Biólogo abate aves em extinção “por engano”

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O guará, pássaro vistoso, de plumas cor de laranja e porte elegante, é um símbolo de Guaratuba – a ci­­dade de muitos guarás. Embora a ave faça parte do nome do município e sua imagem seja explorada em diversos pontos, a espécie estava desaparecida da cidade havia pelo menos um século. Só há registros da presença do pássaro, ameaçado de extinção por causa da caça predatória, em outros municípios – o último foi em 1977, em An­to­­nina. Por isso, o aparecimento de 12 indivíduos há três anos na Baía de Guaratuba causou comoção entre moradores e biólogos. Os guarás estavam voltando. A alegria, porém, deu lugar à apreensão.

Há algumas semanas, a Secretaria de Meio Ambiente da cidade tomou conhecimento de que um biólogo teria abatido duas aves da espécie – que está na lista dos animais criticamente ameaçados de extinção – dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaratuba. O abate ocorreu no dia 15 de maio e foi presenciado por um morador. O biólogo Louri Klemann Júnior foi credenciado pelo Instituto Ambiental do Pa­­raná (IAP) e pelo Instituto Bra­­sileiro do Meio Ambiente (Ibama) para fazer a coleta de outras duas espécies, tapicuru-de-cara-pelada e caraúna-de-cara-branca, mas abateu os pássaros ameaçados. Em ofício enviado ao IAP, Klemann admite o fato, mas afirma que o fez por engano, devido “às distâncias com que foram feitas as coletas e à luminosidade desfavorável durante a manhã daquele dia (com a presença de névoa)”. Procurado pela Gazeta do Povo, o biólogo afirmou que não tinha interesse em conversar com a reportagem.

Para o zootecnista e funcioná­­rio do Departamento de Meio Am­­biente da prefeitura de Guaratuba, Márcio Nascimento, a justificativa não é plausível. “Se a visibilidade é ruim e o pássaro está longe, ele não deveria abater. Na dúvida, não ­­se atira”, afirma. O Ibama, em e-mail enviado à prefeitura, ao qual a reportagem teve acesso, afir­­ma que não tem competência para realizar autuações, já que o abate se deu em área estadual, mas ressalta que a justificativa parece “mais uma tentativa de ficar com o animal do que defesa propriamente dita” e que “a culpa está clara, uma vez que as condições de visibilidade só serão ruins porque o próprio pesquisador optou pela coleta nessas condições”.

Nascimento afirma que a prefeitura pretende cobrar explicações do IAP sobre uma possível multa a ser aplicada nesse caso, pois o fato pode abrir precedentes para que outros profissionais façam o mesmo. “Não existe exemplar dessa ave em museus do Paraná, logo, coletar uma delas incrementa o currículo de qualquer profissional. E se um biólogo, vindo de fora, faz algo assim e se redime com essa justificativa, qualquer um pode alegar o mesmo.” A vice-presidente do comitê gestor da APA, a bióloga Bianca Reinert, lamentou o fato e disse esperar que o IAP investigue o caso. “A espécie em questão é ameaçada de extinção no estado do Paraná e não pode ser coletada. Lamento muito o ocorrido e espero que a ave símbolo de Guaratuba não tenha abandonado o local.”

Devolução

Atualmente, os dois guarás se encontram no Museu de História Natural Capão da Imbuia, em Curitiba. O museu foi a instituição que contratou o biólogo para coletar as espécies do tapicuru e do caraúna. De acordo com Nasci­­men­­to, a prefeitura pretende reclamar a devolução dos guarás. “Não é justo que Guaratuba perca o exemplar para um museu de Curitiba. Eles não deveriam ser abatidos, mas, como fo­­ram, devem ficar no município.” A reportagem não conseguiu contatar os responsáveis pela instituição. Já o IAP, por meio da diretora de Bio­­di­­versidade e Áreas Protegidas, Márcia Tussolino, se limitou a afirmar que o biólogo não possuía licença para abater os guarás e que irá analisar o caso.

Quase extinto no Paraná

Embora esteja no nome de duas cidades do litoral paranaense (Guaratuba e Guaraqueçaba, que significa ninho de guarás), onde costumavam aparecer aos montes, hoje os guarás estão praticamente extintos no estado. O abate das aves pelos caçadores, interessados na plumagem do animal, e a destruição dos ninhos pela procura dos ovos, fizeram com que, há mais de um século, a população não avistasse um exemplar em Guaratuba. Por isso, a presença deles foi tão comemorada. “Este é o maior exemplo de que a vida natural é persistente e de que os animais lutam com todas as forças pela sobrevivência”, diz o biólogo e ernitólogo Marcos Bornschein.

Segundo Bornschein, provavelmente, as aves avistadas em Guaratuba não nasceram aqui, pois não há registros de ninhos no estado. “Devem ter vindo de regiões onde eles ainda existem em grande número, como Iguape, Cubatão e Ilha Comprida, no litoral paulista.” De toda forma, o fato de as aves ‘visitarem’ o Paraná significa que as condições de alguns locais voltaram as ser propícias para a espécie, que se alimenta principalmente de caranguejos e prefere locais mais quentes. O ernitólogo diz que é cedo para apontar os danos causados pelo abate, mas que o incidente pode afugentá-los. “Tudo vai depender de quantos eram e de quantos ficaram. De toda forma, é uma perda grande, pois essa é uma espécie quase em extinção.”

ONG japonesa pode desistir de projeto

Ao longo da última década, ONGs e a prefeitura de Guaratuba vêm trabalhando em projetos que buscam entender e explicar em que condições se deu o desaparecimento dos guarás na área e o que fazer para que eles voltem a habitá-la. As tentativas, porém, sempre esbarraram na escassez de recursos, como admite o próprio órgão municipal. A situação começou a mudar há cerca de três anos, quando os guarás voltaram a ser avistados na baía. A boa notícia chamou a atenção de uma ONG japonesa, a Associação de Avanços Ambientais de Hyogo, que se comprometeu a custear um projeto que pretende estudar o padrão de alimentação dos guarás e o quanto os bancos de alimentos encontrados nos manguezais da baía influenciam na sua presença na região. “No Japão, existe o guará-branco, que acabou desaparecendo com o avanço industrial. Para o Japão, é interessante custear o estudo e entender o que ocorreu aqui para que os guarás voltassem, para que eles possam aplicar o conhecimento lá”, diz o biólogo Márcio Nascimento.

Com o abate das aves, porém, a prefeitura teme que a ONG desista de bancar o estudo. “Se eles entenderem que um biólogo abateu dois guarás, e que nada aconteceu, pelo contrário, que um órgão público como o IAP aceitou a justificativa dada, eles podem cortar o investimento. E o Brasil pode perder muito com isso”. O projeto já foi enviado à ONG e espera a aprovação para ser iniciado.

Fonte: Gazeta do Povo

Nota da Redação: É estarrecedor tomar conhecimento de que biólogos abatem aves para serem coletadas como peças de museu. Percebe-se que a preocupação não é com a preservação das aves em si, já que, se houvesse abatido as aves “encomendadas”, o procedimento seria considerado correto e concluído. O grande temor é perder o incentivo da ONG japonesa caso o guará – ave símbolo da cidade – entre em extinção novamente na localidade. A Prefeitura preocupa-se em “perder o exemplar abatido para um museu de Curitiba”. Quando afinal vamos estender o respeito à vida e a liberdade de todas as espécies e não só às eleitas pelo ser humano.

Ameaçada de extinção, onça-pintada é o maior felino da América

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A onça-pintada é o maior felino das três Américas. Pode pesar cerca de 130 kg e seu comprimento variar entre 1,7 metro e 2,4 metros (maior que a altura do homem). Tem corpo musculoso e forte. Também é conhecida como jaguar, que em tupi significa “a que devora ou dilacera”.

Esse felino vive em áreas próximas a rios, desde a costa do México até a região Norte da Argentina. No Brasil habita o cerrado, caatinga, pantanal, Mata Atlântica e Floresta Amazônica. Precisa de grandes áreas – com bastante vegetação e água – e muito alimento para viver. Por isso, sua presença indica que há recursos naturais disponíveis para ela naquela mata.

Esse bicho é solitário, só se relaciona durante a reprodução. Nessa época, pode marcar o território que ocupa com urina, fezes e arranhões nas árvores. Pode ficar ativo durante o dia ou a noite, dependendo das condições do ambiente. Estudos mostraram que em áreas abertas, como cerrado, a onça-pintada fica mais acordada no período da noite. Em mata bem fechada, movimenta-se mais durante o dia.

É carnívora e, em geral, alimenta-se de capivaras, macacos, veados, aves e peixes. Nada e salta muito bem. A gestação dura de 90 a 110 dias e nascem de um a quatro filhotes, que ficam com a mãe até completar 1 ano e meio, quando começam a caçar sozinhos. Tornam-se adultos aos 3 anos.

Tem impressão digital

As pintas negras na pelagem da onça-pintada, chamadas rosetas porque lembram flores, funcionam como a impressão digital. Cada bicho tem o próprio padrão, que nunca se repete. Elas são importantes para a camuflagem, confundindo o animal com a vegetação para que possa se esconder e caçar com mais facilidade.

Esse bicho está ameaçado de extinção por causa do desmatamento e da caça, que é proibida desde 1967. Como as florestas diminuem cada vez mais, ela tem menos espaço para encontrar abrigo e alimento. Por isso, muitas aproximam-se de fazendas, atrás do gado e de galinhas.

A família de felinos tem mais de 30 espécies, presentes em quase todo planeta, exceto Oceania e Antártida. Há onças, leões, panteras, tigres, leopardos, linces, jaguatiricas, entre outros. São carnívoros predadores que caçam outros animais, utilizando as longas garras e dentes caninos bem grandes. Suas patas possuem coxins, estruturas que parecem almofadinhas, permitindo que eles caminhem sem fazer ruído.

Fonte: Diário do Grande ABC

Dezesseis cães aparecem mortos em uma semana em São Luís do Paraitinga (SP)

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Em São Luís do Paraitinga (SP), a morte de animais domésticos preocupa moradores e a defesa civil. A polícia investiga uma possível onda de envenenamentos.

No bairro São Sebastião, zona rural de São Luis do Paraitinga, eles têm espaço de sobra pra se divertir. Mas ultimamente só saem de casa com os tutores. Todo esse cuidado tem motivo. Em uma semana pelo menos 16 cachorros apareceram mortos na vizinhança.

