.

O conteúdo do Workshop inclui aulas teóricas e práticas, as quais abordarão histórico da observação das aves, ecossistemas locais e avifauna da região, migração, conservação das aves, técnicas de reconhecimento em campo, identificação de aves, ética profissional, técnica profissional do guia ornitológico, equipamentos, bibliografia especializada, básico de gravação e fotografia em campo, básico de frugivoria e jardim das aves, organização de dados e birdlist, roteiros para observação de aves na região.

Nas aulas práticas os participantes farão reconhecimento do ambiente visitado e identificação das espécies ocorrentes, manuseio de equipamento e registro das espécies locais, condução adequada de observadores de aves, criação de lista pessoal das aves observadas.

O Guia “Aves do Brasil: Pantanal e Cerrado” é o primeiro de uma série que deverá contar com cinco volumes que abordam as aves de todos os biomas brasileiros, permitindo sua identificação. Com linguagem simples e todo ilustrado, o livro tem o objetivo de popularizar a observação de aves no Brasil e estimular a conservação do meio ambiente.

Conforme a coordenadora do Projeto Aves do Brasil, Martha Argel, “O Pantanal é um dos destinos mais procurados por este público no Brasil. Ao vincular o lançamento do Guia Aves do Brasil – Cerrado e Pantanal com a capacitação de condutores locais, espera-se beneficiar não apenas os profissionais já atuantes, mas também o observador de aves que visita a região e, consequentemente, todo o turismo local”, assegura Martha.

O lançamento do Guia contará com coquetel e noite de autógrafos com a presença dos autores e observadores de aves John A. Gwayne, diretor de criação e vice-presidente emérito de design da Wild Life Conservation Society; Robert S. Ridgely, um dos maiores especialistas mundiais em aves da América do Sul e membro atuante da organização World Land Trust; Guy Tudor, ilustrador de aves neotrópicas; e Martha Argel, ornitóloga, escritora e autora de diversos livros de divulgação científica.

Fonte: Correio do Estado

Pit bulls e condenados episódios



















Pit bulls e condenados:melhor reality do animal planet

Esta reality documentário mostrar quer os pit bulls não merecem ser julgado pela sociedade,o problema não e a raça e os donos o grande problema,porque alguns donos ensinar o cachorro a matar e a machucar pessoas e outros cães,uma maldade deixar as pessoas passadas e com raiva dessas pessoas que fazem com o seu cão,por isso que alguns pitbulls atacão muitas crianças,cães e idosos,tudo isso por culpa do dono que mau-tratar e ensina o cão a matar e machucar.

Além de resgatar e dar um lar para os pitbulls,ajudar presos com liberdade condicional a terem uma vida honesta e cheia de trabalho,fazem eles terem amor pelos cães,este reality documentário e o melhor que tem do animal planet,porque faz esse belo trabalho que ajudar tanto os pitbulls e tanto os presidiários a ter uma vida melhor.

Nas reportagem so falam mal dos pobres dos pitbulls,mais não mostram o outro lado que nem passar na tv ou em jornal,eles tem que saber que os vilões não são os cães,sim os seres humanos que mau-tratam e ensinar crueldade aos cães.


a fundadora do abrigo villalobos Tia Maria Torres,foto a cima.

uma ótima protetora de uma bela raça que os pitbulls,que faz um belo trabalho para a sua nação de nascimento,que ela sempre cuide de seu abrigo e dos seus cães para a eternidade de sua vida.

autor:Tiago Viana

A desobediência canina: uma questão de liderança (PARTE 2)‏

Hoje,vamos tratar na prática de um problema que atinge muitos donos de cães:a dominância do cachorro na casa.

Se o seu cachorro corresponde ao tipo,digamos um pouco folgado descrito no artigo anterior,você pode mudar esse quadro tomando algumas atitudes que vão transformar,através de uma mudança de hábitos e atitudes,a posição do seu cachorro na hierarquia da casa,sem prejudicar em nada e,ao contrário,estimulando 
a relação de amizade entre vocês dois.

Para começar, tenha em mente que você é o chefe da casa e o líder da matilha; então, é você quem toma as decisões e iniciativas. E veja essas dicas:
  1. Você é o cachorro-alfa da matilha e, por isso,você é o primeiro em tudo.Você tem o melhor lugar para dormir,a melhor comida e faz tudo primeiro:você entra e sai primeiro da casa,do carro e dos cômodos.O cão só come depois, entra depois de você,etc.
  1. Você lhe dá comida quando você acha melhor e,por isso é importante demostrar que você está no controle.Faça-o esperar sentado uns instantes antes de lhe servir,e mesmo antes de deixá-lo sair com a coleira ou entrar no carro. Isso reforçará o seu papel de chefe.
  1. Limite as liberdades físicas do seu cão em casa. Proíba e bloqueie com uma grade a entrada de um certo cômodo  o seu quarto, por exemplo. Nada de subir nos móveis, no sofá ou na cama.
  1. Controle as brincadeiras e deixe claro que,se ele tenta chamar a sua atenção para brincar(latindo, por exemplo) você não brinca. quando você perceber que ele chama a sua atenção para brincar,espere um momento antes de começar para que ele saiba que vocês brincam quando você achar melhor,e não ele.
  1. Não repita um comando já dado.O seu cachorro deve aprender a respeitar o primeiro chamado,e não o segundo ou o terceiro.
E, finalmente a maneira mais eficaz de evitar a dominância do seu cachorro e estimular a obediência aos seus comandos é manter uma rotina de exercícios.Os cães adoram exercícios, porque correr, pular,pegar coisas com a boca, fazer o que você pede, tudo isso são jogos e desafios na cabeça dele.

O tempo ideal para que um cão aprenda a se comportar e a responder ao que você pede mantendo a concentração é de 15 minutos por dia. Ele vai gastar a energia acumulada, se divertindo e estreitando os laços entre vocês dois. Além disso, ele vai ter vontade te obedecer porque vai querer brincar mais e mais. 15 minutos por dia é tudo o que vocês precisam.

Urso polar Knut morre aos 4 anos no Zoológico de Berlim



O urso polar Knut, que tornou-se famoso ao ser cuidado por criadores após ser abandonado pela mãe logo depois de nascer, morreu hoje no Zoológico de Berlim, informaram agência internacionais .

Ele tinha quatro anos. Um urso polar vive, em média, até os 18 anos de idade. Segundo o tratador Heiner Kloes, a causa da morte só será determinada depois de uma necropsia a ser feita na segunda-feira.

“Era um dia totalmente normal. Ele esteve com as fêmeas, que acabavam de ser afastadas. Em seguida, Knut andou em torno do cercado, entrou na água, teve um espasmo rápido e morreu”, disse Kloes. Segundo a agência de notícias alemã DADP, mais de 600 pessoas estavam em torno da área onde Knut vivia e o viram morrer.

A italiana Camilla Verde, 30, residente em Berlim, disse que viu Knut imóvel na água, com apenas suas costas aparecendo, até que os tratadores isolaram a área. Segundo ela, “todo mundo estava perguntando o que estava acontecendo e por que Knut não estava se movendo. Os tratadores que cercaram a área estavam muito tristes. ”Ele era nosso bebê”, disse um deles”.



À medida que a notícia da morte de Knut se espalhou por Berlim, mais fãs do urso polar apareceram no zoológico para lamentar.