Os moradores desconfiam que esses animais de estimação estão sendo envenenados. “Meu sobrinho me falou que meu cachorro estava morto, eu subi lá pra ver e tinha um pedaço de bolo ao lado dele e ele estava morto mesmo”, conta a comerciante Adair Carmo Paulista.

Maura só conseguiu salvar uma das três cadelas da familia. “Ele passou dois dias sem comer, mas eu fui dando leitinho e ele melhorou”.



A matança dos animais virou caso de polícia. Os moradores registraram boletim de ocorrência e as investigações já começaram. Um menino de nove anos contou que recebeu dinheiro para colocar veneno nas comidas e o suspeito de encomendar as mortes já foi intimado, mas ainda não compareceu à delegacia.

Enquanto isso a defesa civil acompanha o caso. Técnicos já foram ao local. A preocupação também é com saúde das crianças. Segundo José Carlos Rodrigues, coordenador da defesa civil da cidade, a suspeita de envenenamento e o pedaçõ de bolo encontrado deixam qualquer criança sob o mesmo risco, já que a a zona é rural e elas andam à vontade pelo quintal, podendo ingerir incidentalmente o veneno.

Além dos cachorros, três galinhas e um gato também foram encontados mortos no bairro com suspeita de envenenamento. Um laudo sobre a causa das mortes dos animais deve ficar pronto em 30 dias.

Fonte: VNews

Três tambores: exploração animal por trás da mansidão e da fraternidade

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Um artigo meu escrito recentemente, chamado “A crueldade dos ‘três tambores’ do rodeio”, causou revolta entre os praticantes do dito “esporte”. Os comentários do Arauto da Consciência e, ainda em menor quantidade, da ANDA foram bombardeados por competidores e competidoras revoltados por eu ter acusado sua modalidade de cruel e generalizado os maus-tratos que ocorrem no manejo de instrumentos como espora e açoites. Assim sendo, resolvi escrever um novo texto para elucidar melhor por que os três tambores têm a mesma oposição minha e dos defensores do abolicionismo animal que rodeios e vaquejadas.

Me disseram que os três tambores proporcionam uma comunhão afetiva entre cavaleiro e cavalo, sendo o primeiro não senhor do último, mas quase um “irmão”. Me falaram também de engajamentos filantrópicos com os lucros do “esporte” e da venda (sic) dos animais, da presença de conselhos de ética, veterinários e outras entidades que assegurariam um tratamento “digno” aos bichos. Fui acusado de escrever sem conhecer a realidade, de emitir um opinião leiga e, logo, irresponsável.

Reconheço que alguns comentários eu realmente tive alguma dificuldade de responder, e percebi que o motivo maior foi ter chegado ao limite da crítica relacionada a bem-estar animal – muito embora o artigo tenha falado, em um parágrafo, do caráter de exploração animal da competição. Foi falho ter exposto mais a crítica pró-bem-estar, facilmente questionável por quem pratica o dito “esporte”, do que a abolicionista, e isso induziu a uma equiparação indevida da modalidade ao rodeio e à vaquejada, pseudoesportes que por sua vez consistem na crueldade quase explícita.

Os três tambores, por serem muito mais próximos do hipismo do que do rodeio, conforme ficou expresso nos diversos comentários e também é visível nos mais diversos vídeos, são de fato um “esporte” com animais no qual a exploração animal é bem menos óbvia do que a tão largamente criticada montaria de touros, por ter muito menos demonstrações explícitas de maus-tratos. Nele não há peões ou vaqueiros sedentos de vencer o “adversário” animal, mas cavaleiros que afirmam competir em irmandade com os cavalos.

Mas isso não quer dizer que eu vim me retratar por completo do artigo passado e dizer que passei a ver o três tambores com bons olhos. Mas, sim, esclarecer melhor por que, mesmo com esse panorama alegado de bem-estar e fraternidade cavaleiro-cavalo, continuo mostrando que esse tipo de competição não se inclui no que o abolicionismo animal pode considerar ético e aceitável e reivindicando mais ação de entidades de direitos animais contra o uso de bichos para entretenimento seja lá de qual tipo for.

Não é obvio como no rodeio, mas há um sistema de exploração animal desde a arena de corrida até a procriação dos cavalos.

Em primeiro lugar, os vários adereços de controle e incitação usados no cavalo durante a competição deixam visível: o animal é tratado como máquina de velocidade, controlável pelo cavaleiro. Diversos adereços, como o cabresto, as rédeas e os freios, visam manipular para onde e quão rápido o bicho deve correr. Sem falar nos outrora citados açoite e espora, cujos usos, mesmo não sendo acessórios cortantes nem causando ferimentos visíveis ou dores fortes, são uma agressão ao animal.

Hoje em dia não se pensaria em usar equipamento de controle ou açoites para controlar atletas humanos. Seria visto como uma violência tanto física quanto moral – “que humilhante é tratar seres humanos como carros de corrida”, pensariam. Mas são usados em cavalos, na dita inofensiva prova dos três tambores, numa demonstração da visão de que, por mais “irmão” que o cavalo seja do cavaleiro, ele nunca terá o mesmo estatuto moral que o ser humano, de ser portador do direito à dignidade e ao consequente não tratamento como coisa e propriedade.

Não questiono mais se isso é cruel por causar violência explícita ou dor, assim como os rodeios e vaquejadas, mas sim se é ético competir com animais controlando-os como objetos, como carros, algo que não se admitiria fazer com pessoas.

E pergunto: se a relação entre cavaleiros e cavalos é tão fraternal, por que não se dispensa o uso desses equipamentos nas provas oficiais, usando apenas sela e estribo para manter o cavaleiro montado em segurança, já que o cavalo entenderia inteligentemente para onde e quão rápido o “irmão” humano quer que ele corra.

Corroborando o argumento de que os animais supostos “irmãos” dos cavaleiros são de fato tratados como propriedade humana, está o fato de que existe um comércio de cavalos usados nessas competições. Não que o competidor venda o seu “irmão” algum dia, mas muito provavelmente – para eu não dizer que isso seria generalizado – este será comprado no início de sua “vida útil”, para uma vida de competições velozes. Tal como um carro zero de corrida.

A ética dos direitos animais repudia qualquer coisificação, mercantilização e proprietarização dos animais, da mesma forma e pelos mesmos motivos que a ética convencional que vigora hoje repudia o tratamento de homens e mulheres como coisas, mercadorias e propriedade de outrem. Fatalmente isso implica que “esportes” que usam animais, das mais sangrentas touradas até as mais amistosas provas de três tambores, serão alvo de objeção ética.

Também há a questão: o que é preferível e ideal para o animal, viver em liberdade na natureza – ou em santuários de refúgio, para animais cuja espécie foi há milênios apartada do seu vínculo ao equilíbrio ecológico de seu ecossistema de origem –, ou ser obrigado a uma vida de competições que ele não escolheu trilhar.

Afirmam que o cavalo, sendo inteligente, se comporta demonstrando que gosta de correr com aquele que se diz seu “dono”. Talvez seja válido dizer que o cavalo gosta de ser montado por seu cavaleiro na fazenda, sem acessórios de controle, caso haja uma relação afetiva tal como um cão com seu responsável e carinhoso tutor.

Mas é questionável se o cavalo gosta – em outras palavras, sente-se bem – de ter seu corpo controlado e artificialmente induzido à corrida – e, em muitos casos, açoitado e esporado – numa competição em que está exposto a intensos barulhos e iluminação, em situação estressante, numerosas vezes num ano.

Seria isso realmente preferível ao animal, mais do que viver livre num refúgio, sem obrigações vinculadas a interesses que não dizem respeito a suas necessidades e vontades.

Por fim, a questão do uso do animal por interesse humano. Qualquer “esporte” que use bichos para entretenimento, por mais que se diga que o animal “gosta” de competir, é uma forma de exploração animal. A ética tradicional de hoje condena o uso de seres humanos como propriedade a serviço dos interesses de outrem, o que inclui usar para fins de entretenimento pessoas que não escolheram expor-se (como no caso dos freak shows do século 19). O abolicionismo animal, por sua vez, estende essa condenação aos animais não humanos.

Fazem-se as perguntas, complementando o questionamento feito mais acima: o animal escolhe praticar um “esporte” que visa ao entretenimento humano? Ele afirma mesmo, à sua maneira, que gosta de correr numa arena barulhenta e cheia de luz, sob o controle de diversos instrumentos, e está afim de vivenciar tal situação muitas vezes ao longo de sua vida até sua aposentadoria? Ele realmente pensa que isso lhe faz bem.

E há o detalhe de o cavalo ter sido dado à luz justamente para ser um animal de competições, tanto que ele, como uma “boa” mercadoria, é vendido em sua maturidade física ao cavaleiro disposto a pagar por sua compra, por ser um animal “muito bom para competições de três tambores”.

Ou seja, nasce para servir ao ser humano, para satisfazer os interesses do vendedor de cavalos, do próprio cavaleiro, dos organizadores de competições, dos proprietários de arenas e do público que prestigia o “esporte” para sua diversão –, como toda espécie submetida à exploração. Mesmo que o cavaleiro diga que o bicho é praticamente irmão seu e “gosta” de competir, isso não anula o fato de que ele só está ali – ou, pior, só existe – porque pessoas se interessaram em seu nascimento e amadurecimento e dele se beneficiam cultural e economicamente.

Saio assim da questão do mero bem-estar – e até me retrato por ter generalizado a violência física que nem todos os cavaleiros promovem contra os cavalos –, mas continuo denunciando que “esportes” como os três tambores são, sim, formas de exploração animal que lançam mão da objetificação, mercantilização e reprodução interesseira de bichos, fato que se esconde na relação “fraternal” entre competidores e animais e na ausência de agressões explícitas contra estes últimos.

Se substituíssem cavalos por humanos e mantivessem na íntegra todo o restante do sistema, passaria a ser um pseudoesporte abominável aos olhos das pessoas e censurável pelas leis de direitos humanos. Mas, como são animais não humanos, há toda uma aprovação moral por parte da maioria da sociedade. Assim sendo, continuo questionando eticamente os três tambores.