Humanização
Knut tornou-se famoso ao ser rejeitado pela mãe depois de nascer em cativeiro, em 5 de dezembro de 2006. O público do Zoológico de Berlim mais do que duplicou depois de ele passar a ser exibido, aos 15 dias de idade.

Por ter sido criado por humanos, muitos especialistas defenderam uma eutanásia para o animal que perdeu o irmão gêmeo logo após o nascimento, como teria acontecido na natureza. Segundo eles, Kmut estaria se acostumando demais com a convivência com os seres humanos.



O principal argumento das associações de defesa dos animais era que Knut ficaria próximo demais dos seres humanos e dessa forma não conseguiria se desapegar de seus tratadores e não se entrosaria com outros ursos.

De fato, Knut apresentou dificuldade de interagir com suas companheiras de jaula. As ursas de nome Tosca, Nancy e Katyuscha, com as quais ele deveria começar a procriar neste ano, o rejeitaram – elas o mordiam e ele ficava no canto da jaula, tentando fugir.



Nota da Redação da anda: Knut, em seu pouco tempo de vida, não viveu de acordo com a sua natureza. Nunca soube o que era ser um urso polar, nunca sentiu o que era ter uma interação natural com animais da sua espécie, nunca conheceu animais de outras espécies, a não ser os animais humanos. Ele sofria. Knut nasceu condenado, escravo da morbidez humana de querer aprisionar a natureza selvagem.

Confinado num ambiente artificial rendeu milhões de euros para seus exploradores que usaram sua imagem em produtos para turistas, bonecos, pôsters, cartões postais, fotografias e todo tipo de mercadoria, além de ter sido tema de filme. Sentimos profundamente pela triste vida e triste morte de Knut.

fonte:AFP

Criminoso que torturou e matou filhote de cão é procurado pelo mundo

Um grupo de pessoas indignadas com as terríveis imagens do “Caso Schnauzi”, o filhote de cão torturado até a morte em Badajoz, Espanha, conforme publicado pela ANDA, se mobilizou a fim de arrecadar fundos para oferecer como recompensa a quem dê qualquer informação que leve à captura e condenação do criminoso ou criminosos que aparecem no vídeo da tortura e morte do inocente.
O fundo, denominado “Fondo 337” conseguiu arrecadar seis mil euros que serão entregues àquele que tiver qualquer informação que leva ao real assassino do filhote. O Blog “Asesino Knino”, onde o vídeo foi publicado, já está fora do ar, mas tinha como endereço “letumcanis”, que significa em latim, “a morte não acaba com todos os cachorros”.
A equipe é formada por pessoas que já levam anos trabalhando em prol da causa animal, investigando e denunciando casos de maus-tratos e crueldade.
 Conta com especialistas e autoridades no tema de violência contra animais, tendo vínculo com o “Observatorio de Violencia Hacia Animales” e também apoio de advogados e juristas para assessorar na gestão da recompensa.
A equipe mantém contatos com a Guarda Civil, o Seprona e outras forças de segurança a fim de facilitar a colaboração necessária e adequar os trâmites requeridos para administrar a recompensa de maneira responsável e útil.

De acordo com nota disposta no perfil público da equipe, pede-se para que se houver outras iniciativas similares que estejam relacionadas com este caso e também pessoas que desejam colaborar com a recompensa, entrem em contato com a equipe a fim de concentrar as forças em um só lugar, para que o processo seja eficiente.

Segundo agentes da polícia de Badajoz, após uma investigação concluiu-se que o vídeo do torturador de Schnauzi, foi adicionado fora da Espanha. Porém, as declarações do criminoso no vídeo, são ameaças à Badajoz, pois diz que “o cão é o primeiro de uma série de 95 que vão sofrer o mesmo maltrato” e adverte, “cuidado moradores de Badajoz, porque eu vou atrás dos [cães] de vocês assim que se descuidarem”, deixa os espanhóis bastante preocupados.

O fundo de arrecadação da recompensa, tem como finalidade também, impedir que os outros 94 cães ameaçados sejam poupados e que a justiça seja feita. A equipe se compromete a continuar lutando pelos direitos animais, para que casos como este não voltem a repetir e que os maus-tratos contra os animais sejam punidos de maneira séria e efetiva pelas leis espanholas.


Advertência
As associações que estão apoiando esta causa advertem que não se difundam publicamente possíveis pistas sobre o caso, pois pode destruir provas e atrapalhar as investigações.
Quem tiver alguma informação deve dirigir-se à Guarda Civil de Badajoz e perguntar pelo Seprona. Ou enviar um email a ba-cmd-badajoz-seprona@guardiacivil.org. Se não deseja fazer a denúncia pessoalmente, a informação pode ser enviada para sos@altarriba.org.
Facebook do Fondo 337: http://www.facebook.com/fondo337
Dogweb, transcrição das falas do vídeo e comentários do blog “Asesino Knino”:http://www.doogweb.es/2011/02/17/asesino-knino-el-blog-del-horror/
fonte:anda

Semana dos Grandes Felinos | Filhotes de Leopardo



fonte:National Geographic

Filhote de leopardo é apresentado ao público na Alemanha

O filhote de leopardo batizado de Nekama se aventura para fora de sua gaiola como parte de sua apresentação à imprensa no Zoo Tierpark, em Berlim, na Alemanhã.

Nekama, um leopardo originário do norte da China, nasceu no dia 7 de janeiro deste ano e foi apresentado na última terça-feira à imprensa e ao público alemão. Atualmente, o animal está com 4,5 quilos. Um leopardo adulto pode chegar a 90 quilos.

Editora Globo

Editora Globo

Filhote de camelo caminha pela neve em zoo

Editora Globo

Um pequeno filhote de camelo nasceu no último dia 7 de março e já está caminhando pela neve. O animal, ainda sem nome, é o mais novo habitante do Zoológico do Minnesota, nos Estados Unidos. O camelo, acostumado ao clima desértico, parece não se importar muito com o clima frio.

Os camelos são da espécie bactriano, também conhecidos como camelos-asiáticos, por serem originários do centro da Ásia, mas a maioria encontra-se domesticado atualmente.

O filhote mama na mãe por um ano, atinge a maturidade completa aos cinco anos e pode viver até 20 anos em cativeiro.

Editora Globo

Crédito:Minnesota Zoo

Canil Municipal De Patrocinio MG,precisar de ajudar



SP.HOMEM RECUSA ANIMAIS ESPANCA TODAS MADRUGADAS

URGENTÍSSIMO PRECISAMOS DA AJUDA DO POVO BRASILEIRO DOS AMIGOS MAIS PRÓXIMOS DA REGIÃO PARA SALVAREM A VIDA DE 3 INOCENTES ANIMAIS UMA POODLE PEQUENA E DOIS MACHOS QUE O, CASAL QUE FICA COM ELES O HOMEM NÃO OS QUER MAIS DISSE EM ALTO E BOM TOM QUE NÃO OS QUER E TODOS OS DIAS DE MADRUGADA BATE MUITO NOS ANIMAIS ESPANCA OS ANIMAIS TODOS OS DIAS . BEM TARDE DA NOITE A ESPOSA JÁ NÃO AGUENTA VER TANTOS MAU TRATOS PEDIMOS PELO AMOR DE DEUS QUE A POLICIA AMBIENTAL. 


DEFENSORES DA CAUSA ANIMAL SE PRONTIFIQUEM A RETIRAR PELO AMOR DE DEUS ESSES ANJOS DAS MÃOS DESSE MONSTRO ELE NÃO QUER OS ANIMAIS E PEDE QUE OS LEVEM ENQUANTO OS ANIMAIS ESTIVEREM LÁ SOFRERÃO TODAS MADRUGADAS OS GRITOS SÃO OUVIDOS DE LONGE TODA A VIZINHANÇA ESTÁ DESESPERADAS COM OS MAUS TRATOS . 


PELO AMOR DE DEUS SE VOCE QUE LE AGORA TEM CONDIÇÕES DE NOS AJUDAR IMPLORAMOS PELA VIDA DESSES TRES ANIMAIS ANJOS INOCENTES UM TEM UMA DEFICIENCIA NA PATINHA MAIS ANDA E PULA ATÉ O MURO PARA FUGIR DAS PANCADAS ESSE ABSURDO NÃO PODE CONTINUAR BRASIL ALGUÉM SE PRONUNCIE ALGUMA AUTORIDADE .


 PROMOTOR. DELEGADO. ALGUÉM QUE TENHA AUTORIDADE PARA RETIRAR OS ANIMAIS EM NOME DE JESUS. CONTO COM SEU CARINHO PELOS NOSSOS ANJOS E SEI QUE VOCE AI DO OUTRO LADO VAI NOS AJUDAR VAI FAZER O QUE PUDER PARA AJUDAR ESSES 3 ANIMAIS VAMOS DIVULGAR PARA O MAIOR NUMERO DE AMIGOS QUE PUDERMOS. AOS AMIGOS.


 PARENTES. CONHECIDOS. NO TRABALHO NA IGREJA TEMOS QUE TER UM LUGARZINHO EM NOSSOS CORAÇÕES UM QUINTALZINHO PARA ABRIGAR UMA POODLEZINHA PEQUENA E DOIS MACHOS. POR FAVOR. UM LAR PROVISÓRIO PARA SALVAR A VIDA DESSES INOCENTES PEÇA AOS SEUS AMIGOS PARA POR FAVOR NOS AJUDAREM DIVULGANDO TAMBÉM A CORRENTE DO AMOR PARA QUE ESSES INOCENTES SEJEM SALVOS DAS MÃOS TRAIÇOEIRAS DO ANTIGO DONO PELO AMOR DE DEUS. OREMOS.


CONTATO:11-3222-4321 fala com eva


enviado pelo email de:sonia soares

Vereadores sugerem criação de Secretaria de Proteção Animal em Curitiba (PR)



Os vereadores Celso Torquato (PSDB) e Tico Kuzma (PSB), ambos integrantes da Mesa Executiva da Câmara de Curitiba, sugerem a criação da Secretaria Especial de Proteção e Defesa Animal, para, entre outras funções, efetuar estudos e propor soluções em questões relativas à proteção e defesa dos animais.

O requerimento de sugestão ao Executivo foi aprovada em plenário nesta semana, propondo ainda um levantamento completo das áreas da cidade onde exista concentração de animais abandonados.

Os dois parlamentares esperam que, através de uma secretaria especial, seja possível realizar levantamento e pesquisa em nível nacional sobre a legislação e a jurisprudência das ações que envolvam, direta ou indiretamente, os animais, propondo alterações, se for o caso. Torquato que é primeiro-secretário, e Kuzma, segundo vice-presidente, manifestaram preocupação com os problemas de proteção e defesa dos animais.

Querem que as denúncias sobre maus-tratos, o comércio irregular, tráfico de animais ou qualquer outro crime sejam acolhidas por um órgão específico capaz de intensificar ações de proteção e defesa.

Entre as atividades da secretaria, os parlamentares sugerem a criação e manutenção de cadastros de criadores, de instituições protetoras dos animais, podendo ser estabelecidos convênios, e de comércio de bichos, criando normas, além de campanhas de incentivo à doação.

Fonte: Jornale

São Caetano (SP) realiza feira de adoção de cães e gatos

Como parte da campanha “AdoCão, uma atitude que é o bicho”, São Caetano (SP) realiza neste sábado mais uma edição da feira de adoção de cães e gatos. O evento será das 10h às 16h na sede do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), localizado na Rua Justino Paixão, 141, no Bairro Mauá.

Os interessados em levar os animais para casa devem ter mais de 18 anos e apresentar RG, CPF e comprovante de residência. A Prefeitura de São Caetano do Sul conta com um hotsite que contém fotos e características dos animais que estão abrigados no CCZ da cidade, prontos para serem adotados – todos já receberam as vacinas polivalentes e antirrábica, além da vermifugação. Os machos, na sua maioria, já foram castrados.

Fonte: DGABC

Tubarão-raposa visita estações de limpeza para eliminar parasitas



Estes tubarões visitam repetidamente recifes de corais, habitat de peixes que se alimentam de parasitas e peles mortas. Quando se aproximam, começam a nadar devagar, para facilitar o trabalho de limpeza destes peixes.

É a primeira vez que este comportamento foi observado nesta espécie. Os investigadores referem que esta ligação demonstra como os recifes são vitais para os grandes predadores.

O líder da investigação, Simon Oliver, da Universidade de Bangor (Reino Unido) tem estudado o tubarão-raposa nos últimos cinco anos. Segundo este cientista “o comportamento dos tubarões sugere que vão lá especificamente para serem limpos. Posam, baixando as suas caudas para se tornarem mais atrativos para a limpeza e circulam sistematicamente durante cerca de 45 minutos a velocidades mais baixas que 1 metro por segundo. Isto é cerca de metade da velocidade à qual estes tubarões normalmente nadam.”

Estes recifes são muito importantes para a saúde dos tubarões. “As nossas descobertas sublinham a importância de proteger estas áreas que desempenham um importante papel na estratégia de vida dos tubarões para manter a sua saúde e higiene.”

Fonte: Naturlink

Embrião congelado dá origem a gato ameaçado de extinção



A fertilização in-vitro, além de ajudar mulheres com dificuldade para engravidar, passou a ser usada como instrumento contra a extinção de animais. Os gatinhos que você nas imagens desta matéria nasceram graças a embriões congelados e à técnica da fertilização em laboratório.

Os filhotes não se tratam de bichanos comuns. Eles pertencem à menor espécie de felinos da África, popularmente conhecidos como gatos de pata preta africanos.

Restam poucos gatos desta espécie na natureza, e esses são os primeiros a nascerem pela técnica de fertilização, com a ajuda dos pesquisadores do Centro de Pesquisa de Espécies Ameaçadas Audubon, em Nova Orleans, Estados Unidos.

Os animais vieram ao mundo em fevereiro desse ano, mas a história começou bem antes. Os espermatozóides do pai foram coletados de um gato de 6 anos em 2003 e congelados. Em 2005, eles foram combinados ao óvulo de uma gata e formaram um embrião, que foi congelado novamente. E foi só no final de 2010 qye os embriões foram implantados em uma terceira gata para gerar os filhotes.