E aproveito para esclarecer que os três tambores ainda não se tornaram alvo de críticas massivas das entidades de defesa animal porque infelizmente uma enorme parte destas  é bem-estarista e preferem manter-se em cima do muro porque não há tantos maus-tratos assim, não há uma crueldade física intrínseca ao tal “esporte” a qual lhes permita clamar que “três tambores devem ser proibidos por lei porque são crueldade contra animais”. Essa modalidade só passará a ser alvo de críticas e repúdios quando o abolicionismo animal no Brasil se fortalecer, porque seu problema é muito mais de ética e exploração do que propriamente de maus-tratos e crueldade explícita.

Veado é atropelado em rodovia e recebe atendimento da polícia ambiental e de veterinário

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Fratura no fêmur e escoriações nas costelas e face. Esses foram os ferimentos detectados no veado-catingueiro encontrado na manhã de ontem pela bióloga Cleide Regina Amorim, na Rodovia Mogi-Dutra (SP-88), sentido Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo. O animal foi atropelado por um veículo e agonizava no local. Resgatado, ele foi levado para a Polícia Ambiental e, posteriormente, encaminhado para uma clínica veterinária da cidade, onde – entre muitos cães, gatos e outros animais de estimação – acabou tendo a atenção voltada para si.

Atendido pelo veterinário Edmon Marcelo Zogbi, o veado recebeu o diagnóstico de fratura no fêmur direito e escoriações nas costelas e face. O animal foi medicado para que não sentisse muita dor, ficou em observação e, ainda ontem, seria submetido a uma cirurgia para consertar a perna.

“Pelo que pude observar, estas escoriações devem-se ao rolamento, na hora em que ele foi atropelado. Pelo jeito, a pancada foi muito forte porque esta fratura é grave, mas não urgente. Acredito que o animal vá ficar bem”, explicou o veterinário que, depois de dar alta para o bicho, chamará os policiais ambientais para que façam a soltura na mata novamente.

Enquanto estava sendo socorrido por Zogbi, o animal tremia muito e babava. “O grande problema dessa espécie é o estresse. Ele está tremendo e babando porque está com medo. Vamos deixá-lo por algum tempo em uma jaula escura, para que ele se acalme”, comentou o veterinário.

Zogbi foi contatado pela reportagem de O Diário depois de muitas tentativas, em vão, da Polícia Ambiental em encontrar um veterinário que pudesse examinar o bicho – no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) não havia ninguém e alguns outros veterinários particulares recusaram o atendimento. O veado foi levado para a clínica pelo cabo Daniel e o soldado Lemes.

À reportagem, a bióloga contou que, quando viu o animal na estrada, ficou preocupada. “Coloquei o veado no meu carro e o deixei aos cuidados da Polícia Ambiental. Parece que isso (atropelamento) está sendo um problema comum. Lembro-me que, durante o licenciamento ambiental para a reforma da estrada foram propostos os corredores de fauna. Não sei o desenrolar da história, pois não acompanhei o trabalho, mas, se os corredores foram construídos, talvez não estejam em pontos estratégicos ou em quantidade suficiente que permita o deslocamento desses animais de um fragmento ao outro. Acho, ainda, que deveriam ser feitos muros de arrimos na Rodovia para evitar que os animais silvestres atravessem a pista”, destacou Cleide.

Constante

De acordo com a Polícia Ambiental, o atropelamento de veados nas estradas mogianas está ficando cada vez mais comum. Neste último mês, os policiais atenderam três ocorrências envolvendo os bichos e a dificuldade para conseguir um veterinário é sempre a mesma, já que os profissionais do Centro de Controle de Zoonoses não têm a responsabilidade de cuidar de animais silvestres.

Os motivos para a frequência dos veados nas estradas, segundo a Polícia, são a falta de corredores ecológicos nas rodovias (a Mogi-Dutra, a princípio, conta com o recurso mas, pelo visto, não é usado pelos bichos); a invasão dos seres humanos no habitat dos bichos; e a diminuição dos predadores naturais dos veados, que são as onças e jaguatiricas, que se afastaram devido à presença do homem.

A Polícia diz ainda que, além dos atropelamentos, os veados também estão aparecendo nos sítios e sendo acuados e machucados por cachorros.

Todas as ocorrências envolvendo animais silvestres são registradas em um sistema de computadores e podem ser acessadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Fonte: O Diário

Nota da Redação: Atropelamentos de animais infelizmente se tornaram problemas comuns nas estradas, em decorrência da invasão humana e destruição dos habitats dos animais. É dever das autoridades responsáveis desenvolver e aprimorar projetos que impeçam o acesso dos animais às rodovias. Parabenizamos a bióloga que teve a compaixão de recolher o animal, à Polícia Ambiental que não se conformou até encontrar um veterinário que aceitasse cuidar da vítima e ao veterinário pela atenção e cuidados prestados.

Cão que sofria de hemorragia é salvo por doação de sangue de dois cachorros

Mesmo de maneira involuntária, três cachorros da ONG “Vira Lata Vira Vida”, de Piracicaba, salvaram a vida do vira-lata Tobi, que sofria de grave hemorragia por causa da erlichiose, popularmente conhecida como doença do carrapato. Abandonado pelas ruas, o cachorro recebeu uma atenção especial da dona de casa Valderez Dionice Gardim, 54, moradora do bairro Morumbi. Depois de ver a angústia do animal, ela procurou a ONG e pediu ajuda. Com apoio médico voluntário, Tobi recebeu 500 miligramas de sangue de três doadores da entidade na semana passada.

De acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda, o gesto pode ser considerado uma forma de agradecimento à população, que constantemente tem ajudado o grupo de voluntários, que há um ano mudou a rotina de um abrigo particular para cuidar de mais de 450 animais que morriam de fome. Mesmo sem atender denúncias e não recolher novos residentes, Miriam disse que o caso de Tobi chamou atenção de uma maneira muito especial.

“Dona Valderez ligou desesperada dizendo que o cão estava sangrando muito pelo nariz e boca. Levamos para um veterinário e o diagnóstico foi grave”, explicou a presidente. Pelo fato de o animal ter perdido muito sangue, a transfusão foi indicada com urgência. “Como temos três cães com peso adequado, conseguimos meio litro de sangue e doamos ao Tobi”, explicou Míriam.

Mesmo sem ser a tutora do cachorro, Valderez disse que não foi capaz de deixar o animal sangrando na rua. Conhecido por vários moradores da rua Jorge Zoner, Tobi foi recebido com aplausos por várias pessoas. “Como ele ficou quatro dias na clínica, muitos se reuniram em frente de casa para recebê-lo”, contou a dona de casa.

Ainda sob cuidados médicos, o cachorro vai continuar na casa de Valderez. Sobre sua recuperação, ela falou que o cão está bem, mas não pode fazer esforço físico e nem deixar de tomar os remédios. “Não é fácil mantê-lo calmo, pois está acostumado a ficar na rua”.

A presidente da ONG, que visita o cão diariamente, acredita que o gesto de solidariedade dos animais retribui, de certa forma, todo apoio recebido da população. “Infelizmente não podemos atender a cidade, porque já temos 430 cães para cuidar. Porém, vejo essa doação de sangue como um pequena forma de agradecer as pessoas que nos ajudam”.

Vira Lata, Vira Vida
Quem quiser fazer parte da organização ou apenas fazer uma doação, pode entrar em contato pelos telefones: (19) 9831-1929, 3411-5490 ou pelo e-mail: viralata@teclamail.com.br.

Fonte: Gazeta de Piracicaba

Projeto de lei pretende exterminar pombos na Argentina

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Um projeto de lei acaba de ingressar na Câmara dos Deputados, na Argentina, com a proposta de declarar os pombos como “pragas”.

O projeto foi apresentado pelo deputado dirigente da Federação Agrária, Ulises Forte, que considera que “existe uma superpopulação da espécie”, que deve ser controlada por “afetar a saúde humana, o ecossistema e alterar a produção agropecuária”.

  
O legislador fundamentou sua iniciativa com base no resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), que revela que os pombos estão prejudicando as lavouras de girassol.
Se aprovada a proposta, o Ministério da Agricultura e o Ministério da Saúde devem implementar um programa de controle.

O deputado ruralista explicou que, tecnicamente, ao se verificar que há uma superpopulação de pombos, são declarados como pragas, permitindo que o Estado firme convênios com os municípios e implementando métodos de controle populacional, tais como “a caça esportiva e contraceptivos colocados em alimentos”.

  

Apesar de a proposta incluir a morte dos animais por meio da promoção da caça esportiva, o deputado se contradiz ao afirmar: “Nós não queremos eliminar os pombos”.

Com informações de La Noticia


Nota da Redação: A superpopulação de pombos é resultado da ação do próprio ser humano, por meio da ocupação dos habitats, da devastação dos ambientes naturais e do acúmulo de lixo, que acaba atraindo esses animais aos centros urbanos. O ser humano, mais uma vez, reforça sua incapacidade de respeitar e conviver harmonicamente com outras espécies, utilizando-se da habitual força para dominar e subjugar seres sencientes, que sofrem e sentem como nós, e não podem se defender da violência humana. A sociedade precisa se manifestar contra tamanha crueldade e atrocidade contra seres inocentes.

Maré negra de petróleo continua ameaçando fauna marinha no Golfo do México

Organizações de proteção aos animais alertam que mais de 40 populações de mamíferos marinhos estão em perigo no Golfo do México, por causa da maré negra que assola a região, ainda em decorrência do vazamento de petróleo.

 

Ralf Sonntag, da organização de proteção animal IFAW, explicou que baleias e golfinhos estão ameaçados: “Baleias e golfinhos tomam o petróleo através do furo de respiração ou pela boca, e podem morrer por isso”.

  

No momento, é difícil estabelecer qual o impacto do desastre do vazamento de petróleo na população de baleias. Sonntag, biólogo, enfatizou que, como a mancha de petróleo continua a se espalhar, é possível que haja mais espécimes mais em perigo.

Com informações de La Nueva

Leis permitem que se faça lucro com a caça de animais selvagens na África do Sul

Enquanto as feras do futebol correm soltas pelos gramados da Copa, nas matas da África do Sul animais como macacos, leões, hipopótamos e até zebras não conseguem se livrar da marcação impiedosa dos caçadores. Estimulados por um comércio que movimenta milhões de dólares por ano, eles se unem a comerciantes que dedicam a vida a transformar os bichos abatidos em enfeites de luxo. Depois de pronta, a ‘mercadoria’ é vendida a preço de ouro no mundo todo.