A fertilização in-vitro é pesquisada com o objetivo de recuperação de espécies ameaçadas há cerca de 15 anos. E cada vez que os cientistas conseguem reproduzir uma nova espécie dessa maneira, eles mostram que a técnica é uma alternativa viável para preservação.

foto

Fonte: Revista Galileu

Ceará inaugura centro de reabilitação de animais marinhos



O Ceará vai ganhar um novo Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos (CRMM). A iniciativa é da Aquasis e faz parte do Projeto Manatí para Conservação de Mamíferos Marinhos (CRMM), fruto da parceria entre o Sesc e Aquasis. A apresentação do local será feita na próxima segunda-feira, às 19 horas, na Colônia do Sesc Iparana, em Caucaia. O CRMM é patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental.

Com investimento de R$ 1,9 milhão, o CRMM terá estrutura apropriada para reabilitação de filhotes órfãos de peixe-boi marinho, considerado o mamífero marinho mais ameaçado de extinção do Brasil, sendo o Ceará e o Rio Grande do Norte os Estados campeões em número de encalhe desses animais.

A nova estrutura será a segunda no País, voltada para o atendimento de animais no Ceará e Rio Grande do Norte, permitindo que animais reabilitados sejam soltos posteriormente no local onde nasceram e evitando as viagens para Itamaracá, em Pernambuco, onde existe o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A estrutura contará com seis tanques para peixes-bois e um tanque circular para reabilitação de pequenos golfinhos.

Estrutura

Além disso, será construído um prédio que contemplará ambulatório para cirurgias e equipamento para diagnóstico, um laboratório para análise de material biológico, monitoramento e controle da qualidade de água das piscinas, cozinha para preparação dos alimentos que serão ofertados aos animais e alojamento para equipe técnica.

A estrutura permitirá a reabilitação de até nove animais ao mesmo tempo. O período de reabilitação em cativeiro poderá se estender por até 1 ano e meio. Após este período, os animais serão transportados para uma estrutura de cativeiro natural, para soltura posteriormente.

Será semelhante a um curral de pesca, construído no mar em área rasa. Animais que demonstrarem boa adaptação serão marcados com um dispositivo de rastreamento por satélite e soltos. O dispositivo permitirá aos pesquisadores da Aquasis monitorar os deslocamentos diários dos animais, avaliando se estão bem adaptados ao ambiente marinho.

Mais Informações

Cristine Negrão
Telefones: (85) 9675-0664/ 3318-4911

fonte:anda

Família deixa cães vivendo sozinhos em casa atingida por tsunami, no Japão



Quando o alerta de tsunami soou após o terremoto que assolou o Japão na sexta-feira (11), Masaki Kikuchi correu pelas escadas para pegar sua filha de 12 anos de idade, que estava dormindo, antes da corrida para escapar da correnteza.

No quintal amarrado, a um pequeno barracão, o Sr. Kikuchi deixou dois cães: Towa, um sheltie dois anos de idade e Melody,uma golden retriver de um ano de idade. O Sr. Kikuchi acreditou que o gigante tsunami que destruiu casas de seus vizinhos e levou para longe os seus carros, provavelmente matara Towa e Melody também.

Kaya Kikuchi, a filha de 20 anos de idade do Sr. Kikuchi, estava em um ponto de ônibus, indo para casa, vindo de seu emprego em um restaurante local. Quando ocorreu o terremoto, uma linha de energia caiu na frente do ônibus e os passageiros começaram a fugir.

Ela correu para a casa de sua prima, que estava nas proximidades. Ela pediu à prima para levá-la de volta para casa porque queria ir salvar os cães que ela pedira ao seu pai para pegar. A um quilômetro de sua casa, a polícia parou o carro. Disseram a Sra. Kikuchi que um tsunami estava vindo e ela não podia ir mais longe.

“Eu disse a minha prima que eu iria a pé. Ela me disse que eu morreria se eu fosse”, disse Kikuchi. “Eu fiquei arrasada. Eu pensei que eles estivessem mortos”.



Mas Towa e Melody tinha outras planos. Eles, de alguma forma, se soltaram das cordas para o galpão e correram até as escadas ao ar livre para o segundo andar da casa do Sr. Kikuchi. E então eles esperaram e esperaram. “Eu não sei como eles sobreviveram”, disse Kikuchi.

Dois dias depois do terremoto, o Sr. Kikuchi se aventurou para fora do centro de evacuação onde sua família se reunia ilesa. Ele andava com botas de borracha nas estradas cobertas de escombros ainda coberto com água da enchente, com os pés afundando na lama espessa.

Quando ele finalmente chegou a sua casa, driblando um carro que estava bloqueando a entrada da garagem, ele podia ouvir os latidos.

“Fiquei feliz de vê-los, porque eu tinha me sentido mal por ter deixado eles para trás”, disse Kikuchi. Deu-lhes água, comida e trouxe-os para dentro depois de limpá-los.

Sr. Kikuchi sabia que sua filha Kayo gostaria de ver Towa e Melody, então na segunda-feira os dois decidiram fazer o mesmo percurso por estradas cobertas de lama grossa. “Aqui é onde eu costumava andar todos os dias”, disse ela.

Olhando à sua esquerda, há o telhado de uma casa achatada lançada no meio do que tinha sido um dos plantios de arroz.

Seu pai, usando um capacete e macacão de sua empresa de construção civil, caminha à frente carregando uma lata vermelha em uma sacola da Hello Kitty vermelha. Ele disse que quer ver se algum dos carros tem gasolina, que está em falta na área de Sendai.

“Não vá pela direita, porque você vai afundar e não serei capaz de tirá-lo”, disse Kikuchi disse. Ele apontou as marcas no peito de alto nível da água.

“Eu vivi aqui toda a minha vida, todos os 49 anos, e isso não é algo que eu jamais poderia ter imaginado”, disse Kikuchi, escalando os montes de escombros, enquanto a lama espessa cobria a estrada.

Nas praias de Arahama, não longe de onde a família Kikuchi vive, 200 a 300 corpos foram encontrados no dia seguinte ao tsunami.

Sr. Kikuchi disse que o terremoto derrubou a energia instantaneamente e muitas pessoas não sabiam que um tsunami, que chegou 40 minutos depois do terremoto, estava por vir. 160 casa de sua vizinhança foram poupadas de maior dano.

A casa da família Kikuchi virou de cabeça para baixo com pratos, alimentos e utensílios debaixo da água barrenta no chão da cozinha.

Felizmente, disse ele, uma escola primária local resistiu ao tsunami e 400 pessoas, incluindo os alunos foram retirados de helicóptero.

Logo que a Sra. Kikuchi entrou na garagem, Towa saltou e começou a arranhar a porta. Ela abriu a porta e a cadela com os pelos ainda salpicados de lama, pulou na perna dela. Melody, que é mais reservada, latia animadamente de dentro.

“Aposto que eles estão muito cansados”, disse o Sr. Kikuchi para a filha que, silenciosamente, se limpou.

Ms. Kikuchi, com o rosto ainda vermelho de excitação, disse que ela estava tão feliz de ver os cães, um pouco de boas notícias em um evento trágico. “Quando meu pai me disse que eles estavam vivos, eu fiquei muito animada”, disse ela. “Está sendo tudo tão estressante. É tão bom vê-los”

Sr. Kikuchi e sua filha disseram que vão voltar todos os dias para cuidar dos cães, mas eles não vão trazer os cães para o abrigo.