Há 20 anos no ramo, o sul-africano Kevin Cooper, 39, é um dos principais exportadores de animais da África do Sul. Com clientes na Europa, nos Estados Unidos e até no Brasil, ele não vê problemas no que faz. “É um trabalho como outro qualquer”, argumenta Kevin, que também é caçador. Questionado sobre fator predatório e cruel da atividade, ele não hesita em responder.

“Você gosta de futebol?”, pergunta. “Eu gosto de caçar animais! Se eu não matá-los e preparar os corpos, um dia eles morrerão do mesmo jeito e só servirão de comida para outros animais. Existem muitos bichos na natureza, eles nunca vão acabar por causa da caça”, argumenta com uma frieza que impressiona.

Amparado pelas leis sul-africanas que liberam a caça de diversos animais e controla a de uns poucos como leões e elefantes, Kevin abriu as portas de sua oficina e ali mostrou como é feito o trabalho de preparação das feras até chegar às vitrines das lojas.

“Depois de abater o animal retiramos a pele dele, cobrimos com sal e a deixamos exposta ao sol por três dias. Em seguida, a mergulhamos num tanque com produtos químicos onde permanece por duas semanas para preservá-la e evitar o mau cheiro”, detalhou Kevin.

“Feito isso, o couro dos animais é raspado para que fique mais fino e maleável”, explica o caçador, que para manter a forma perfeita do animal em suas peças usa moldes de fibra que são vestidos com a pele dos bichos. Uma cola especial é usada para fixá-la no molde. Mas o processo de secagem pode demorar até dois meses, dependendo do tamanho do animal.

Cumprida mais esta etapa, é feito um trabalho de raspagem do pelo e de ajustes de pequenos detalhes. Este processo varia desde a pintura dos chifres dos animais até a substituição dos olhos por esferas de cristal. Depois de prontas, as peças chegam a ser vendidas por mais de quatro mil dólares, como é o caso de uma zebra inteira.

Para se ter uma noção da organização e da rentabilidade do negócio, Kevin conta que envia e compra animais em qualquer país do mundo. “Não importa onde é, se o animal me interessa, vou buscá-lo”, garante.Apesar do interesse, para um turista praticar a caça é preciso estar acompanhado por um caçador sul-africano profissional.

Fonte: O Dia Online

Hipopótamos e cobras albinas quase são atingidos por um balão em zoológico do Rio

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Meia hora antes de começar o jogo Brasil e Portugal pela Copa do Mundo, um balão de cinco metros de altura caiu, na sexta-feira passada (25), no topo da palmeira imperial que fica entre as jaulas dos hipopótamos e das cobras albinas, no Jardim Zoológico, em São Cristóvão, RJ, pondo os animais em risco.
Não é a primeira vez que isso ocorre no zoológico. Há 15 anos, um balão provocou a morte de um animal : um elande de origem africana morreu após se chocar com as cercas, assustado com o balão que caiu no espaço reservado aos antílopes.

Com informações de O Dia Online

Nota da Redação: Alojar animais em zoológicos é condená-los a uma vida de sofrimento,  posto que estes são confinados a  jaulas, privados do seu habitat natural: florestas, montanhas, desertos, rios etc.,  para o divertimento sádico dos que lá visitam, além de ser fonte de renda das pessoas que exploram essa forma de “entretenimento”. Não fosse o suficiente, ainda são expostos a perigos como esse, deixando-os ainda mais estressados do que já estão. A existência de zoológicos vai contra o Artigo 4.o da Declaração Universal dos Direitos Animais: 1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir. 2. Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Cãozinho carente precisa de adoção, em Porto Alegre (RS)

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Estou cuidando dos 60 gatos ariscos de uma “colecionadora” que faleceu há um mês no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, no RS. Pois na casa reside o cão DUNGA: baixinho, interessado em estar presente em tudo. Simpatia. Mas está à beira da solidão. As senhoras alimentam-no. No entanto, o divertimento dele é espantar gatos.




Alguém poderia, por gentileza, me ajudar, levando o simpático cãozinho para castrar e doar? Estou esgotada na função de gatos. Já castrei 14. Retirei 15. Doei 2. Em 3 semanas. Sozinha. O pobre Dunga atrapalha as capturas. Traça os alimentos dos gatos, manda os gatos para longe com seus rompantes de valentia. Cada vez que entro no portão com várias caixas mais arapucas o Dunga foge, atravessa rua, late, etc. Ele late para os gatos que já estão nas arapucas trancados… é um caos, digamos assim.

Estou com pena dele. Ele está gordo e bonito. Só precisa castrar, dar vermífugo, antipulga e doar.
Contato com Cleide pelo tel  (51) 9116-5670 ou pelo email cleidefraza@gmail.com

Cadela prenha que está sendo maltrada na rua precisa ser resgatada, em SP

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Uma cadela prenha está sendo espancada na rua, vejam o estado dela, não aguento mais vê-la apanhar. Aqui as pessoas são ruins, ela terá filhotes. Vive acuada.

 

O local onde ela está é Estrada Dos Alvarengas, ao lado do SUS Alvarenga, Posto Saúde, SP.
Contato com Nice: (011) 9238-1761

Bares e restaurantes de Tóquio são adaptados para acomodar cães

A moda agora em bairros luxuosos de Tóquio, no Japão, é ir com seu cão a bares e restaurantes, pois muitos destes estão adaptados para hospedar com comodidade os cachorros, deixando seus tutores seguros.


Se a cultura japonesa sempre reservou aos cachorros um espaço de particular respeito, ir ao restaurante ou a um bar com o cão virou fato real.

Segundo a Agência de Notícias Kyodo,  existem restaurantes que os tutores podem escolher a comida para seu cachorro, através de um menu apropriado a ele.

Aos cães de porte menor, que, em muitas às vezes, chegam ao estabelecimento em carrinhos de passeio, foi criado um local especial no qual eles podem descansar: no inverno sobre tapetes quentes e no verão em placas de mármore que dão um efeito refrescante.

É o caso do Caffè Sabò, um dos primeiros da capital a ser organizado para oferecer hospitalidade aos cães, incluindo um serviço de limpeza para o caso de alguma emergência.

Outros locais, como o restaurante HxM, hospedam os cães apenas em locais abertos: “A moda é ótima mas não queremos provocar nenhum incidente”, explicou um garçom, detalhando que, sob uma paixão pelos cães, alguns clientes esquecem de os ensinar boas maneiras, assim alguns começam a latir para uma outra mesa incomodando outros clientes.

Fonte: Portal da Cinofilia

Crocodilo mostra que é o rei do pântano e abocanha tubarão

 do daily telegraph


Um grupo de turistas do Parque Nacional de Kakadu, no Território do Norte, na Austrália, acompanhou o ataque de um crocodilo de água salgada a um tubarão-touro.

O réptil de cinco metros mostrou quem era o rei do pântano ao abocanhar o tubarão que, segundo o guia turístico, deveria ter três metros de comprimento. 
Crocodilo abocanha tubarão em parque na Austrália

Dolce está esperando por um novo lar!

do Omnes Angeli

"Gente...

Hoje tive que ir até o CCZ (Centro de zoonoses, vulgo carrocinha) tratar de uma papelada para castrar meu gatinho.

E daí?

E daí que na porta tinha um rapaz que estava lá para deixar seu cachorrinho, simplesmente...

Precisava abandoná-lo por diversos motivos e, apesar de nenhum deles ser válido para mim, acabei trazendo o cão para cá, pois o Ccz não é um lugar dos mais recomendáveis para um cão, ainda mais um que já tenha conhecido uma casa.

 

Ele está aqui, seu nome é Bolt (pensamos em mudar para Dolce, e tenho certeza que para ele não fará diferença alguma, pois o som é bem parecido), tem aproximadamente 6meses, é mestiço de daschund (o salsichinha) e um amor de cão.

Tem o pelo bonito, caramelo escuro, e apesar de ser ainda um filhote, não deve crescer muito além da raça mesmo, pois já se notam as típicas patinhas curtas.

Convivia com crianças, e não demonstrou problemas com a bicharada aqui de casa.

Já tenho o protocolo de castração da prefeitura, para que ele seja castrado mês que vem.

Infelizmente não tenho notícias de vermífugo ou vacina.

Aqui em casa não temos como ficar com ele, pois temos já 2 cães adotados em situações semelhantes.

Sei que muitos têm preconceitos em adotar cães adultos, mas este é um filhote fofo, e tenho certeza de que alguém irá se sensibilizar.

Por favor deixe seu e-mail aqui nos coments que eu entro em contato.

Por favor, se não puder ficar com ele, divulgue.

Dolce fazendo sua melhor cara de "Me leva para casa!"

 

Leishmaniose: não mate seu cão!



Pitt Bull: E o preconceito continua!





Descoberta a causa da morte de golfinho que apareceu nos Açores, em Portugal

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O golfinho que foi recolhido junto ao Clube Naval de São Vicente, no Norte da Ilha, nos Açores, em Portugal, morreu de velhice.

Esta é a primeira conclusão a que chegaram os biólogos do Museu da Baleia, que estiveram no local, depois de terem verificado o “desgaste nos dentes” do animal marinho.



O diretor do Museu diz que se trata de “um golfinho malhado ou pintado, um animal de idade avançada com grande desgaste nos dentes”. O golfinho não revela qualquer sinal de feridas, além das provocadas pelo natural embate nas rochas depois de morto pelo que se pode concluir que não houve interação humana.

O corpo do golfinho  foi recolhido e vai ser sujeito a uma necrópsia para apurar a verdadeira causa da morte. O cadáver do animal marinho vai ser estudado por forma a determinar a idade e o esqueleto vai ser limpo para integrar as coleções de referência do Museu da Baleia e eventualmente ser exposto ao público.

Nas últimas semanas têm aparecido carcaças de animais marinho mortos, foi o caso de um cachalote, de um lobo marinho e agora de um golfinho. O diretor do Museu da Baleia, Luís Freitas, diz que para já não há qualquer informação que ligue os três acontecimentos até porque este golfinho, ao que tudo indica, morreu de velhice.

Fonte: DNotícias

Centro de Jundiaí (SP) registra multiplicação de urubus

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Um fenômeno está acontecendo nos céus de Jundiaí (SP) e vem sendo observado na região central da cidade. É o aumento do número de urubus (do gênero Coragyps) sobre prédios e antenas, em alguns casos com filhotes.