“Há muitas pessoas mortas e é pedir demais para trazer os cães”, disse Kikuchi. “Seria falta de consideração com a tristeza das outras pessoas.”

fonte:The Wall Street Journal

A lei protege animais que moram em edifícios

Um dos problemas mais frequentes nos condomínios de edifícios é a tentativa de proibir, através de cláusula da convenção, a permanência do animal no prédio. Muitos casos extrapolam os muros condominiais e acabam no Judiciário.
Existem três situações distintas: não existir na convenção qualquer vedação; a convenção permitir somente animais de pequeno porte, que não causem “incômodos” aos condôminos, quando não há qualquer impedimento para o condômino ter seu animal, e as convenções que têm cláusula vedando terminantemente qualquer bicho.

A dificuldade está na terceira situação: o condômino ou morador que tem um animal de estimação estaria contrariando a convenção do condomínio e, consequentemente, este poderia requerer a retirada do animal do prédio?

Em princípio, a convenção é a “lei” que determina a conduta dos condôminos e moradores dentro do edifício e, portanto, tem caráter normativo, devendo ser observada e respeitada por todos.

Contudo a validade dessa cláusula de proibição de animais de estimação está sendo discutida nos tribunais, cujas decisões recentes têm sido no sentido de considerá-la abusiva e, portanto, relativizada. Significa dizer que tal cláusula é nula e sem qualquer efeito, pois contraria os artigos 5º, XXII, e 170 da Constituição Federal, que asseguram o direito de propriedade, e o art. 225, § 1º, inciso VII, do mesmo diploma legal, que inclui o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedando a prática de maus-tratos.

Igualmente abusivas as cláusulas que determinam que os animais transitem na área de uso comum, somente no colo do dono, e que proíbem o uso de elevadores.

Assim sendo, a permanência de animal na unidade condominial, que não cause transtorno à segurança dos demais, é perfeitamente lícita e possível, ainda que contrarie a norma condominial.

A jurisprudência vem ao encontro da realidade social, reconhecendo que ter um animal já é costume e uma prática constante da sociedade moderna, atingindo grande parte da população mundial.

Nesse sentido a decisão proferida pela desembargadora Elaine Harzheim Macedo, da 17ª Câmara Cível, noticiada pelo site do Tribunal de Justiça deste Estado, no dia 18 de janeiro de 2011, autorizando, liminarmente, a permanência de um cão no condomínio, ainda que contrária à norma condominial que a veda expressamente, fundamentando que “nos dias atuais, cada vez mais as terapias com animais são recomendadas para pessoas de todas as idades, já havendo estudos que apontam para a melhoria das condições gerais de saúde, inclusive orgânicas, de quem convive com os mesmos”.

Fonte: Licita Mais

Associação de defesa animal luta contra a utilização de chimpanzés em experimentos



Uma associação de defesa dos direitos animais luta contra os laboratórios americanos que reempregam chimpanzés que já foram utilizados em experimentos anteriormente.

Os Estados Unidos são o único país de primeiro mundo em que a pesquisa médica pode ser realizada em chimpanzés. Os estudos que eles realizam são julgados cruéis e inúteis pelas associações de defesa dos direitos animais sob solo estado-unidense. A reprodução, tanto quanto a importação dos animais é proibida, visando o fim progressivo da utilização de chimpanzés. Depois de serem utilizados, os velhos animais, doentes devido aos experimentos que participam, são conduzidos para um centro de chimpanzés “aposentados”.

Esta semana, o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) enfureceu os defensores dos animais, quando foi buscar 14 chimpanzés já “aposentados”, a fim de colocá-los novamente como cobaias em um laboratório de San Antonio, conhecido por seus métodos controversos. Um procedimento penal foi aberto para que os animais sejam liberados e a associação PCRM começou um estudo a fim de provar a inutilidade de sua utilização e de obter a proibição deste ato pela justiça estado-unidense.

fonte:anda

Após dias desaparecido, o cachorrinho Pinpoo que ficou conhecido após sumir do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre , finalmente foi encontrado e voltou para sua dona.

Ferret: conheça mais sobre este pet



Apesar de não ser tão conhecido no Brasil, os ferrets são bastante populares em muitos países - nos EUA é o terceiro animal de estimação mais presente nos lares.
Mas quem são eles?

Os ferrets (Mustela putorius furo) – conhecidos por aqui como "furões" – não são roedores, como muitos acreditam. Estes bichinhos são pequenos mamíferos carnívoros, primos das doninhas, gambás e lontras.
Apesar de muitos acharem que se trata de um animal silvestre, são, na verdade, animais domésticos, assim, como os cães e os gatos. Segundo estudos, a domesticação deste simpático animalzinho ocorreu há cerca de 2.500 anos, conforme análises no DNA mitocondrial. Na antiguidade eles já foram utilizados para auxiliar o ser humano na caça de pequenos animais.

Comportamento:


Os ferrets são animais de hábitos noturnos, ou seja, após o entardecer começa o período do dia em que estão naturalmente mais ativos. Costumam dormir bastante, de 14 a 18 horas por dia, mas, durante as horas em que estão acordados, gostam muito de brincar, correr e gastar energia.

Nestes momentos, costumam ser bastante divertidos, pois gostam de dar saltos e cambalhotas no ar em coreografias muito engraçadas!

São animais bastante curiosos, que gostam de roubar pequenos objetos, que acabam escondendo em algum local da casa. Também gostam de procurar lugares que se assemelhem a tocas para se abrigar e, por este motivo, não é difícil mantê-los em gaiolas, desde que sejam soltos por algumas horas durante o dia.

Ferrets podem aprender a fazer as necessidades em caixas de areia, assim como os gatos, mas é necessários treiná-los para isso. Além disso, podem aprender alguns truques após serem adestrados, o que certamente trará uma carga extra de diversão na relação com o dono!

Costumam ter boa convivência com crianças e outros animais, mas é preciso tomar cuidado, pois são pequenos e frágeis, e brincadeiras bruscas podem machucá-los.

Cuidados e regulamentação:


Os ferrets precisam ser vacinados (Atenção: não se trata da mesma vacina utilizada em cães e gatos; há uma vacina específica para eles!). Sua alimentação deve ser rica em proteínas. Existem no mercado rações específicas para ferrets, sendo as importadas as de melhor qualidade.

Antes de optar por ter um ferret, é importante ter consciência de que sua manutenção do animal é cara e que não há muitos veterinários especializados na saúde deste companheiro de estimação.

Vivem de 6 a 10 anos, ou seja, qualquer pessoa que se disponha a ter um ferret deve ter em mente que será responsável pelo bichinho durante vários anos.

No Brasil, o IBAMA exige que o ferret seja castrado, tenha as glândulas anais removidas e seja microchipado. A criação é proibida no país, razão pela qual todos os ferrets são importados.

fonte:r7.com

Heroes do japão:Cachorros holandeses são "voluntários" das buscas no Japão

17 de março - Os cães Scanner, Rifka, Finder e Kazan ajudarão nas buscas por sobreviventes, no Japão. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Quatro passageiros inusitados acompanharam o voo 861 da KLM entre Amsterdã e Tóquio, na última quarta-feira. Scanner, Rifka, Finder e Kazan são quatro bem-comportados cães que ajudarão nas buscas a sobreviventes do terremoto e do tsunami que atingiram costa leste japonesa na semana passada.

Ao contrário dos demais animais de estimação, os dois machos e duas fêmeas da raça belga malinois foram transportados na cabine dos passageiros - e sua presença não se fez notar nas 11 horas de voo entre as capitais holandesa e japonesa.