“Realmente temos notado vários casais. O problema não é sua presença, mas a indicação de alguma alteração ambiental”, diz Carlos Ozahata, chefe do setor de Controle de Zoonoses (Secretaria da Saúde).




Ele cita os fatos recentes de animais nas áreas urbanas como gambás, saguis e até mesmo onças como efeito da expansão urbana sobre o habitat natural deles.

“Isso coloca o desafio de melhorarmos a política ambiental não apenas em Jundiaí e sim na região. Porém, esse caso dos urubus envolve até mesmo aspectos como o lixo, pois os fatores são alimento e reprodução. Estão usando o alto de prédios como abrigo”.

Os urubus fazem parte da ponta da cadeia alimentar, buscando animais fragilizados ou em decomposição. Mas impressionam pela capacidade de planar nas correntes termais.

Para o setor de Controle de Zoonoses, esse é um fenômeno de atenção a sinais de desequilíbrio ambiental, mas ainda não pede uma ação crítica como ocorre com os mosquitos (dengue ou leischmaniose),  raiva (morcegos) e febre maculosa (carrapatos).

O desequilíbrio ambiental também tem sido objeto do Grupo de Observação de Aves de Jundiaí, que está divulgando a ameaça de extinção de 171 espécies de aves no “livro vermelho” do Estado de São Paulo e recentemente marcou a presença do raro Garibaldi e outras 17 espécies de aves no lago do novo complexo de lazer do bairro Eloy Chaves.

Com informações do Rede Bom Dia

Cadela abandonada em abrigo precisa de casinha e cobertores

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Patrícia Galvão
galvao_patricia@hotmail.com

 


Esta linda mocinha foi abandonada em um abrigo em Cubatão que acolhe animais resgatados por protetores até serem doados – mas, como sabemos, algumas pessoas acabam “esquecendo” que deixaram seus animais no abrigo e somem no mapa.

A pessoa que deixou essa linda branquinha no abrigo disse que seria até a cadela se recuperar da castração, que depois iria buscá-la e a abandonaria na rua.

 

A Flávia, responsável pelo abrigo, não teve coragem de entregá-la, mas não tem como arcar com as despesas dela. Com esse frio, ela não tem casinha nem cobertor.

Alguém pode apadrinhá-la? Eu vou mandar um edredon para ela, mas do que ela mais precisa no momento é de uma casinha. Pode ser usada, pelo menos ela não sofrerá com tanto frio.

 

Segundo a Flávia, ela chora à noite por causa do frio. Caso alguém resolva doar a casinha posso dividir a despesa do envio. Claro, que se encontrarmos um lar bem quentinho, com muito amor e carinho, será muito melhor.

Contato:

Flávia
(13) 9796-7500
(13) 8823-1897
flaviacb30@hotmail.com
Rua Dom Pedro I, 985- Vila Nova Cubatão
cep: 11520-030
Ao lado da torre de celular da “Oi”

Tartarugas são queimadas junto a manchas de petróleo no golfo do México

As tartarugas-marinhas e outros animais estão encurralados em regiões delimitadas pelas equipes da petrolífera BP onde ateiam fogo para queimar manchas de petróleo no mar do golfo do México. A denúncia foi confirmada pela administração Obama.



O que eu compreendo é que os protocolos incluem medidas de cuidado para com a vida selvagem antes de atearem o petróleo”, disse o porta-voz da Administração nacional dos Oceanos e da Atmosfera citado pelo The Guardian. Supostamente a BP estava sendo pressionada para evitar as tartarugas.

“É criminoso e cruel e eles precisam ser responsabilizados”, disse Carole Allen, diretora do Projeto de Conservação das Tartarugas do Golfo. “Não deveria haver fogo de nenhum tipo até que as pessoas fossem aos locais e tratassem das tartarugas”, acrescentou.

Nos dias bons, em que não há vento no mar, a BP realiza incêndios controlados em vastas extensões com petróleo. A zona do incêndio é fechada com diques flutuantes resistentes ao fogo para que as chamas não se alastrem.

O problema denunciado pelos biólogos é que o óleo e uma alga chamada sargaço congregam-se nas mesmas regiões. As medusas e outros animais alimentam-se desta alga. As regiões com sargaço são lugares muito importantes para as tartarugas-marinhas jovens que não são suficientemente desenvolvidas para mergulharem até ao fundo oceânico e alimentarem-se. Assim que a BP vai para estes locais, as tartarugas ficam presas.

“Eles arrastam os diques entre dois barcos e tudo o que exista entre os barcos e lançam fogo. Uma vez que as tartarugas estejam lá dentro, já não conseguem sair”, disse o conservacionista Mike Ellis, que tem um vídeo no Youtube denunciando que a BP impedia os conservacionistas de salvarem as tartarugas

Já foram encontradas mortas mais de 425 tartarugas na região do derrame do petróleo, desde 30 de Abril. As organizações ambientalistas estão pressionando a administração norte-americana para processar a BP por matar espécies em perigo durante a operação de limpeza. Matar uma tartaruga-marinha pode dar direito a uma multa superior a 40 mil euros.

Esta tragédia ameaça o ninho mais importante de tartarugas-marinhas da região ocidental. David Godfrey, diretor-executivo da organização Conservação da Tartaruga Marinha, quer salvar os 100 mil ovos enterrados em ninhos na região Oeste da Flórida e transferir para lugares seguros. “Precisamos que todas estas tartarugas sobrevivam”.
 
Fonte: Ecosfera

Criança procura por boxer perdido no começo de junho

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PAMA Protetoras dos Animais Maltratados e Aba
pamavl@hotmail.com

Cachorro da raça boxer, perdido no dia 18/06/2010, próximo ao Hospital Medianeira, em Caxias do Sul. Foi visto por várias pessoas vagando pelo bairro Universitário e também no Jardim Margarida.



Ele é marrom tigrado, peito branco e rabo pitoco. Tem porte grande. É de uma criança que está muito triste com a falta do amigo.

  
Qualquer informação por favor entre em contato.

Felipe
(51)99993174

Países liberam Groenlândia para caçar baleia jubarte

A Comissão Internacional da Baleia (CIB) aprovou ontem uma cota de caça de nove baleias jubartes por ano para a Groenlândia nos próximos três anos. É a primeira permissão para caça da espécie em 24 anos. Em contrapartida, foi reduzida a cota de caça de baleias da espécie fin para o mesmo período de 19 baleias para 16.

A moratória para a caça comercial de baleias começou em 1986 e, desde então, a Groenlândia tem caçado baleias das espécies minke e fin. A decisão foi tomada na reunião da CIB que terminou ontem em Agadir (Marrocos). A Groenlândia ameaçava deixar a CIB se sua demanda não fosse atendida, alegando se tratar de questão de sobrevivência.

Muitos países latino-americanos, incluindo o Brasil, fazem objeção à caça. Conservacionistas defendem que as baleias sejam objeto apenas do turismo de observação. Mas a discussão sobre o fim da moratória foi suspensa por um ano.


 

Fonte: O Estado de S.Paulo

Nota da Redação: É compreensível que haja necessidade de determinadas negociações políticas, em determinadas situações. No entanto, neste caso, os componentes da CIB são revestidos de tamanha prepotência que a comissão nos parece ser composta por deuses, poderosos a ponto de negociar vidas e decidir quais e quantas são importantes e merecedoras da existência. Animais não são objetos a serem tratados como números e nenhuma vida é mais ou menos importante do que a outra.

Denúncia revela que prefeitura de Coquimbo, no Chile, extermina cães de rua desde 2005

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Mais um município é denunciado por protetores dos animais por matar cães de rua. Em Coquimbo, no Chile, desde 2005 os cães são retirados das ruas e exterminados pela prefeitura.
 
O extermínio de cães em massa de 2006 foi denunciado ao Ministério Público Regional, mas o procurador Victor Hugo Villarroel não deu continuidade na investigação da morte de animais, apesar de ter provas conclusivas que incriminariam a prefeitura de Coquimbo.

 


Ricardo Leiva Jelves e Felipe Galleguillos Céspedes, da Organização Humanitária pelos Animais (OHA), solicitaram em fevereiro deste ano que a Controladoria Regional se pronunciasse sobre a ilegalidade do procedimento de extermínio de animais na cidade de Coquimbo.

Segundo eles, há cinco anos o Departamento de Meio Ambiente do município captura e mata os animais que transitam pela cidade de maneira massiva e indiscriminada. Além disso, funcionários da prefeitura teriam ameaçado tutores para que entregassem seus animais para serem eutanasiados, com o fim de controlar a superpopulação de animais.

Ricardo Jelves e Felipe Céspedes também disseram que a prefeitura cobra indevidamente por eventos de adoção, que nunca são realizados. Além disso, nunca foi implementado um sistema de entrega ou de realocação dos cães que sobrevivem, em condições deploráveis, no “Centro de Resgate Canino” da cidade de Coquimbo.

Os ativistas também relataram que em diversas oportunidades denunciaram às autoridades municipais não só a ilegalidade de suas ações, mas também a ilegalidade de destinarem dinheiro público para a captura e extermínio de animais.

“Denunciamos a captura ilegal de cães pela prefeitura de Coquimbo, em desacordo ao parecer da Controladoria em 2007, que também incorre em desvio de dinheiro público. Solicitamos que a Controladoria investigue esta situação e restabeleça a ordem. Desde fevereiro estamos esperando uma resposta, e ainda não se fez nada”, disse Felipe Céspedes, presidente da OHA.

Com informações de PrensAnimalista

Pelicanos vítimas do vazamento de petróleo no Golfo do México se recuperam e ganham a liberdade

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Mais de 60 pelicanos marrons passaram por reabilitação e foram soltos na natureza,após serem contaminados pelo óleo que vazou no Golfo do México.



Os animais chegaram até a costa por meio de aviões de carga na quarta-feira, e foram levados até a Reserva Natural da Vida Selvagem Aransas, ao sul de Houston. Grupos ambientalistas libertaram os pelicanos e um ganso-patola, outra ave marinha.


Foi a maior soltura de animais alcançada desde o vazamento de óleo, que ocorreu no dia 20 de abril após a explosão de uma plataforma petrolífera.

A porta-voz do Fish and Wildlife, Nancy Brown, disse que a reserva foi escolhida porque tem o habitat costeiro perfeito para os pelicanos, e já serviu como lar para outros indivíduos da espécie.

Com informações de Los Angeles Times

Cães resgatados de rinha nos EUA poderão ser sacrificados em abrigo por problema de superlotação

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Mais de 20 cães foram levados para um abrigo, recentemente, após terem sido resgatados de uma rinha. O caso resultou em uma superlotação, a qual poderia ter conduzido ao sacrifício de outros cães do abrigo, de acordo com reportagem da Fox10TV.



O suposto ringue onde os cães eram obrigados a lutar foi descoberto na Estrada Red Fox, próximo à fronteira entre Mobile e Washington, nos EUA. O abrigo necessita manter os animais durante as investigações, que podem durar mais de um mês.

Os cães têm ocupado mais de dois dos três canis do município. Isso significa que alguns dos animais para adoção poderão ser sacrificados em breve. A situação resultou em um apelo na página do abrigo no Facebook.

A agência postou: “nós precisamos fazer espaço para estes cães, e isso significa que necessitamos desesperadamente encontrar um lar para eles”.

As autoridades declararam que, ademais, a lei os obriga a dar prioridade em mantê-los lá durante pelo menos sete dias. Todavia, quando o abrigo superlota, os animais para adoção são sacrificados.

Em dias comuns, o abrigo recebe uma média de 20 animais por dia. Isso significa que a superlotação pode logo chegar a um ponto crítico.

Nota da Redação: É um absurdo tratar vidas já tão sofridas com tamanho descaso, indiferença e frieza. Se houvesse vontade de solucionar a situação da superpopulação, seriam adotadas ações que incentivam a adoção desses animais. Essa matança é uma evidente violação dos direitos animais, e portanto um ato criminoso digno de punição.

Comissão Internacional da Baleia adia negociações sobre a caça dos animais

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A Comissão Internacional da Baleia decidiu hoje (25) decretar uma “pausa” de um ano nas negociações sobre a moratória comercial à caça às baleias, que já dura 25 anos.

A decisão foi tomada no final de uma reunião de cinco dias, no Marrocos. Com isso, os integrantes do encontro fracassaram em resolver a disputa sobre a proposta para suspender a proibição da caça comercial de baleias em troca da promessa dos três países que mantêm a prática (Japão, Noruega e Islândia) de reduzir o número de animais mortos todos os anos.

 O povo nativo da Groenlândia, no entanto, manteve o direito de estender sua caçada anual de baleias jubarte, superando as objeções dos integrantes da comissão. Os habitantes da Groenlândia, assim como povos nativos dos outros três países, têm o direito de caçar para comer e para manter suas culturas tradicionais, mas apenas sob rigorosas cotas que são revisadas a cada cinco anos. Os nativos da ilha receberam permissão para matar mais de 200 baleias minke, mas também 19 animais da ameaçada baleia fin.

Fonte: Estadão

Nota da Redação:  Anos de conversa para se decretar uma pausa. Enquanto só discutem o que fazer e como fazer, sem tomar qualquer atitude, as baleias estão sendo mortas com diversas desculpas, desde cultura até pesquisas para o governo. Caçar e matar animais devem ser vistos como atos cruéis simplesmente, sem pretextos para assassinar inocentes  seres. A proibição dos crimes deve ser decretada logo.

Orca perdida vai parar em parque marinho holandês

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A primeira orca encontrada viva na costa holandesa em mais de 60 anos está sob observação em um parque marítimo depois de ser resgatada nesta semana, enquanto os biólogos discutem seu futuro.

A jovem fêmea foi vista na quarta-feira por um barco perto da ilha de Ameland, no mar de Wadden, e resgatada na mesma noite pelo parque-aquário Dolfinarium.

“Quando encontramos a orca, ela estava muito enfraquecida e vimos que ela não comia havia alguns dias,” disse Bert van Plateringen, porta-voz do Dolfinarium.

Batizada de Morgan, ela está se alimentando e se recuperando. Biólogos estão monitorando sua saúde, preocupados especialmente com uma infecção pulmonar.

Uma orca havia sido avistada no mar em 1947, e em 1963, um espécime apareceu morto na localidade de Noordwijk. Elas se tornaram mais raras na costa holandesa junto com o desaparecimento das toninhas.
O Dolfinarium disse que Morgan provavelmente se separou da sua mãe e se perdeu. O aquário diz que, no futuro, pretende soltá-la em alto mar.

Fonte: O Globo

Nota da Redação: Esperamos que assim que estiver recuperada, seja reencaminhada ao mar o mais breve possível.

Policiais militares fazem parto de uma vaca em Avaré (SP)



Uma ocorrência quebrou a rotina de policias militares de Avaré (SP) durante a semana. Segundo informações, em patrulhamento de rotina feito pela equipe de policiamento comunitário rural na Fazenda Santa Ana, a equipe foi solicitada pelo administrador para localizar uma vaca da raça Neozelandesa, que não estava junto aos demais animais.

Em busca no interior da propriedade, o animal foi encontrado caído em uma vala, já em trabalho de parto. Devido ao difícil acesso, não tendo tempo para acionar um veterinário, a equipe não teve dúvida e de imediato auxiliou o nascimento do bezerro, que já corria risco de morte.

Fonte: Folha de Avaré

Nota da Redação: Apesar do trabalho solidário dos policiais, o correto seria que esses mesmos cuidados se estendessem ao animal durante toda a sua vida, no entanto, estão aí os milhares de animais confinados e criados para o consumo humano, provando que facilitar o nascimento é muito pouco perto do que ainda sofrem ou vão sofrer nas mãos humanas essas inocentes criaturas. O ser humano precisa aprender o respeito, precisa desconstruir sua maldade e repensar suas próprias escolhas, que em grande parte se originam numa cultura violenta e oportunista, promovida e regida basicamente por uma indústria perversa, que vive às custas do sofrimento dos animais.

ONG que abriga animais em Porto Alegre precisa de ajuda

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Marcio de Almeida Bueno
marcio@musicatri.com.br

A ONG Bichos & Amigos, que abriga cerca de 150 animais em local apropriado na cidade de Porto ALegre (RS), passa por dificuldades financeiras. As demandas mensais estão muito além do que a entidade angaria com seu tradicional brechó, que talvez por ter ficado fechado por um tempo, e aberto em endereço novo, ainda não recuperou o movimento de tempos atrás. A situação é crítica, e até mesmo o fluxo de caixa para a compra de ração já está faltando.

Emergencialmente, precisa-se de ração para os gatos e cachorros, e doações em dinheiro também são bem-vindas, para abater as dívidas contraídas unicamente para atender os animais. Haverá prestação de contas de tudo que for recebido.

Interessados em ajudar favor, contatar pelo e-mail bichoseamigos@bichoseamigos.org.br ou pelo fone (51) 8461-5077, com Sônia Piumato.

Ajude a encontrar cão que desapareceu em Porto Alegre (RS)

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Mais um cão está desaparecido em Porto Alegre (RS). Há quase um mês, o Dinho sumiu na rua Souza Lobo, quase esquina com a Barreto Viana, no Bairro São Geraldo.

Ele tem quase dois anos e é muito brincalhão. Se você viu essa fofura por aí, por favor, entre em contato com a Ana Paola pelo telefone (51) 9695-7937.

Taubaté (SP) realiza campanha permanente de adoção

O Centro de Controle de Zoonoses de Taubaté, em SP, por meio do Projeto Melhor Amigo, com o apoio do Fundo Social de Solidariedade, realiza campanha constante para adoção dos animais recolhidos nas ruas da cidade.

Todos os animais disponíveis para adoção estão saudáveis, castrados e vacinados. Para adotar basta comparecer à Zoonoses, que fica na Estrada Amacio Mazzaropi, s/nº, próximo ao Hotel Mazzaropi, levando um documento de identidade. A pessoa deve ser maior de idade ou estar acompanhada pelos responsáveis.

Fonte: VNews

Gato atropelado comove moradores de prédio do Leblon

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Uma das sete vidas do gato Fubá, de 3 anos, mascote de um prédio da rua Almirante Guilhem, no Leblon, está nas mãos dos veterinários da clínica INPA, em Copacabana. O bichano foi atropelado na garagem uma hora antes do duelo entre Brasil e Costa do Marfim, no domingo. Comovidos, os moradores já arrecadaram R$ 2 mil para custear o tratamento de Fubá.

O animal passou por uma cirurgia para reconstituir uma fratura na mandíbula. O gato também corre o risco de ficar cego, já que, segundo os moradores, as rodas do veículo teriam atingido a face dele. O agressor, que não prestou socorro, ainda não foi identificado pelos moradores. Mas a suspeita é de que o autor da maldade tenha sido um visitante. A apuração do “crime” se torna difícil porque o prédio não conta com câmeras de monitoramento.

De acordo com a veterinária Marcela Gonçalves, o quadro do animal é estável, mas inspira cuidados já que ele está impedido de comer devido aos ferimentos na boca:

“O perigo agora é que ele fique desnutrido. Mas vamos passar uma sonda esofágica, tanto para alimentação, quanto para administração de medicamentos.”

A situação do animal causou comoção entre os moradores do prédio. Nos corredores do edifício o assunto do momento é o estado de saúde do bicho. Para ajudar o tutor do gato, o garagista João Andrade, o João Bola, a custear as despesas hospitalares, foi criada uma campanha de arrecadação no condomínio, com direito a panfletos espalhados por quadros de avisos e elevadores. O custo de internação, cirurgia e medicamentos passa de R$ 1, 5 mil. Até esta quinta-feira, a caixinha do gato já havia arrecadado mais de R$ 2 mil. Um dos benfeitores ficou tão sensibilizado que contribuiu com R$ 400.

Fubá já foi alvo de uma polêmica no prédio durante o ano passado. Uma moradora tentou expulsá-lo, mas um abaixo-assinado com cerca de 100 assinaturas garantiu a permanência do animal no edifício.

Fonte: O Globo

Cavalo morre atropelado em rodovia de Santa Catarina

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Um cavalo morreu após ser atropelado por um Renault Clio, placas MCU 2889, de Siderópolis, na madrugada de hoje (25), por volta da 1h. O acidente ocorreu na rodovia SC-445, que liga os municípios de Criciúma e Siderópolis.

Segundo informações do motorista à polícia, o animal de grande porte apareceu repentinamente em frente do automóvel. De acordo com o policial rodoviário Evaldo, o cavalo morreu no local do acidente. O condutor, A.A.R., 62 anos, nada sofreu.