Seus donos e treinadores, um grupo de quatro holandeses, resolveram embarcar para o Japão com seus cães treinados para ver como poderão ajudar na tregédia. "Vamos chegar e fazer alguns telefonemas para decidir aonde ir", explicou Esther Van Neerbos, veterinária que já atuou como voluntária nos recentes terremotos na China, no Haiti, no Paquistão e em Taiwan.

Esther é a fundadora da Signi Searchdogs, uma fundação holandesa de treinamento de cães para buscas. Martine Dietz, assistente de veterinário, e Edwin Dolima, gerente de uma clínica psiquiátrica, são dois treinadores da fundação que estão estreando na atividade agora, no Japão. "Se comportar bem faz parte do treinamento", explica Martine, que ensina a atividade de buscas geralmente em prédios em demolição.

fonte:terra

Polícia apreende cobras e aranhas em uma casa no Gama

Os bichos estavam sem registro. Na residência a polícia encontrou duas serpentes, duas jiboias e 16 aranhas. O dono da casa pode pegar até um ano de prisão.

Os animais estavam em uma casa na quadra 1, conjunto A do Setor Norte do Gama. A Polícia Ambiental chegou ao endereço depois de uma denuncia anônima.

Os bichos estavam em aquários que serviam de estufa. Eram duas serpentes, duas jiboias e 16 aranhas caranguejeiras.

A delegada informou que o dono da casa pode pegar até um ano de prisão ou pena alternativa. Aparentemente, os bichos não sofreram maus tratos.

fonte:df tv

PRF apreende papagaios que estavam sendo vendidos na BR-101



Agentes da Delegacia de Itabuna apreenderam cinco papagaios nesta quarta-feira (16) no município de Mascote, no sul do estado. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os animais estavam expostos para a comercialização irregular às margens do Km 623 da BR-101, quando foram avistados pelos policiais.

Os responsáveis pelas aves fugiram do local por um matagal quando viram os agentes rodoviários. Os animais foram recolhidos e encaminhados para o IBAMA de Ilhéus.

fonte:correio

Cerca de 200 pássaros são apreendidos em Joinville

Aproximadamente 200 pássaros foram apreendidos na manhã desta quinta-feira, na casa de um criador, em Joinville. As aves não tinham registro no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e serão levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), de Florianópólis.

Segundo o delegado da Polícia Federal, Alex Sandro Biegas, que acompanha o caso, na casa fiscalizada havia animais silvestres e exóticos, mas somente cinco deles tinham registro no órgão ambiental. O dono, Alexandre Dopke, 31 anos, receberá multa de R$ 300 a R$ 5 mil. O valor da multa será multiplicado pela manutenção irregular de cada ave.

O irmão de Alexandre, Luciano Dopke, 35 anos, defende que os viveiros estavam regulares e que havia registro dos pássaros. Para ele, a denúncia recebida pelos órgãos ambientais foi para retirar os animais da competição que será realizada no próximo fim de semana pela Federação Ornitológica Catarinense, em Chapecó.

— Ele não vai participar este ano —, lamenta.

Para o delegado Alex Sandro, este tipo de crime ambiental é comum em Joinville.

— O pessoal gosta de criar animais —, diz.

Mas o número de aves desta apreensão supera a média das fiscalizações realizadas pelo Ibama e pela Polícia Militar Ambiental.

— O normal é de dez a 15 pássaros —, explica o soldado Assis Moraes Júnior, da PMA.

Conforme o coordenador regional do Ibama, Luiz Ernesto Trein, esta operação que resultou na apreensão dos pássaros em Joinville é realizada frequentemente pelos órgãos ambientais para fiscalizar os criadores que têm registro.

— É para conferir com o que eles declaram. É parecido com o imposto de renda —, compara.

fonte:clicrbs

Panda de quatro meses é nova atração em zoo de Atlanta



fonte:bbc brasil

curiosidade de ultima hora:cadela dá a luz a 17 filhotes na Alemanha

Cães de Nova York ganham casa noturna



fonte:bbc brasil

Holanda terá polícia para combater casos de crueldade animal

Partido holandês vê fazendas industriais como grande problema

A Holanda ganhará nos próximos meses a primeira força policial do mundo para combater casos de crueldade contra animais.

O projeto foi aprovado pelo governo holandês em outubro do ano passado, mas não foram divulgados detalhes sobre como a força irá funcionar. Uma data para início da aplicação ainda não foi estabelecida.

A criação da força policial foi proposta pelo Partido para os Animais, que conseguiu entrar em 2006 para o Parlamento holandês, onde tem dois representantes.

Em princípio, a polícia animal será formada por 500 agentes policiais que perderam seus empregos devido a cortes no orçamento do governo.

A parlamentar e líder do Partido para os Animais, Marianne Thieme, disse à BBC Brasil que este número é suficiente apenas para cuidar dos casos de maus tratos contra animais domésticos, e não para aplicar a lei em grandes fazendas industriais.

De acordo com a parlamentar, a indústria alimentícia é o grande problema em relação à crueldade contra animais na Holanda, principalmente em termos de transporte de cargas vivas e de acondicionamento.

"Temos 450 milhões de animais abatidos todo ano, que estão tanto em pequenas jaulas quanto em grandes depósitos, onde se amontoam, por exemplo, 100 mil galinhas juntas, sofrendo crueldades terríveis", disse Thieme.

Thieme defende mudança nas leis e maior preparo dos promotores

Ela também afirma que os animais selvagens são outras vítimas de maus tratos na Holanda, devido à caça. Thieme diz que, afora os animais que são mortos, muitos outros ficam feridos em acidentes e acabam morrendo depois de muito sofrimento.

Thieme diz que mesmo os animais domésticos são alvo de maus tratos sistemáticos no país. Segundo ela, os filhotes de cães e gatos que são comercializados ficam por muito tempo confinados em pequenas jaulas escuras, de maneira ilegal e insalubre.

A parlamentar acredita que, além de criar uma nova força policial, é necessário implementar leis mais específicas de proteção aos animais, bem como ter promotores mais bem informados e treinados sobre casos do tipo.

"Hoje, 90% dos casos de crueldade contra animais na Holanda são rejeitados pelos tribunais, em boa parte devido ao despreparo dos promotores", afirma a parlamentar. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

fonte:bbc brasil

Condomínio não pode proibir bichos

Adriana Matias deixou a cachorrinha Nega com os pais - Maicon Damasceno

Por fotos e em visitas de final de semana à casa dos pais, a montadora Adriana Matias, 27 anos, mata a saudade da cachorrinha Nega, em Caxias do Sul. Desde dezembro do ano passado, ela está separada de seu animal de estimação porque no prédio para onde ela foi transferida pela prefeitura, no loteamento Victório Trez, não é permitida a presença de cães e gatos. No entanto, o Ministério Público alerta que essa proibição é inválida.

Adriana morava no bairro Fátima Baixo. Assim como ela, outras famílias tiveram que deixar seus bichos para serem reassentadas. Adriana conseguiu que os pais ficassem com a cadela, de um ano de idade. Porém, o número de bichos errantes no Fátima Baixo indica que muitos donos podem ter simplesmente abandonado os animais depois da mudança de endereço.

O loteamento Victório Trez contará com 346 unidades habitacionais, entre casas, sobrados e apartamentos. É destinado para famílias que moravam em área de risco e que foram deslocadas de seus casas em razão da duplicação da RS-122. O problema da proibição de animais acontece nos apartamentos. Dos seis prédios já entregues aos moradores, em cinco a presença de cães e gatos é vedada. A determinação surgiu de reuniões entre os condôminos, que votaram regras para a boa convivência. No entanto, a proibição pode ser irregular. A lei 4591/64 não faz restrições a esse respeito.

Essas cláusulas de convenção de condomínio não têm validade alguma. Não tem legislação que proíba a presença de animais. Haveria impedimento só em casos concretos em que ficar comprovado que o animal perturbe o sossego ou coloque em risco os moradores. As pessoas podem sim levar os bichos quando se mudam, o que não podem é abandonar — explica a promotora de Justiça Janaina de Carli dos Santos, da 1ª Promotoria Especializada.

Segundo a promotora, em situações em que síndicos ou administradoras de imóveis quiserem aplicar multa pelo descumprimento da norma do condomínio,o morador poderá questionar na justiça a sanção.

Decisão foi dos próprios moradores:

Síndico do prédio onde mora Adriana, Heraldo Ferreira Barboza afirma que apenas acatou a decisão da maioria dos condôminos. Das 20 famílias que residem no edifício,16 votaram para que cães e gatos não fizessem parte do condomínio. Ali, é permitida a criação apenas de pequenos animais, como pássaros. O próprio Barboza teve de doar sua pinscher de estimação.

Conforme a coordenadora do trabalho técnico-social realizado pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) no loteamento Victório Trez, Rosane do Nascimento, há a possibilidade de o morador que não quer se desfazer do animal pedir para ficar em um prédio onde a presença dele é permitida. Para isso, deve levar o assunto para as reuniões do condomínio. Na próxima semana, haverá encontros com condôminos de prédios que ainda não foram ocupados. A UCS foi contratada pela prefeitura para desenvolver o trabalho técnico-social.

Em nota divulgada ontem, a Sociedade Amigos dos Animais (Soama) criticou a postura da prefeitura e da UCS na condução dos trabalhos. A entidade alega que em nenhum momento foi procurada para dar instruções às famílias que seriam reassentados, nem para divulgar a adoção dos bichos do bairro Fátima Baixo.

De acordo com o coordenador técnico do Projeto do Fátima Baixo, Manoel Marrachinho, a prefeitura não foi informada sobre o fato de que os moradores estariam abandonando os bichos na mudança.

Se a prefeitura for chamada a intervir, vai ser parceira das famílias para encontrar solução. Elas têm resolvido essas questões de forma soberana e independente.

Podemos criar mecanismos que permitam a permuta dos moradores com animais para os prédios onde é autorizada a presença dos bichos. Também poderemos ajudar as famílias na destinação dos animais — diz Marrachinho.

fonte:clicrbs

Adoção Animal!: ex-BBBs Diogo e Cacau apoiam campanha na Grande SP

A dupla vestiu a camisa para ressaltar a importância da posse responsável. Foto: Ivo C. Jr./Divulgação

Boas ações sempre são bem-vindas. Ainda mais quando os famosos resolvem dar uma forcinha e vestem a camisa por uma causa nobre. Os ex-bbs Diogo Pretto (edição 11) e Cacau (edição 10) são os padrinhos da campanha “Adotar é Animal!”, da ONG Ajuda Animal, sediada em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.

“É muito bom poder ajudar causas sociais como essas ” , afirma Cacau. Já o brother ressalta a importância de socorrer os bichos abandonados nas ruas. ” Sempre que vejo um vira-latinha penso em um jeito de ajudá-lo, mas é uma pena não poder levar todos para casa. Eu e Juca, meu irmão, somos apaixonados por cachorros”, destaca.

A Ajuda Animal, que vive apenas de doações, cuida de mais de 200 animais em um abrigo. Neste sábado (19) será realizada uma feira de doações de animais, das 11h às 16h, na Rua Iperoig, 154, em Perdizes-SP. Outras informações podem ser obtidas no site da ONG.

Macacos reconhecem amigos em fotos

Macacos reconhecem amigos em fotos


Segundo uma experiência feita com macacos , os animais passavam mais tempo a tentar indentificar fotos de macacos que não conheciam.

Segundo a BBC online, os investigadores da Universidade de Gottingen, Alemanha, verificaram que os macacos jovens ficavam curiosos, mas confusos com as fotos. E a maior parte das vezes tentavam cumprimentar os macacos que apareciam nas imagens.

Esta descoberta sugere que os primatas aprendem com a idade que as fotos são apenas imagens. O estudo, publicado no Animal Cognition, ajuda, também a perceber mais sobre o comportamento e inteligência dos macacos.

fonte:dn.pt

Zoológico de São Paulo revela nome da nova girafinha

Montagem/Carlos Nader-Zoo SP e Agência Estado

A nova girafinha do Zoológico de São Paulo já tem um nome. A parti de agora, o mascote, que é do sexo masculino, será chamado de Jamal.

O nome, que foi revelado nesta quarta-feira (16), foi escolhido por meio de uma votação popular, que ficou no site do zoo desde o dia 07 de fevereiro.

Ao contrário do site oficial, a enquete feita pelo R7 revelou a preferência do público por outro nome.

Cerca de 42% dos nossos internautas queriam que a girafinha se chamasse Melman, como o personagem do filme Madagascar . O nome escolhido, Jamal, ficou em quarto lugar.

Jamal nasceu no dia 04 de fevereiro e é o primogênito do casal Palito e Mel.

fonte:r7

Os 10 Animais mais engraçados da internet.flv

cinema animal:animais unidos Jamais serão vencidos



Um grupo de animais, ameaçados pela seca em seu habitat na África, decide investigar suas causas. Ao descobrirem que a seca foi causada por uma gigante represa construída pelo dono de um hotel de luxo, os animais decidem se unir para reivindicar a situação.

Ao menos 10 gatos são envenenados em condomínio

Mais de 10 gatos apareceram mortos, na manhã desta quarta-feira (16), em um condomínio na Avenida Santa Luzia, no Bairro Jardim Sumaré, em Ribeirão Preto.

Os animais, além de comida envenenada foram encontrados pelo artista plástico Mauri Lima, enquanto fazia uma limpeza no local durante a madrugada.

Segundo a moradora Carolina Lopes Fiaschi, que teve seu gato morto, não é a primeira vez que gatos são envenenados no condomínio.

“Precisa ter uma investigação, uma punição, caso contrário isso vai sempre acontecer”, disse.

Uma equipe da Delegacia de Defesa e Proteção aos animais esteve no condomínio e vai investigar a morte dos gatos.

fonte:eptv

Bayer doa medicamentos para animais vítimas das enchentes no Rio

Cerca de 300 animais da região do Vale do Cuiabá, localizado em Petrópolis, Rio de Janeiro, serão beneficiados com a doação de mais de 3 mil embalagens individuais de medicamentos da Bayer Saúde Animal,divisão da Bayer HealthCare.

Os medicamentos doados pela Bayer foram encaminhados para o Grupo de Assistência e Proteção aos Animais e ao Meio Ambiente (Gapa-MA), sendo que a lista inclui o antipulga Advantage Cães e Gatos, os vermífugos Drontal, para cães, e Profender SpotOn, para gatos, e o antibiótico Baytril.