O corpo do cavalo, conforme o policial, deve ser tirado das margens da rodovia ainda nesta manhã.
 
Fonte: A Tribuna

 
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Não muito tempo atrás, Julia Fischer, do Centro Alemão de Estudo de Primatas, em Gottingen, se divertiu quando viu dois de seus distintos colegas homens se vangloriando sobre um tópico muito diferente dos motivos usuais de bazófias acadêmicas  ensaios publicados, verbas de pesquisa conquistadas, vitórias que humilham intelectuais rivais. “Um deles disse, com orgulho, que tinha três filhos, recorda Fischer. “E o outro rebateu dizendo que tinha quatro filhos”. “Há homens que vão se gabar de seus Porsches”, ela acrescentou. “Aqueles dois estavam se gabando de seu número de filhos.

E embora Fischer relute em estabelecer comparações levianas entre os seres humanos e outros primatas, não conseguiu deixar de pensar nos macacos de Gibraltar, que ela estuda e para os quais não há nada que confira mais status ou impressione mais os outros rapazes do que caminhar pela região carregando um filhotinho.

Em estudo publicado na edição atual da revista Animal Behaviour, Fischer e seus co-pesquisadores descrevem o modo pelo qual os macacos de Gibraltar usam os filhotes como “dispendiosas ferramentas sociais”, para o propósito expresso de formar relacionamentos com outros machos e expandir sua influência social. “Se você deseja fazer amizade com o potentado local, melhor levar um bebê. Se o objetivo é reforçar uma aliança com outro macho ou reparar uma amizade abalada, melhor não esquecer o bebê.

Não importa que o filhote seja mesmo do macaco em questão. Desde que tenha o pêlo escuro e negro e o rosto rosado e enrugado ao qual os macacos de Gibraltar machos e adultos consideram impossível resistir. “Eles seguram o filhote como se fosse um objeto sacro, o acariciam com os focinhos, fazem ruídos para expressar admiração!”, diz Fisher. “É uma cena um tanto intrigante”, diz Fischer.

Em tempo para o Dia dos Pais (que aconteceu dia 20 de junho nos Estados Unidos), este e outros estudos revelam casos surpreendentes, exóticos ou vagamente perturbadores de comportamento paternal masculino  e de uma atenção cuidadosa e ávida às necessidades dos filhotes que por muito tempo era considerada como reservada às mães.

Os cientistas descobriram, por exemplo, que o peixe cachimbo macho – que, como seus parentes, os cavalos marinhos, é famoso por sua capacidade de engravidar e parir filhotes vivos – é tanto mais generoso quanto mais calculadamente severo para com seus filhotes do que se acreditava anteriormente, dada sua capacidade de realizar sintonia fina no volume de nutrientes atribuído a cada filhote em gestação de acordo com os sentimentos que tenha para com a mãe.

Na maiorias das espécies de pássaros, machos e fêmeas se revezam para chocar os ovos e apanhar insetos com os quais alimentar os filhotes. Mas algumas aves de maior porte, a exemplo das emas e nandus, têm o macho como único responsável pelo ninho.

Já foram descobertas provas científicas de que a responsabilidade paterna pelos filhotes talvez representa o programa primordial das aves, remontando aos famosos ancestrais dos pássaros, os dinossauros. Por que os machos de algumas espécies cuidam prolongadamente de seus filhotes enquanto outros tendem a se afastar, pós-coito? As razões variam amplamente e nem sempre são fáceis de discernir.

Em 90% das espécies de mamíferos, a promiscuidade é comum e a paternidade incerta; as fêmeas gestam filhotes no interior de seu organismo e os mantêm provisionados com leite materno, e os machos raramente têm incentivo evolutivo para assumir responsabilidades paternas mais amplas. Mas dos restantes 10%, que formam o grupo dos papaizões, consta claramente a maioria dos primatas do planeta.

“Muitos primatas adoram bebês”, diz Sarah Hrdy, especialista em primatas e autora de um livro sobre a maternidade entre eles. Considerem a maneira pela qual duas pequenas espécies de macacos das Américas, o sagui cabeça de algodão e o sagui comum, reagem à gravidez de suas parceiras.

Os hormônios dos machos mudam, as conexões dendríticas de seus cérebros começam a mudar e eles ganham peso – tudo isso como preparação para as cargas pesadas que terão de portar. As fêmeas de ambas as espécies em geral têm filhotes gêmeos; somados, eles pesam cerca de 20% do peso do macho, e do momento em que nascem até que se tornem autônomos o macho terá de carregá-los quase o tempo todo.

Se estiver sentado, terá os filhotes no colo. Quando eles saltam de galho em galho, os gêmeos se agarram às reconfortantes almofadas térmicas que existem nos ombros dos pais. Se ouvir os bebês chorando, o macho é incapaz de resistir ao impulso de apanhá-los no colo.

Em estudo publicado pelo American Journal of Primatology, Sofia Refetoff Zahed e seus colegas na Universidade do Wisconsin compararam as respostas dos pais experimentados e dos machos inexperientes quando ouvem o som de um bebê macaco se queixando, em uma jaula distante.

Sem exceção, os pais experimentados atravessam uma ponte para chegar ao ponto de onde vem o chamado, e o atendem em cerca de 45 segundos. Já os machos inexperientes, em contraste, demoram bem mais. (Um minuto, cinco minutos – hahaha. Bem, talvez seja melhor ver qual é o problema. Mas não, acho que não preciso.) Na metade dos casos, os machos inexperientes nem chegam à jaula de onde vem o chamado antes que o prazo da experiência se esgote.

Os saguis das duas espécies se tornam pais perfeitos porque suas parceiras são como rainhas-mães em termos de fecundidade. Uma macaca que acaba de parir filhotes não dispõe da energia necessária a arrastar com ela o par de filhotes cada vez maiores não quando deve produzir dosagem dupla de leite e engravidar de novo cerca de duas semanas depois de parir.

“Quando comecei a estudar macacos, eu via as fêmeas como muito maldosas”, diz Zahed, que está trabalhando para obter seu doutorado. “Os filhotes tentavam pegar comida, pegar aquilo que a mãe tivesse nas patas, mas a mãe tomava a comida de volta e ia embora. O pai, por outro lado, sempre abria mão da comida e permitia que os filhotes fizessem tudo que queriam”.

“Foi nessa época que engravidei de meu segundo filho, enquanto ainda estava amamentando o primeiro”, conta. “Só então compreendi: você certamente fica ranzinza”.

Em contraste com a óbvia conexão entre cuidado paterno e bem-estar dos filhotes que os saguis demonstram, a fascinação de um macaco de Gibraltar pelos filhotes muitas vezes pode parecer menos positiva para os pequeninos. Espécie antes abundante na África do Norte mas agora limitada a alguns pequenos trechos de florestas na Argélia, o macaco de Gibraltar vive em grupos de cerca de 30 animais, uma combinação de fêmeas adultas aparentadas e machos adultos não aparentados. As fêmeas parem na primavera, e Fischer diz que a estação “é o momento mais importante no que tange a lidar com os filhotes”.

Dias depois de nascer, todos os filhotes se tornam alvos aceitáveis para as carícias masculinas. “Um macho se aproxima da mãe lentamente”, diz Fischer, “aproveita sua oportunidade e pega o filhote”.
Ele carrega o filhote sob a barriga ou nos braços, e caminha na direção de um ou dois outros machos, e tenta se aproximar. “Se não tiverem um filhote com eles, não podem interagir”, disse Fischer. “Haveria tensão demais entre os machos adultos”.

Um macho pode carregar o filhote com ele por horas a fio. Caso o filhote comece a chorar, ele o leva de volta à mãe para amamentação, mas sem largar o tornozelo de sua preciosa ferramenta de conexão social.
Os pesquisadores presumiam inicialmente que segurar os filhotes tivesse efeito tranquilizante sobre os machos, mas uma medição do nível de hormônio destes provou que na verdade ocorre o contrário: carregar um filhote levar a uma elevação nos hormônios masculinos de estresse.

Os cientistas agora propõem que os machos empregam os filhotes como “símbolos de batalha”, na definição de Fischer, “a fim de demonstrar aos demais machos que são capazes de suportar o estresse”.
Que prova melhor de que um macho é aliado digno, e não sofrerá colapso na temporada de acasalamento, quando os machos precisam formar coalizões a fim de monopolizar as fêmeas férteis e ajudar a dar origem a uma nova geração de ferramentas sociais peludas?

A natureza talvez não tenha conseguido inventar a moda, mas inventou o equivalente à roleta, e às apostas. A bolsa de um peixe cachimbo macho foi por muito tempo considerada como uma área passiva de incubação na qual embriões podiam se desenvolver em segurança, se alimentando de nutrientes fornecidos pela mãe. Mas pesquisas recentes sugerem que os machos também injetam alimento na bolsa, além de regularem a pressão osmótica, a salinidade e o fluxo de oxigênio.

A generosidade paterna tem limites. Em estudo publicado na edição de 18 de março da revista Nature, Kimberly Paczolt e Adam Jones, da Universidade Texas A&M, provaram que a bolsa de um peixe cachimbo do Golfo do México serve como mercado para escambos sexuais e ocasionais guerras.

Os peixes cachimbo machos gostam de fêmeas grandes, e caso se acasalem com um exemplar carnudo concederão às ovas desta fêmea nutrientes adicionais abundantes. Mas se um macho se acasalar com uma fêmea leve, porque não conseguiu encontrar melhor, e na metade da gestação uma fêmea mais gorda nadar por perto, a bolsa do macho sabe o que fazer: abortar ou reabsorver alguns dos embriões existentes e usá-los como alimento para novos.

Sim, os pais adoram assumir responsabilidades, contrariar as probabilidades, expandir o ninho. Em estudo publicado pela revista Science, David Varricchio, da Universidade Estadual de Montana, e seus colegas ofereceram provas de que pelo menos algumas espécies de dinossauros carnívoros assemelhados a aves podem ter atribuído aos machos a responsabilidade por cuidar dos filhotes.

Os pesquisadores argumentaram, para começar, que a descoberta repetida de dinossauros adultos em estreita proximidade a depósitos de ovos indicava que eles não saíam correndo em caso de ameaça, mas ficavam para tentar proteger o ninho. Além disso, o volume total de ovos em cada depósito era impressionantemente vasto, sugerindo contribuição de mais de uma fêmea.

Por fim, os ossos de dinossauros adultos associados aos ninhos sugerem proveniência de animais machos machos que convidavam grande número de fêmeas a se acasalar com eles e a colocar seus ovos em seus ninhos. Esses machos eram bons pais, e as fêmeas sabiam que haviam feito sua parte e podiam deixar o resto com eles.

Fonte: Terra

Adoção de vira-latas em Curitiba é sábado!

Haverá uma feira para doar cachorros recolhidos das ruas de Curitiba neste sábado, dia 26 de junho, entre 10h e 17h, lá no Pet Shop México!

Com o mote Por um lar para os sem-dono,  todos os candidatos estão vacinados e castrados!

 
Basta levar RG e comprovante de residência para escolher um novo amiguinho. Quem quiser (e puder) colaborar pode levar doações (ração, medicações, etc).
É neste sábado, lá no Bacacheri!

Lindo cãozinho é devolvido pelo tutor e aguarda por adoção em SP

Maria Eugênia
mecleite@yahoo.com.br

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Esse lindo e simpático cachorro está para adoção. Foi doado por nós quando bebê, mas infelizmente o tutor enviuvou e voltou para sua terra de origem, o Japão.

O simpático MARVIN  não coube na mala e precisou ficar (que pena que os cães são considerados seres sem sentimentos por algumas pessoas). Está muito triste, vivendo num hotel, estava acostumado a um lar, precisamos doá-lo o quanto antes para que essa sua tristeza não se transforme em depressão.

Marvin tem quase dois anos, está castrado e vacinado. É de cor marrom escuro, esguio, porte médio, dentes e saúde perfeita, seu pelo brilha, ele é muito lindo!!!.

Não sabemos como é com outros cães machos, pois na casa convivia, aliás muito bem, com duas fêmeas, não gosta de gatos ou cães pequenos, acho que os confunde com brinquedos.

É muito doce com crianças e adora uma festinha e muito carinho. Por favor, nos ajude a divulgar. Marvin é uma grande companhia: ágil, esperto, ativo e de bem com a vida. Vamos tirá-lo dessa tristeza.

Contatos:
Juana Braga 011 9995-8177 e 9964-2314 juanabraga@yahoo.com.br
Sandra Marcos 011 9939-1628 sandra.marcos@terra.com.br

Hipopótamos morrem por infecção bacteriana em reserva natural de Uganda

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Por Raquel Soldera (da Redação)

 
Cerca de trinta hipopótamos morreram de antraz, uma infecção aguda causada por uma bactéria, no Queen Elizabeth National Park, uma reserva natural ao oeste de Uganda. As autoridades locais afirmam terem contido o surto com sucesso.


Segundo Lillian Nsubuga, funcionária da Autoridade Ugandesa da Vida Selvagem, que supervisiona todas as atividades nas reservas naturais do país, os hipopótamos mortos foram enterrados no parque depois de serem examinados por veterinários e médicos do setor de saúde pública.

Este é o segundo surto de antraz que acontece no Queen Elizabeth National Park, onde um surto semelhante em 2004 deixou um saldo de 300 hipopótamos mortos.

“Desta vez não tivemos muitos problemas, porque sabíamos qual doença era, em contraste com o surto de seis anos atrás, quando não tínhamos ideia do que nós enfrentávamos”, disse Nsubuga.

Com informações de EFE Verde

Cão que teve o olho machucado em Curitiba (PR) já recebeu tratamento e aguarda adoção

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Renata Alves
ree.play@hotmail.com



Olá, se lembram do cachorrinho com o olho machucado, que fora encontrado muito maltrado em Curitiba (PR)? Então, ele agora se chama Bob e aí está depois de um bom banho.

Levei-o na Clínica São Francisco para avaliação, ele foi vacinado com óctupla, desverminado e tomou Capstar, daqui dois dias vai ser aplicado o MAX3 (para ectoparasitas).

A Gisane e a Joice foram buscá-lo ontem (23). Assim que ele estiver mais fortinho será castrado e também será feita uma cirurgia para retirada olho esquerdo, que foi perfurado e já não tem mais o que fazer.
Ele está hospedado na casa da Joice, se alguém estiver disposto a adotá-lo ou quiser ajudar com os gastos do veterinário por favor me enviem e-mail, a ajuda de vocês é muito importante!

Bombeiros resgatam gata presa entre dois prédios depois de quatro horas de trabalho

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Quatro bombeiros munidos de serra elétrica, marretas e furadeiras tiveram que quebrar a parede de um prédio para resgatar a gata Maria Tiburcinha. Ela passou mais de 30 horas presa entre dois edifícios, no Bairro Vila Ipiranga, na zona norte de Porto Alegre (RS).

O animal subiu em um dos prédios e caiu de uma altura de cinco metros em um vão estreito, com cerca de sete centímetros de largura. Ela não conseguiu sair e permaneceu imóvel. Devido à dificuldade de acesso ao local, foi impossível dar água e comida para o animal, para o desespero de sua tutora, Marilde Bilhan:

 Joguei ração e guisado para ela comer, mas não conseguimos alcançar, estava longe. Ela costuma se alimentar várias vezes por dia. Estava assustada e miava muito, sem parar  relatou Marilde, que é dona-de-casa e se dedica a ajudar animais sem dono.

A gata caiu no vão por volta das 14 horas de quarta-feira (23), quando chegava em uma petshop para ser castrada. Quando a caixa usada para transportar animais foi retirada do carro, ela escapou e subiu em um dos edifícios, de onde caiu no espaço entre os dois prédios. Como o vão se afunilava, o animal ficou preso e não conseguiu sair.

Para quebrar a parede de um dos edifícios e retirar o animal, os bombeiros demoraram três horas.
Era uma parede de tijolo maciço, tinha uns 25 centímetros de espessura, foi bastante difícil — disse o sargento Sandro Vieira.

Marilde, que não pode acompanhar o animal até a petshop e pediu ajuda de amigas, acredita que a gata tenha se assustado por estar longe da tutora. Ao ser informada do acontecido, ela foi até o local, onde permaneceu das 20h até a 1h30min tentando encontrar alternativas para retirar Maria Tiburcinha. Como os bombeiros não puderam atender à ocorrência, ela retornou ao local na manhã desta quinta-feira (24), e seguiu procurando ajuda.

O sofrimento de Marilde e sua gata terminou apenas às 21h desta quinta-feira, quando os bombeiros conseguiram quebrar parte da parede de um dos prédios para resgatar o animal.

 Eu estou mais feliz do que uma pessoa que ganhou R$ 5 milhões, porque ganhei muito mais que isso. Ganhei a minha gata de volta e ela não tem nenhum arranhão. O trabalho dos bombeiros foi emocionante comemorou Marilde.

O sargento Vieira, que trabalha no corpo de bombeiros há 20 anos, diz que é comum atender esse tipo de ocorrência, e que não poupa esforços para realizar o salvamento:
— Para muitas pessoas, animais domésticos são como filhos. A tutora dela está aqui desde ontem, preocupada. Tratamos esse tipo de resgate quase como se fosse o salvamento de uma criança.

Fonte: Zero Hora

Animais explorados em zoológico são levados por ladrões no Canadá

Três animais foram roubados de um zoológico na cidade de Ottawa, Canadá, recentemente, deixando os policiais sem pistas.




Inicialmente, os investigadores imaginaram que o roubo da carreta que transportava os animais fosse apenas por interesse no veículo. Mas, os bandidos abandonaram o automóvel e levaram o trailer com dois camelos e um tigre.

Ainda há esperança de que os ladrões apenas queiram vender o alumínio de alta qualidade do trailer, mas, se este for o motivo, o sumiço dos animais permanece um mistério.

Um policial local afirmou na segunda-feira que sua equipe já checou todos os zoológicos da região, para garantir que os ladrões não são traficantes de animais. Não foram encontrados indícios de vendas de animais recentemente.

Michael Hackenberger, diretor do Zoológico de Bowmanville, suspeita de que o grande número de motoqueiros da gangue “Hell’s Angels” presente na região possa ter alguma relação com o crime. Os membros do grupo já foram flagrados mantendo animais selvagens como pets no passado.

Os oficiais do zoo estão preocupados com a vida do tigre de três anos de idade chamado Jonas, que pode já ter morrido de sede a essa altura.

Os camelos, Todd e Shawn, podem sobreviver mais uma semana sem água.
O zoológico anunciou uma recompensa de U$20,000 para quem localizar os animais e U$2,000 para quem conseguir uma foto deles recebendo água onde quer que estejam.

Com certeza, esses animais representam um prejuízo financeiro para o zoológico, que lucra com sua exploração para o entretenimento humano. Resta saber se lhes aconteceu algo ainda pior do que perda da liberdade.

Com informações de The Gazette

Gato amputado recebe prótese dupla de patas traseiras

DO ANDA

Um gato recebeu duas próteses no lugar das patas traseiras, em um procedimento veterinário pioneiro realizada na Grã-Bretanha.

Oscar, que perdeu os dois membros em um acidente com uma ceifadeira, teve as próteses conectadas ao corpo por meio de “pinos” ao redor dos quais a equipe conseguiu fazer crescerem ossos e pele.

A operação foi realizada pelo cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick, que tem um consultório em Surrey, nas proximidades de Londres.

Os membros artificiais foram desenvolvidos por uma equipe de engenharia biomédica da University College of London sob orientação do professor Gordon Blunn.

“A verdadeira revolução com Oscar é que colocamos um pedaço de metal em uma rosca na qual a pele se cresce e vira um osso extremamente resistente”, disse o professor Blunn no documentário The Bionic Vet – O Veterinário Biônico, em tradução livre -, que a BBC fez sobre a operação.

“Conseguimos fazer com que o osso e a pele cresçam dentro do implante e desenvolvemos uma ‘exoprótese’ que permite que esse implante gire e se movimente na extremidade do membro do animal, para dar-lhe balanço normal.”

A técnica serve como substituto à colocação de próteses fixadas ao corpo por meias. O lado negativo desse tipo de técnica, segundo o professor Blunn, é que muito frequentemente a pressão e a fricção entre o corpo e o membro artificial geram feridas.

Clique aqui para assistir ao vídeo em inglês no site da BBC.

Fonte: Estadão