Para Mariana Hagel, gerente de marketing da unidade de Pequenos Animais da Bayer Saúde Animal, a colaboração da empresa demonstra o seu papel socialmente responsável. 
A Bayer Saúde Animal possui um histórico de direcionamento de recursos para o apoio de projetos que contribuam para o bem-estar da população e a qualidade de vida dos pets, e diante deste acontecimento no Rio de Janeiro, buscamos uma forma de auxiliar a população animal da região - afirma Mariana Hagel. 
A atuação do Gapa-MA na defesa dos animais se estende à Região Serrana, como o município de Petrópolis e os distritos Nogueira, Correas, Araras e Itaipava, localizado na região atingida do Vale do Cuiabá. 
Ainda existem locais na região serrana em que o acesso não é facilitado, sendo as ações do Gapa-MA concentradas nestes pontos, a partir do atendimento de cada animal que eventualmente tenha sido abandonado por seus donos ou que necessitem de um tratamento imediato - afirma Carlos Eduardo Pereira, coordenador de atividades do Gapa-MA. 
O coordenador da organização não-governamental (ONG) ressalta ainda que em função da grande extensão de danos à região, o trabalho de voluntariado permanecerá por um longo período. 
Esta doação permitirá a continuidade das ações realizadas pelos voluntários desde o dia do incidente, e com isso, mais animais receberão tratamento adequado - finaliza Carlos Eduardo. 

Governo altera calendário de vacinação contra febre aftosa


O calendário de vacinação contra febre aftosa na Paraíba terá alterações a partir deste semestre. Todos os produtores paraibanos, que vacinariam o rebanho nos meses de abril e outubro, passarão a vacinar os animais nos meses de maio e novembro.

A vacinação contra febre aftosa é obrigatória. A primeira etapa da campanha de vacinação deste ano passará a ocorrer em maio, entre os dias 1º a 31. A expectativa é imunizar acima de 90%, por município, do rebanho estadual. A Paraíba conta com 1 milhão 269 e 451 mil animais bovinos, em 81 mil 587 propriedades rurais.

Segundo o secretário Estadual do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Marenilson Batista da Silva, a mudança no calendário foi determinada para unificar o período de vacinação em todo o país pelo Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) a pedido do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri). O órgão representa os secretários de Estado de Agricultura de todo o Brasil.

De acordo com o gerente Executivo da Defesa Agropecuária, Jamir Mascena de Sousa, para atender às mudanças no calendário, novas estratégias de vacinação deverão ser implementadas. “A defesa sanitária animal reunirá os médicos veterinários e técnicos dos 27 escritórios das Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsavs) em todo Estado. Ela fará treinamento, mobilização e discussão das estratégias da campanha, além de reunir parceiros para fortalecer a campanha de vacinação”, disse.

“Quanto maior a uniformidade, maior será a eficiência do controle nacional contra a doença. Além disso, o calendário único cria uma ambiente de maior credibilidade junto ao mercado internacional. A mudança do calendário de vacinação contra febre aftosa tem parecer favorável do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)”, destacou Jamir.

Vantagens - A mudança no calendário de vacinação permitirá que as etapas de imunização em grande parte do Brasil sejam promovidas na mesma época, o que facilitará no trânsito de animais.

O gerente Executivo da Defesa Agropecuária chama a atenção dos pecuaristas paraibanos para que, durante o mês de maio, todos os produtores vacinem seus animais e informem a estratificação do rebanho nos escritório das Unidades Local de Sanidade Animal e Vegetal ou nas sedes das Emater mais próximas da propriedade, discriminado por idade e sexo.

 “Caso o produtor não declare, estará sujeito a multas e tem seu rebanho impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que atesta a sanidade dos animais”, observou.

Sobre a doença - A febre aftosa é uma enfermidade provocada por vírus, muito contagiosa e que acomete animais biungulados (de duas unhas), como bovinos, caprinos e suínos. A perda de peso; febre; menor eficiência reprodutiva e aparecimento de aftas na boca, focinhos e tetas são alguns dos sintomas clínicos da doença.

fonte: Secom-PB

CAÇADORES SÃO PRESOS NO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

Exposição em Londres revela conexões entre sexo e morte na natureza



A exposição "Sexual Nature", do Museu de História Natural da Grã-Bretanha, busca explorar a ciência do sexo. É mostrado o comportamento de diferentes espécies, de pássaros a mamíferos, de insetos a crustáceos.

A mostra busca revelar as conexões entre sexo, poder e morte no mundo animal.

Uma das atrações é o gorila Guy. Quando em liberdade, o gorila era o macho alpha do seu grupo, ou seja, o macho que tinha acesso exclusivo a todas as fêmeas. Quando colocado em cativeiro, o gorila não conseguiu mais se reproduzir.

Os chifres de dois caribus que ficaram presos enquanto disputavam uma fêmea também fazem parte da exposição. Os animais acabaram morrendo porque não conseguiram se soltar um do outro.

"Sexual Nature" ficará em cartaz até outubro deste ano.

Aves marinhas são mortas por tsunami perto do Havaí

Foto de Wisdom e seu filhote, em fevereiro de 2011, fornecida pelo Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA (AP)

Segundo as autoridades americanas, milhares de peixes e outras aves, como a procelária, também foram mortas pelas ondas que atingiram o atol de Midway, santuário para mais de 2 milhões de aves marinhas.

Um dos sobreviventes foi Wisdom, uma albatroz de cerca de 60 anos, que é a ave mais velha conhecida nos Estados Unidos.

A albatroz ficou famosa recentemente quando foi vista com um filhote em fevereiro, surpreendendo cientistas pelo fato de que ainda podia criar filhotes aos 60 anos.

Midway é um dos atóis mais remotos do planeta e se transformou em santuário ambiental depois que uma instalação militar americana que ocupava o local foi fechada em 1993.

O atol foi usado como base militar pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, além das guerras da Coréia e do Vietnã e durante a Guerra Fria.


Mesmo em um local remoto, a região foi atingida pelo tsunami que se seguiu ao terremoto de magnitude 9,0 que atingiu o Japão na tarde de sexta-feira.

Operação de resgate:

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos informou que mil albatrozes-de-laysan, adultos e adolescentes, morreram quando o tsunami atingiu o atol. Dezenas de milhares de filhotes também morreram.

As ondas chegaram a 1,5 metro de altura no local, atingindo o atol com força por volta da meia-noite (horário local) do dia 10 de março e continuaram durante algumas horas.

Estas ondas atingiram mais de 60% da Ilha do Leste, uma pequena ilha de cerca de 150 hectares dentro da área de preservação.

Os moradores do atol receberam um aviso quatro horas antes da chegada das ondas, por isso tiveram tempo de se prevenir.

Um filhote dentro de um ninho foi encontrado ileso a cerca de 35 metros do local onde deveria estar, depois de ter sido levado pelas ondas. Outras aves marinhas tiveram menos sorte e milhares delas foram enterradas vivas.

Milhares de peixes mortos foram encontrados no interior da Ilha do Leste, e o impacto entre os patos e focas ainda não foi avaliado, segundo o serviço americano. No entanto, duas tartarugas verdes foram resgatadas vivas.

nota da bbc:Milhares de albatrozes e outras espécies ameaçadas de uma reserva de vida selvagem no noroeste do Havaí foram mortos pelo tsunami que devastou o Japão na sexta-feira passada.